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Você sabia como foi construído o Monumento “Cristo Redentor”?

domingo, 17 de abril de 2011

continuação parte IV

Como foi construído o Cristo Redentor?

A estátua do Cristo Redentor, que se destaca no alto do Morro da Espia – exatamente onde havia uma grande cruz de madeira, que fora levantada pelo sr. José Gonçalves, foi inaugurada no dia 10 de dezembro de 1953.

A iniciativa foi do então prefeito Casimiro Teixeira.

O governador do Estado era o engenheiro Lucas Nogueira Garcez.

O escultor foi o artista José Rosasco.

Essa estátua foi trazida de São Paulo desmontada em várias partes: duas do tronco, dois braços e cabeça, numa camioneta da prefeitura e descarregada perto da antiga Usina Elétrica, no sopé do morro.

Dali foi colocada em padiola e conduzida por caminho íngreme para o alto da Santa Cruz, onde foi montada sobre grande pedestal.

A obra de montagem foi iniciada no dia 21 de agosto de 1953 pelos pedreiros construtores Antônio e Humberto Pacca.

Para ser bem avistada, foi colocada iluminação direta na estátua e outras coloridas na amurada em frente.

No dia da inauguração, 10 de dezembro de 1953, houve grande festa na cidade e bênção da imagem pelo padre Branislau, com a presença do governador do Estado.

A partir daí, passou a ser admirada por todos e foco de romarias, transformando-se num símbolo da cidade.

O Cristo Redentor, de braços abertos, simboliza a hospitalidade e religiosidade do povo iguapense.

As medidas da estátua do Cristo Redentor:

Localização – Cume do Morro do Corcovado, 710m acima do nível do mar

Visibilidade – 360º

Altura total do monumento – 38m

Altura da estátua – 30m

Altura do pedestal – 8m

Altura da cabeça – 3,75m

Comprimento da mão – 3,20m

Distância entre os extremos dos dedos – 28m

Peso da estátua – 1,145 toneladas

Peso da cabeça – 30 toneladas

Peso de cada mão – 8 toneladas

Peso de cada braço – 57 tonelada

Distância entre os extremos dos dedos – 30 m

Cristo Redentor

Cristo Redentor

Cristo Redentor

Cristo Redentor

Cristo Redentor

Cristo Redentor

Cristo Redentor

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Fonte: my.opera.com

Cristo Redentor

Cristo Redentor

A estátua de 40 metros de altura, chamada Cristo Redentor, saúda os visitantes do Rio de Janeiro de cima do Morro do Corcovado, com 704 metros de altura.

O projeto original da estátua planejava a sua conclusão a tempo da comemoração do centenário da independência brasileira em 1922, mas não foram conseguidos fundos suficientes.

Finalmente, em 1931, com a ajuda do Vaticano, o escultor francês Paul Landowski terminou a estátua, que foi colocada em cima do morro, com vista panorâmica do famoso porto do Rio.

Fonte: monumentos.vilabol.uol.com.br

http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/chttp:

Cristo Redentor – A História (Continuação)

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Projeto Cristo Redentor
Projeto Cristo Redentor

De Braços Abertos Para o Mundo

Cristo Redentor
Cristo Redentor

A estátua do Cristo Redentor começou a ser planejada em 1921, quando foi organizada a “Semana do Monumento” — uma campanha para recolher contribuições dos católicos. No entanto, as doações só começaram 10 anos depois quando o Arcebispo Dom Sebastião Leme passou a coordená-la. Os primeiros esboços do Cristo foram feitos pelo pintor Carlos Oswaldo, que o imaginou carregando uma cruz, com um globo terrestre nas mãos, sobre um pedestal que simbolizaria o mundo. Mas foi a população carioca que optou pela forma da imagem do Redentor de braços abertos, como ela é hoje conhecida no mundo inteiro.

O projeto foi desenvolvido pelo engenheiro Heitor da Silva Costa e levou quase cinco anos para ser concluído.

Foram estudados vários materiais para o revestimento da estátua, mas por fim foi escolhida a pedra-sabão, utilizada por Aleijadinho para esculpir os Profetas em Congonhas do Campo, Minas Gerais. Embora seja um material fraco, que pode ser riscado até com uma unha, é extremamente resistente ao tempo e não deforma nem racha com as variações de temperatura.

Construir o monumento não foi fácil. Como a execução da obra era impossível no Brasil, os desenhos foram levados para a França, aos cuidados do escultor polonês Paul Landowski. De volta ao país, as peças foram transportadas nos trens da Estrada de Ferro do Corcovado e montadas no alto do morro.

O Cristo Redentor, considerado uma homenagem à religiosidade carioca, tornou-se um símbolo da cidade e da simpatia do povo carioca, que recebe a todos de braços abertos.

