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História dos Ciganos

quinta-feira, 9 de junho de 2011

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Os Ciganos pertencem a uma raça unida, com costumes e hábitos pouco comuns.

Na Europa apresentam um único idioma, com pequenas variações, devido a assimilação de certos caracteres próprios da região em que vivem.

É um povo peculiar, não somente quanto ao idioma, mas também quanto as características físicas. São na maioria altos, de pele bronzeada, dentes alvos, olhos grandes e negros, cabelos negros e enrolados.

Encontram-se concentrados, em particular na Europa na parte Ocidental da Ásia da África, apesar de estarem espalhados por todo o mundo.

Tendo surgido na Europa, atualmente são mais numerosos na Hungria, Romênia, Turquia, Espanha, Inglaterra, França, Alemanha, Itália e alguns grupos com seus clãs no Brasil.

Por praticarem quiromancia, foram excomungados pelo Papa Martinho V e expulsos da região.

Sua religião é singular, possuem uma crença regional misturada com velhas crendices, comuns a várias regiões da Europa. Povo que pelos seus mistérios, pela beleza de suas roupas e costumes, sempre foi alvo de nossa curiosidade.

As cores para o Povo Cigano têm um significado muito especial e cada uma tem seu valor próprio, primando sempre pelas cores vivas que emanam maior vibração.

Os Ciganos não simpatizam com a cor preta e a usam o mínimo possível, salvo se for de fundo ou que não ocupe lugar de destaque.

As Ciganas mantêm os pés sempre descalços, em contato direto com a terra, para assim se destituírem de qualquer possível energia negativa e absorvem a energia positiva e a bem-aventurança da mãe terra, de quem são filhas.

O Povo Cigano é assim, fascinante. É um povo que não conhece fronteiras e são chamados “ filhos do vento “, são o “ Povo das Estrelas “.

Há milênios eles vem cumprindo sua missão na terra, respeitando e reverenciando a mãe natureza, trocando e passando conhecimento do seu mundo mágico e encantador.

Imaginem no passado a vida dos Ciganos… as estradas precárias por onde transitavam com seus vurdóns, sujeitos as condições climáticas, o comboio enfrentava a tormenta da chuva e do frio, as carroças tombadas pela fúria dos ventos, ou as rodas ficavam atoladas na lama. Durante a calmaria, tudo era festa. O Povo Cigano, ao redor da fogueira cantando e dançando, ao dançar os ciganos expressam sentimentos de alegria, poesia, romantismo e felicidade.

DANÇA CIGANA

Os Ciganos adoram dançar, a dança nasce com eles no momento em que abrem os olhos para enfrentar a vida. Dançam ritmos e sons tradicionais, produzidos pelas guitarras, violinos, violões, acordeões, címbaios, castanholas, pandeiros, palmas das mãos e batidas nos pés, que aprendem desde cedo com parentes e amigos nas festas dos acampamentos. Quando dançam o fazem com a alma, com o coração, a dança é uma alegria contagiante e uma vivacidade única.

Normalmente, procuravam acampar próximo aos rios, de onde podiam colher água potável para cozinhar, beber, tomar banho, lavar as roupas. Levam consigo a linguagem da natureza, a premonição, a mística de suas proximidades com os céus, com a lua, o sol e com a terra. O Povo Cigano por sua própria natureza, é um povo rico, cheio de felicidade e alegria.

São filhos da natureza e a chuva, o rio, o sol, a lua, as matas, o ar e a terra são parte integrante de suas vidas.

A liberdade é um dos tesouros mais significativos desse povo, possuem uma espiritualidade inesgotável aliada ao respeito aos seus costumes.

A devoção à Santa Sara Kali é o aspecto mais importante e Universal da religiosidade cigana. Todo Cigano tem em sua casa uma imagem de Sara Kali, para pedir proteção. A ela oferecem frutas, flores, incensos, velas e fazem muitas orações. Em, Saintes Maries da la Mer no sul da França, a padroeira universal do Povo Cigano é festejada no dia 24 de maio.

fonte: http://www.ciganaluna.com.br

31 de Outubro, DIA DAS BRUXAS

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Halloween ou Dia das Bruxas é uma festa típica da Inglaterra, Estados Unidos e Canadá que acontece tradicionalmente todos os anos, no dia 31 de outubro.

