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Aniversário da Cidade de ITU

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

ITU – SP

” BERÇO DA REPÚBLICA “
Aniversário – 02 de FEVEREIRO (1610)

SOBRE A CIDADE DE ITU

Área da unidade territorial: 641,6 Km2
Latitude do distrito sede do município: -23,1551°
Longitude do distrito sede do município: -47,1757°
Altitude: 583 m

Prefeito 2009/12: Herculano Castilho Passos Júnior – PV 43

População de Itu
(*) Estimativa Populacional
IBGE-2008: 155.457 hab.

Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica
e de Valorização dos Profissionais da Educação
FUNDEB-2008: R$ 22.659.992,20

Fundo de Participação dos Municípios
FPM-2008: R$ 29.000.192,08

BREVE HISTÓRIA DE ITU

O marco da fundação da cidade de Itu foi à construção, em 1610, de uma capela devotada a Nossa Senhora da Candelária, no lugar em que hoje fica a Igreja do Bom Jesus. Esta capela foi construída por Domingos Fernandes e seu genro, Cristóvão Diniz. Eles receberam por sesmaria em 1604, a posse das terras dos campos do Pirapitingui. Adotou-se o dia 02 de Fevereiro como data de aniversário de Itu, por coincidir com o dia de Nossa Senhora da Candelária.

O povoado se formou em torno desta capela. No ano de 1653 foi elevada a Freguesia de Santana do Parnaíba. Em 1.657, passou à condição de Vila com direito a possuir uma Câmara Municipal, iniciando-se assim a construção de um novo templo. Durante quase 100 anos (de 1657 a 1750) a Vila de Itu não passou de um pequeno núcleo, com menos de 100 casas, concentradas no pátio da antiga Matriz e numa única rua que ia do pátio até a capelinha do primeiro povoado. Uma boa parte das casas, as do pátio, sobretudo, pertenciam a fazendeiros. Quando aumentou a escravatura e a produção das fazendas, seus donos ajudaram a erguer dois conventos na Vila, o de São Francisco (1692) e o do Carmo (1719).

Os comerciantes ergueram, em 1726, uma capela, num lugar ainda descampado, a de Santa Rita, inaugurada em 1728. Em 1760, já existiam cerca de 105 casas e mais uma rua, chamada da Palma (atual Rua dos Andradas). Nessa época, Itu se firma como entreposto de comércio na rota entre o sul do país e as regiões mineradoras de Mato Grosso e Goiás. Na Vila, as maiorias das casas eram pequenas e habitadas por gente que pouco ou nada possuía.

Alguns anos depois, em 1776, com o crescimento das lavouras da cana de açúcar e do algodão, a Vila cresceu, contando com 180 casas, tendo ainda as mesmas ruas de antes. Quem deu vida à localidade foram os artesãos (sapateiros, ferreiros, carpinteiros, tecelões, costureiras e fiandeiras), os quais ocupavam 119 casas. Os comerciantes interessados na venda de tecido, colchas e cobertores para outras regiões, promoveram o cultivo de algodão, e a produção caseira de tecidos. A partir de 1777, a Vila de Itu cresceu em função dos negócios de exportação de açúcar para a Europa. O número de engenhos de cana e de escravos, vindos da África, se multiplicou.

De 1785 a 1792, foram abertas as ruas que descem paralelas, pelas encostas do espigão, e seus prolongamentos pelo lado da Igreja do Patrocínio inaugurada em 1819. Em 1811, foi criada a Comarca de Itu. Pela Lei Provincial de 05 de fevereiro de 1842, a Vila de Itu foi elevada à cidade. Nessa ocasião, possuía umas 800 casas. A partir de 1850 e durante anos, Itu foi considerada a cidade mais rica da Província de São Paulo, com importante participação na vida política e econômica.

Em 1860, ocorreu uma grande crise no mercado internacional do açúcar. O plantio da cana entrou em decadência, causando, com o tempo, um conflito entre os políticos e os fazendeiros ituanos e o Governo Imperial. Cresceu em Itu o Movimento Republicano que resultou, em 1873, na realização da Primeira Convenção Republicana do país. Início da propaganda republicana, com a criação do Partido Republicano Paulista. Por isso mesmo, Itu é chamada de “Berço da República”.

