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O Legendário ELECTRA

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Lockheed L-188 Electra

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Lockheed L-188
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Tipo Avião comercial
Fabricante Lockheed
Primeiro vôo Dezembro de 1957
Capacidade 65 a 100 passageiros
Comprimento 31,81 m metros
Envergadura 30,18 m metros
Altura 10,1 m metros
Velocidade máxima 602 km/h km/h
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O Lockheed L-188 é um avião comercial de médio porte, turboélice de fabricação norte-americana projetado e construído pela Lockheed. Foi o primeiro avião turboélice comercial construído nos Estados Unidos da América. Voou pela primeira vez em 1957.

Histórico

O Lockheed L-188 Electra começou a ser desenvolvido em 1954 para atender uma exigência da American Airlines, para operar em rotas domésticas de curto e médio alcance. O primeiro protótipo voou em 6 de dezembro 1957. Muitas outras companhias aéreas americanas já se interessavam pelo modelo e a lista de pedidos já passava de 144. Seu primeiro voo comercial foi em 12 de janeiro de 1959, com a Eastern Air Lines (devido a uma greve de pilotos da American Airlines).

No entanto, o otimismo da Lockheed sobre vendas futuras foi fortemente abalado por uma série de acidentes ocorridos entre 1959 e 1960 (dois deles onde a aeronave partiu-se em voo), que contribuiu para uma grande quantidade de cancelamentos de pedidos.

Como medida preventiva, restrições à velocidade e altitude de voo foram impostas aos Electras após essas ocorrências.

Após uma longa investigação conduzida pela Lockheed em conjunto com a NASA, finalmente descobriu-se a causa para as rupturas da estrutura da asa ocorridas em voo. Um erro de projeto das naceles dos motores fazia com que estes gerassem uma vibração conhecida como “whirl mode”, que era transmitida à asa na mesma frequência de ressonância desta, que iniciava assim um movimento de oscilação crescente que culminava no rompimento de sua estrutura e sua separação da fuselagem.

As naceles ou berços dos motores e as asas foram então reprojetados, recebendo diversos reforços estruturais, e todas as unidades do L-188 em operação foram imediatamente submetidos a um programa de modificações denominado “LEAP – Lockheed Electra Action Program”. Dessa forma, o problema foi definitivamente resolvido e as restrições de voo impostas ao Electra foram suspensas. Porém a imagem do modelo estava irremediavelmente manchada entre os usuários de transporte aéreo dos Estados Unidos, sendo esse um dos motivos que levaram ao prematuro encerramento de sua produção, tendo o último Electra produzido, modelo L-188C e número de série 2022, sido entregue à empresa Garuda Indonesian Airways no dia 15 de janeiro de 1961.

No Brasil

No Brasil o Electra foi e sempre será o príncipe da Ponte Aérea Rio-São Paulo. Os Electra passaram a operar na Ponte Aérea e tornaram-se equipamento exclusivo a partir de março de 1975, após a retirada de serviço do último Vickers Viscount da Vasp. Desde a sua criação, em julho de 1959, a Ponte Aérea foi servida por vários tipos de aviões pertencentes às empresas que faziam parte do “pool” operacional.

Com a introdução dos Electra como equipamento exclusivo da Ponte, o número de assentos disponíveis para cada empresa do sistema (Varig, Cruzeiro, VaspTransbrasil) teve que ser calculado proporcionalmente à participação de cada uma no mercado. Independente disso, os Electra eram sempre operados por tripulantes técnicos da Varig, com pessoal de cabine fornecido pela empresa que originasse o vôo. Se fosse um da Transbrasil, os comissários eram da Transbrasil. Na Ponte, os Electra chegaram a sustentar uma média de 66 vôos diários, com partida a cada 15 minutos e, se necessário, faziam vôos extras. Essa frequência diminuía nos fins de semana, quando geralmente os vôos eram realizados somente de hora em hora. O ciclo operacional desses aviões vai ser fechado com números bastante expressivos, que dão bem conta do que foi a sua vida no Brasil.

