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São Jorge-Ogum – 23 de Abril

domingo, 17 de abril de 2011
23 de Abril – São Jorge / Ogum

Em torno do século III D.C., quando Diocleciano era imperador de Roma, havia nos domínios do seu vasto Império um jovem soldado chamado Jorge. Filho de pais cristãos, Jorge aprendeu desde a sua infância a temer a Deus e a crer em Jesus como seu salvador pessoal.

Nascido na antiga Capadócia, região que atualmente pertence à Turquia, Jorge mudou-se para a Palestina com sua mãe após a morte de seu pai. Lá foi promovido a capitão do exército romano devido à sua dedicação e à sua habilidade – qualidades que levaram o imperador a lhe conferir o título de conde. Com a idade de 23 anos passou a residir na corte imperial em Roma, exercendo altas funções.

Por essa época, o imperador Diocleciano tinha planos de matar todos os cristãos. No dia marcado para o senado confirmar o decreto imperial, Jorge levantou-se no meio da reunião declarando-se espantado com aquela decisão, e afirmou que os os ídolos adorados nos templos pagãos eram falsos deuses.

Todos ficaram atônitos ao ouvirem essas palavras de um membro da suprema corte romana, defendendo com grande ousadia a fé em Jesus Cristo como Senhor e salvador dos homens. Como São Jorge se mantinha fiel a Jesus, o imperador tentou fazê-lo desistir da fé torturando-o de vários modos. E, após cada tortura, era levado perante o imperador, que lhe perguntava se renegaria a Jesus para adorar os ídolos. Jorge sempre respondia: “Não, imperador! Eu sou servo de um Deus vivo! Somente a Ele eu temerei e adorarei”. Finalmente, Diocleciano, não tendo êxito em seu plano macabro, mandou degolar o jovem e fiel servo de Jesus no dia 23 de abril de 303. Sua sepultura está na Lídia, Cidade de São Jorge, perto de Jerusalém, na Palestina.

A devoção a São Jorge rapidamente tornou-se popular. Seu culto se espalhou pelo Oriente e, por ocasião das Cruzadas, teve grande penetração no Ocidente.

Verdadeiro guerreiro da fé, São Jorge venceu contra Satanás terríveis batalhas, por isso sua imagem mais conhecida é dele montado num cavalo branco, vencendo um grande dragão. Com seu testemunho, este grande santo nos convida a seguirmos Jesus sem renunciar o bom combate.

No sincretismo religioso, São Jorge corresponde ao orixá Ogum

Divindade masculina iorubá, figura que se repete em todas as formas mais conhecidas da mitologia universal. Ogum é o arquétipo do guerreiro. A relação de Ogum com os militares (é considerado o protetor de todos os guerreiros) tanto vem do sincretismo realizado com São Jorge, sempre associado às forças armadas, como da sua figura de comandante supremo iorubá. Dizem as lendas que se alguém, em meio a uma batalha, repetir determinadas palavras (que são do conhecimento apenas dos iniciados), Ogum aparece imediatamente em socorro daquele que o evocou. Porém, elas (as palavras) não podem ser usadas em outras circunstâncias, pois, tendo excitado a fúria por sangue do Orixá, detonaram um processo violento e incontrolável; se não encontrar inimigos diante de si após te sido evocado, Ogum se lançará imediatamente contra quem o chamou.

Ogum, portanto, é aquele que gosta de iniciar as conquistas mas não sente prazer em descansar sobre os resultados delas, ao mesmo tempo é figura imparcial, com a capacidade de calmamente exercer (executar) a justiça ditada por Xangô. É muito mais paixão do que razão: aos amigos, tudo, inclusive o doloroso perdão; aos inimigos, a cólera mais implacável, a sanha destruidora mais forte.

