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Diferenças entre a poesia, o poema e o soneto

sábado, 28 de novembro de 2015

Considerei este artigo, esclarecedor e de fácil compreensão.

Certas diferenças são de fato uma tênue interpretação.

Veja então como é simples as diferenças entre Poesia, Soneto e Poema.

Você gosta de ler? Se a sua resposta for sim, você deve saber que a nossa Literatura brasileira é riquíssima, com seus escritores e escritoras que representam as nossas letras aqui e no resto do mundo também. Se você também é um apaixonado por leitura, certamente vai gostar de conhecer as diferenças entre a poesia, o poema e o soneto. Vamos lá?

Muitas pessoas confundem o poema com a poesia, assim como não conhecem as características de um soneto. Entender as diferenças é importante até para que você possa apreciar melhor a arte das palavras. Observe:

Poesia: é um conceito mais amplo do que o poema e o soneto. Muitas pessoas acham que a poesia é um gênero textual, mas, na verdade, ela não está necessariamente relacionada à palavra escrita. Um belo quadro, por exemplo, pode estar repleto de poesia, assim como uma escultura, um filme, uma música e até mesmo uma bela paisagem, como o nascer ou o pôr do sol. Portanto, a poesia é uma definição mais abrangente e contempla diversas manifestações artísticas e formas de expressão.

Woman with a Parasol, ou Mulher com guarda-sol, do pintor francês Claude Monet, um dos mais célebres pintores impressionistas do mundo
Woman with a Parasol
, ou Mulher com guarda-sol, do pintor francês Claude Monet, um dos mais célebres pintores impressionistas do mundo

Poema: é um gênero textual que utiliza as palavras como matéria-prima, organizando-as em versos, estrofes ou prosa, ou seja, apresenta uma estrutura que permite defini-lo como gênero. A palavra poema é derivada do verbo grego poein, que significa “fazer, criar, compor”. No Brasil existem vários e várias poetas, entre eles o poeta Mario Quintana, cujo poema abaixo é um belo exemplo desse gênero encantador!

Canção do dia de sempre

Tão bom viver dia a dia…
A vida assim, jamais cansa…

Viver tão só de momentos
Como estas nuvens no céu…

E só ganhar, toda a vida,
Inexperiência… esperança…

E a rosa louca dos ventos
Presa à copa do chapéu.

Nunca dês um nome a um rio:
Sempre é outro rio a passar.

Nada jamais continua,
Tudo vai recomeçar!

E sem nenhuma lembrança
Das outras vezes perdidas,
Atiro a rosa do sonho
Nas tuas mãos distraídas…

Mario Quintana

Soneto: O soneto é um tipo de poema que possui forma fixa, ou seja, apresenta-se sempre com a mesma estrutura: quatro estrofes, sendo dois quartetos (quatro versos cada estrofe) e dois tercetos (três versos cada estrofe). Escrever um soneto é tarefa para os grandes poetas, mesmo porque, além da forma fixa, é preciso muito talento para construir todos os versos com dez sílabas poéticas, os chamados versos decassílabos. Leia abaixo o belo soneto de um de nossos maiores sonetistas brasileiros, o poetaVinicius de Moraes:

Soneto do Amor Total

Amo-te tanto, meu amor… não cante
O humano coração com mais verdade…
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade

Amo-te afim, de um calmo amor prestante,
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.

Amo-te como um bicho, simplesmente,
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.

E de te amar assim muito e amiúde,
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.

Vinicius de Moraes


Por Luana Castro
Graduada em Letras

Fonte: http://escolakids.uol.com.br/diferencas-entre-a-poesia-o-poema-e-o-soneto.htm

Cristo Redentor – A História – continuação

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Segundo o historiador Milton Teixeira, há controvérsias e essa história é negada por alguns, que dizem que o terceiro colocado do concurso, o arquiteto Morales de Losvis, já apresentava a imagem do Cristo com os braços abertos.

