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18 de Maio – Dia Internacional dos Museus

sábado, 15 de maio de 2010

No dia 18 de maio, comemora-se o Dia Internacional dos Museus. A data, criada pelo Comitê Internacional de Museus – ICOM, tem por objetivo sensibilizar o público para importância dos museus na sociedade.

Na Inglaterra, situa-se o primeiro museu que se tem registro: o Ashmolean Museum, criado em 1683 a partir da doação da coleção de John Tradescant, feita por Elias Ashmole.

De acordo com os preceitos do ICOM, um museu deve ser uma instituição a serviço da sociedade e seu desenvolvimento, com propósitos de estudo, educação e prazer, comunicando e exibindo as evidências naturais do homem e do ambiente.

fonte: http://lproweb.procempa.com.br

Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Museu de Arte Moderna

doRio de Janeiro

Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro
MAM.jpg
Fundação 1948
Localização Rio de Janeiro
Tipo Artes
Diretor Luiz Schymura
Curador Reynaldo Roels Júnior
Website www.mamrio.org.br

O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM) é uma das mais importantes instituições culturais do Brasil. Localiza-se na cidade do Rio de Janeiro, no Parque do Flamengo , próximo ao Aeroporto Santos Dumont. Seu edifício-sede, a obra mais conhecida do arquiteto carioca Affonso Reidy, segue a orientação da arquitetura racionalista, destacando-se pelo emprego de estruturas vazadas e pela integração com o entorno.

Organização particular sem fins lucrativos, o museu foi inaugurado em 1948, por iniciativa de um grupo de empresários presidido por Raymundo Ottoni de Castro Maya. É fruto do contexto cultural e econômico que o Brasil vivenciou no segundo pós-guerra, em que se observou a diversificação dos equipamentos culturais deste país e a aquisição de um valioso patrimônio artístico.

Palco de diversos acontecimentos de grande relevância na vanguarda artística brasileira, o museu amealhou ao longo de sua história uma coleção de arte moderna altamente representativa – a maior parte, entretanto, perdida no trágico incêndio de 1978. Conserva hoje aproximadamente 11 mil objetos, grande parte proveniente da Coleção Gilberto Chateaubriand, doada em regime de comodato ao museu desde 1993.

História

Antecedentes

No Brasil, a década de 1940 foi um período marcado pela intensa participação da iniciativa privada no processo de criação de uma rede de equipamentos culturais de alto nível e pela consolidação do apreço pela estética modernista entre colecionadores e intelectuais em geral. O período de grande prosperidade que o Brasil experimentava, propiciado pelo avanço da industrialização, contrastava com a difícil situação financeira vivenciada pela Europa após o término da Segunda Gerra Mundial.

Em São Paulo, Assis Chateaubriand e Pietro Maria Bardi haviam desenvolvido um método que permitiria o financiamento privado para a aquisição de obras de grande relevância artística no então combalido mercado de arte internacional, fundando em 1947 o Museu de Arte de São Paulo – primeiro espaço museológico do país a atuar com perfil de centro cultural. No ano seguinte, Ciccillo Matarazzo funda o primeiro museu brasileiro exclusivamente voltado às mais recentes tendências artísticas de então, o Museu de Arte Moderna de São Paulo, inspirado nos moldes do Museu de Arte Moderna de Nova York e, como o MASP, propulsor do modelo de “museu vivo”, fundamentalmente estruturado em torno de um projeto de atuação didática.

O período do pós-guerra seria igualmente importante para a profusão do colecionismo privado, resultando, por exemplo, nos notáveis acervos amealhados pelas irmãs Ema e Eva Klabin e pelo empresário Raymundo Ottoni de Castro Maya, importante “adido cultural” da capital fluminense, dedicado, da mesma forma que Chateaubriand em São Paulo, a suprir importantes lacunas da cena artística do Rio de Janeiro, destacando-se a fundação, em 1943, da Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil.

Os primeiros anos

A princípio, o museu funcionou provisoriamente no Palácio da Cultura, transferindo-se, em 1958, para uma sede própria, as suas atuais instalações.

O seu valioso acervo conta com obras dos maiores artistas nacionais e estrangeiros.

O museu foi palco de diversos acontecimentos da vanguarda brasileira, tendo sediado as mostras Opinião 65, Opinião 66, Nova Objetividade (1967) e o Salão da Bússola (1969). Foi na mostra Nova Objetividade, de 1967, que Hélio Oiticica expôs a sua obra Tropicália, cujo nome deu origem ao Movimento Tropicalista.

No dia 8 de julho de 1978, um incêndio causado ou por um cigarro ou por uma falha elétrica, destruiu 90% de seu acervo, principalmente obras de Picasso (cabeça cubista e um Retrato de Dora Maar), Miró, Salvador Dalí, Max Ernst, René Magritte, Ivan Serpa, Manabu Mabe e muitos outros, além de todos os trabalhos presentes em uma grande retrospectiva de Joaquin Torres García.

Reformado, o prédio voltou a funcionar.

Em 1993, o museu recebeu a doação da coleção particular de Gilberto Chateaubriand, cerca de 4.000 obras, inclusive telas de Cândido Portinari, Tarsila do Amaral, Lasar Segall, Di Cavalcanti e gravuras de Oswaldo Goeldi, entre outras.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

fonte de pesquisa

http://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_de_Arte_Moderna_do_Rio_de_Janeiro

Visite cinco exposições a preços populares em museus paulistanos

sábado, 10 de outubro de 2009

Aproveite o sábado para visitar mostras de arte em museus da cidade de São Paulo. As exposições selecionadas pelo Guia da Folha Online são gratuitas ou têm preços bem em conta, e abrem neste fim de semana.

Formas de Humanidades no MAE
A exposição apresenta as coleções arqueológicas e etnográficas do museu em três setores: “Brasil Indígena”, “Africa: Culturas e Sociedades” e “Mediterrâneo e Médio-Oriente na Antiguidade”.
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João Bugalho
Um total de 35 acrílicas sobre tela, inspiradas nas poesias de Cristovam Pavi, compõem a individual de Bugalho.
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Pipilotti Rist 1
Mostra retrospectiva da artista suíça, com curadoria de Daniela Bousso. O Paço das Artes apresenta dez obras de diferentes períodos de sua produção e o MIS recebe somente um trabalho.
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Robert Polidori
Uma retrospectiva dos principais ensaios realizados desde os anos 1980 pelo fotógrafo está exposta. Registros de grandes desastres naturais ou sociais, que marcam a história contemporânea, pontuam a obra de Polidori.
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Vera Chaves Barcellos
Um panorama com 96 obras produzidas pela gaúcha Vera Chaves Barcellos, desde os anos 1960 até os dias de hoje, é apresentado em “Imagens em Migração”, no Masp.
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Informações sobre eventos gratuitos e populares podem ser consultadas no site Catraca Livre.

Fonte: http://guia.uol.com.br/exposicoes/ult10048u636256.shtml

Equipe Lee Telemensagem