O açúcar foi sendo gradativamente substituído pelo café. Com o aumento da produção cafeeira, os fazendeiros buscaram, na Europa, a vinda de imigrantes para substituir a mão-de-obra escrava. O tráfico havia sido proibido em 1850 e a escravatura, abolida em 1888. Com a ajuda do governo republicano, proclamado em 1889 vieram para Itu milhares de imigrantes, a maioria italianos. A cidade possuía, nesta época, cerca de 1800 casas.

O café foi à base da economia do município até 1935, ano da maior produção, decaindo depois, pela concorrência de outras áreas de plantio e pelo esgotamento de suas terras. De 1935 a 1950, Itu quase não cresceu além da área já ocupada. A partir de 1950 novas indústrias vem se instalando na cidade, principalmente as de cerâmicas. Ocorreu grande migração rural em busca de trabalhos nas fábricas. A cidade começou novamente a crescer com a abertura de diversos loteamentos na periferia. Itu já não tinha a mesma importância de antigamente, sendo influenciada pela Capital do Estado, já então uma metrópole.

O velho centro é a maior e mais importante herança cultural dos tempos da colônia, e passou a ser transformado em centro histórico e área comercial. Após 1970, com a construção da rodovia Castelo Branco, novas indústrias instalaram-se em Itu, principalmente às margens de suas estradas de acesso.

O Aniversário de ITU é comemorado no dia 02 de Fevereiro.

Fonte: PM ITU

http://www.nossosaopaulo.com.br/Reg_12/Reg12_Itu.htm

Como é o Réveillon no mundo e no Brasil

domingo, 27 de dezembro de 2009

Tradições

Embora cada povo aguarde a chegada do ano novo com ritos e superstições próprias, a esperança de que o novo ciclo seja melhor do que aquele que se encerrou é comum a todas as pessoas, que aproveitam este momento para valorizar seu desejo de renovação. À espera de prosperidade, saúde, de um novo amor, entre outros desejos, práticas consagradas são usadas para atrair sorte e ajudar a realizar sonhos.

Se comunidades antigas jogavam fora roupas e objetos visando eliminar o que estava “envelhecido”, ou banhavam-se no rio ou mar para acolher o novo tempo, hoje há rituais como o de subir em cadeiras na Dinamarca, limpar a casa para espantar maus espíritos entre os chineses ou usar rolhas de champanhe com moedas como amuleto na Inglaterra. Na Irlanda costuma-se oferecer um pote de arroz doce aos gnomos, enquanto na Turquia pedras de sal grosso são guardadas em sacos com turquesas para proteger as pessoas.

Entre as tradições mais difundidas, há o costume de soltar fogos de artifício e fazer barulho ou tocar música à meia-noite, sempre visando afugentar o mal. Nos Estados Unidos, o mais famoso Réveillon ocorre em Nova York, na Time Square, onde o povo se encontra para dançar, correr e gritar, enquanto na contagem regressiva, uma grande maçã vai descendo no meio da praça e explode exatamente à meia-noite, jogando balas e bombons para todos. De outro lado, no Brasil, grande parte da tradição consiste em usar branco e jogar flores para Iemanjá, rainha do mar no Candomblé.

Réveillon no Rio
Banco de dados da Riotur
Show de fogos de artifício em Copacabana

E a festa é uma das mais valorizadas em Portugal e Espanha. No primeiro, uma das tradições é sair às janelas de casas batendo panelas para festejar a chegada do ano. Nos dias 25 de dezembro e 1º de janeiro, come-se uma mistura feita com as sobras das ceias, chamada “Roupa Velha”, em que o ingrediente principal é o bacalhau cozido. Mais festeira é a tradição espanhola: são dez dias, entre 28 de dezembro, dia dos Santos Inocentes, até 5 de janeiro, da chegada dos Reis Magos, em que as cidades são tomadas por cavalgadas de reis, além das famílias cozinharem a rosca de reis, uma espécie de bolo doce, com figuras e brinquedos para as crianças.  A passagem do ano em Madrid é também um evento de grandes proporções, em que os cidadãos vão à Puerta Del Sol ouvir as badaladas do relógio e fazer pedidos para o novo ciclo.

