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As Maravilhas de Setembro

domingo, 4 de setembro de 2011
Setembro

Setembro era o sétimo do antigo calendário de 10 meses, que foi usado até 600 anos antes de Cristo. O mês de setembro é um dos mais alegres e bonitos do ano. Paradas militares, apresentações de bandas marciais e desfiles de escolas marcam a comemoração da Indepeneência do Brasil, no primeiro feriado do mês. Após os festejos cívicos, já se começa a observar a mudança do clima e a cidade ficando mais colorida. São os tons da primavera pincelando as flores e destacando os jacarandás, as acácias mimosas e os ipês roxos e amarelos.

Bonito de se ver é também o Acampamento Farroupilha do Parque Maurício Sirotsky Sobrinho – o Parque da Harmonia -, com tantos gaúchos revivendo as tradições dos tempos de estância. Fogo de chão, cavalgadas, pelegos, fandangos e, claro, o velho e bom chimarrão. Relembrando a canção Sol de Primavera, na voz do mineiro Beto Guedes, “quando entrar setembro e a boa nova andar nos campos, quero ver brotar o perdão onde a gente plantou (…)”

Feliz mês de realizações!

fonte: http://www2.portoalegre.rs.gov.br

Cuidados com o Calor e o Sol

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Enfrente as altas temperaturas com muita água, refeições ligeiras e frequente lugares frescos.

Muita água
Quando transpiramos, perdemos muitos líquidos. Para não sofrer de desidratação, beba mais água, mesmo sem sede. Esta é, muitas vezes, inferior às necessidades hídricas do organismo. A água é a bebida por excelência, mas pode optar por sumos naturais, ricos em sais minerais, que perdemos com a transpiração. Para repor os níveis de sais minerais, pode acrescentar à água um pouco de sal ou açúcar ou recorrer às chamadas bebidas para desportistas, se não for diabético ou hipertenso.

Refeições ligeiras
Opte por refeições ligeiras e repartidas, ricas em fruta e legumes crus. As refeições muito pesadas demoram mais a digerir e exigem uma maior quantidade de sucos gástricos, subtraindo água ao organismo.

Locais frescos
Nas horas mais quentes do dia, mantenha a casa na penumbra. Feche estores ou reposteiros e use ventoinhas com a cabeça rotativa, para maior circulação de ar. Se tiver ar condicionado em casa, regule-o numa temperatura confortável, não demasiado fresca, para evitar grandes diferenças de temperatura. Refresque-se com água fria, molhando os pulsos, as têmporas e a nuca. Evite fazer cozinhados que precisem de estar muito tempo ao lume, no forno ou fogão. Se a sua casa for muito quente, procure refugiar-se em locais com ar condicionado nas horas mais quentes, como museus, centros comerciais e cinemas. Evite esforços físicos.

Evite a exposição solar
Nas horas de maior calor, não se exponha ao Sol. Se não puder evitar, use chapéu, óculos de sol e protector solar. Opte por roupas leves e largas.

Golpe de calor
A exposição excessiva ao Sol pode provocar uma subida repentina da temperatura corporal, ou golpe de calor, situação por vezes perigosa. Sinais de alarme: pele vermelha, quente e seca, pulso rápido e forte, dor de cabeça, tonturas, náuseas, confusão e perda de consciência.

Esgotamento devido ao calor
A perda excessiva de líquidos e de sais minerais pode levar à desidratação, especialmente grave nos idosos e nos hipertensos. Sinais de alarme: transpiração excessiva, palidez, cãibras, cansaço e fraqueza, dor de cabeça, náuseas e vómitos, pulso rápido, respiração rápida e superficial, desmaio.

Medidas de emergência
Perante os sinais de alarme, e se a situação não for grave, algumas medidas simples são suficientes para o restabelecimento. Procure um local fresco, descanse e tente baixar a temperatura corporal: beba água e aplique panos molhados localmente.

Ligue para o 112, perante situações mais graves ou se a vítima for vulnerável aos efeitos do calor (idosos, crianças pequenas, pessoas acamadas, com insuficiência cardíaca ou respiratória, diabetes, hipertensão ou com outras doenças crónicas). Enquanto espera pela ajuda médica, tente arrefecer o corpo. Se a pessoa tiver cãibras, dê-lhe sumos naturais ou bebidas com minerais (bebidas para desportistas). Caso a vítima tenha contracções corporais involuntárias, não se deve dar líquidos. Coloque algo na boca que a impeça de se morder.

http://www.deco.proteste.pt

Dia dos Animais

terça-feira, 28 de setembro de 2010

04 de OUTUBRO

Por que hoje?

    • A primeira classificação dos animais, como conhecemos hoje, se deu em 350 a.C., com Aristóteles. Este filósofo grego catalogou, na época, 500 espécies. Ele já considerava o golfinho, por exemplo, um bicho da terra, explicando que, ao contrário dos peixes, ele amamentava os seus filhotes. Assim como as baleias, o golfinho se desenvolveu, de fato, em terra firme, migrando depois para o mar.

