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Piso Tátil, para deficiente visual termina em muro.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Só mesmo vendo para acreditar.

Quando se pensa que algo é impossível, a Prefeitura prova que  “Tudo é Possível”, quando se trata de engenharia e cuidados com o cidadão paulistano.

Um trecho do piso tátil para cegos feito recentemente na avenida Faria Lima, na zona oeste de São Paulo, leva de maneira inesperada o pedestre para um muro, em vez de conduzi-lo para a rampa de acesso ao semáforo. As calçadas recém-reformadas da avenida passaram a contar no mês passado com os pisos vermelhos feitos com riscos em relevo que auxiliam na locomoção dos cegos, conhecido como piso tátil direcional.

Curiosamente veja a seguir a justificativa da subprefeitura de Pinheiros.

A subprefeitura de Pinheiros, responsável pela obra, disse que a solução adotada para o piso tátil instalado no trecho ‘está em conformidade com as referências dispostas na ABNT NBR9050:2004’.

A população deveria ser ressarcida destas obras sem engenharia.

Incrível, ainda afirmarem que está dentro das normas.

A prefeitura de São Paulo só piora a cada dia que passa.


São Paulo Indy 300 será a primeira prova do ano

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Os fãs de velocidade que esperam ansiosamente pela primeira edição da São Paulo Indy 300, etapa de abertura da temporada 2010 da Fórmula Indy, receberam uma excelente notícia. Os ingressos, que valem para os treinos do dia 13 de março e para a corrida do dia seguinte, começam com o valor de R$ 100. O valor é bem inferior ao praticado no Brasil por outras competições automobilísticas de nível internacional.

Isto significa que os estudantes, crianças entre cinco e 12 anos acompanhadas pelos responsáveis, e idosos acima de 65 anos poderão assistir ao show da categoria de monopostos mais rápida do mundo por apenas R$ 50.

A arquibancada será descoberta, montada em estrutura tubular, localizada entre a saída da curva 6 e a curva 7, exatamente onde ficará a saída dos boxes.

Os demais setores, que também terão meias-entradas, ficam localizados, principalmente, no Sambódromo. Lá será dada a bandeirada verde de início de prova e a bandeirada de chegada, além da realização da cerimônia do pódio com os três primeiros colocados.

Os ingressos podem ser adquiridos através do site oficial da São Paulo Indy 300 (www.saopauloindy300.com.br) ou pelo endereço eletrônico da Livepass (www.livepass.com.br) a partir desta segunda-feira, 01 de fevereiro, além do Call Center (11) 4003-1527 (custo de ligação local mais impostos), de segunda-feira à sábado, das 9h às 21h; e da Bilheteria Oficial da prova, localizada no Morumbi Shopping – Estacionamento Piso G1, de segunda-feira à sábado, das 12h às 20h, domingos e feriados das 14h às 20h.

A compra pelos sites e pelo call center poderão ser efetuadas com os cartões de crédio VISA, Mastercard e American Express. Na Bilheteria Oficial, além das formas de pagamento já citadas, o torcedor poderá comprar o ingresso usando dinheiro, ou cartão de débito VISA Eletron ou Redeshop/Maestro.

A São Paulo Indy 300 terá transmissão ao vivo pelos canais Band e Bandsports, além das rádios Bandeirantes e BandNews FM.

Confira os setores no circuito de rua:

SETOR 14 BIS – Arquibancada descoberta, em estrutura tubular, localizada na saída da Curva 6, com ampla visibilidade da saída dos Pits. – R$ 100

SETOR VITÓRIA – Arquibancada descoberta, em estrutura tubular, localizada na Curva 11. Local de emocionantes duelos por posições. – R$ 250

SETOR AZUL – Arquibancada descoberta, em alvenaria, localizada no Sambódromo, com ampla visibilidade da largada, chegada e da entrada das Curva 1. – R$ 250

SETOR VERDE – Arquibancada descoberta, em alvenaria, localizada no Sambódromo, com ampla visibilidade da largada e da chegada. – R$ 250

SETOR AMARELO – Arquibancada descoberta, em alvenaria, localizada no Sambódromo, com ampla visibilidade da saída da Curva 11. – R$ 250

SETOR ROXO – Arquibancada descoberta, em alvenaria, localizada no Sambódromo, com ampla visibilidade da saída da Curva 11. – R$ 250

SETOR CINZA – Arquibancada descoberta, em alvenaria, localizada no Sambódromo, com ampla visibilidade da saída da Curva 11. – R$ 250

SETOR LARANJA – Arquibancada descoberta, em alvenaria, localizada no Sambódromo, com ampla visibilidade da saída da Curva 11. – R$ 250

SETOR VERMELHO – Arquibancada descoberta, em alvenaria, localizada no Sambódromo, com ampla visibilidade da largada e da chegada. – R$ 250

SETOR ROSA – Arquibancada descoberta, em alvenaria, localizada no Sambódromo, com ampla visibilidade da largada, chegada e da entrada da Curva 1. – R$ 250

