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Ação Pública sobre a Prefeitura de São Paulo

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Fique de Olho!!!!

Bem, a Prefeitura do Município de São Paulo, adminstrada pelo Sr. Gilberto Kassab, vai conceder mais de 400 milhões de Reais para a construção do Itaquerão, para recepcionar os jogos da copa de 2014. Assim como com juros extremamente baixos o BNDES também vai financiar outros tantos milhões.

Kassab afirma que é uma forma de desenvolver a abandonada Zona Leste, que parece mesmo que não tem representante, principalmente no seu extremo, de fato abandonada e distante da classe política paulista.

As obras vão agradar grande parte da população, entretanto, não acredito que dinheiro público deve ser aplicado em empresas privadas que não tem plano de retorno. A fundo perdido, pois não se trata de obra de benefício popular e sim populista.

A Zona Leste é uma região deficiente em Saúde, Creches, Escolas, Iluminação, Saneamento, Policiamente, Eventos Culturais e tudo mais de básico que a população precisa.

O Município e o BNDES, poderiam sim conceder benefícios para a implantação de empresas e Indústrias, de forma a reduzir as viagens que os moradores se submentem com o transporte público que de tão deficiente e mal adminstrado, insulta a inteligência de qualquer cidadão.

Se os investimentos fossem para desenvolvimento de fato, até seria louvável, pois este é o objetivo dos impostos que pagamos sem o devido retorno público, mas não deveria atender a uma parcela pequena da população tão esquecida e desrespeitada pelo poder público.

Fique de Olho, vamos fiscalizar.

Vamos observar se este dinheiro que o município afirmava que não tinha, não vai nos ser cobrado nas Taxas como IPTU, IPVA, ISS, e outras incontáveis taxas que pagamos sem mesmo sermos usuários desta arrecadação. Sem falar da Inspeção Veicular, ineficiente e que onera o custo do proprietário de Veículos do município de São Paulo.

Dia Nacional da Pessoa Portadora de Deficiência Física

terça-feira, 28 de setembro de 2010

11 de Outubro

Entraves e soluções

A vida para uma pessoa portadora de deficiência física não é nada fácil. Se para pessoas sem qualquer problema físico, o dia-a-dia já é uma experiência estressante, imagine para quem depende de adaptações ou da ajuda de terceiros para se locomover. São muitos, aliás, os obstáculos enfrentados pelas pessoas portadoras de deficiências – de ordem social, política, econômica e cultural e não só os do cotidiano – distanciando-os bastante de conseguirem chegar ao ideal pretendido pelas Nações Unidas de “Participação Plena e Igualdade”. Isto porque o ponto crucial da questão estaria na relação entre o indivíduo e uma sociedade com padrões definidos, que alimenta a separação, ao tratar de forma inadequada os limites e as diferenças do outro. A anomalia se instala, quando não é dado um mínimo de condição às pessoas portadoras de deficiência de exercer o convívio em comunidade, incluindo aí aspectos fundamentais na vida de qualquer um, como educação, trabalho, habitação, segurança econômica, pessoal etc. Bom ressaltar que as pessoas portadoras de deficiência reivindicam a eliminação dos impedimentos a uma vida normal – o simples ir e vir, por exemplo – da mesma maneira que não esperam nenhum tipo de paternalismo ou piedade. Esta via de conduta, inclusive, seria para eles algo ruim, uma vez que enfatiza o preconceito e estimula a exclusão, ao invés de inseri-los no meio social. Acabam sendo tratados, assim, como um problema e não como cidadãos que possuem seu potencial criativo ou de produção. Dia 11 de outubro, as pessoas portadoras de deficiência física só desejam uma coisa de nós, sociedade: oportunidades e tratamento iguais.


    Já andou pelas ruas da cidade? Percebeu que algumas calçadas são elevadas e que há pouquíssimas rampas de acesso a lugares mais altos? Que os motoristas no trânsito costumam ser estressados e o pedestre pouco respeitado? Ele, também, impaciente, nervosinho? E que em vias de maior velocidade e poucos sinais, existe uma ou outra passarela para facilitar a travessia? E os banheiros públicos, percebeu o aperto? Tamanho de elevadores – da maioria, pelo menos – tem cabimento?

