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IPVA 2016 – São Paulo (Mais barato)

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Enfim, uma boa notícia este ano

IPVA 2016 será, em média, 3,3% mais barato para proprietários paulistas

Tabela de valores venais foi publicada pela Secretaria da Fazenda no último sábado (28) no Diário Oficial do Estado

O Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) ficará mais barato em São Paulo em 2016, uma queda nominal de 3,3%, em média, nos preços de venda praticados no varejo. A tabela de valores venais foi publicada pela Secretaria da Fazenda no último sábado (28) no Diário Oficial do Estado.

Os dados foram apurados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) que realizou a pesquisa referente a 11.055 diferentes marcas, modelos e versões de veículos.

O levantamento da Fipe, baseado nos valores de mercado de setembro de 2015, identificou maior queda de preços de venda para caminhões usados, que apresentaram recuo de 3,76%. Os automóveis tiveram redução de 3,40%, seguidos dos utilitários, com redução de 3,28%. Os preços de venda dos ônibus e micro-ônibus ficaram 3,15% mais baixos e os de motocicletas fecharam 2,72% abaixo do valor apurado no ano anterior.

As alíquotas do imposto permanecem inalteradas. Os proprietários de veículos movidos a gasolina e os bicombustíveis recolherão 4% sobre o valor venal. Veículos que utilizam exclusivamente álcool, eletricidade ou gás, ainda que combinados entre si, têm alíquota de 3%. As picapes cabine dupla pagam 4%. Os utilitários (cabine simples), ônibus, micro-ônibus, motocicletas, motonetas, quadriciclos e similares recolhem 2% sobre o valor venal. Os caminhões pagam 1,5%.

Valores e investimentos por meio da arrecadação
A Fazenda prevê arrecadar R$ 14,4 bilhões com o IPVA em 2016. Deste total, descontadas as destinações constitucionais, o valor é repartido 50% para os municípios de registro dos veículos, que devem corresponder ao local de domicílio ou residência dos respectivos proprietários, e os outros 50% para o Estado.

Os recursos do imposto são investidos pelo governo estadual em obras de infraestrutura e melhoria na prestação de serviços públicos como os de saúde e educação. Dados preliminares do IPVA 2015 mostram que foram arrecadados R$ 13,4 bilhões até outubro deste ano.

A frota total de veículos no Estado de São Paulo é de aproximadamente 23,5 milhões. Destes, 17,5 milhões estão sujeitos ao recolhimento do IPVA, 5,7 milhões estão isentos por terem mais de 20 anos de fabricação e cerca de 250 mil são considerados isentos, imunes ou dispensados do pagamento (taxistas, pessoas com deficiência, igrejas, entidades sem fins lucrativos, veículos oficiais e ônibus/micro-ônibus urbanos).

http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia2.php?id=243521

Impeachment de Dilma

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Ativista reconhecido de vida pública ex presidente do PT de SP, desligado desde o processo do Mensalão juntamente com a Dra Janaina Conceição Paschoal, advogada de eminente competência e Reale Junior, jornalista de carreira ao encaminharem o pedido de processo de impeachment de Dilma, não foram muito levados a sério, até que a irritação do Eduardo Cunha levou a aprovação de encaminhamento do processo que o Brasil tanto aguardava.

Dilma Rousself, deveria renunciar em respeito ao povo brasileiro tão sofrido e desrespeitado.

Não Vou Pagar o Pato

sábado, 28 de novembro de 2015

Campanha de cidadania, Participem!!!!!!!!!!!!!!!!

28/10/2015

CONTRA CPMF, PATO GIGANTE É INFLADO NA PRAIA DE COPACABANA

O Diário da Manhã fala sobre a campanha “Não Vou Pagar o Pato”, lançada pela FIESP

Na crônica desta terça-feira (27), Salomão Schvartzman fala sobre a campanha “Não Vou Pagar o Pato”, lançada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) em setembro deste ano.

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Depois de realizar manifestações na Avenida Paulista e no Palácio do Planalto, o movimento chegou à Praia de Copacabana neste domingo (25). Assim como nos protestos anteriores, um pato inflável gigante, de 12 metros de altura, foi instalado no local. O ato foi realizado em pareceria com a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (FIRJAN).

A campanha tem como objetivo pressionar o governo e o Congresso contra a aprovação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), além de conscientizar a sociedade sobre os altos impostos já pagos em produtos e serviços e evitar um novo aumento da carga tributária.

Veja mais em: http://www.naovoupagaropato.com.br/deu-na-midia/contra-cpmf-pato-gigante-e-inflado-na-praia-de-copacabana/

Eduardo Cunha já devia ter sido afastado há muito tempo’, diz Roberto Requião

sábado, 28 de novembro de 2015

Estou replicando esta manchete, pois é uma das formas de contribuir com cidadão brasileiro, informando e formando opiniões.