Definido o formato, partiu-se para o estudo de uma nova forma para o monumento, erguido acima de um pedestal de oito metros de altura. Estudos revelam que Silva Costa morou na Europa de 1924 a 1927, para participar de todos os detalhes dos estudos até sua concepção. O que o fascinava era que o Cristo, diferente de muitos outros monumentos, ganhava um destaque especial, por se posicionar acima da cidade, num ambiente sem disputa de atenções, sem desarmonia com as construções, justamente por não haver nada que impedisse ou dificultasse sua visualização.

Foi somente em 1924, com a maquete final, que Heitor Costa resolve ir à Europa buscar profissionais para fazer os traços finais externos e conhece Landowsky e Albert Caquot, responsável pelos cálculos estruturais que garantiram a estabilidade do Cristo com seus quase 30 metros de distância entre uma mão a outra “e uma capacidade para suportar até 200 quilômetros de vento” , como complementa Milton Teixeira, vento este que não existe na cidade do Rio de Janeiro.

Para atingir a perfeição da imagem de um Cristo Redentor, foi necessário adotar uma técnica de quadriculação, onde 163 pontos foram demarcados para auxiliar na precisão da obra. Com corpo ereto e braços abertos, iniciou-se a construção de um homem, um Deus, que abençoaria toda a cidade e assim receberia seus visitantes. A face, levemente voltada ara baixo e para a esquerda, também foi estrategicamente planejada para ser avistada da cidade e para dar à estátua a suavidade de quem protege e abençoa. Da mesma forma, a expressão de seu rosto, a túnica e o manto foram elaborados para dar ao Cristo um imponente respeito.

Muitos projetos e estudos foram realizados também para a escolha do material a ser utilizado. No projeto inicial constava a utilização de bronze, porém um episódio ocorrido na Rússia – na época da Revolução Bolchevique, em que o governo soviético mandou fundir todas as estátuas de santos, de construção metálica para reaproveitar o material – fez os idealizadores voltarem atrás. Para a estrutura foi decidido utilizar cimento armado, ao invés de armação metálica, e para o revestimento foi escolhido pedra-sabão, material muito resistente às variações climáticas.

A construção da estátua foi de tamanha ousadia, tanto por sua estatura, como por sua localização. Içar blocos de cimentos, ferros, ferramentas, equipamentos e água a 300 metros de altura, sem falar na locomoção de todo o material até o topo do morro, foi um trabalho de reconhecida dificuldade. As peças foram transportadas nos trens da Estrada de Ferro do Corcovado e montadas no alto do morro. Vale destacar que a estrada de ferro foi aberta graças a uma visita realizada em 1924, por Dom Pedro I, ao Corcovado (nome dado ao morro no século XVII pela semelhança a uma corcunda), que ao se vislumbrar com a vista de lá proporcionada, solicitou que fosse aberto um caminho ao cume, que deu início ao trajeto da estrada de ferro. Porém, somente em 1884 foi que Dom Pedro II concedeu aos engenheiros Francisco Pereira Passos e João Teixeira Soares, a permissão para a construção da estrada, cujo primeiro trecho, Cosme Velho – Paineiras, foi inaugurado em 1884 e o segundo, Paineiras – Corcovado, no ano de 1885, totalizando os 3800 metros de ferrovia.

Outra parte da história contada errada durante muito tempo é que o Cristo tenha sido feito na França e trazido ao Brasil. Segundo Izabel Noronha, o Cristo Redentor foi todo modelado no próprio Corcovado. “A primeira maquete feita em Paris apresente uma túnica rebuscada em torno do corpo e o Heitor não aprovou porque não teria como modelá-la no local”, explica. “Ao chegar na maquete final, esta conhecida, Heitor pede a Landowsky que faça outra maquete, de quatro metros de altura que foi toda recortada em blocos para servir de base para a planta, no tamanho original da estátua, a ser modulada no Rio. As únicas coisas que foram construídas na França foram os moldes da cabeça e das mãos, porém em gesso, em tamanho natural, que foram recortadas, trazidas ao Brasil e aqui reconstruídas em concreto armado”, complementa a cineasta.