SETOR LILÁS – Arquibancada descoberta, em estrutura tubular, localizada no Sambódromo, com ampla visibilidade da largada e chegada. – R$ 300

SETOR TIETÊ – Arquibancada descoberta, em estrutura tubular, localizada na reta da Marginal do Tietê, local de maior velocidade dos carros. – R$ 300

SETOR BRANCO – Arquibancada descoberta, em alvenaria, localizada no Sambódromo, com ampla visibilidade da largada, chegada, entrada da Curva 1 e em frente ao pódium da vitória. – R$ 400

SETOR PRETO – Arquibancada coberta, em estrutura tubular com cadeiras, localizadanas curvas 1 e 2, local de disputas emocionantes, com visão da Curva 3. – R$ 500

SETOR ARENA – Arquibancada coberta, em estrutura tubular com cadeiras, localizada nas curvas 1 e 2, local de disputas emocionantes, com visão da Curva 3. – R$ 500

EB – www.autoracing.com.br

Informações sobre o circuito

Data:14 de março de 2010

Distância: 313,5 km

Voltas: 75

Sentido: Horário

Tamanho da volta: 4.180m

Comprimento da reta principal: 1.500m

Número de curvas: 11 (sete para a direita e quatro para a esquerda)

Velocidade máxima: 310 km/h*

Tempo da volta: 1min15s*

*Estimado

De uma volta virtual pelo circuito

Doutores da Alegria

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Palhaços em Rede e o Contexto

da Cultura e Saúde

Quando Doutores da Alegria completou dez anos de existência, em 2001, entendemos que o mundo enviava uma mensagem clara: a questão da alegria na adversidade era algo que precisava ser mais conhecido, estudado, disseminado, questionado, e, principalmente, compartilhado.

Constatamos que a figura do palhaço no hospital era uma atividade espalhada globalmente, resultado da implantação bem sucedida de trabalhos consistentes como The Big Apple Circus Clown Care Unit em Nova Iorque, 1986; Le Rire Medecin na França e Doutores da Alegria no Brasil, ambos em 1991, e Die Clown Doktoren na Alemanha. Hollywood, que trabalha estudando tendências para produzir seus filmes, percebeu a força desse movimento e levou para as telas a história de Patch Adams, médico que usava o humor como tratamento terapêutico de seus pacientes, o que ajudou a difundir ainda mais o conceito da alegria e da atuação do palhaço na área da saúde.

No Brasil, já era possível contar mais de 100 iniciativas de palhaços em hospital – ou casas de apoio, asilos e orfanatos – nos mais variados tipos de organização. Em 1999, o governo federal havia lançado o programa nacional de humanização no atendimento à saúde, hoje conhecido como HUMANIZASUS, e metáforas recorrentes usando a saúde eram pronunciadas por figuras públicas: “A cidade está na U.T.I.”, “Brasil saiu a U.T.I.”, “O mundo está enfermo” e assim por diante.

fototextowellFoi neste cenário que fizemos a escolha de trabalhar para elevar nossa atividade, a besteirologia, à condição de profissão de futuro. Para tanto, começamos a nutrir o conceito dos Doutores da Alegria ser uma organização – escola.

Ao enveredar por esse caminho, os programas semelhantes não poderiam ser olhados como concorrência, mas como colegas construtores de um novo mercado, com os quais poderíamos compartilhar nosso conhecimento e experiência visando a estruturação dos grupos por dois pilares essenciais: ética e qualidade.

Quando começamos a mapear essas iniciativas, promovemos nos Doutores da Alegria de São Paulo, em novembro de 2003, um grande encontro, com mais de 50 representações para saber como poderíamos colaborar com elas. “Queremos aprender mais coisas para fazer no hospital!” foi o denominador comum, então decidimos conhecer de perto alguns desses grupos, promovemos oficinas e, com base nessa experiência, lançamos o Palhaços em Rede em 2007.

A escolha do Doutores da Alegria em promover a rede tem por objetivo potencializar a relação entre os grupos que atuam como palhaços em hospitais, para que cada iniciativa tenha consciência de sua importância local e de sua fundamental contribuição para construir um mercado ético de qualidade, pois nessa linha de atuação, não é possível ser menos do que isso.

No ano passado, uma articulação foi realizada entre os Ministérios da Cultura e da Saúde, que resultou na criação do Programa Cultura e Saúde, que reconhece o papel relevante da Arte e da Cultura na área da Saúde premiando iniciativas relevantes nesse contexto: 41 organizações e ações de todo o Brasil foram, não apenas reconhecidas com o prêmio, mas legitimadas pelo convite à construção de propostas possam tornar-se políticas públicas. Em lugar nenhum do mundo encontramos uma ação deste porte. E isso só acontece por conta dos resultados já gerados.

O Juramento de Hipócrates diz: “Prometo que, ao exercer a ARTE de curar…”

Cabe a nós, agora, construir esse futuro.

Por Wellington Nogueira

Fundador dos Doutores da Alegria

Agosto de 2009

fonte de pesquisa:

http://www.2u-u.com/doutores/index.php?option=com_content&view=article&id=19&Itemid=7