Diferentes datas marcam comemorações no mundo oriental e árabe. O Novo Ano Chinês é comemorado entre 15 de janeiro e fevereiro de acordo com a primeira lua nova depois do início do inverno. Os mulçumanos têm seu próprio calendário que se chama “Hégira”, iniciado no ano 632 d.C. do nosso calendário, e a passagem do ano novo ocorre em 6 de junho, quando o mensageiro Mohammad fez a sua peregrinação de despedida à Meca. Já o ano novo judaico, chamado “Rosh Hashanah”, é uma festa móvel no mês de Setembro, regada a receitas tradicionais como o “Chalah”, uma espécie de pão, e muito peixe, porque este nada sempre para frente.

Ao longo dos anos, algumas superstições também se transformaram em clássicos nos pedidos de Réveillon, como nunca passar o ano novo de bolsos vazios, usar caroços de romã na carteira para ter dinheiro o ano todo, ou comer lentilha para o crescimento pessoal. Tradições assimiladas e recriadas nas festas brasileiras.

Tradições Brasileiras

A passagem de ano no Brasil tem nome francês, comida italiana e festa no melhor estilo brasileiro, com fogos de artifício, confraternização entre os familiares e amigos e oferendas às entidades do candomblé, umbanda e até para os anjos da guarda. Neste caso, os principais ritos ocorrem nas praias em homenagem a Iemanjá – deusa do mar na religião dos orixás, que protege os fiéis com saúde, amor e dinheiro o ano todo.

Ali ocorre a generalizada tradição de pular sete ondas, que provém de costumes africanos, também em respeito à dona das águas, para que os caminhos sejam abertos. No Candomblé, sete é número cabalístico e representa Exu, filho de Iemanjá, inspirando a prática de um pulo e um pedido a cada onda para sorte futura, sem que jamais se dê as costas para o mar após a homenagem. Acender velas na praia ou jogar rosas no mar completam as comemorações mais tradicionais.

Réveillon em Copacabana
Banco de dados da Riotur
Fogos de artifício no Réveillon de Copacabana

É na praia de Copacabana, Rio de Janeiro, que a queima de fogos e os rituais à beira do mar reforçam o cenário do Réveillon mais conhecido do país, atraindo mais de 2 milhões de pessoas para o espetáculo de quase 20 minutos. Balsas na orla soltam dezenas de toneladas de fogos de artifício, com símbolos de prosperidade, amor e paz. O custo, calculado em cerca de R$ 2 milhões, é coberto pela arrecadação extra – pode chegar a R$ 500 milhões, principalmente graças a turistas estrangeiros.

Em casa, multiplicam-se as tradições e simpatias na noite de 31 de dezembro, como a crença de comer porco e não aves, que podem trazer azar pelo fato de ciscarem para trás, induzindo quem comeu a regredir na vida. Para um ano melhor, à meia-noite é comum as pessoas pularem com um pé só (direito), passar a virada com dinheiro no bolso, dar três pulinhos com a taça de champanhe na mão e jogar tudo para trás para eliminar o que passou de ruim ou cumprimentar primeiro alguém do sexo oposto para trazer sorte no amor.

A sorte no amor passa por crenças como a de usar peças íntimas novas na noite da virada e pela simbologia das cores, que além da tradicional cor branca nas roupas representando a paz e a luz, inclui: azul para a calma e tranqüilidade, amarelo para a riqueza, vermelho para a paixão, rosa para o amor, verde para a esperança e auto-afirmação e violeta para o equilíbrio das emoções.

Festa dupla

O Brasil é o único país equatorial (cortado pela linha do Equador) a utilizar o horário de verão, pois nas nações equatoriais e tropicais (situadas entre os Trópicos de Câncer e Capricórnio), a incidência da luz solar é uniforme quase todo o ano e inexistem muitas vantagens na adoção do horário de verão. Adotado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, porém, o hábito de adiantar uma hora do relógio no verão implica em até 5% de redução de energia elétrica no horário de pico. Para as comemorações de ano novo e mesmo de Natal, fica a indefinição da hora correta a festejar a passagem. Quando o brasileiro festeja a virada à meia-noite está, na verdade, adiantando em uma hora o ano novo devido a uma adequação social. A polêmica faz com que grupos mais criativos comemorem duas vezes o começo do ano, brindando à meia-noite e à uma hora da manhã, garantindo de todos os lados a realização de seus pedidos. 

