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8 de Setembro – Aniversário de Vitória (ES)

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

8 de Setembro

Ano de fundação

1551

Cidade-porto situada na Ilha de Vitória, Baía do Espírito Santo, Vitória é ligada à terra por uma ponte. Trata-se do centro comercial mais importante do Espírito Santo, exportando açúcar, café, madeira, arroz e mandioca, além de uma parte da carga de minérios oriundos de Minas Gerais e do Pará.

Vitória se divide em cidade Alta e Baixa: na primeira, se encontram os monumentos históricos e reservas de área verde; na segunda, o comércio, os portos e as praias.

As duas partes se ligam por escadarias.

Dia do Aniversário de Vitória

A história da cidade pode ser lida nas construções coloniais, nos seus antigos fortes e nas igrejas.

Dados gerais

Área territorial: 93 Km2

Economia: Exportação

História

Aniversário de Vitória

Vila Velha, capital da capitania do Espírito Santo, costumava ser alvo dos ataques de índios, franceses e holandeses e, por conta disso, os portugueses decidiram deslocar a capital. Escolheram então uma ilha perto do continente – ilha de Guanaaní para os índios – e a chamaram de Ilha de Vitória.

O nome é uma referência a uma batalha contra os índios Goitacazes, da qual os portugueses saíram vitoriosos.

Vitória foi construída nas partes altas da ilha, o que resultou em várias ruas estreitas e sinuosas. Já na parte de baixo, mais propensa a ataques, foram levantados diversos fortes à beira-mar, transformando o lugar numa praça-forte.

A partir de 1894 é que foi feita uma série de aterros nas partes baixas, num processo de modernização que mudou o formato da ilha.

Em 1914, surge o primeiro cais e a ponte que liga a ilha ao continente.

Mas é na década de 70 que o Porto de Vitória se torna um dos mais importantes do país, propiciando o crescimento da indústria. O porto, aliás, assim como o comércio e a indústria formam atualmente o perfil econômico de Vitória.

Além dos dois mais importantes portos do país – Tubarão e Vitória – grandes indústrias ali instaladas configuram a economia da capital do Espírito Santo.

Costumes locais

Aniversário de Vitória

Um dos pratos típicos do litoral do Espírito Santo é a moqueca, feita de peixes, camarão ou outros frutos do mar. E que fica ainda mais saboroso se for preparado e servido nas tradicionais panelas de barro – artesanato popular com mais de 300 anos.

Essas panelas, moldadas em argila pelas “paneleiras” capixabas, têm uma coloração preta depois que são queimadas com uma tinta do “Tamino”, arbusto de mangue.

Quem passar por Vitória e resolver comprar uma panela de bairro deve saber o que fazer antes de usá-la: primeiro, untá-la com duas colheres de sopa de óleo de cozinha, levá-la ao fogo e deixá-la queimar até o óleo acabar. Depois, deixar a panela esfriar e lavá-la.

Prontinho! Está no ponto para ser usada. Para fazer, de preferência, uma moqueca, é claro.

Fonte: www.ibge.gov.br

Dia do Aniversário de Vitória

8 de Setembro

Nova ponte da passagem

Aniversário de Vitória

Novo cartão postal de Vitória, a nova ponte ganha o nome de Governador Carlos Fernando Monteiro Lindenberg. Possui 55m de altura e 270m de extensão. Os 32 cabos de aço sustentam dois tabuleiros suspensos a 8m do espelho d’água para viabilizar no futuro a passagem de embarcações pelo canal da Passagem.

Moqueca e torta capixabas

Aniversário de Vitória

Peixes, camarões e siris, preparados em panelas de barro, formam a base da moqueca e da torta capixabas, as principais referências gastronômicas de Vitória. Mas a cidade ainda oferece aos visitantes a chance de navegar por enorme variedade de temperos e sabores, como o colorau e o caranguejo. São dezenas de restaurantes que oferecem as delícias.