Ogum é o deus do ferro, a divindade que brande a espada e forja o ferro, transformando-o no instrumento de luta. Assim seu poder vai-se expandindo para além da luta, sendo o padroeiro de todos os que manejam ferramentas: ferreiros, barbeiros, tatuadores, e, hoje em dia, mecânicos, motoristas de caminhões e maquinistas de trem. É, por extensão o Orixá que cuida dos conhecimentos práticos, sendo o patrono da tecnologia. Do conhecimento da guerra para o da prática: tal conexão continua válida para nós, pois também na sociedade ocidental a maior parte das inovações tecnológicas vem justamente das pesquisas armamentistas, sendo posteriormente incorporada à produção de objetos de consumo civil, o que é particularmente notável na industria automobilística, de computação e da aviação.
www.casadobruxo.com.br
Fontes: www.casadobruxo.com.br e www.umbandaracional.com.br

25 de Junho – Dia do Imigrante

sábado, 15 de maio de 2010

Dia 25 de junho é DIA DO IMIGRANTE. Aquela pessoa que vai exercer sua profissão em outro país, onde a mão de obra oferece mais oportunidades. Mas este não o único motivo que leva a saída do país. A busca pelo sucesso, cursos de especialização, qualidade de vida, aproximação dos familiares são alguns dos motivos que levam a troca temporária ou permanente por outros lugares.

O Brasil é um país de imigrantes. Aqui, desde o o final de 1800, chegaram para trabalhar as mais variadas etnias; italianas, alemães, polonesas e oriundos de quase todos os países da Europa e Ásia. Em fins do século XIX, os japoneses começaram a chegar em grandes grupos, sendo apoiados por seu governo, devido a crises de trabalho existente em sua terra.

Todos estes imigrantes, com sua força de trabalho e vontade de vencer, fizeram junto com os brasileiros um Brasil próspero e rico. Esse progresso e crescimento se deve muito a mão de obra africana, que apesar do regime escravagista, deixou sua marca genética.

Há muitos brasileiros que saem em busca de novos rumos  Alguns voltam sem conseguir seus objetivos, mas há os que adotam a nova terra, porque lá alcançaram sua meta e voltam apenas para visitar ou buscar parentes, facilitando uma possível carreira fora daqui.

Devido a falta de empregos nos países preferidos pelos imigrantes, fato este devido ao aumento demográfico, as nações mais procuradas tiveram que adotar medidas antimigratórias, como a Lei Dèbret, aprovada na França em 1997 e a Lei de Responsabiidade pela Imigração em vigor nos EE.UU. no mesmo ano.

O fato é que sempre haverá imigrações, migrações, intercambios culturais, até porque está no íntimo do ser humano, a vontade de conhecer e conviver com novas culturas, aliada a necessidade de sobrevivência através do trabalho e especializações encontradas em outros países mais adiantados.

fonte: http://lproweb.procempa.com.br

28/02/2010 Quadro de medalhas Vancouver 2010

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Ouro Prata Bronze Total
1 Canadá 14 7 5 26
2 Alemanha 10 13 7 30
3 Estados Unidos 9 15 13 37
4 Noruega 9 8 6 23
5 Coreia do Sul 6 6 2 14
6 Suíça 6 0 3 9
7 China 5 2 4 11
8 Suécia 5 2 4 11
9 Áustria 4 6 6 16
10 Holanda 4 1 3 8
11 Rússia 3 5 7 15
12 França 2 3 6 11
13 Austrália 2 1 0 3
14 República Tcheca 2 0 4 6
15 Polônia 1 3 2 6
16 Itália 1 1 3 5
17 Belarus 1 1 1 3
18 Eslováquia 1 1 1 3
19 Grã-Bretanha 1 0 0 1
20 Japão 0 3 2 5
21 Croácia 0 2 1 3
22 Eslovênia 0 2 1 3
23 Letônia 0 2 0 2
24 Finlândia 0 1 4 5
25 Cazaquistão 0 1 0 1
26 Estônia 0 1 0 1

fonte:

http://rederecord.r7.com/vancouver/resultados/quadro-de-medalhas.html

O Telefone Celular e o Trânsito

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Implicações comportamentais quanto ao uso do celular no trânsito:

Os estudos sobre as conseqüências do uso do aparelho celular no trânsito ainda são bastante incomuns, porém já determinam que este uso aumenta em quatro vezes o risco do condutor sofrer acidentes, como é apresentado no estudo realizado no Canadá.

