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Conheça as belezas do Espirito Santo

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Conheça o Espírito Santo

Referência em beleza natural e famoso pela culinária à base de peixes e frutos do mar, o Espírito Santo tem muito mais a oferecer ao seu visitante. Uma experiência que vai além das suas praias, não dispensa a boa moqueca capixaba nem o clima ameno de montanha – onde se degusta vinho, licores, biscoitos caseiros e massas, em propriedades de agroturismo.

A tudo isso, podemos acrescentar atrações das mais variadas, como a prática de esportes radicais – que inclui raffting, rapel e vôo livre -, festas religiosas como a tradicional Festa da Penha e o forró de Itaúnas, que, todos os anos, contam com uma legião de participantes.

O Patrimônio Histórico Cultural capixaba é outro roteiro a ser descoberto (ou explorado, vivenciado). Uma viagem entre o passado e o presente do Espírito Santo, preservados nos casarios de municípios como Muqui (Sul do Estado), São Mateus (Norte do Estado), Santa Leopoldina (região Centro-Serrana), e também no Convento da Penha (Vila Velha) e nas construções do Centro de Vitória.

Trilhas ecológicas, centros de estudos e pesquisas, como o Projeto Tamar e a Reserva Florestal da Vale, ajudam a compor o mosaico que é o Estado. Um cardápio turístico onde a gastronomia também é destaque. A moqueca, feita na panela de barro, é uma herança indígena hoje produzida artesanalmente pelas paneleiras de Goiabeiras. Já a Torta Capixaba, que tem mariscos, peixe e palmito entre os ingredientes, é o prato principal da culinária local na Semana Santa.

O atual momento econômico, somado à qualidade de vida que oferece, transformou o Espírito Santo numa alternativa para o turismo de negócios. Nos últimos anos, o crescimento industrial do Estado está acima da média nacional, o que chamou a atenção de empreendedores para o seu potencial, principalmente na área de petróleo e gás.

O Espírito Santo possui localização estratégica com uma área de 46.184 km² e 78 municípios. Está na região Sudeste e próximo das principais metrópoles do País. Isso o torna atração para turistas de lazer, negócios e eventos provenientes de São Paulo, Bahia e Minas Gerais.

São inúmeras as vantagens para se visitar o Espírito Santo. Possui fácil acesso rodoviário, estando ligado aos demais estados pela BR 101 e pela BR 262, que o interliga com o Centro-Oeste.

x Para receber o turista, conta com excelente infraestrutura, capaz de hospedagem de 11,4 mil pessoas na região metropolitana, em excelentes hotéis e rede de restaurantes.

O Estado é o sexto no País em turismo de eventos e negócios e esse setor aumenta a cada ano, tendo em vista o desenvolvimento crescente do Espírito Santo e por oferecer preços competitivos para a realização de eventos. Para isso, conta com espaços para a realização de eventos de pequeno, médio e grande porte no Centro de Convenções e no Parque de Exposições de Carapina.

Espírito Santo um ótimo lugar para viver e investir.

Venda Nova
Vôo livre, em Venda Nova

Moqueca Capixaba
A tradicional Moqueca Capixaba

Baía de Vitória
Complexo portuário da Baía de Vitória

Ticumbi
Ticumbi, Conceição da Barra

Rotas Turísticas

O turismo no Espírito Santo está organizado em rotas turísticas. Caminhos que levam o visitante para desfrutar as delícias do litoral, do turismo religioso, náutico, ecoturismo e do agroturismo. Os destinos são divididos em oito rotas, quatro delas com acesso pela capital Vitória, onde fica localizado o principal aeroporto do Estado.

A dinâmica econômica de Vitória possibilita o turismo de eventos e negócios, o turismo náutico e gastronômico, com seus inúmeros restaurantes, onde o prato mais pedido é a moqueca capixaba. Vitória é conhecida como Ilha do Mel e possui um arquipélago composto por 34 ilhas e por uma porção continental. Outra especificidade da capital capixaba são seus 891,8 hectares de manguezais.

