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Dow Live Earth Run For Water – corrida chama a atenção para a escassez de água

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

6 km. Esta é, em média,a distância que mulheres e crianças são obrigadas a percorrer diariamente para obter água em localidades com escassez desse recurso – e, na maioria dos casos, a água nem mesmo é potável.

Para chamar a atenção para o problema, será realizada no dia 18 de abril a corrida Dow Live Earth Run For Water. As inscrições para o evento, que acontece no mesmo dia no Rio de Janeiro e em São Paulo, já estão abertas.

No Rio de Janeiro, sede do principal evento da Dow Live Earth Run For Water no Brasil, será realizada uma corrida/caminhada de 6 Km com início e fim na Praça da Apoteose a partir de 9 da manhã. Em São Paulo, a corrida/caminhada de 6 Km será realizada dentro do Jóquei Clube, um hora mais cedo, às 8 da manhã.

A escassez de água é um problema que afeta países, comunidades e famílias em todo o mundo. Uma em cada oito pessoas não tem acesso à água potável. Oitenta e oito por cento dos casos de diarreia em todo o mundo estão relacionados com a escassez e a falta de água potável. Estes casos resultam em 1,5 milhão de mortes por ano, principalmente entre crianças menores de cinco anos.

Além da corrida/caminhada, os eventos do Rio de Janeiro e de São Paulo contarão com Water Villages – instalações educativas com informações sobre o consumo consciente de água e preservação desse recurso tão importante.

As inscrições para os dois eventos, no Rio e em São Paulo, devem ser feitas pelo site www.run4water.com.br. Os valores das inscrições são os mesmos para as duas cidades e variam de acordo com a data de inscrição: R$ 65,00 (até 14/03); R$ 75,00 (até 28/03) e R$ 85,00 (até 12/04).

Para obter mais informações sobre as ações de sustentabilidade da Dow no Brasil, acesse http://www.sustentabilidadedowbrasil.com.br/.

Fonte: http://portaldovoluntario.org.br/blogs/54354/posts/6489

Equipe Lee Telemensagem

Os Perigos da Mogi Bertioga

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Esta estrada é excelente.

Bem pavimentada, bem conservada com boa sinalização.

A grande surpresa é na região de serra. Para minha indignação uma fatia dos usuários não reconhecem os benefícios que trazem a todos, uma rodovia bem conservada e que se trata de um  patrimônio público, e que todos contribuímos para a manutenção recolhendo nossos impostos.

Para muitos,  pixar placas de sinalização é um divertimento e a marca de gangues,  que se envaidessem neste vandalismo.

Quanto a subida da serra, principalmente em feriados e períodos de férias, os riscos de acidentes sobe assustadoramente.

Temos que subir todo percurso de serra pela faixa da direita, para reduzirmos os riscos de colisões frontais por jovens motociclistas e até mesmos automóveis, que descem a serra em altíssima velocidade utilizando arriscadamente a faixa externa da contra-mão.

É incrível esta coragem, sem nenhum milímetro de responsabilidade, destes jovens, brincando de super heróis, sem respeito a vida e seus semelhantes.

Na última vez, quando voltava da Riviera, em uma quinta feira de dezembro de 2008, fiquei apavorado, com a família toda no carro, e mesmo na faixa, beirando o acostamento, por várias ocasiões tive que me expremer nas encostas para não ser abaurroado, por estes malucos, em alta velocidade descendo em contra-mão, e alguns ainda empinando suas motos em longo trecho.

Para nossa surpresa, não identificamos nenhuma fiscalização que ao menos empregasse um pouco de respeito.

Portanto amigos, condutores de automóveis, ônibus e motocicistas, que irão usar a Rodovia Mogi Bertioga, tomo o máximo cuidado possível, procure viajar em datas e horários com menor movimento, pois quando o tráfego aumenta e fica lenta a descida, os motociclistas, invadem a contra-mão sem preconceito algum, tornando as curvas sem visão em uma roleta russa para quem vem na subida na faixa da esquerda.  Cuidado!

Não se trata de críticas aos motociclistas, existe uma grande parcela de motoristas de automóveis e motociclistas de grande responsabilidade e cumpridores de seus deveres e respeito a todos.

