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	<title>Lee Telemensagem &#124; Sua agência de telemensagens preferida! &#187; senilidade</title>
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		<title>Envelhecimento &#8220;Mitos e Verdades&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 00:06:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lee Telemensagem</dc:creator>
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O Brasil não é mais um país de jovens. É um país com muitos jovens, mas que envelhece rapidamente. Isso deve ser entendido como uma conquista; o alarmante é verificar que o equacionamento correto do fenômeno ainda está longe de ser colocado como uma das prioridades dos governantes.
O Brasil será, em 2025, a sexta [...]]]></description>
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<p><!--inclui a o formulario de login--></p>
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<p><!--inclui a o formulario de login--></p>
<div><span><span style="font-size: 12pt;" lang="PT-BR"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">O Brasil não é mais um país de jovens. É um país com muitos jovens, mas que envelhece rapidamente. Isso deve ser entendido como uma conquista; o alarmante é verificar que o equacionamento correto do fenômeno ainda está longe de ser colocado como uma das prioridades dos governantes.</p>
<p>O Brasil será, em 2025, a sexta nação do mundo com mais pessoas acima de 60 anos _ cerca de 33 milhões. Hoje, são mais de 13 milhões. O contingente que mais crescerá é o dos cidadãos acima de 80 anos (hoje, mais de 1,2 milhão).</p>
<p>A expectativa de vida, de cerca de 64 anos hoje, aumentará gradativamente nas próximas décadas, determinando que o perfil das causas de morte e doenças invalidantes seja definitivamente relacionado com males crônico-degenerativos: hipertensão, diabetes, infarto, derrames, doença de Alzheimer, câncer, osteoporose etc.</p>
<p>O envelhecimento é uma fase natural da vida, determinada basicamente por três fatores: genética, estilo de vida e ambiente. O patrimônio genético é, pelo menos até agora, imutável. Pessoas de famílias longevas são candidatas a viver mais. O estilo de vida deve ser alicerçado em hábitos saudáveis: atividade física regular e orientada, alimentar-se sem exageros, manter o peso ideal, ingerir álcool com moderação, não fumar e fazer controles médicos periódicos, mesmo na ausência de sintomas.</p>
<p>O ambiente contribui com várias facilidades: ausência de poluentes, infra-estrutura sanitária adequada, possibilidades de acesso ao mercado (com aumento da renda), fazer consultas médicas, participar de eventos socioculturais e sentir-se produtivo até o fim da vida, dedicando-se a um ideal. A ciência comprova que, se essas medidas forem adotadas, envelheceremos melhor. Todos queremos envelhecer (a outra alternativa ninguém deseja), mas sem doenças limitantes, sem sermos uma carga adicional de trabalho, gastos e preocupação para os familiares. Com sucesso (senescência), não de forma degradante (senilidade).</p>
<p>A gerontologia (ciência que estuda o envelhecimento) e a geriatria (que é a especialidade médica correspondente) mostram, por evidências científicas, que fora desse universo não há produtos, ervas ou poções mágicas que retardem os problemas do envelhecimento. Se eles são indicados, é por desinformação ou puro charlatanismo. A informação correta é o grande escudo para que as pessoas não se deixem enganar.</p>
<p>Ainda estão arraigados na sociedade mitos com relação ao envelhecimento. Talvez o chavão mais nocivo seja a frase &#8216;isso é normal para a idade&#8217;. Muitos crêem que certas alterações físicas e mentais em idosos, da perda de memória à pressão alta, são normais. É um grande equívoco: são ocorrências comuns, não normais. As pessoas acabam por confundir os conceitos, tomando-os como sinônimos.</p>
<p>É fundamental que a sociedade se conscientize. Quando sabemos que o que ocorre é comum, adotamos uma atitude ativa e humana em buscar a cura ou a melhora. Se continuamos a achar tudo &#8216;normal para a idade&#8217;, privamos a pessoa do tratamento adequado.</p>
<p>Outro mito é a automedicação (perigosa, ineficaz e onerosa), com o uso não prescrito de suplementos alimentares, vitaminas, &#8216;remédios para a memória&#8217; e outras panacéias. Com essa atitude, condenável, esquivamo-nos da orientação geriátrica correta, adiando ou tornando crônicas doenças, intoxicando o organismo, pondo a saúde e até a vida em risco, além de gastar na farmácia o dinheiro que deveria ser investido em atividades mais saudáveis.</p>
<p>A geriatria evoluiu muito. Muitas doenças que eram consideradas incuráveis são passíveis de ser prevenidas, tratadas e até curadas. A grande orientação é não se acomodar. Se você não se sente bem, procure um médico: é muito provável que haja solução. Se você é um familiar ou conhece alguém que sofra com doenças do envelhecimento, seja solidário, estimule a ida ao médico. Não se omita. O resultado será muito gratificante eu garanto.</span></span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;" lang="PT-BR"><span style="font-family: Verdana; color: #6633ff; font-size: x-small;"><strong><em>Dr.Norton Sayeg</em></strong></span></span></p>
<p></span></div>
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		<title>Envelhecer com qualidade de vida</title>
		<link>http://blog.leetelemensagem.com.br/2010/01/29/envelhecer-com-qualidade-de-vida/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 23:55:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lee Telemensagem</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Telemensagem para avô]]></category>
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O Brasil não é mais um país de jovens. É um país com muitos jovens, mas que envelhece rapidamente. Isso deve ser entendido como uma conquista; o alarmante é verificar que o equacionamento correto do fenômeno ainda está longe de ser colocado como uma das prioridades dos governantes.