Na época, segundo estatísticas fornecidas pela Varig, a frota dos Electra já completou 777.140 horas de vôo com 736.806 pousos, o que dá uma média de 55.510 horas de vôo e 52.629 pousos por avião.

Características Técnicas

  • Tipo: Monoplano quadrimotor de asa baixa, de construção totalmente metálica, para transporte de passageiros em curtas distâncias.

Grupo motopropulsor: 4 motores turboélice Allison 501-d13A de 3.750 ESHP cada, equipados com hélices quadripás Aeroproducts A6 641FN-606.

  • Envergadura: 30,18 m
  • Comprimento: 31,85 m
  • Altura: 10,00 m
  • Área alar: 120,80 m2
  • Peso Vazio: 26.036 kg
  • Peso Máximo de decolagem: 51.256 kg
  • Peso Máximo de pouso: 43.387 kg
  • Carga paga máxima: 12.020 kg
  • Relação peso/potência: 3,4 kg/ESHP
  • Carga G máxima: +2,5 e -1
  • Velocidade máxima: 721 km/h
  • Velocidade de cruzeiro: 650 km/h
  • Velocidade de cruzeiro econômico: 600 km/h
  • Velocidade de estol: 172 km/h
  • Razão inicial de subida: 10 m/s
  • Teto de serviço: 8.655 m
  • Alcance máximo 4.500 km
  • Distância de decolagem: 1,438 m (com peso de 51.256 kg)
  • Distância de pouso: 1.310 m (com peso de 38.783 kg)
  • Capacidade de passageiros: 65 a 100 pessoas

fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lockheed_L-188_Electra

Os encantadores Mistérios da Lua

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Extraterrestres em solo lunar?

Durante milhares de anos “históricos e pré-históricos” os homens olharam a lua no céu com um misto de espanto supersticioso e deslumbramento. Em 21 de julho de 1969, quando Neil Amstrong deu o histórico passo na superfície do satélite da Terra, parecia que a raça humana tinha conquistado seu primeiro território no espaço cósmico e muitos enigmas seriam desvendados. Entretanto, mais 27 anos depois, anomalias relacionadas à Lua desafiam a ciência; além dos antigos mistérios, outras perguntas vieram à tona.

As rochas lunares, analisadas, revelaram ser bilhões de anos mais antigas que as rochas terrenas. Este único fato constitui, em si mesmo, um desafio à lógica dos cosmologistas contemporâneos que durante décadas defenderam a teoria de que a Lua era um fragmento que se despreendeu da Terra durante o processo de formação do planeta. Disso resulta a questão: se a Lua não é esse fragmento, qual é origem do satélite? Seria um outro objeto celeste capturado pelo campo gravitacional terrestre?

Em Teosofia, ou na ‘Velha Religião”, os segredos da Lua pertencem ao conhecimento profundo da cosmogênese, alcançado por poucos entre os mais elevados Iniciados. Os teósofos afirmam que a Lua precede a Terra; é mais velha. Na hierarquia evolutiva do cosmo, a Lua é mãe da Terra. Os “Deuses Lunares”, os Pitris (entre os indianos), são ancestrais da raça humana: “As mônadas Lunares ou Pitris, que são os antepassados do homem, assumem na realidade a própria personalidade humana.” (BLAVATSKY, 2000 – p 222).

Na cadeia planetária admitida em Teosofia, um globo que morre transfere sua energia para um outro que nasce. Envelhecendo, a Lua tornou-se “virtualmente um planeta morto, no qual a rotação quase cessou, após o nascimento do nosso Globo. A Lua é, sem dúvida, o satélite da Terra; mas isso não invalida a teoria de que ela deu tudo à Terra, exceto o seu cadáver. (…) E antes que esta [a Terra] chegue à sua Sétima Ronda, sua mãe, a Lua, ter-se-á dissolvido no ar sutil… ” (BLAVATSKY, 2000 – p 199-200). Nessa condição de cadáver, o simbolismo da Lua agrega numerosos atributos mórbidos. No final do século XIX, H.P. Blavatsky escreveu em A Doutrina Secreta:

“A Lua é hoje frio resíduo, a sombra arrastada pelo corpo novo para o qual se fez a transfusão de seus poderes e princípios de vida. Está agora condenada a seguir a Terra durante longos evos, atraindo-a e sendo por ela atraída. Incessantemente vampirizada por sua filha, vinga-se impregnando-a com a influência nefasta, invisível e venenosa que emana do lado oculto de sua natureza. Pois é um Corpo morto, e no entanto vive. As partículas de seu cadáver em decomposição estão cheias de vida ativa e destruidora, embora o corpo que elas anteriormente formavam esteja sem alma e sem vida. (…) Como os fantasmas e vampiros, a Lua é amiga dos feiticeiros e inimiga dos imprudentes.” (BLAVATSKY, 2000 – p 200).

É na Lua que os teósofos localizam a região de Kama-Loka ou o Mundo Sublunar, para onde migram os mortos e onde permanecem para expurgar, de sua essência espiritual, as impurezas do materialismo, dos erros e crimes terrenos e onde deverão despir-se de seu Kama-rupa, o corpo-alma etérico animal. (CABUS, 2003)

Esoterismo à parte, outra hipótese considera a possibilidade da Lua ser uma base para raças alienígenas. Em quase trinta anos foram enviadas seis missões espaciais à Lua; vinte astronautas estiveram lá. Para um futuro, não muito distante assim, já se comenta que a NASA e a Agência Espacial Russa têm projetos de exploração de minerais no solo lunar. Acredita-se que adiamento dessa proeza deve-se aos altos investimentos que envolvem esse tipo de operação.


David Scott, da missão Apollo XV, na Lua,
sobre a inclinação de Hadley Delta: OVINs no céu lunar.
FONTE DA IMAGEM: www.edicolaweb.net/nonsoloufo/f_uf012s.htm

Porém, há pesquisadores que duvidam da alegação de custo proibitivo para a hesitação das duas potências no que se refere à exploração econômica da Lua. Estão convencidos de que as altas cúpulas russas e norte-americanas temem o perigo de um encontro com extraterrestres possivelmente já estabelecidos na chamada “face oculta” do satélite. Recentemente foi anunciado o plano de uma nova expedição que deverá construir uma base de operações ali porém a maior parte dos trabalhos será feita por robôs. Pelo menos até 2018, os homens não voltarão a pisar em solo lunar.

A idéia de aliens na Lua pode soar como fantasiosa mas é inegável que as missões Apolo serviram para mostar que o conhecimento da ciência “oficial” sobre a Lua está longe de ser completo ou satisfatório. Há significativos fatos que permitem a suposição de que a Lua, em si mesma, não é um corpo celeste natural; pode ser uma “construção” de seres inteligentes, uma gigantesca base de operações criada por extraterrestres.

Informações pouco divulgadas sobre a Missão Apolo XI, liderada por Amstrong, fornecem o suporte de credibilidade para essa espantosa teoria. Diálogos entre o astronauta e o controle da missão na Terra foram, aparentemente censurados para o grande público. Amstrong teria mencionado “luzes estranhas” e acrescentou: “Temos companhia” – neste ponto, oficiais da NASA interromperam a comunicação aberta e transferiram a transmissão para um canal fechado. Agora, parte desse diálogo está sendo divulgado. O astronauta continuou seu relato: “São enormes Sir… Oh, Deus, você não acredita! Eu estou dizendo a você que há outra espaçonave lá, em uma cratera distante. Eles estão na Lua e estão nos observando.” Dez anos depois da primeira missão Apolo XI, o oficial da NASA Christopher Kraft, que foi diretor da Agência em Houston revelou esse diálogo entre Amstrong e a base:

APOLLO XI: Aquelas coisas são gigantes… Não, não é uma ilusão de ótica. Ninguém vai acreditar nisso.
CONTROLE DA MISSÃO (HOUSTON CENTER): O quê? … Que diabo está acontecendo? O que há de errado com você?
APOLLO XI: Eles estão aqui…
CONTROLE DA MISSÃO: O quê está lá? Transmissão interrompida… interferência… Controle chamando Apollo XI.
APOLLO XI: Nós vimos alguns visitantes; eles estiveram observando os instrumentos.
CONTROLE DA MISSÃO: Repita sua última informação.
APOLLO XI: Eu disse que existem outras naves espaciais. Estão alinhados no outro lado da cratera.
CONTROLE DA MISSÃO: Repita, Repita!
APOLLO XI: …automatic relay conectado… Minhas mãos estão tremendo. Eu não consigo fazer nada. Filmo isso? Deus! Se essas câmeras malditas registrarem qualquer coisa… E então?
CONTROLE DA MISSÃO: Você conseguiu registrar alguma coisa?
APOLLO XI: Eu não tinha um filme (virgem) na mão… Fiz fotografias dos discos (naves) ou que quer que seja estão no filme.

A Missão Apollo XI não foi a única que reportou fatos espetaculares; se fosse assim, a “visão” de Amstrong poderia ser atribuída a algum efeito psicológico da experiência de estar no espaço ou a um fenômeno lunar deconhecido. Entretanto, muitos outros contatos entre a NASA e UFOs foram registrados, especialmente nos anos de 1990 quando, de acordo com William Kliner, a seguinte conversa aconteceu entre David Walker da missão Endeavour e a base de controle em terra:

WALKER: Deus! O quê é isso? Meu Deus, está vindo direto para nós…
NASA: O que foi?
WALKER: Não há saída! Deus! Volte… Mova-se!
NASA: Endeavour! Endeavour! O quê foi? Explique…
WALKER: O quê.. Onde nós estamos? Onde? Está vindo, está vindo… não… (INTERFERÊNCIA).. UFO, nave espacial, é imenso, inteligente, ali!
NASA: Endeavour, desligue.. Agora!

A gravação termina abruptamente com o que parece ser uma ordem oficial para Walker mudar a freqüência de rádio. Kliner acrescenta que … “a nave espacial era do tamanho de uma pequena cidade. Irradiava uma luz verde enquanto tentava se aproximar. Em dado momento do encontro, o UFO fez uma manobra ousada para evitar uma colisão.”

A Face Oculta da Lua

A Lua é único satélite de planeta do sistema solar que tem uma órbita quase que perfeitamente circular. Ao longo das Eras, a força gravitacional da Terra tem provocado retardamento na rotação lunar (movimento da lua em torno de seu próprio eixo) de modo que o período rotacional lunar emparelha-se, praticamente coincide com o período rotacional terreno. Isso significa que existe um hemisfério da Lua que nunca é visto da Terra; esse hemisfério é a chamada “face oculta” ou “the dark side of the moon” (o lado escuro da Lua).

Em teoria, este hemisfério poderia facilmente abrigar uma base alienígena porque além de não ser visível para os terráqueos ali, os sinais de rádio são bloqueados ou não podem ser rastreados pela tecnologia dos instrumentos captadores utilizados pelos humanos. Por causa dessa órbita, tão peculiar, especula-se que todo o satélite pode ser um engenho artificial instalado por uma raça de extraterrestres que vêm monitorando a vida na Terra desde o surgimento dos primeiros organismos unicelulares.

Outro fato estranho é que a Lua parece ser oca. Como satélite natural da Terra, a Lua sempre foi considerada como uma esfera homogênea que surge nos cosmos em tempo simultâneo ao surgimento da Terra. Entretanto, há vários indícios de que a Lua é mais velha.

As suposições de que o interior da Lua é oco começaram a ser levantadas antes da primeira visita dos astronautas ao satélite. Em 1962, o cientista da NASA dr. Gordon MacDonald, revendo as informações sobre a densidade da Terra e comparando com a densidade da Lua, muito inferior, concluiu que tal diferença somente seria justificada se a Lua fosse oca. A baixa densidade não era compatível com uma esfera homogênea. Idéia semelhante foi denfendida pelo dr. Harold Urey, detentor de um prêmio Nobel; ele sugere que a Lua contém uma cavidade. A mesma opinião foi endossada pelo dr. Sean C. Salomon, do MIT que declarou: “…a Lua pode ser oca.”