      Mal podia imaginar o sábio Aristóteles que, num futuro distante, esses mesmos golfinhos estariam ameaçados de extinção, necessitando de projetos voltados para a proteção das espécies, a fim de evitar o pior, ou seja, o extermínio. Aqui mesmo no Brasil, a noroeste da principal ilha do arquipélago de Fernando de Noronha, na costa pernambucana, os chamados golfinhos-rotadores são objeto de preocupação e cuidados de pessoas e entidades que se dedicam ao ecoturismo naquela região.

  • Quatro de outubro é o Dia dos Animais, a mesma data em que se festeja o dia de São Francisco de Assis. E não é coincidência, pois esse santo é o protetor dos animais. Ele sempre se referia aos bichos como irmãos: irmão fera, irmã leoa. São Francisco de Assis também amava as plantas e toda a natureza: irmão sol, irmã lua… São expressões comuns na fala do santo, um dos mais populares até os nossos dias.

    Nascido na cidade de Assis, em 1182, Francisco (quando ainda não era santo) tentou ser comerciante, mas não teve sucesso. Nas cruzadas, lutou pela fé, mas com objetivos individuais de se destacar e alcançar glórias e vitórias. Até que um dia, segundo contam livros com a história de sua vida, Francisco recebeu um chamado de Deus, largou tudo e passou a viver como errante, sem destino e maltrapilho. Desde então, adotou um estilo de vida baseado na pobreza, na simplicidade de vida e no amor total a todas as criaturas.

    Os golfinhos-rotadores ganharam esse nome por conta das inúmeras acrobacias executadas ao saltarem e mergulharem na água. Tipo de comportamento alegre, ainda não entendido pelos estudiosos, podendo ser desde uma mera brincadeira até uma sinalização acústica.

    As maiores ameaças a esses mamíferos marinhos são, além de um turismo não controlado, degradando e poluindo o habitat natural, as capturas acidentais e também intencionais dos pescadores. Já nas Filipinas, na Austrália e Venezuela, por exemplo, a captura desses animais tem como objetivo aproveitar a gordura do golfinho para usar como isca na pesca do tubarão.

    fonte: http://www.ibge.gov.br





23 de Setembro – Início da Primavera

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

23 de Setembro – Início da Primavera

A Primavera este ano iniciará precisamente no domingo, 23 de setembro, às 06h52. Terá duração de 89 dias, 20 horas e 16 minutos. Com a chegada da nova estação, há uma mudança no regime de chuvas e temperaturas na maior parte do Brasil. Os dias são mais compridos e a luminosidade é muito maior. Todas estas mudanças climáticas afetam também a vida de todos os seres na terra. È nesta época que a maioria das espécies procriam. As flores, especialmente as flores, se fazem presentes neste período. Desabrocham, crescem, enfeitam e perfumam tudo a nossa volta.

A Primavera é uma estação especial porque dá a vida um clima de otimismo, de renovação. Nos traz a sensação de que as coisas boas acontecem e, principalmente, de que o amor está no ar. No canto dos pássaros, na beleza dos jardins, em cada pessoa, em cada sorriso.

Aproveite o sol no rosto, o vento nos cabelos, o perfume e a beleza das flores. Curta o clima nas ruas e parques, pise na grama e sinta a natureza ao seu redor.

Inspire-se com o texto da escritora Cecília Meirelles, “Primavera“.E Feliz Primavera a todos!]

fonte: http://lproweb.procempa.com.br

24 de Janeiro, Dia do Aposentado

sábado, 23 de janeiro de 2010
APOSENTADOS DA VIDA
(Magdalena Léa)

Com a palavra Mira y Lopez: “Um adulto comum, normal, que ganha a vida profissionalmente, vê-se, subitamente, inválido pela sociedade, que o condena, da noite para o dia, à inação, à inatividade e ao tédio, afastando-o do trabalho, para convertê-lo em um parasita dos cofres públicos, da família, ou da economia previdencial ou assistencial.”

E isto é tanto mais triste quando sabemos que, se o trabalho o aposenta, o indivíduo se aposenta da vida. Sente-se esgotado, esvaziado de interesse. É como se, ao despedi-lo, o chefe lhe dissesse: “Pode ir embora, você não serve para mais nada.”

E continua Mira y Lopez: “Curioso e paradoxal, no caso, é que os que assim legislam fazem-no pensando que, com a idade, se dá o desgaste e a deficiência do indivíduo, diminuindo as aptidões necessárias para o rendimento satisfatório do trabalho.