Elevadores

Foram instalados três elevadores panorâmicos, cada um com capacidade para 14 pessoas, ou uma tonelada. O acesso será feito por uma área que atenderá tanto os visitantes que chegam de carro, quanto os que desembarcam na plataforma de trem da Estrada de Ferro do Corcovado. O passeio já começa aí, pois a torre, de 31 metros de altura, descortina a primeira vista da cidade.

A velocidade dos elevadores e sua capacidade foram calculadas para que a espera máxima, em momentos de pico, não ultrapasse seis minutos. Além disso, na hora de eleger o equipamento mais adequado, a preocupação com o meio ambiente e a economia de energia foram fundamentais. Por isso, a escolha recaiu sobre o lançamento mundial da Elevadores Otis, que não tem casa de máquinas. Importados da França, eles substituem os tradicionais cabos de aço por cintas revestidas de poliuretano, que não usam óleos lubrificantes.

Para garantir a segurança dos visitantes, os elevadores são monitorados pelo software REM (Sistema de Monitoramento Remoto), que aponta possíveis problemas na operação e possui um sistema de viva voz com conexão direta com uma Central de Atendimento ao Cliente. Tudo isso, com um mínimo de ruído — no máximo 62 decibéis, nível equivalente ao de uma conversa comum.

Escadas rolantes

Para completar o acesso à estátua, estão funcionando quatro escadas rolantes — duas em cada direção. Fabricadas na Alemanha, também pela Elevadores Otis, elas têm seis metros de comprimento e 30.º de inclinação, com uma velocidade de 0,5 m/s. Com uma proteção lateral para evitar acidentes, as escadas têm dispositivos especiais, como alumínio anti-derrapante nos degraus, que garantem o seu perfeito funcionamento e total segurança. Mesmo com tudo isso, o ruído máximo produzido é ainda menor que o dos elevadores: 58 decibéis.

Um detalhe importante é que as escadas funcionam na mão inglesa. Isso para que o visitante suba até o topo do Corcovado com a deslumbrante vista da Baía de Guanabara, à esquerda, e desça mais próximo à parede de pedra, o que evita o desconforto visual e psicológico.

Uma obra “invisível”

Para não descaracterizar o Cristo Redentor, uma imagem que o carioca se acostumou a olhar de várias partes do Rio de Janeiro, foram feitos testes para determinar qual seria o impacto visual. Elevadores e escadas rolantes foram projetados para acompanhar a topografia da montanha e, assim, ficarem camuflados atrás das árvores, na parede norte. Para camuflá-los, todos os equipamentos vieram pintados de verde da fábrica e têm vidros especiais para evitar reflexos dos raios solares.

As medidas da estátua do Cristo Redentor

Localização - Cume do Morro do Corcovado, 710m acima do nível do mar
Visibilidade – 360º
Altura total do monumento - 38m
Altura da estátua - 30m
Altura do pedestal - 8m
Altura da cabeça – 3,75m
Comprimento da mão - 3,20m
Distância entre os extremos dos dedos – 28m
Peso da estátua – 1,145 toneladas
Peso da cabeça - 30 toneladas
Peso de cada mão - 8 toneladas
Peso de cada braço - 57 toneladas
Distância entre os extremos dos dedos – 30 m

Proteção catódica

Para garantir a melhor conservação da estátua, foi necessário buscar uma tecnologia utilizada na extração de petróleo e na construção de navios e levá-la para o monumento. Uma tela de titânio — doada pela empresa norte-americana Corrpro Inc. — revestiu todo o interior da estátua. Trata-se da proteção catódica, fundamental para a conservação do monumento, pois combate um poderoso inimigo: o sal.

A argamassa que forma o Cristo é uma eficiente mistura de areia, açúcar e óleo de baleia. Comum à época da sua construção, a composição carrega também um componente muito agressivo: o cloreto de sódio. Ao longo dos anos, o sal da argamassa estava oxidando a estrutura metálica que sustenta o concreto.

A proteção catódica entra em ação quando a tela é eletrificada. Ela ganha carga positiva e atrai as partículas de cloreto de sódio — isto é, o sal — que são negativas. Dessa forma, a estrutura metálica que sustenta a estátua fica livre da ação desse agente corrosivo, que passa a se alojar em torno da proteção catódica.

Recuperação do mosaico

A primeira fase do projeto permitiu uma nova e cuidadosa análise do monumento para procurar por problemas e falhas. A empresa Concrepoxi, que apoiou o projeto, foi a responsável pela tarefa. Ao todo, os técnicos recuperaram sete metros quadrados de superfície, divididos em vários pontos espalhados pelo corpo do Cristo Redentor. Um trabalho que exigiu sangue frio para enfrentar os andaimes e a altura. Mas para muitos funcionários da obra, como José Cícero Magalhães, que chama a estátua carinhosamente de “Santo”, essa foi uma tarefa inesquecível.