Segundo Milton Teixeira, em 1925 é realizada a exposição de Art Déco, que prenuncia o modernismo, e a partir daí dá-se a remodelação da aparência do Cristo. “O interessante é que o Cristo é o primeiro monumento Art Déco do mundo, um estilo que preconizava o contraste entre as linhas verticais e horizontais e não há nada mais perfeito do que a estátua do Cristo Redentor.

Dita uma lenda, contada pelo historiador, que uma aluna de Paul Landowsky, chamada Margarida Lopes de Almeida, uma pianista, com longos dedos, tenha sido a inspiradora para o molde das mãos do Cristo. Embora a pianista tenha contado essa história durante toda a sua vida, na hora de morrer, ela negou. E a verdade nunca foi revelada.

Os engenheiros Pedro Vianna da Silva e Heitor Levy foram os encarregados pela construção das partes em concreto, que seriam levadas para montagem no alto do morro. Levy cedeu sua chácara em São Gonçalo (Niterói) para o trabalho. O engenheiro que era judeu, se converteu ao cristianismo logo em seguida. Outra curiosidade, embora não comprovada, é que seu envolvimento com a construção do Cristo foi tão grande, que Levy colocou o nome da família em um vidro e o misturou na massa de concreto, guardando-o na altura do coração da estátua.

Toda a montagem durou cinco anos, sendo finalizada em 1931. Primeiro foram montadas as estruturas de concreto armado, que davam forma à cruz, depois foram aplicadas às partes, constituindo a imagem da estátua. O monumento foi criando forma da cabeça para os pés. Depois de todo revestido de cimento, foi aplicada uma malha metálica coberta por pedra sabão.

Não há registro de quantas pessoas participaram da construção do Cristo, mas sabe-se que não morreu ninguém durante todo o período da obra.

INAUGURAÇÃO

É chegado o dia. Em 12 de outubro de 1931 finalmente é inaugurado o monumento do Cristo Redentor, que anos depois se consagrou como símbolo do turismo brasileiro. O mau tempo não possibilitou a entrada triunfal.

As luzes seriam acionadas em Roma (e não na cidade de Nápoles, como muitos livros informam), na Itália, pelo cientista italiano Guglielmo Marconi, através de sinal elétrico que seria captado por uma estação em Dorchester, na Inglaterra, e retransmitido por uma torre em Jacarepaguá, no Rio. No entanto, o mau tempo impossibilitou o contato e as luzes foram acionadas do local. Um contra-tempo que não apagou o brilho da festa.

Conforme Milton Teixeira, o monumento já estava pronto no ano de 1930, e seria inaugurado pelo presidente católico Washington Luís, também no dia 12 de outubro – data firmada pela igreja desde o início do projeto, por ser o dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. Porém, no dia 3 de outubro ocorreu a Revolução de Getúlio Vargas e o evento foi prorrogado.

A cerimônia de abertura contou com a presença de autoridades como o chefe do Governo Provisório, Getúlio Vargas e com a Bênção do cardeal Dom Sebastião Leme, cujas palavras definiam a importância do monumento para o catolicismo, mais precisamente para a retomada do poder da Igreja no Estado Republicano. No dia 21 de outubro, do mesmo ano, em substituição à Comissão Organizadora do Monumento, foi criada a Arquidiocese do Cristo Redentor, que seria responsável pela administração e conservação do monumento, sendo a mesma extinta no ano de 1960, quando a Mitra Arquiepiscopal do Rio de Janeiro, assume as responsabilidades.

Ainda na década de 1930, dois feitos ocorrem em relação ao monumento. Em 1932, a estátua ganhou uma iluminação definitiva em substituição à instalada na ocasião da inauguração. E, dois anos depois, a Ordem Arquidiocesana do Cristo Redentor recebeu da União, o domínio de 477m² de área situada no alto do Morro do Corcovado.