    Agora, passe isso tudo para uma pessoa portadora de deficiência e multiplique por três. Imaginou? Então. Pois é exatamente isto que você pensou o resultado da soma de obstáculos enfrentados por uma pessoa portadora de deficiência física na rotina do ir e vir. Ou seja, dá para notar que para uma pessoa com limitações físicas, a simples locomoção pelas ruas não é nem um pouco confortável.

    Algumas cidades do país já demonstram sensibilidade nesse sentido, tomando providências para facilitar a vida dessas pessoas, mas são raras. O município de Niterói, no estado do Rio de Janeiro, por exemplo, adotou uma medida louvável. Para cada sinal de trânsito, foram adaptadas rampas nas calçadas, para que pessoas em cadeiras de rodas se locomovam mais livre e independentemente de ajuda.

    É um começo.

    Talvez por isso não seja coincidência que a sede do Comitê Paraolímpico Brasileiro tenha sido instaurada naquela cidade. Um outro começo.

Inspeção Veicular em São Paulo – Resultados

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

A Inspeção veicular na Cidade de SãoPaulo, é de fato uma boa iniciativa.

Entretanto, na capital paulista nas últimas semanas temos sofrido com a baixa unidade do ar e o crescente índice de poluição provocados pelos veículos que ficam parados nas avenidas congestionadas, sem que a prefeitura apresente projetos e soluções a curto e a médio prazo no  transporte público com um mínimo de qualidade ou alternativas que não sejam punitivas e de arrecadação para os munícipes.

Tenho pesquisado matérias que pudessem esclarecer os resultados da inspeção veicular que atua já a aproximadamente por 2 anos na capital paulista, que informasse o quanto reduziu o índice de poluição. Não tenho encontrado nada relativo a essa redução.

Será que de fato reduziu a quantidade de monóxido de carbono no ar?

Observei que uma quantidade enorme de veículos não tem sido aprovados ou até mesmo muitos nem estão levando para a inspeção.

A prefeitura de São Paulo, administrada pelos lendários PMDBistas, o que vai fazer com a apreenção de tantos veículos. Onde mais vai poluir a cidade com cemitérios de veículos sucateados, e penalizar ainda mais os contribuintes que tem que pagar as taxas de licenciamento, IPVA, DPVAT, pedágios e outras taxas desconhecidas da população, além de pagar custas fora de qualquer realidade para reaver seu veículo apreendido? (que são abandonados por serem impagáveis tais custas)

O Governo municipal, poderia usar parte da milhionária arrecadação de multas e taxas, impostas de forma compulsória, para oferecer aos proprietários de veículos em mal estado e que não tenham como mantê-los, um preço, baixo que fosse para que enviasse para a sucata e subsidiasse a juros baixos um financiamento para que esse contribuinte pudesse adquirir um veículo em bom estado.

Favorecer o munícipe e o bem estar da população de um município é a obrigação do governantes que elegemos e ficamo deles refém de toda as formas de cobrança e punição.

Pelo o que entendi, o proprietário que não tiver condições de consertar seu carro para passar na inspeção, ele não poderá vender o veículo, nem mesmo para outro município fora de São paulo, pois fica impedido de licenciar e transferir de propriedade.

O que o pobre mais uma vez vai fazer?

Observem que estas medidas só afetam mais uma vez os menos favorecidos, que mesmo sendo mais vulneráveis são os que mais precisam de seus carrinhos e os mais prejudicados. E que também pagam seus impostos.

O aspecto social fica de lado, presisamos aumentar a arrecadação, precisamos punir e deixar insolúveis os que tentam ter algum bem para o trabalho, necessidade e  ou lazer.

Enviem suas opiniões e sugestões para reduzir a poluição de São Paulo.

Façam os seu comentários, vamos tentar entender um pouco mais dos direitos dos cidadãos.

Luiz Oliveira

03/09/2010