Carl Segan, em sua obra Inteligent Life in the Universe escreve: “Um satélite natural não pode ser um objeto oco. Se isso é verdade e a Lua for realmente oca significa que existe alguma coisa muito estranha sobre o nosso satélite”. A experiência das missões espaciais da NASA também sugerem que a Lua é oca.

Quando as equipes da Apollo XII e Apollo XIII lançaram módulos na superfície lunar, descobriram que o impacto havia provocado abalos sísmicos. O pouso da Apollo XII causou uma reverberação semelhante ao barulho de um sino que durou cerca de uma hora. O fenômeno se repetiu com a Apollo XIII, que produziu uma reverberação durante três horas e vinte minutos alcançando uma profundida de 25 milhas. A análise dessas informções leva à conclusão de que a Lua não possui subtância densa em seu interior; se a Lua é realmente artificial, ela deve ter sido “colocada” naquele lugar em algum momento da história da Terra.

A Era Pré-Lunar

Textos antigos, encontrados na Europa e na América do Sul, falam de povos que viveram na Terra em um tempo em a Lua não existia. Na Grécia, esse tempo é denominado “Procelene” ou seja, “Antes da Lua”. Na América do Sul, símbolos descobertos na parede do Pátio de Kalasasaya, próximo à cidade de Tiahuanaco (Bolívia), registram a primeira aparição da Lua há 12 mil anos atrás. O surgimento do “novo” astro teria causado um grande desequilíbrio geológico provocando terremotos, inundações e mudanças climáticas. da legendária Atlântida e os cataclismos teriam causado a destruíção da mítica civilização. A idéia de um mundo sem Lua sobrevive na tradição oral dos nativos de Bogotá e a leste das cordilheiras da Colômbia porém as contradições tornam confusa essa história: em época mais recuada, há 23 mil anos, no Paleolítico, o conhecimento das fases da Lua já existia.

Selenitas: ink wash | de George Méliès – 1932. IN ARTNET

Folclore Ufológico

Sobre a presença de alienígenas naLua os folclore ufológico tem sua própria versão dos fatos: uma raça de reptilianos viajando pelo espaço à bordo de um planetóide chegou nas proximidades da Terra. Esse planetóide foi “plantado” na órbita terrestre há milhares ou talvez milhões de anos atrás. Começou, então, o movimento migratório dos alienígenas que, aos poucos se instalaram completamente Terra. A “nave-planetóide” foi abandonada e hoje é conhecido como Lua!

Estranha Luz

Em matéria recente o periódico russo Pravda fala da possibilidade da Lua ser habitada. No começo do século XV, muitos estudiosos observaram um brilho inexplicável na superfície lunar. É uma luminosidade especialmente notável durante os eclipses. As vezes aparece como raios bem distintos; outras vezes, crateras inteiras parecem estar iluminadas ao longe. Por muito tempo a causa desta anomalia não podia ser explicada porém, nos últimos tempos essa luz pôde ser fotografada. A primeira dessas fotografias foi obtida em 1988. Em 31 de agosto (2006), cientistas americanos tiveram, mais uma vez, a chance de observar o fenômeno e vem ganhando força a hipótese da presença de extraterrestres cujas bases, situadas na face obscura Lua, seriam a fonte da estranha luz que somente pode ser vista durante eclipses.

FONTES:

ANDERSON, IAN. Moon is a strange Thing. IN BEHIVE – UK – acessado em 01/09/2006.
BLAVATSKY, H. P. A Doutina Secreta – vol. I Cosmogênese. [Trad. Raymundo Mendes Sobral]
São Paulo: Pensamento, 2000.
CABUS, Ligia. Lilith: A Lua Negra – acessado em 02/09/2003
PRAVDA ENGLISH. Recent studies show that the Moon could be inhabited – publicado/acessado em 02/09/2006
THOTHWEB. Alien Bases: The Mystery of the Moon – publicado 31/03/2006/acessado em 01/09/2006

http://www.sobrenatural.org/materia/detalhar/4508/os_misterios_da_lua/

pesquisa – tradução & adaptação: Ligia Cabús (Mahajah!ck)