Palácio Anchieta

Aniversário de Vitória

A construção iniciada ainda no século XVI pelos jesuítas, conhecida hoje como Palácio Anchieta, é resultado de inúmeras modificações feitas na igreja de São Tiago e no Colégio dos Jesuítas. Guarda o túmulo simbólico do padre José de Anchieta, que costumava percorrer a pé um trecho de aproximadamente 100 km entre Vitória e o município de Anchieta, ao sul do Estado. O palácio é utilizado como sede do governo do Estado do Espírito Santo desde o século XVIII, sendo uma das sedes de governo mais antigas do Brasil.

Terceira Ponte

Aniversário de Vitória

A Terceira Ponte foi a maior construção realizada no Espírito Santo. A ponte é a principal ligação entre Vitória, Vila Velha e o litoral sul do estado. Ao todo, são pouco mais de 3 km de extensão e 70 metros de altura.

Orla Praia do Canto e Ilha do Boi

Aniversário de Vitória

Sua baía de águas claras desvenda praias tranqüilas e acolhedoras, prontas para receber moradores e visitantes. E quando cai a noite, a alegria da cidade se revela em bares e casas noturnas cheias de charme.

Paneleiras de Goiabeiras

Aniversário de Vitória

A tradicional Panela de Barro, ideal para o preparo da moqueca capixaba, pode ser encontrada no bairro de Goiabeiras. A Associação conserva a tradição de mais de 400 anos da feitura das panelas, que passa de mãe para filha, utilizando o barro de batinga e a tintura de tanino, retirada dos manguezais de Vitória. Suas panelas possuem o Selo de Autenticidade das Panelas de Barro e vendidas no galpão da Associação.

Fonte: folhavitoria.com.br

http://www.portalsaofrancisco.com.br.com.br

Conheça o Paço São Cristóvão

sábado, 15 de maio de 2010

Após ser decretada a expulsão dos Jesuítas de Portugal e de seus domínios coloniais, através da carta régia de 4 de outubro de 1759, as terras da fazenda de São Cristóvão, do Engenho Velho e do Engenho Novo – como todas as propriedades jesuítas – foram subdivididas em grandes chácaras. Um dos lotes foi adquirido por Elias Antônio Lopes, em 1803, para a construção de uma casa grande, que passou a ser conhecida como “Chácara do Elias”.

Em 1808, com a vinda da família real portuguesa, foi criada a lei das aposentadorias para acolher os transmigrados. Os fidalgos da comitiva real escolheram as moradias já ocupadas e o juiz aposentado fazia as intimações transformando-as em propriedade real.
Elias Antônio Lopes, pela ambição de ser generosamente recompensado, apresentou sua casa grande a D. João VI, que aceitou o grandioso presente. A residência real, denominada Paço de São Cristóvão, passou a ser a preferida de D. João VI, que levou para sua companhia três de seus filhos: D. Miguel, D. Pedro I e D. Maria Tereza.

A partir de 1810, a residência passou por algumas reformas para ser transformada em aposentos reais e outras chácaras foram incorporadas ao terreno. No Paço de São Cristóvão, viveram D. João VI, D. Pedro I e D. Miguel e, posteriormente, as imperatrizes D. Leopoldina, D. Amélia e D. Teresa Cristina. Ali nasceram D. Pedro II, D. Maria da Glória e a Princesa Isabel. Homens ilustres como José Bonifácio de Andrada e Silva freqüentaram o Palácio e participaram da História do país.

O Palácio foi residência da Família real de 1808 a 1821; pertenceu à família imperial de 1822 a 1889; abrigou a primeira Assembléia Constituinte Republicana de 1889 a 1891 e é sede do Museu desde 1892.

