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Copa 2014

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Não sendo cético, mas realista e comprometido com conduta de preservação da imagem e conceitos, receio que ocorrências de notáveis alertas, vem ocorrendo dia a dia nas regiões metropolitanas das principais capitais do país.

Estamos sendo avisados que não estamos preparados institucionalmente e nem amadurecidos o suficiente para que o Brasil assuma tão enormemente a responsabilidade de protagonizar eventos internacionais como a Copa do Mundo e as Olimpíadas de 2014 e 2016 respectivamente.

As principais cidades onde estes eventos passarão, vem apresentando todos os dias, falhas estruturais sociais, institucionais e até arquitetônica.

Todo sinaliza para um travamento generalizado. Meios de transportes…metrôs, avenidas, rodovias, aeroportos, taxis.

Segurança, greves nas corporações policiais e comprometimento com investimentos sem controle, nos causam a própria insegurança.

Temos mostras diárias de desmoronamentos, crimes, roubos, seqüestros, greves, violência contra mulheres, e tantos outros fatos crescentes e preocupantes em nossa sociedade.

Mas mesmo assim, desejo que em se apontar para outro lado, seja uma oportunidade para tomarmos providências enérgicas, responsáveis e sem a demagogia     política que vem emperrando os processosde evolução da sociedade, culturalmente e de comprometimento com uma evolução positiva.

Boa sorte Brasil.

Aposto tudo em você!

Luiz Oliveira-10/02/2012

21 de Setembro – Dia do Idoso

domingo, 12 de setembro de 2010

Dia do Idoso

    Refletir sobre o idoso é pensar o preconceito em relação às pessoas da terceira idade. Analisarmos o sentimento que alimentamos pelos mais velhos, de forma determinada e corajosa, sem tapar o sol com a peneira.

    Trata-se de tarefa importante. Existe um adesivo de carro que, quem ainda não viu, deveria ter visto. Ele tem uma frase forte, irônica, e de uma inteligência a toda prova. Diz o seguinte: “Velho é o seu preconceito”. E não é verdade? Existe coisa mais fora de propósito, mais cheirando a mofo do que isso?

    Devíamos, isso sim, tentar pegar dos mais velhos a experiência e sabedoria de vida que anos de luta e observação os ajudaram a ter. Que tal nos deixarmos contagiar por essa bagagem de conhecimento, para virmos a ser, quem sabe, jovens e adultos mais interessantes e respeitáveis? Respeitar e ouvir o idoso é respeitar a nós mesmos.


    • Política do Isoso no Brasil

      Até 2025, o Brasil será o sexto país do mundo com o maior número de pessoas idosas. Pelo menos segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Daí o alerta ao governo brasileiro para a necessidade de se criar, o mais rápido possível, políticas sociais que preparem a sociedade para essa realidade.

      Ainda é grande a desinformação sobre o idoso e sobre as particularidades do envelhecimento em nosso contexto social. O envelhecimento humano, na verdade, quase nunca foi estudado. Poucas escolas no país criaram cursos para auxiliar as pessoas mais velhas. Uma prova disso é que até um tempo atrás, o médico que quisesse se especializar em geriatria precisava estudar na Europa.

      A Constituição de 1988, no entanto, deixou clara a preocupação e atenção que deve ser dispensada ao assunto, quando colocou em seu texto a questão do idoso. Foi o pontapé inicial para a definição da Política Nacional do Idoso, que traçou os direitos desse público e as linhas de ação setorial.

      Depois da criação dessa Política, através da Lei 8.842, em 4 de janeiro de 1994, é que as instituições de ensino superior passaram a se adaptar, a fim de atender a determinação da Lei, que prevê a existência de cursos de Geriatria e Gerontologia Social nas Faculdades de Medicina no Brasil. Nesse âmbito, trabalhando com a terceira idade, existem duas entidades de relevo: a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia e a Associação Nacional de Gerontologia. Bom esclarecermos que a geriatria é uma especialidade da medicina que trata da saúde do idoso, enquanto a gerontologia vem a ser a ciência que estuda o envelhecimento.

      Um destaque no país no auxílio à terceira idade é Brasília. Foi a primeira localidade a criar uma Subsecretaria para Assuntos do Idoso, além de instituir o Estatuto do Idoso, regido por princípios que registram o direito das pessoas mais velhas a uma ocupação e trabalho, como ainda acesso à cultura, à justiça, à saúde e à sexualidade, além, é claro, de poder participar da família e da comunidade.

      Num país como o nosso, que vê sua pirâmide populacional ser modificada pouco a pouco, tomarmos conhecimento de entidades que se dedicam a mudar o perfil do idoso depressivo, abandonado pela família e sem projetos é de extrema importância.

      Veja abaixo, como os idosos estão distribuídos no país.