No ano de 1942, uma estrada de cimento foi construída para facilitar o acesso de automóvel ao Morro do Corcovado. Na mesma época foi retirado o mirante Chapéu do Sol, construído nos idos dos anos 1885, quando a estrada de ferro atingiu o topo do morro, de onde os turistas contemplavam o visual da cidade.

No ano de 1973, o conjunto paisagístico do monumento foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan), mas a escultura só conseguiu o feito em março de 2005. O anúncio ocorreu dia 10 de março do mesmo ano, no Paço Imperial, no Rio, quando 17 integrantes do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural aprovaram, por unanimidade, o tombamento do Cristo Redentor.

Em 1980, em virtude da visita do Papa João Paulo II ao Brasil, o monumento recebeu sua primeira reforma, sendo a segunda realizada dez anos depois, mesmo ano em que a estátua foi tombada pelo Município do Rio de Janeiro. Por estar localizada no Parque Nacional da Tijuca, que é uma unidade de conservação, o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), assume a responsabilidade de conservação, limpeza e vigilância da estátua do Cristo Redentor, cujo direito de imagem, no mesmo ano, foi fixado sob a exclusividade da Mitra Arquiepiscopal do Rio de Janeiro.

DE SÍMBOLO RELIGIOSO A SÍMBOLO TURÍSTICO

Numa parceria da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Arquidiocese, Fundação Roberto Marinho, Banco Real ABN AMRO e Ibama, teve-se início, no ano de 2000, o Projeto Cristo Redentor, cujas obras beneficiaram não só a estátua, que teve o manto recuperado, como também o complexo que ganhou nova iluminação e sinalização, devido ao aumento da visitação turística.

Com a nova reforma, finalizada em 2003 – quando completou 72 anos -, tendo também como parceiros o grupo Gerdau e Otis, um conjunto de obras modernizou e beneficiou o acesso dos turistas ao monumento. Antes, para se chegar aos pés da estátua, era necessário subir 220 degraus de escada, existentes até hoje. Porém, novos acessos foram implantados, inclusive para portadores de necessidades especiais. Ao desembarcar do Trem do Corcovado, três elevadores panorâmicos, com capacidade para 14 pessoas cada, conduzem os visitantes a um ponto intermediário, onde estão localizadas quatro escadas rolantes – duas em cada direção. Uma curiosidade é que, para oferecer maior comodidade e possibilitar aos visitantes deslumbrar o visual, as escadas foram postas na mão inglesa. A subida é feita pelo lado esquerdo, proporcionando ao visitante contemplar a paisagem da cidade, antes mesmo de se atingir o topo do mirante. Para descer, as escadas de acesso são as da direita, mais próximas da parede de pedra, o que diminui o desconforto de se descer olhando para baixo.

A preocupação com o meio ambiente e economia de energia foram fatores decisivos para a escolha também dos elevadores, cujos modelos dispensam a casa de máquinas e substituem cabos de aço por cintas que não utilizam lubrificantes.

À véspera de completar 72 anos, na noite do dia 11 de outubro de 2003, os olhos da cidade se voltaram para a imagem situada no topo do morro. Com iluminação em tons de azul, o Cristo Redentor reluzia sobre o Rio de Janeiro. A responsável pelo feito foi a artista plástica francesa, Agnès Winter (na ocasião com 43 anos), que se deslumbrou com a imagem do Cristo, aos dez anos de idade, quando recebeu um cartão-postal do Rio e, desde então, disse que faria algum trabalho na cidade. Agnès, além do projeto de iluminação, trouxe da França uma exposição denominada Cor Quo Vado (coração, onde vou) – Uma Homenagem Européia.

Aos 75 anos, o aniversário do monumento foi marcado por grandes eventos, dentro dor quais, uma missa realizada na capela Nossa Senhora de Aparecida, na base da estátua, marcando o início da disponibilização da igreja para realizações de casamento, batizados e ritos católicos, quando a mesma se tornou um santuário da igreja católica.
Para o início de 2008 serão feitas de obras de impermeabilização de proteção interna e externa da estrutura do corpo do Cristo, recolocação de parte do revestimento externo da cabeça e a troca do piso do patamar, sendo este realizado pela primeira vez, em toda a história do monumento.