Cozinha Capixaba

A tradição pesqueira e a herança da cultura indígena e negra influenciaram profundamente a culinária capixaba, tornando-a eclética, produto de muitas influências dos habitantes locais como portugueses, africanos e povos do norte da Europa. Com a vinda de imigrantes europeus novos pratos foram acrescentados à cozinha capixaba. Dos italianos, os que exerceram maior influência, temos o anholini, o tortei, a sopa pavese, o risoto e a polenta. Mineiros e baianos também trouxeram de suas terras pratos típicos, como o péla-égua (cangiquinha com costeleta de porco) e o vatapá.

Entre os pratos típicos mais famosos citam-se a torta capixaba e a moqueca, a muma de siri e a caranguejada. Famosa internacionalmente, a moqueca capixaba é o prato mais conhecido da culinária do Espírito Santo. O nome “moqueca” designa um estilo de preparar o alimento que consiste no cozimento sem água, apenas com os vegetais e frutos do mar e, ao contrário da moqueca baiana, a capixaba não recebe azeite de dendê e nem leite de coco.

Logo em seguida, vem a torta capixaba, preparada com vários frutos do mar, como siri desfiado, camarão, ostra e sururu, além de bacalhau e palmito. Prato tradicional durante a Semana Santa em todas as casas capixabas.

A técnica de catar o crustáceo é a mesma que já utilizavam os indígenas, fartos comedores de caranguejo – vai-se com lama até os joelhos e recolhe-se os caranguejos no tato e no jeito, para que os dedos não sejam aferroados pelas puãs.

O siri, crustáceo primo do caranguejo, é pescado com jereré ou puçá, ambos se parecem com rede de caçar borboletas, sendo o jereré ou puçá que leva a isca; a pesca sem isca é geralmente feita à noite, à luz de lampiões.

As Desfiadeiras de Siri da Ilha das Caieiras, assim como as Paneleiras de Goiabeiras, ocupam atividade artesanal de destaque na composição da cultura popular de Vitória.

Mas o maior tempero da culinária capixaba é a Panela de Barro.

Panelas de Barro

Panelas de Barro

A panela de barro é, sem dúvida, uma das maiores expressões da cultura popular do Espírito Santo. Desde a sua origem – nas tribos indígenas que habitaram o litoral do Estado – até os dias de hoje, a técnica de sua confecção e a estrutura social das artesãs pouco mudou. O trabalho artesanal das paneleiras sempre garantiu a sobrevivência econômica de seus familiares, como também de suas tradições. A região de Goiabeiras, ao norte da Ilha de Vitória, sempre foi o local tradicional da produção de panelas de barro. No início, o trabalho era de cunho familiar e as panelas eram feitas nos quintais das casas das paneleiras.

As panelas de barro constituem o principal elemento cultural na elaboração de pratos típicos da culinária capixaba. A moqueca capixaba, a moqueca de garoupa salgada com banana-da-terra e a torta capixaba têm de ser feitas em panela de barro, para serem autênticas. A produção é constante e todas as peças produzidas são vendidas aos turistas e à população da Grande Vitória.

fonte: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/brasil/espirito-santo.php

O vinho e os seus benefícios para a saúde

sábado, 5 de setembro de 2009
kk

A Agência Lee Telemensagem indica este artigo sobre os benefícios do vinho para a saúde.

Nada iguala o prazer de um bom copo de vinho – a não ser as descobertas cada vez mais frequentes dos benefícios que o néctar dos deuses pode trazer para a nossa saúde! É caso para dizer salut!

Centenas de estudos realizados ao longo dos últimos anos, nas mais conceituadas universidades e institutos do mundo, parecem apontar para um resultado unânime: beber de forma regular e moderada é mais saudável do que uma bebida ocasional ou do que não beber, ponto final!