Tudo avaliado, foi preciso colocar um novo mosaico de pedra-sabão nas regiões que sofreram reparos. É possível perceber esse trabalho na alteração da cor em várias partes do corpo da estátua. A diferença se deve à tonalidade das novas pedras, que não possuem o mesmo verde original. Em se tratando de patrimônio histórico, essas são marcas da história e das ações de preservação do monumento.

Nova iluminação

Uma parceria entre a General Electric — que doou o equipamento ao Cristo Redentor — e a Rioluz — que desenvolveu o projeto de iluminação — deixou o monumento mais visível e bonito. A estátua ganhou lâmpadas multivapor metálico de 1000 watts. De última geração e com elevado índice de reprodução de cores, além de filtros que suprimem a radiação ultra-violeta, elas emitem uma luz branca que valoriza o tom esverdeado, original do Cristo Redentor.

O monumento também saiu ganhando durante o dia. As antigas estruturas que suportavam os 44 projetores deram lugar a outras, menores, com apenas 16. O novo sistema tem ainda uma outra vantagem, pois proporciona uma economia de 30% de energia elétrica. O projeto também definiu um outro local para a instalação do equipamento: fora do mirante e abaixo do nível do chão. O objetivo é destacar apenas a estátua e não interferir na visão do Cristo.

A nova iluminação também vem acompanhada de uma preocupação com o meio ambiente. Os projetores têm filtros anti-ultravioleta e anti-infravermelho para reduzir a emissão dessas faixas de radiação eletromagnética a níveis inferiores àqueles produzidos pelo antigo sistema. Cuidados como manter em duplicidade o conjunto de projetores também foram tomados. Assim, uma eventual queima de lâmpadas não interferirá no resultado final.

A falta de energia elétrica também não vai deixar o Cristo Redentor apagado. Para evitar qualquer imprevisto, o novo sistema é dotado de um gerador de 36 KVA, que aciona o conjunto de projetores em stand by e suporta um período de até 50 horas.

Fonte: www.copacabana.tur.br

Cristo Redentor

Corcovado

Cristo Redentor

Localizada no topo de uma montanha, a 710 metros de altura, a estátua do Cristo Redentor, no Corcovado, é, com certeza, um dos monumentos mais admirados e visitados da cidade.

Cristo Redentor

Um passeio que se inicia no bairro do Cosme Velho, a bordo de um simpático trenzinho que, até chegar ao Cristo, percorre cenários de rara beleza e forte encantamento visual.

Cristo Redentor

Já lá em cima, o que se vê é puro êxtase: Copacabana, Ipanema, Leblon, Jardim Botânico, o Jockey, a Lagoa, enfim, um Rio de Janeiro deslumbrante durante o dia, iluminado e mágico quando chega a noite.

Cristo Redentor

Sempre sob a proteção do Cristo que, do alto do Corcovado, abraça e abençoa todos aqueles que a cidade acolhe.

Fontes: www.copacabana.tur.br

http://www.portalsaofrancisco.com.br

Cotinua…….

Dia do Cinema – Dia 5 de Novembro

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Dia do Cinema

Sete meses depois de os irmãos Lumière inaugurarem o cinema, em Paris, com a primeira projeção do que viria a ser a sétima arte, a cidade do Rio de Janeiro pôde assistir à primeira sessão de cinema do Brasil, mais exatamente no dia 8 de julho de 1896.

Em 1897, Paschoal Segreto e José Roberto Cunha Salles abriram, na rua do Ouvidor, a primeira sala de cinema, “Salão Novidades de Paris”, ficando, para o ano seguinte, a projeção do filme inaugural do cinema brasileiro, rodado por Afonso Segreto, com imagens da Baía de Guanabara.

Origem no Brasil

Em 19 de julho de 1898, o irmão de Paschoal Segreto, Afonso Segreto, rodava o primeiro filme genuinamente nacional no Rio de Janeiro. Tratava-se, na verdade, de um documentário, com cenas da Baía de Guanabara.

Ao retornar da Itália, a bordo do navio Brésil, Afonso fez tomadas para o filme que pretendia rodar em solo brasileiro. O primeiro plano cinematográfico mostra o navio entrando na Baía de Guanabara, estreando equipamentos modernos para a época, trazidos do exterior.

A seguir, até 1907, o documentário seria o gênero predominante. Cenas sobre o cotidiano carioca e filmagens de locais como Largo do Machado e a Igreja da Candelária, com o mesmo estilo dos documentários franceses do início do século.