Se isto é assim, perguntamos por que se despede obrigatoriamente o porteiro, o ascensorista, o datilógrafo, o secretário, ou qualquer outro funcionário da empresa, e não se faz o mesmo com o chefe? Por que se supõe que, após os 65 anos, um homem não pode ser professor, mas pode ser Ministro da Educação? Não pode ser chefe de seção, mas pode ser Chefe da Nação?

Se você ocupa um posto medíocre, jubilam-no a uma idade determinada, mas se você é bispo, deputado, banqueiro, homem de negócios, escritor afamado ou qualquer outra pessoa de prestígio, estará a salvo, mesmo que sua mente deixe de ser normal e se torne esclerosada e retrógrada.

É óbvio que nos achamos diante um contra-senso que tem de ser sanado quanto antes, substituindo-se o critério de idade e de posição pelo de capacidade e rendimento.”

Assim falou Mira y Lopez, em seu livro “A Arte de Envelhecer“, em 1961. E, ainda hoje, as leis se baseiam no pressuposto da deficiência de rendimento, no trabalho das pessoas de idade.

Tudo isso é verdade. A lamentável verdade.

Mas você não há de viver se lamentando; é um desgaste inútil de energia. A revolta não resolve. Você pode e deve usar sua energia para conduzir-se na nova situação. E então usufruir a vida até a última gota. Esta vida que lhe foi dada para ser vivida e não sofrida.

O medo da aposentadoria tem íntima ligação com o medo da velhice. Aposentado e velho são tidos como sinônimos. Daí o impacto.

Será bom observar que ao longo da vida se nos apresentam aposentadorias nos vários setores – de família, de trabalho, e sócio-sexual.

Ao chegar à idade madura, o homem está se aposentando da mocidade, e num suspiro sai: “Já não sou mais jovem…” No teatro da vida, já não é mais o “mocinho”, é o pai do “mocinho”.

Aposenta-se como chefe de família, ao deparar-se com os filhos já adultos, que erguem o nariz mais alto que eles. Suspiram. “Já não sou o maior…”

É mais ou menos pelo mesmo tempo que lhe vem a aposentadoria do trabalho e, então, aquele suspiro fundo: “Não sou mais ninguém… não sirvo para mais nada…”

A soma das frustrações leva à depressão e a depressão à impotência sexual, já que ele se sente impotente em tantos setores. E aí, o suspiro quase que é o último: “Já não sou mais homem…”

Quanto à mulher, sofre também suas aposentadorias; da mocidade ao nascer da primeira ruga; de mulher, com a vinda da menopausa; e de mamãe, quando o filhão diz: “tchau, mãe” e ela não é mais necessária; a do trabalho também, agora que tendo se igualado ao homem, ganhou seus direitos e… seus deveres.

Eis o campo aberto para doenças psicossomáticas, que são as respostas do organismo ao stress, fruto das emoções negativas, das frustrações.

É certo que o trabalho cria no indivíduo um hábito enraizado, um vício difícil de vencer. Aquela coisa de sair todos os dias, faça chuva, ou faça sol, com frio ou com calor, e enfrentar o trânsito engarrafado na angústia do horário fixo. E no ambiente do trabalho há problemas de relacionamentos com colegas e chefes.

Embora sejam coisas bastante desagradáveis, estão inseridas no ritmo de vida do indivíduo e ele pensa que não pode parar. Pode.

Paradoxalmente, vemos nos jornais que as mulheres pleitearam na Constituinte o direito à aposentadoria, aos vinte e cinco anos de serviço, e que os homens protestaram contra a discriminação injusta para com eles, que têm de cumprir trinta anos.

E então? A aposentadoria é um prêmio ou um castigo?

Aposentando-se mais cedo, haverá mais tempo para realizações. É o tempo integral o merecido prêmio pelos anos de trabalho.

De um ângulo positivo de visão, a compulsória, que tanto amedronta e desgosta, pode ser vista, não como um fim, mas como um novo começo.

E a vida aí está. Se ela mudou, mude você com ela. Ponha a sua energia a serviço de construir uma nova etapa.

Não podemos ficar parados à espera de que algo de bom e de justo aconteça. A espera pode ser longa e nos levar à desesperança.

Lamentar o que está errado no mundo não será a solução. São tantas as coisas que vemos, que precisam de correções urgentes. E que podemos fazer? Nada? Nada, não.

Podemos dizer que, a cada ano, sobe a média de vida e a capacidade para se ser forte de corpo e mente, não se deixando abater.

A Dra. Bernice Sachis, psiquiatra norte-americana, declarou em um Congresso, que mais da metade das pessoas que procuram médicos por causa de problemas físicos têm problemas emocionais, que são, em parte ou totalmente, responsáveis pelos distúrbios.

Magdalena Léa
poetisa e escritora.
Autora do livro
“Quem Tem Medo de Envelhecer?”

Fonte:

http://www.velhosamigos.com.br/DatasEspeciais/diaaposentado1.html