fonte:
Heloisa Ribeiro.  “HowStuffWorks – Como funciona o réveillon”.  Publicado em 19 de dezembro de 2007  (atualizado em 23 de dezembro de 2008) http://pessoas.hsw.uol.com.br/reveillon1.htm  (26 de dezembro de 2009)

FELIZ NATAL

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Ao Amigos, Clientes e Visitantes

A Equipe Lee Telemensagem, vem desejar a todos os Amigos, Clientes, Visitantes, Parceiros e aos inúmeros participantes com ou sem comentários em nosso Blog, um Natal com muita paz, harmonia, felicidade e todo o nosso carinho e agradecimento.

Esperamos muito que se renovem no coração dos homens, e principalmente dos governantes de nosso país e de todo o Planeta Terra, o espírito de solidariedade, amor e também que todos vivam a renovação e o real manifestar de atitudes de respeito e amor ao próximo.

Feliz Natal, a todos os nossos Clientes do Estado de São Paulo, Campinas, Sumaré, Hortolândia, Americana. Vinhedo, Piracicaba, Paulínia, Santa Bárbara, enfim todas as cidades do interior de São Paulo, da Baixada Santista, Litoral Sul, Litoral Norte, Vale do Paraíba, Vale do Parnaíba e todo o Estado do Rio de Janeiro, que nos prestigiaram, e permitiram nosso crescimento e nos encantaram com sua fidelidade e carinho.

Enfim para todos aqueles que participaram conosco deste Brasil,  um ano de Alegrias e realizações.

Equipe Lee Telemensagens

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TSE decide manter candidatos com processos na Justiça

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Os políticos que respondem a processos na justiça vão poder disputar eleições neste ano, de acordo com decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Por 4 votos a 3, os ministros do TSE decidiram que a Justiça Eleitoral só poderá recusar os candidatos se eles forem condenados em  última instância pelos crimes cometidos ou se o Congresso  aprovar uma lei complementar.  Está parada no Congresso, desde 2006, uma proposta encaminhada pelo então presidente do TSE, Carlos Velloso, para regular o assunto e impedir candidatos com problemas na Justiça.

Na decisão do TSE, os ministros Eros Grau, Ari Pargendler, Caputo Bastos e Marcelo Ribeiro votaram a favor das candidaturas baseados na Lei Complementar 64, que prevê a inelegibilidade de políticos somente se condenados com sentença transitada em julgado (sentença definitiva),  por prática de crime contra economia popular, fé pública, administração pública, patrimônio público, mercado financeiro, pelo tráfico de entorpecentes e por crimes eleitorais.

Já o presidente do TSE, ministro do STF Carlos Ayres Britto argumentou que a Justiça deve diferenciar os direitos individuais do direito político de representação popular . Teve a concordância dos ministros Joaquim Barbosa e Felix Fischer.  Mas foram vencidos.

Campanha busca barrar candidatos com a “ficha suja”

O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE)  pretende barrar a candidatura de políticos com condenações criminais ou que respondam a processos judiciais. Para isso, O MCCE está promovendo uma campanha que pretende coletar 1,2 milhão de assinaturas para apresentar ao Congresso Nacional um projeto de lei de iniciativa popular.

De acordo com levantamento do movimento Voto Consciente, na legislatura passada, um em cada cinco deputados federais respondia por processos em matérias envolvendo corrupção ou outros crimes.

No mês passado, seis partidos políticos (PMN, PV, PTB, PHS, PCB e PRB) se comprometeram com o MCCE a orientar seus diretórios municipais a rejeitar candidatos acusados de crimes graves, ou de atos de improbidade administrativa e os que já tenham renunciado a mandatos políticos para evitar eventuais punições por atos ilegais.

Para assinar o abaixo-assinado eletrônico e participar da campanha de combate à corrupção eleitoral, acesse a página do MMCE.

TSE aceita candidato com ficha suja
Leia reportagem do jornal O Estado de S.Paulo

TSE mantém candidatos com ‘ficha suja’
Leia reportagem do jornal Folha de S.Paulo

fonte de pesquisa

http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/node/735