O Brasil será, em 2025, a sexta nação [...]]]></description>
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<div><span><span style="font-size: 12pt;" lang="PT-BR"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">O Brasil não é mais um país de jovens. É um país com muitos jovens, mas que envelhece rapidamente. Isso deve ser entendido como uma conquista; o alarmante é verificar que o equacionamento correto do fenômeno ainda está longe de ser colocado como uma das prioridades dos governantes.</p>
<p>O Brasil será, em 2025, a sexta nação do mundo com mais pessoas acima de 60 anos _ cerca de 33 milhões. Hoje, são mais de 13 milhões. O contingente que mais crescerá é o dos cidadãos acima de 80 anos (hoje, mais de 1,2 milhão).</p>
<p>A expectativa de vida, de cerca de 64 anos hoje, aumentará gradativamente nas próximas décadas, determinando que o perfil das causas de morte e doenças invalidantes seja definitivamente relacionado com males crônico-degenerativos: hipertensão, diabetes, infarto, derrames, doença de Alzheimer, câncer, osteoporose etc.</p>
<p>O envelhecimento é uma fase natural da vida, determinada basicamente por três fatores: genética, estilo de vida e ambiente. O patrimônio genético é, pelo menos até agora, imutável. Pessoas de famílias longevas são candidatas a viver mais. O estilo de vida deve ser alicerçado em hábitos saudáveis: atividade física regular e orientada, alimentar-se sem exageros, manter o peso ideal, ingerir álcool com moderação, não fumar e fazer controles médicos periódicos, mesmo na ausência de sintomas.</p>
<p>O ambiente contribui com várias facilidades: ausência de poluentes, infra-estrutura sanitária adequada, possibilidades de acesso ao mercado (com aumento da renda), fazer consultas médicas, participar de eventos socioculturais e sentir-se produtivo até o fim da vida, dedicando-se a um ideal. A ciência comprova que, se essas medidas forem adotadas, envelheceremos melhor. Todos queremos envelhecer (a outra alternativa ninguém deseja), mas sem doenças limitantes, sem sermos uma carga adicional de trabalho, gastos e preocupação para os familiares. Com sucesso (senescência), não de forma degradante (senilidade).</p>
<p>A gerontologia (ciência que estuda o envelhecimento) e a geriatria (que é a especialidade médica correspondente) mostram, por evidências científicas, que fora desse universo não há produtos, ervas ou poções mágicas que retardem os problemas do envelhecimento. Se eles são indicados, é por desinformação ou puro charlatanismo. A informação correta é o grande escudo para que as pessoas não se deixem enganar.</p>
<p>Ainda estão arraigados na sociedade mitos com relação ao envelhecimento. Talvez o chavão mais nocivo seja a frase &#8216;isso é normal para a idade&#8217;. Muitos crêem que certas alterações físicas e mentais em idosos, da perda de memória à pressão alta, são normais. É um grande equívoco: são ocorrências comuns, não normais. As pessoas acabam por confundir os conceitos, tomando-os como sinônimos.</p>
<p>É fundamental que a sociedade se conscientize. Quando sabemos que o que ocorre é comum, adotamos uma atitude ativa e humana em buscar a cura ou a melhora. Se continuamos a achar tudo &#8216;normal para a idade&#8217;, privamos a pessoa do tratamento adequado.</p>
<p>Outro mito é a automedicação (perigosa, ineficaz e onerosa), com o uso não prescrito de suplementos alimentares, vitaminas, &#8216;remédios para a memória&#8217; e outras panacéias. Com essa atitude, condenável, esquivamo-nos da orientação geriátrica correta, adiando ou tornando crônicas doenças, intoxicando o organismo, pondo a saúde e até a vida em risco, além de gastar na farmácia o dinheiro que deveria ser investido em atividades mais saudáveis.</p>
<p>A geriatria evoluiu muito. Muitas doenças que eram consideradas incuráveis são passíveis de ser prevenidas, tratadas e até curadas. A grande orientação é não se acomodar. Se você não se sente bem, procure um médico: é muito provável que haja solução. Se você é um familiar ou conhece alguém que sofra com doenças do envelhecimento, seja solidário, estimule a ida ao médico. Não se omita. O resultado será muito gratificante eu garanto.</span></span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;" lang="PT-BR"><span style="font-family: Verdana; color: #6633ff; font-size: x-small;"><strong><em>Dr.Norton Sayeg</em></strong></span></span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;" lang="PT-BR"><span style="font-family: Verdana; color: #6633ff; font-size: x-small;"><strong><em>fonte:</em></strong></span></span></p>
<p></span><a href="http://http://www.alzheimermed.com.br/m3.asp?cod_pagina=975">http://www.alzheimermed.com.br/m3.asp?cod_pagina=975</a></div>
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