O Paço de São Cristóvão foi tombado em 11 de maio de 1938, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN e atualmente abriga o Museu Nacional, uma das unidades da Universidade Federal do Rio de Janeiro, contribuindo para o ensino, a pesquisa e a extensão, em sua condição de instituição pioneira nas áreas das ciências naturais e antropológicas no Brasil.

fonte:

http://www.museunacional.ufrj.br/MuseuNacional/Principal/paco.htm


25 de Janeiro Aniversário da Cidade de São Paulo

sábado, 16 de janeiro de 2010

” A Terra da Garoa “
Aniversário – 25 de JANEIRO ( 1554 )

Cidade de São Paulo

SOBRE A CIDADE DE SÃO PAULO

Área da unidade territorial: 1.525 km2
Latitude do distrito sede do município: -23,5475°
Longitude do distrito sede do município: -46,63611°
Altitude: 760 m

Prefeito 2009/12: Gilberto Kassab – DEM 25

População de SÃO PAULO
(*) Estimativa Populacional
IBGE-2008: 10.990.249 hab.

Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica
e de Valorização dos Profissionais da Educação
FUNDEB-2008: R$ 1.448.585.706,66

Fundo de Participação dos Municípios
FPM-2008: R$ 105.039.458,50

BREVE HISTÓRIA DE SÃO PAULO

A fundação de São Paulo insere-se no processo de ocupação e exploração das terras americanas pelos portugueses, a partir do século XVI. Inicialmente, os colonizadores fundaram a Vila de Santo André da Borda do Campo (1553), constantemente ameaçada pelos povos indígenas da região. Nessa época, um grupo de padres da Companhia de Jesus, da qual faziam parte José de Anchieta e Manoel da Nóbrega, escalaram a serra do mar chegando ao planalto de Piratininga onde encontraram “ares frios e temperados como os de Espanha” e “uma terra mui sadia, fresca e de boas águas”. Do ponto de vista da segurança, a localização topográfica de São Paulo era perfeita: situava-se numa colina alta e plana, cercada por dois rios, o Tamanduateí e o Anhangabaú.

Nesse lugar, fundaram o Colégio dos Jesuítas em 25 de janeiro de 1554, data esperada pelo Padre Manoel da Nóbrega para homenagear o apóstolo São Paulo (data da conversão de Saulo de Tarso, às portas de Damasco), ao redor do qual iniciou-se a construção das primeiras casas de taipa que dariam origem ao povoado de São Paulo de Piratininga. O aniversário de São Paulo é comemorado no dia 25 de Janeiro.

Em 1560, o povoado ganhou foros de Vila e pelourinho mas a distância do litoral, o isolamento comercial e o solo inadequado ao cultivo de produtos de exportação, condenou a Vila a ocupar uma posição insignificante durante séculos na América Portuguesa.

Em 1681, São Paulo foi considerada cabeça da Capitania de São Paulo e, em 1711, a Vila foi elevada à categoria de Cidade. Apesar disso, até o século XVIII, São Paulo continuava como um quartel-general de onde partiam as “bandeiras”, expedições organizadas para apresar índios e procurar minerais preciosos nos sertões distantes. Ainda que não tenha contribuído para o crescimento econômico de São Paulo, a atividade bandeirante foi a responsável pelo devassamento e ampliação do território brasileiro a sul e a sudoeste, na proporção direta do extermínio das nações indígenas que opunham resistência a esse empreendimento.

A área urbana inicial, contudo, ampliou-se com a abertura de duas novas ruas, a Líbero Badaró e a Florêncio de Abreu. Em 1825, inaugurou-se o primeiro jardim público de São Paulo, o atual Jardim da Luz, iniciativa que indica uma preocupação urbanística com o aformoseamento da cidade.

No início do século XIX, com a independência do Brasil, São Paulo firmou-se como capital da província e sede de uma Academia de Direito, convertendo-se em importante núcleo de atividades intelectuais e políticas. Concorreram também para isso, a criação da Escola Normal, a impressão de jornais e livros e o incremento das atividades culturais.