Senador afirma à RBA que Congresso não tinha outra alternativa a não ser “homologar” decisão do STF que determinou a prisão do ex-líder do governo no Senado, Delcídio Amaral.

São Paulo – O senador Roberto Requião acredita que o surpreendente episódio da prisão do senador Delcídio Amaral (PT-MS), ex-líder do governo no Senado, na quarta-feira (25), pode acelerar o desfecho da situação do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que se complicou muito depois que informações de autoridades suíças sobre movimentações financeiras do deputado e de seus familiares chegaram ao Brasil. “Acho que essa situação do Delcídio, esse precedente, vai levar a uma solução rápida de Eduardo Cunha”, afirma o senador do Paraná sobre seu correligionário.

Em relação a Delcídio, Requião disse acreditar que o Senado não tinha outra opção a não ser “homologar” a determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki, que determinou a prisão do senador por tentativa de obstruir as investigações da Operação Lava-Jato. Foi a primeira prisão de um senador em exercício de mandato na história do país.

Se o Senado não referendasse a decisão do STF, “estaria completamente desmoralizado, a não ser que pudesse rapidamente processar e cassar o mandato do Delcídio, mas isso não seria possível, pelos prazos e todo o rito processual”, disse o senador à RBA, em São Paulo, onde esteve na quinta-feira (26) para participar de debate no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.

Segundo Requião, do ponto de vista jurídico, a determinação de Zavascki sobre Delcídio está correta quanto ao flagrante, mas “a barra foi forçada na questão da inafiançabilidade”.

Como o sr. encara a situação desencadeada com a prisão de Delcídio Amaral e a posição adotada pelo Senado?

Uma situação muito difícil. Depois que as gravações foram expostas, que se verificou o que estava fazendo o Delcídio, as propostas que ele tinha feito ao filho do Cerveró, o Congresso votou e homologou a decisão do Supremo. Para mim a decisão do Supremo que dizia respeito ao flagrante estava correta.

A obstrução de um processo que a quadrilha organizava para tirar o Cerveró do país era um “crime permanente”, como um sequestro (de acordo com o Código Penal, “o crime permanente” é o que se prolonga no tempo, como o crime de sequestro). Então o flagrante existe. Mas (no caso de Delcídio Amaral) a barra foi forçada na questão da inafiançabilidade. O crime era afiançável. Forçaram a barra. O Congresso, depois de tomar conhecimento das fitas, não tinha mais o que fazer a não ser votar a favor (da determinação de Teori Zavascki).

A decisão do Senado então é política e juridicamente correta…

Não tinha outra posição a tomar. Estaria completamente desmoralizado, a não ser que pudesse rapidamente processar e cassar o mandato do Delcídio, mas isso não seria possível, pelos prazos e todo o rito processual.

Como esse episódio amplia a crise política e afeta o governo, considerando que a crise parecia até então amenizada, com o impeachment até mesmo fora da ordem do dia?

É evidente que prejudica. O Delcídio era o líder do governo. A imagem (do governo) se desgasta um pouco mais. E o Delcídio estava articulando também a votação das leviandades propostas pelo ministro da Fazenda.

Como o senhor avalia a situação de Eduardo Cunha. Defende a cassação dele?

Eduardo Cunha já devia ter sido afastado há muito tempo. Acho que essa situação do Delcídio, esse precedente, vai levar a uma solução rápida do caso Eduardo Cunha.

A ABI entrou com uma ação de inconstitucionalidade contra a Lei de Direito de Resposta. Na sua opinião ela pode ser derrubada no Supremo?

Sou o autor da lei. O relator era o senador Pedro Taques, hoje governador de Mato Grosso. A ABI, a Abert, esse pessoal todo participou das discussões para a elaboração da lei. Não fizeram objeção alguma. Na verdade eles não queriam lei alguma. Se eles tinham alguma coisa a dizer deveriam ter dito durante a elaboração da lei.

O Pedro Taques fez dezenas de reuniões com eles. O que eles não querem é vigilância alguma, não querem a garantia ao contraditório. Eles querem o vazio e o direito da difamação, da calúnia e da infâmia, absolutamente livre de qualquer possibilidade de contraposição.

fonte: http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2015/11/eduardo-cunha-ja-devia-ter-sido-afastado-ha-muito-tempo-diz-roberto-requiao-774.html

Investigação na Prefeitura de Indaiatuba

sábado, 28 de novembro de 2015

Gaeco cumpre mandados de apreensões em Indaiatuba

Policiais estiveram na Prefeitura e na casa de prefeito.

Apreendendo pen drivers computadores e qualquer objeto que possa fazer provas à corrupção em Indaiatuba.

Fiquem de olho