A responsabilidade de evitar  acidentes e tornar nosso passeio um agradável descanso e prazer, é de todos nós, não só das autoridades.

Boa viagem.

Luiz Oliveira

22/12/2009

Resgate do Espírito do NATAL

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Para Resgatar o Espírito do Natal

Jaime Carlos Patias, imc *

O tempo de Natal acelera a vida nas ruas e aquece o comércio. O glamour das peças publicitárias e o brilho nas decorações transformam o ambiente ao nosso redor, misturando-se com desejos de paz, harmonia e felicidade. Mesmo sabendo que nenhuma mercadoria anunciada, e até mesmo os votos de Feliz Natal realizam de fato o que prometem, somos envolvidos por um espetáculo contagiante. Por outro lado, o vazio existencial e a busca do sentido da vida seguem nos desafiando. A humanidade anseia pela felicidade, verdade, fraternidade e paz: um anseio universal somente alcançado à luz da revelação de Deus, num menino que nasce em Belém. A celebração do Natal de Jesus tem por objetivo recordar a primeira vinda do Filho de Deus entre a humanidade e ao mesmo tempo nos tornar vigilantes à espera de sua segunda vinda, no final dos tempos. Ante à perda do sentido da vida, temos no Natal do Senhor razões suficientes para aprofundar a nossa espiritualidade “enquanto força do Espírito que sustenta e faz novas todas as coisas” (cf. Ap 21, 5). Especialistas afirmam que o vazio existencial do ser humano na sociedade contemporânea é acelerado pela pressão do consumismo, que valoriza e reconhece a pessoa pelo que ela tem, parece ter ou parece ser. Passa-se então a forjar uma aparência de sucesso, fama, beleza, magreza, não importando o custo. Isso está afetando profundamente as relações sociais e cotidianas da sociedade, famílias e comunidades. Por outro lado, percebemos uma sede de espiritualidade, revelando a falta que ela faz. As pessoas têm desejos profundos de viver em comunhão ou união com o divino. Por influência da mesma sociedade de consumo, notamos também uma variedade de ofertas e propostas de produtos da fé, nas diversas manifestações religiosas que florescem por toda parte. Nessa busca ávida pelo religioso, criam-se confusões: existem coisas úteis e coisas menos apropriadas.Na nossa busca, deveríamos sempre nos voltar para Cristo. Destacamos duas experiências na vida de Jesus, pilares que até hoje sustentam o cristianismo como caminho espiritual: uma experiência mística e outra política. A mística é a experiência de sentir-se Filho de Deus, enviado entre a humanidade como Salvador e Messias. Sendo Jesus da mesma humanidade que nós, porque é nosso irmão, essa consciência de ser Filho do Pai abre a possibilidade a cada um de nós de fazer a mesma experiência, sentindo-nos seus filhos e filhas queridos (cfr. 1Jo 3, 1). Como seria diferente a humanidade se todos soubessem e fossem respeitados como filhos e filhas de Deus, nas diferenças, nas raças e nas culturas! A segunda experiência de Jesus é de natureza político-religiosa. Em sua pregação, Ele anunciou que o Reino de Deus está próximo e, de fato, já se encontra em nosso meio (Mc 1, 15). O Reino é a presença ativa e transformadora de Deus no universo e em cada ser humano. Jesus revela um Deus cheio de compaixão e misericórdia, que ama e cuida, cura e restabelece a vida. Ele não se isola das pessoas, mas se aproxima de todos, especialmente dos rejeitados, até porque se não fizesse isso, a encarnação não teria sentido.

O mundo se desenvolveu de maneira extraordinária, e ao mesmo tempo não consegue nos tornar mais humanos. A sociedade como um todo está perdendo o essencial, a sua alma e os valores que dão sentido à existência. A espiritualidade existe justamente para recuperar a alma quando a perdemos, a partir de uma união profunda com Deus, viver a solidariedade, a justiça, a paz e a defesa da Criação integrados no seu conjunto com a mesma espiritualidade de Jesus. Resgatar o verdadeiro espírito do Natal na chegada do menino-Deus nos ajuda a assumir um estilo de vida segundo o Espírito de Cristo, e a contrapor a sociedade do espetáculo e do consumo.

Fonte: http://www.adital.org.br/site/noticia2.asp?lang=PT&cod=25575