UMA NOVA MARAVILHA

O dia sete de julho de 2007 já entrou para a história do Cristo Redentor. Numa festa realizada no Estádio da Luz, em Portugal, o monumento foi eleito como uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo, co mais de 100 milhões de votos por meio de Internet e telefone.

O monumento brasileiro foi o terceiro da noite a ser anunciado e competiu com mais 20 finalistas: as ruínas da Acrópole (Grécia); Alhambra (Espanha); Angkor (Camboja); Basílica de Santa Sofia (Turquia); Castelo de Neuschwanstein Füssen (Alemanha); Chichén Itzá (México); Coliseu (Itália); Estátua da Liberdade (EUA); Estátuas da Ilha de Páscoa (Chile); Grande Muralha (China); Kremlin de Moscou (Rússia); Ruínas de Machu Picchu (Peru); Opera House de Sydney (Austrália); Ruínas de Petra (Jordânia); Stonehenge (Reino Unido); Palácio Taj Mahal (Índia); Templo Kiyomizudera (Japão); Timbuktu (Mali); Torre Eiffel (França), e Pirâmides do Gizé (Egito), as únicas maravilhas que sobraram do Mundo Antigo.

A primeira parte da história foi resgatada e pode ser contada em sua versão oficial. Cabe a todos nós, brasileiros, fazer a nossa parte para que tudo isso não fique esquecido. “Cada vez mais percebo que essa pesquisa e o filme foram um resgate muito importante para minha família e para o Brasil. Eu gostaria que essa história não se perdesse de novo. A grande contribuição que vejo do trabalho é que a história já está bem contada, que os veículos já conseguem escrever a história real e, como o legado já existe, é fazer com que as pessoas conheçam a história verdadeira do Cristo Redentor”, almeja Bel Noronha.

AS MEDIDAS DA ESTÁTUA DO CRISTO REDENTOR

Localização – Cume do Morro do Corcovado, 710m acima do nível do mar
Visibilidade – 360°
Altura total do monumento – 38m
Altura da estátua – 30m
Altura do pedestal – 8m
Altura da cabeça – 3,75m
Comprimento da mão – 3,20m
Peso da estátua – 1,145 toneladas
Peso da cabeça – 30 toneladas
Peso de cada mão - 8 toneladas
Peso de cada braço – 57 toneladas
Distância entre os extremos – 30m

CURIOSIDADES

Mesmo com toda a grandiosidade do monumento, não há registros de morte em seu período de construção.

Durante a obra, o acesso à visitação ao Morro do Corcovado, não foi interrompido. A cada dois trens de transporte de passageiros, subia um, especialmente montado para o transporte das partes do Cristo.

Quando o Cristo ainda estava em obra, algumas senhoras subiam à estátua para beijar suas mãos.

O revestimento em pedra sabão foi aplicado pelas senhoras católicas. O revestimento é feito por pedaços em forma de triângulo, coladas em papelão para serem aplicadas à estátua.

O monumento era de cor verde e durante 50 anos, por não haver limpeza, ele assumiu a cor cinza.

Durante a inauguração, o Cardeal Dom Sebastião Leme faz um discurso contra Vargas, o qual não respondeu, fazendo um discurso neutro, sendo muito político.

O brasileiro que ligou a chave para iluminar o Cristo Redentor foi o soldado Gustavo Corsão, que posteriormente se tornou um escritor católico.

A iluminação do Cristo Redentor é mantida até os dias de hoje pela General Eletric (GE), sem custo, por isso ela detém o direito de imagem de uso nas lâmpadas.

A cabeça do Cristo é constituída de 50 pedaços. Em seu interior há 12 pavimentos, sendo no 11º, o coração.

Fonte: www.riotur.rj.gov.br