À noite, crianças e adolescentes, vestidos com fantasias de fantasmas, bruxas, múmias, drácula, duendes, gnomos, entre outras criaturas, e carregando abóboras iluminadas com velas, praticam o mesmo ritual: bater de porta em porta, pedindo doces aos moradores.

Aqui, a festa já entrou para o calendário, sendo promovida, principalmente, pelos cursos de língua inglesa.

    O Halloween foi criado pelo povo celta, que viveu nas Ilhas Britânicas cinco séculos antes de Cristo. Eles inventaram a festa para marcar o fim oficial do verão, o início do ano novo, o término da última colheita, a renovação das leis, retorno dos rebanhos e armazenamento das provisões para o inverno.

    A festa tinha vários nomes como Halloween, adaptada de “All Hallows Eve”, que significa véspera do Dia de Todos os Santos, comemorado em 1o de novembro.

    Para o povo druída, Samhain marcava o fim do verão com direito a um festival em sua homenagem, conhecido como Festival Druida de Samhain, comemorado em 31 de outubro.

    Segundo a lenda, as almas dos que morreram ao longo do ano voltavam para tomar os corpos dos vivos no ano que se iniciaria. Um dos rituais mais marcantes da festa eram as fogueiras acesas nas casas durante as comemorações. Os vivos que não queriam ser possuídos apagavam o fogo para que o local parecesse ser frio e indesejado, além de se vestirem com fantasias de criaturas assustadoras e desfilarem na vizinhança para afugentar os espíritos que vagavam.

    Além da bruxas e do gato preto, outro símbolo muito comum nas festas de Halloween é Jack O’Lantern, personagem de origem céltica, representado por uma abóbora com um rosto esculpido e uma vela iluminando seu interior.

    Uma lenda irlandesa diz que num certo dia 31 de outubro, um homem alcóolatra e agressivo chamado Jack bebeu demais e o Diabo descera à Terra para levar sua alma. Jack, então, pede a ele para deixá-lo viver, além de mais um copo. O Diabo cede mas Jack não tem dinheiro para pagar e implora para que ele se transforme em moeda. O Diabo concorda e minutos depois, Jack vê a moeda, guardando-a em sua carteira. Só que o fecho tem o formato de uma cruz, fazendo com que o Diabo suplique para sair. Jack, então, resolve propor um trato: libertar o Diabo e ficar vivo por mais um ano. O Diabo não tem como não aceitar e concede o pedido a Jack, que resolve mudar seus hábitos, passando a ser menos violento com sua família.

    No ano seguinte, exatamente no dia 31 de outubro, o Diabo volta e reclama por sua alma. Jack o convence a pegar uma maçã numa árvore próxima e sem que ele perceba, risca uma cruz no tronco com um canivete. O Diabo foge e promete só retornar dez anos depois. Mas Jack não aceita e diz que só irá libertá-lo se ele nunca mais aparecer. O Diabo concorda mais uma vez.

    Um ano se passa e Jack morre. Ao entrar no céu, é barrado, tendo que se dirigir ao inferno, onde sua entrada não é permitida pelo Diabo. Mesmo assim, ele fica com pena da alma de Jack e lhe oferece um pedaço de carvão que ele usa para iluminar um nabo esculpido em forma de lanterna. Ela vai iluminar os caminhos do espírito de Jack. Daí o nome Jack O’Lantern, uma alma errante vagando pelo mundo dos vivos

    http://www.ibge.gov.br

Resultado dos Jogos da Copa do mundo 2010

domingo, 13 de junho de 2010

12 de Junho de 2010

Encerrado

Coréia do Sul

2-0

Grécia

Encerrado

Argentina

1-0

Nigéria

Encerrado

Inglaterra

1-1

Estados Unidos


13 de Junho de 2010

Encerrado

Algeria

0-1

Eslovênia

Encerrado

Sérvia

0-1

Gana

Encerrado

Alemanha

4-0

Austrália

Internacionalização da Nossa Amazônia

sábado, 22 de maio de 2010

A ONU aprova invasão da Amazônia
Por Jornal do Commércio 20/06/2003 às 00:05

Se os Estados Unidos decidirem um dia invadir a Amazônia terão de imediato um respaldo da ONU, segundo alertou ontem na Câmara Municipal de Manaus o general-de-brigada Thaumaturgo Sotero Vaz.