O néctar da saúde
Graças ao seu grau de álcool e dos procionídeos (compostos fenólicos) sem álcool que contém, já foi provado que o vinho reduz, não só o risco de doença cardíaca e alguns cancros, mas também diminui a progressão de doenças neurológicas degenerativas, caso de Alzheimer ou Parkinson. Mas o nosso querido néctar dos deuses vai ainda mais longe, graças aos compostos fenólicos que permitem aumentar o colesterol das proteínas de alta densidade (HDL), ou seja, o “colesterol bom”, diminuindo, obviamente, os níveis do “colesterol mau” (LDL – lipoproteína de baixa densidade). Os fitoquímicos não alcoólicos presentes no vinho, nomeadamente os flavonóides e o resveratrol, assumem o papel de antioxidante e asseguram que as moléculas conhecidas como “radicais livres” não possam causar danos celulares no organismo. Para além disso, o resveratrol está intimamente associado à prevenção de coágulos de sangue e da acumulação de placa nas artérias, protegendo assim o coração de doenças cardiovasculares. Estudos recentes realizados em animais mostram ainda que a aplicação de resveratrol em um ou mais estados de desenvolvimento de um cancro, diminuiu a incidência do tumor.

Brindar aos benefícios
Curiosamente, mesmo as pessoas que sofrem de tabagismo, hipertensão, obesidade, sedentarismo, diabetes e colesterol, beneficiam do consumo regrado de vinho. Para além dos benefícios acima descritas, e que já são motivo para brindar, um copo de vinho por dia traz ainda outras preciosas vantagens para a sua saúde:

  • Aumenta a esperança de vida
  • Previne e ajuda a controlar a hipertensão
  • Diminui o risco de pedra nos rins
  • Previne a arteriosclerose
  • Ajuda a desfazer gorduras
  • Inibe a multiplicação do vírus que provoca o herpes
  • Melhora a digestão e o sono
  • Regula o humor
  • Aumenta o QI

Branco ou tinto?
Antes de escolher a sua próxima garrafa de vinho, saiba que o vinho tinto e o vinho produzido em climas mais frescos são aqueles que oferecem mais-valias em termos da saúde. Isto porque o vinho tinto contém muito mais resveratrol do que o branco e o que define estas quantidades é o tempo que a casca se mantém na uva durante o processo de produção – quanto mais tempo tiver, maior será a concentração de resveratrol no vinho. E, claro, o vinho tinto ganha logo à partida porque na produção de vinho branco, a casca é retirada das uvas ainda antes do processo de fermentação, o que reduz consideravelmente os seus níveis de resveratrol. Para além disso, os vinhos produzidos em climas frescos contêm sempre mais resveratrol do que aqueles produzidos em climas quentes.

Conta, peso e medida
Claro que a palavra-chave no consumo de vinho é moderação! Se beber mais do que o recomendado, perde os seus benefícios por completo e os riscos de saúde aumentam. Um estudo realizado com a participação de 44 mil pessoas, revelou que quem beber cinco ou mais doses diárias de vinho tem mais 30% de probabilidades de morrer de problemas de coração ou de derrame, do que quem bebe apenas uma dose diária, ou seja, a recomendada! Para que o consumo de vinho seja seguro e eficaz em termos de saúde, aconselha-se, no máximo, dois copos de vinho por dia para os homens e um copo para as mulheres.

Outras contra-indicações
Integrado num estilo de vida saudável, o consumo de vinho com conta, peso e medida, só traz coisas boas, no entanto, existem algumas excepções. Certas doenças ou condições clínicas podem ser agravadas com a ingestão de vinho, por isso, quando em dúvida consulte o seu médico assistente. Entretanto, fica a saber que: em algumas pessoas, o vinho pode aumentar os níveis de triglicerídeos; alguns estudos mostram que o álcool pode aumentar os níveis de estrogénio e potenciar o desenvolvimento do cancro da mama; o vinho, nomeadamente, o tinto, pode ser um forte instigador de enxaquecas; e, claro, pode levar ao aumento de peso (principalmente o consumo excessivo), até porque cada mililitro de vinho corresponde a sete calorias! Fora isso: um copo de vinho por dia, dá saúde e traz alegria!

Fonte: http://clubedevinhos.com/