No final do século, a cidade passou por profundas transformações econômicas e sociais decorrentes da expansão da lavoura cafeeira em várias regiões paulistas, da construção da estrada de ferro Santos-Jundiaí (1867) e do afluxo de imigrantes europeus. Para se ter uma idéia do crescimento vertiginoso da cidade na virada do século, basta observar que em 1895 a população de São Paulo era de 130 mil habitantes (dos quais 71 mil eram estrangeiros), chegando a 239.820 em 1900!). Nesse período, a área urbana se expandiu para além do perímetro do triângulo, surgiram as primeiras linhas de bondes, os reservatórios de água e a iluminação a gás.

As mais importantes realizações urbanísticas do final do século foram, de fato, a abertura da Avenida Paulista (1891) e a construção do Viaduto do Chá (1892), que promoveu a ligação do “centro velho” com a “cidade nova”, formada pela rua Barão de Itapetininga e adjacências. É importante lembrar, ainda, que logo a seguir (1901) foi construída a nova estação da São Paulo Railway, a notável Estação da Luz.

O século XX, em suas manifestações econômicas, culturais e artísticas, passa a ser sinônimo de progresso. A riqueza proporcionada pelo café espelha-se na São Paulo “moderna”, até então acanhada e tristonha capital.

Trens, bondes, eletricidade, telefone, automóvel, velocidade, a cidade cresce, agiganta-se e recebe muitos melhoramentos urbanos como calçamento, praças, viadutos, parques e os primeiros arranha-céus.

Em 1911, a cidade ganhou seu Teatro Municipal, obra do arquiteto Ramos de Azevedo, celebrizado como sede de espetáculos operísticos, tidos como entretenimento elegante da elite paulistana.

Na década de 20, a industrialização ganha novo impulso, a cidade cresce (em 1920, São Paulo tinha 580 mil habitantes) e o café sofre mais uma grande crise. No entanto, a elite paulistana, num clima de incertezas mas de muito otimismo, frequenta os salões de dança, assiste às corridas de automóvel, às partidas de foot-ball, às demonstrações malabarísticas de aeroplanos, vai aos bailes de máscaras e participa de alegres corsos nas avenidas principais da cidade. Nesse ambiente, surge o irrequieto movimento modernista. Em 1922, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Luís Aranha, entre outros intelectuais e artistas, iniciam um movimento cultural que assimilava as técnicas artísticas modernas internacionais, apresentado na célebre Semana de Arte Moderna, no Teatro Municipal.

Na década de 30, a cidade presenciou uma realização urbanística notável, que testemunhava o seu processo de “verticalização”: a inauguração, em 1934, do Edifício Martinelli, maior arranha-céu de São Paulo, à época, com 26 andares e 105 metros de altura !

Em 1954, São Paulo comemorou o centenário de sua fundação com diversos eventos, inclusive a inauguração do Parque Ibirapuera, principal área verde da cidade, que passou a abrigar edifícios diversos projetados pelo arquiteto Oscar Niemeyer.

Nos anos 50, inicia-se o fenômeno de “desconcentração” do parque industrial de São Paulo que começou a se transferir para outros municípios da Região Metropolitana (ABCD, Osasco, Guarulhos, Santo Amaro) e do interior do Estado (Campinas, São José dos Campos, Sorocaba). Esse declínio gradual da indústria paulistana insere-se num processo de “terciarização” do Município, acentuado a partir da década de 70.

A população da metrópole paulistana cresceu na última década, de cerca de 10 para 16 milhões de habitantes. Esse crescimento populacional veio acompanhado do agravamento das questões sociais e urbanas (desemprego, transporte coletivo, habitação, problemas ambientais …) que nos desafiam como “uma boca de mil dentes”. No entanto, como dizia o grande poeta da cidade, Mário de Andrade: “Lá fora o corpo de São Paulo escorre vida ao guampasso dos arranhacéus”.

O Aniversário de São Paulo se comemora em 25 de Janeiro.

Fonte:PMSÃOPAULO

http://www.nossosaopaulo.com.br/Reg_13/Reg13_SaoPaulo.htm