A pesquisa, que durou 14 meses, foi realizada com 699 motoristas que tinham telefones celulares e foram responsáveis por acidentes com perdas materiais relativamente graves, porém sem acidentes pessoais. O resultado demonstrou que o número de acident es acontecidos durante ou imediatamentepós uma conversa ao telefonea foi mais de quatro vezes maior do que o esperado na direção normal de veículos, bem como, motoristas mais jovens têm maior tendência a problemas, nessa situação, do que os mais velhos.

Foi comprovado, também, que os condutores utilizando-se de aparelho de viva -voz, correm o mesmo risco de sofrer acidentes do que aqueles que seguram o aparelho enquanto dirigem. A questão perpassa pela limitação sobre o que você pode fazer com seu cérebro, ou seja, alterações de atenção, controle das emoções, raciocínio, entre outras reações que são percebidas quando falamos ao telefone. Esta visão contraria a suposição de que o viva-voz não interferiria na direção por não necessitar de esforço motor.

A conversação no telefone é bem diferente que a realizada com o passageiro, pois este funciona até mesmo como um auxílio para percepção de algumas situações na via. O passageiro coopera com o condutor mostrando melhores saídas, apontando algum desleixo do condutor, chamando atenção para perigos que possam surgir, já que a própria vida está condicionada a uma boa direção. A pessoa externa que conversa com o condutor através do aparelho celular não sabe o que está acontecendo no trânsito, transmite uma série de emoções e sentimentos que podem prejudicar a condução. Neste momento, o condutor desliga o celular e fica idealizando tudo o que conversou, sem ter ninguém para lhe confortar, podendo causar acidente até após desligar o telefone como reação do que acabou de saber. Pensemos, por exemplo, numa conversa onde o condutor fica sabendo que sua mãe está muito doente. Ele corre em disparada para atendê-la. Daí ele infrige o sinal vermelho, dirige em alta velocidade, não observa as placas de sinalização, entre outras situações de risco. Se a notícia fosse dada por um passageiro, por exemplo, este confortaria o condutor através de uma conversa sensata e apontaria para os erros cometidos no trânsito, que afetaria duas vidas além do desfalecimento da mãe.

O estudo apresentado pelo Prof. José Aparecido da Silva considera análises epidemiológicas, apontado que o uso do aparelho celular aumenta o risco dos motoristas se envolverem em colisões de trânsito. Neste contexto, foram somadas as relações, entre a quantidade de tempo dispensada mensalmente no celular e os diferentes fatores que distraem a atenção dos motoristas, cuidadosamente examinadas através de análises de cruzamentos de casos e de técnicas de regressão logística. Utilizou-se mais de 200.000 acidentes de trânsito compreendendo o período de 1992 a 1995. Ao acrescentarmos o uso do celular com as variáveis, como idade, sexo, uso de álcool, velocidade, distratores e dirigindo à esquerda do centro da pista, as análises mostraram que o risco de se envolver em colisões fatais foi aproximadamente nove vezes maior. Quando apenas a variável uso do telefone celular foi considerada, este risco dobrou.

Como resultado, os dados epidemiológicos não revelam nenhuma vantagem em termos de segurança no trânsito entre o uso de aparelhos viva-voz e aparelhos manuais.

A Associação Brasileira de Medicina de Tráfego-ABRAMET considera no seu estudo fatores operacionais destacando o ato de pegar o telefone no bolso ou em qualquer lugar como já prejudicial no desvio da atenção do motorista no trânsito. Os fatores motores, já representam um risco no uso do aparelho celular, acrescentam-se mais recentemente, inclusive neste estudo, os fatores psicológicos e cognitivos dispensados neste uso, já reconhecendo o desvio de atenção na utilização do aparelho viva- voz.

Ação do motorista
Tempo gasto(estimado)
Distância percorrida à 100 km/h
Acender um cigarro
3 segundos
80 metros
Beber um copo d´água
4 segundos
110 metros
Sintonizar o rádio
4 segundos
110 metros
Procurar objeto na carteira
Mais de 3 segundos
Mais de 80 metros
Consultar um mapa
Mais de 4 segundos
Mais de 110 metros
Discar número de telefone
5 segundos
140 metros
Fonte: Volkswagen

Como podemos perceber neste último gráfico, entre todas as ações, a discagem do número, requer maior tempo, afetando na distração do condutor. O ritual começa desde a procura do aparelho até depois da conversa. Dependendo do assunto tratado na mesma, o condutor pode ter várias reações que irão refletir na segurança e responsabilidade da direção.