A partir deste ano, diversas salas de projeção foram inauguradas tanto no Rio quanto em São Paulo, fazendo com que o período entre 1908 e 1912 fosse considerado a belle époque do cinema brasileiro. Até mesmo um centro de produção foi criado no Rio, mas logo suas atividades diminuíram, com a entrada de fitas norte-americanas no país.

fonte de pesquisa

http://www.ibge.gov.br

Museu Nacional/UFRJ

sábado, 15 de maio de 2010

O Museu Nacional/UFRJ está vinculado ao Ministério da Educação. É a mais antiga instituição científica do Brasil e o maior museu de história natural e antropológica da América Latina. Criado por D. João VI, em 06 de junho de 1818 e, inicialmente, sediado no Campo de Sant’Anna, serviu para atender aos interesses de promoção do progresso cultural e econômico no país.

Originalmente denominado de Museu Real, foi incorporado à Universidade do Brasil em 1946. Atualmente o Museu integra a estrutura acadêmica da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Alojar-se no  a partir de 1892 – residência da Família Imperial brasileira até 1889 – deu ao Museu um caráter ímpar frente às outras instituições do gênero. Por estar situado no mesmo local que serviu de moradia a família real por vários anos (onde nasceu D. Pedro II e se realizou a 1ª Assembléia Constituinte Republicana), hoje, atua na interface memória e produção científica.
Fonte: http://www.museunacional.ufrj.br/MuseuNacional/Principal/omuseu.htm .

5º Fórum Urbano Mundial: O Direito à Cidade – Unindo o Urbano Dividido

terça-feira, 23 de março de 2010

Será realizado de 22 a 26 de março no Rio de Janeiro o 5º Fórum Urbano Mundial, que tem como tema: O Direito à Cidade – Unindo o Urbano Dividido, reconhece os direitos da população pobre do meio urbano e visa promover a inclusão e a igualdade de acesso à cidade.

Em apenas poucos anos, o Fórum Urbano Mundial se tornou o principal congresso mundial sobre as cidades. O evento foi estabelecido pelas Nações Unidas para examinar um dos problemas mais urgentes que o mundo enfrenta hoje: a rápida urbanização e seu impacto nas comunidades, cidades, economias, mudanças climáticas e políticas.

Desde sua primeira edição em Nairóbi, no Quênia, em 2002, o Fórum foi realizado em Barcelona, em 2004, Vancouver, em 2006, e Nanjing, em 2008. Hoje, é o congresso mais importante sobre a gestão do crescimento das cidades.

Com metade da humanidade vivendo em pequenas e grandes cidades, as projeções para o futuro são que, nos próximos 50 anos, dois terços da população mundial viverão em cidades. Um desafio importante é minimizar a pobreza crescente em cidades, melhorar os direitos dos pobres urbanos a serviços básicos, como moradia, água limpa e saneamento, e conseguir que o crescimento e o desenvolvimento urbanos sejam sustentáveis e respeitem o meio ambiente.

Um dos eventos mais abertos da sua categoria no cenário internacional, o Forum reúne líderes de governos, ministros, prefeitos, diplomatas, membros de associações nacionais, regionais e internacionais de governos locais, organizações não-governamentais e comunitárias em um diálogo aberto com muita troca de ideias. Também são convidados profissionais, acadêmicos, organizações populares de mulheres, jovens, grupos de moradores de favelas, o setor privado e a mídia como parceiros que trabalham por cidades melhores. A 5ª Sessão no Rio irá aproveitar lições e sucessos dos quatro eventos anteriores.

“O Brasil, assim como outros países do mundo, se tornou essencialmente urbano durante o século vinte. Hoje, no Brasil, mas também no mundo todo, precisamos repensar e renegociar as bases fundamentais da cidade que queremos”, disse Marcos Caramuru de Paiva, Cônsul Geral do Brasil em Shanghai. Falando para delegados em Nanjing, ele acrescentou: “A nossa casa, o planeta é só um – mudamos de endereço mas consumimos os mesmos produtos globalizados, viajamos da mesma forma, usamos os mesmos recursos naturais e nos desenvolvemos juntos”.

O 5º Fórum Urbano Mundial será realizado nos armazéns da zona portuária do Rio de Janeiro.

Para mais informações acesse o site do Fórum.

O tema para Rio 2010, O Direito à Cidade – Unindo o Urbano Dividido, está em harmonia com o relatório de ONU-HABITAT, O Estado das Cidades do Mundo 2010-2011.

Fonte: http://portaldovoluntario.org.br/blogs/54354/posts/6712

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Equipe Lee Telemensagem