Gabriel  Andrade
Gabriel Andrade

Se os Estados Unidos da América resolverem invadir e internacionalizar a Amazônia Brasileira, terão respaldo em resoluções da ONU (Organização das Nações Unidas) que admitem pelo menos três justificativas para a tomada da região: o narcotráfico, a destruição da floresta tropical e a proteção das comunidades indígenas. Para o general-de-brigada Thaumaturgo Sotero Vaz, que falou sobre o tema ontem na Câmara Municipal de Manaus, pretextos não faltarão aos norte-americanos, a menos que o governo brasileiro adote providências imediatas para ocupar e desenvolver a região.

Thaumaturgo, ex-comandante do CMA (Comando Militar da Amazônia) e estudioso dos problemas da região, disse que as pressões sobre o governo brasileiro pela internacionalização da Amazônia remontam ao ano de 1918, quando o presidente Epitácio Pessoa foi “peitado” pelo governo dos Estados Unidos para ceder a região.

O general receia que as recentes resoluções da ONU, que admite intervenção nos países envolvidos com terrorismo internacional, narcotráfico, imigração ilegal, destruição das florestas tropicais e ameaça às comunidades indígenas sejam usadas como pretextos para os EUA invadirem a Amazônia. Ele acrescentou que a região está enquadrada em pelo menos três desses itens já aprovados em resoluções na ONU – índios, floresta e narcotráfico.
De acordo com Thaumaturgo, o que antes era apenas uma questão geopolítica passou a ter aspectos econômicos.

Ele citou o caso do estanho e cassiterita de Rondônia e do Amazonas, cujas minas, quando foram ativadas, derrubaram os preços dos minérios no mercado mundial e obrigaram a Austrália, Inglaterra e França a fecharem quarenta minas até nas possessões africanas, porque não podiam concorrer com os minérios da Amazônia.

ERON: “FHC AUTORIZOU A INVASÃO”

A questão da internacionalização da Amazônia foi discutida ontem também na Assembléia Legislativa, onde o deputado Eron Bezerra (PC do B) acusou o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) de ter liberado a metade da região para eventuais invasões. De acordo com o parlamentar comunista, 60 milhões de hectares serão bloqueados e loteados por ONG’s internacionais. “Como não cabe mais a invasão militar pura e simples, como fizeram no Iraque, o esquema agora é o do bloqueio da região”, denunciou o político.

Bezerra lembrou que o Estado do Amazonas possui 1,5 milhão de quilômetros quadrados, o que significa 150 milhões de hectares, dos quais a metade está bloqueada pelas ONG’s internacionais por determinação de Fernando Henrique. O mais grave, citou o parlamentar, é que o Ministério do Meio Ambiente está sendo conivente com a situação. “Isso é lamentável e perigoso”, alertou.

DOMÍNIO SUTIL

Eron disse que nenhuma nação estrangeira tem, nesse momento, como fazer uso da força militar para invadir a Amazônia, porque o Brasil tem forte representação no sistema democrático mundial. Diante disso, a estratégia de dominação seria a sutileza do bloqueio, tomando aos poucos grandes áreas da região. “Há anos venho denunciando esse esquema e agora acredito que seja materializado com o único legado que o ex-presidente FHC deixou para os amazônidas”, protestou o parlamentar.

Eron Bezerra convocou os amazônidas e, principalmente, os amazonenses, a se unirem e lutarem na defesa da região amazônica, para que não seja invadida a partir do Amazonas.

Para ele, é preciso bloquear o Ministério do Meio Ambiente, não permitindo que o governo autorize o loteamento dos 60 milhões de hectares e a entrega da biodiversidade amazônica às potências estrangeiras.

fonte: http://www.midiaindependente.org/pt/red/2003/06/256730.shtml

18 de Maio – Dia Internacional dos Museus

sábado, 15 de maio de 2010

No dia 18 de maio, comemora-se o Dia Internacional dos Museus. A data, criada pelo Comitê Internacional de Museus – ICOM, tem por objetivo sensibilizar o público para importância dos museus na sociedade.

Na Inglaterra, situa-se o primeiro museu que se tem registro: o Ashmolean Museum, criado em 1683 a partir da doação da coleção de John Tradescant, feita por Elias Ashmole.

De acordo com os preceitos do ICOM, um museu deve ser uma instituição a serviço da sociedade e seu desenvolvimento, com propósitos de estudo, educação e prazer, comunicando e exibindo as evidências naturais do homem e do ambiente.

fonte: http://lproweb.procempa.com.br