Entre as reações comportamentais possíveis e previsíveis relacionadas ao uso do celular pelo condutor do veículo no trânsito, podemos destacar a descarga emocional que acompanha o conteúdo do assunto explorado no momento da conversa como, por exemplo, o choro, a agressividade, o aumento da irritação e da tensão interna, a euforia e o entusiasmo. Algumas dessas descargas podem vir somadas ao fator espontâneo e alheio à vontade do condutor, desde que sejam advindas do Sistema Nervoso Autônomo, levando-o a atitudes impulsivas.

A sensação de impotência, frente ao desconhecimento da notícia recebida através do aparelho celular, pode evocar no condutor um quadro de extrema angústia perante a impossibilidade de tomada de decisão momentânea.

Aliados às reações supra citadas têm-se o nível de stress do dia-a-dia no tráfego, na vida pessoal e no trabalho do condutor que podem intensificar o risco de acidente no trânsito.
Apesar da existência de poucos estudos sobre o uso do aparelho celular, os que já foram realizados alertam para o risco por ele causado, ressaltando não somente o abandono de uma das mãos, que influi na limitação motora do condutor, mas também pela perda de atenção no trânsito.


Alguns países têm restringido o uso do aparelho celular no trânsito visando a direção com segurança, cuidadosa e hábil, não tendo nenhuma ferramenta que desvie a atenção do condutor e permita a execução de manobras que não ocasionem colisões. Por exemplo, Austrália, Espanha, Portugal, Itália, Chile, Suíça, Israel, Grã-Bretanha, Dinamarca, Polônia, Hong Kong e o Brasil, têm elaborado normas ou leis proibindo o uso de celulares no trânsito.

Nos EUA, a polícia acredita que 30% das batidas são causadas por distrações dos motoristas que incluem dispositivos de comunicação móveis.Na Inglaterra, o governo está quase aprovando uma lei para banir a utilização do celular no trânsito, sem fone ou viva-voz. A Suíça e a Argentina, que ainda permitem o uso do aparelho de viva-voz, já estão pensando em proibi-lo. No caso do primeiro, é conseqüência da lei britânica que também está sendo debatida em outros países da Europa, no caso do segundo, a questão é que a legislação não menciona o aparelho viva-voz, por se tratar de tecnologia mais recente.

Multas por usar aparelho celular – Em dólar

Nova York
US$ 100
Cingapura
US$ 600
Israel
US$ 150
Espanha
US$ 100
Japão
US$ 90
Suíça
US$ 70
Brasil
US$ 35
França
US$ 22


França
Proibido falar ao celular com carro em movimento. Pode ser usado se parar. Multa de R$ 66. Valor dobra ou triplica se pago em três dias. São 3 pontos na carteira.

Suíça
Permite viva-voz, mas pode rever essa autorização. Multa por usar celular na mão é de R$ 200.

Inglaterra
Governo deve aprovar lei para banir celular, fone ou viva-voz ao volante.

Argentina
É proibido o uso do aparelho ao dirigir, mas não há menção sobre o viva-voz. Multa de R$ 289 a R$ 1.445.

Fontes:
- Celular e Direção Veicular – Associação Brasileira de Medicina de Tráfego
- A opinião pública sobre o uso de celular na direção e perfil do usuário – PUC/PR e DETRAN/PR
- Telefones Celulares e os acidentes de trânsito – Prof. José Aparecido da Silva (USP)
- “Na Argentina, lei tem brechas”- O Estado de São Paulo – 30/08/02
- “Multa mínima de R$ na França”- O Estado de São Paulo – 30/08/02
- “Inglaterra e Suíça também querem banir o aparelho” – O Estado de São Paulo – 30/08/02

Fonte de pesquisa

http://abetran.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=842&Itemid=143