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Rio de Janeiro Cultura

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Rio de Janeiro – Cultura

“O Trenzinho do Caipira” – Projeto Villa-Lobos para crianças de todas as idades

22 a 30 de maio de 2010

A Cia. do Abração, de Curitiba, apresenta o espetáculo “O Trenzinho do Caipira – Projeto Villa-Lobos para crianças de todas as idades”, na CAIXA Cultural do Rio de Janeiro nos dias 22, 23, 29 e 30 de maio (sábado e domingo). A montagem nasce do sonho de compartilhar com as crianças a importância e a beleza da música erudita, tendo como referência a obra do maestro e compositor brasileiro.
No roteiro, seis personagens de diferentes regiões do Brasil recebem, simultaneamente, uma misteriosa carta de Villa-Lobos, convidando-os para uma viagem de trem. Por obra do destino – ou da carta que receberam na estação – eles se encontram e constatam que acabam de perder o trem. Este fato provoca uma instabilidade e um questionamento em cada um sobre o sentido de estarem ali. O sentido da viagem, o sentido do trem, o sentido da própria vida. Ao se conhecerem, percebem suas necessidades, os desejos comuns e decidem, então, construir o seu próprio trem. CAIXA Cultural Rio de Janeiro

Rio de Janeiro – Kuarup

Por Assessoria de Imprensa / CAIXA Cultural Rio

Exposição resgata sociedade Xingu

27 de Abril a 6 de Junho – Kuarup – A última Viagem de Orlando Villas Bôas

Boa parte da sabedoria e experiência adquirida pelo sertanista Orlando Villas Bôas será transmitida ao visitante na exposição Kuarup – A Última Viagem de Orlando Villas Bôas, que será inaugurada dia 26 de Abril, na CAIXA Cultural Rio de Janeiro e poderá ser vista até dia 6 de Junho. Depois a mostra segue para Brasília, Belo Horizonte, Curitiba e Salvador. Leia mais: Exposição Rio de Janeiro

Com o Rei na Barriga

segunda-feira, 22 de março de 2010

De Amauri Falseti.
Seis atores da Cia. Paideia de Teatro circulam o tempo todo pelo palco embalados por um trio de músicos.

Inspirados em histórias populares de vários países, os inteligentes diálogos permeiam duas tramas simultâneas. Em uma delas, o rei (o ótimo Fábio Coutinho) pretende transformar um convento em seu castelo de verão e propõe um debate público. Representante do clero, o monge jardineiro (o experiente Flávio Porto) decide o destino do lugarejo em um interessante e divertido confronto sem palavras com um ministro do rei (Rogerio Modesto).

A outra narrativa, uma adaptação do conto árabe A Moça Inteligente, mostra um príncipe que não quer se casar. Como seu pai insiste na ideia, o rapaz cria um desafio para selecionar uma noiva de nível intelectual semelhante ao seu — e só uma esperta jovem camponesa aceita entrar no jogo de charadas.

Destaque da montagem, o bobo da corte (papel de Manoela Pamplona) faz as piadas e os malabarismos de sempre, mas solta frases críticas e reflexivas.

Categoria: Peças
Gênero: Infantil

  • Preço: R$ 15,00
  • Duração: 60 min.
  • Direção: Amauri Falseti
  • Elenco: Fábio Coutinho, Flávio Porto e Rogerio Modesto
  • Paidéia Associação Cultural
    Endereço: Rua Darwin, 153
    Tel.:(11)  5522-1283
    Santo Amaro – São Paulo – SP

    Quando: (Sáb e Dom) 17h00. Recomendada a partir de 5 anos.
    Reestreia prometida 20/03.
    Até 25/04.

    Fonte: http://vejasp.abril.com.br/teatro/com-rei-na-barriga

     

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    Doutores da Alegria

    quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

    Palhaços em Rede e o Contexto

    da Cultura e Saúde

    Quando Doutores da Alegria completou dez anos de existência, em 2001, entendemos que o mundo enviava uma mensagem clara: a questão da alegria na adversidade era algo que precisava ser mais conhecido, estudado, disseminado, questionado, e, principalmente, compartilhado.

    Constatamos que a figura do palhaço no hospital era uma atividade espalhada globalmente, resultado da implantação bem sucedida de trabalhos consistentes como The Big Apple Circus Clown Care Unit em Nova Iorque, 1986; Le Rire Medecin na França e Doutores da Alegria no Brasil, ambos em 1991, e Die Clown Doktoren na Alemanha. Hollywood, que trabalha estudando tendências para produzir seus filmes, percebeu a força desse movimento e levou para as telas a história de Patch Adams, médico que usava o humor como tratamento terapêutico de seus pacientes, o que ajudou a difundir ainda mais o conceito da alegria e da atuação do palhaço na área da saúde.

    No Brasil, já era possível contar mais de 100 iniciativas de palhaços em hospital – ou casas de apoio, asilos e orfanatos – nos mais variados tipos de organização. Em 1999, o governo federal havia lançado o programa nacional de humanização no atendimento à saúde, hoje conhecido como HUMANIZASUS, e metáforas recorrentes usando a saúde eram pronunciadas por figuras públicas: “A cidade está na U.T.I.”, “Brasil saiu a U.T.I.”, “O mundo está enfermo” e assim por diante.

    fototextowellFoi neste cenário que fizemos a escolha de trabalhar para elevar nossa atividade, a besteirologia, à condição de profissão de futuro. Para tanto, começamos a nutrir o conceito dos Doutores da Alegria ser uma organização – escola.

    Ao enveredar por esse caminho, os programas semelhantes não poderiam ser olhados como concorrência, mas como colegas construtores de um novo mercado, com os quais poderíamos compartilhar nosso conhecimento e experiência visando a estruturação dos grupos por dois pilares essenciais: ética e qualidade.

    Quando começamos a mapear essas iniciativas, promovemos nos Doutores da Alegria de São Paulo, em novembro de 2003, um grande encontro, com mais de 50 representações para saber como poderíamos colaborar com elas. “Queremos aprender mais coisas para fazer no hospital!” foi o denominador comum, então decidimos conhecer de perto alguns desses grupos, promovemos oficinas e, com base nessa experiência, lançamos o Palhaços em Rede em 2007.

    A escolha do Doutores da Alegria em promover a rede tem por objetivo potencializar a relação entre os grupos que atuam como palhaços em hospitais, para que cada iniciativa tenha consciência de sua importância local e de sua fundamental contribuição para construir um mercado ético de qualidade, pois nessa linha de atuação, não é possível ser menos do que isso.

    No ano passado, uma articulação foi realizada entre os Ministérios da Cultura e da Saúde, que resultou na criação do Programa Cultura e Saúde, que reconhece o papel relevante da Arte e da Cultura na área da Saúde premiando iniciativas relevantes nesse contexto: 41 organizações e ações de todo o Brasil foram, não apenas reconhecidas com o prêmio, mas legitimadas pelo convite à construção de propostas possam tornar-se políticas públicas. Em lugar nenhum do mundo encontramos uma ação deste porte. E isso só acontece por conta dos resultados já gerados.

    O Juramento de Hipócrates diz: “Prometo que, ao exercer a ARTE de curar…”

    Cabe a nós, agora, construir esse futuro.

    Por Wellington Nogueira

    Fundador dos Doutores da Alegria

    Agosto de 2009

    fonte de pesquisa:

    http://www.2u-u.com/doutores/index.php?option=com_content&view=article&id=19&Itemid=7