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Cuidados com o Calor e o Sol

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Enfrente as altas temperaturas com muita água, refeições ligeiras e frequente lugares frescos.

Muita água
Quando transpiramos, perdemos muitos líquidos. Para não sofrer de desidratação, beba mais água, mesmo sem sede. Esta é, muitas vezes, inferior às necessidades hídricas do organismo. A água é a bebida por excelência, mas pode optar por sumos naturais, ricos em sais minerais, que perdemos com a transpiração. Para repor os níveis de sais minerais, pode acrescentar à água um pouco de sal ou açúcar ou recorrer às chamadas bebidas para desportistas, se não for diabético ou hipertenso.

Refeições ligeiras
Opte por refeições ligeiras e repartidas, ricas em fruta e legumes crus. As refeições muito pesadas demoram mais a digerir e exigem uma maior quantidade de sucos gástricos, subtraindo água ao organismo.

Locais frescos
Nas horas mais quentes do dia, mantenha a casa na penumbra. Feche estores ou reposteiros e use ventoinhas com a cabeça rotativa, para maior circulação de ar. Se tiver ar condicionado em casa, regule-o numa temperatura confortável, não demasiado fresca, para evitar grandes diferenças de temperatura. Refresque-se com água fria, molhando os pulsos, as têmporas e a nuca. Evite fazer cozinhados que precisem de estar muito tempo ao lume, no forno ou fogão. Se a sua casa for muito quente, procure refugiar-se em locais com ar condicionado nas horas mais quentes, como museus, centros comerciais e cinemas. Evite esforços físicos.

Evite a exposição solar
Nas horas de maior calor, não se exponha ao Sol. Se não puder evitar, use chapéu, óculos de sol e protector solar. Opte por roupas leves e largas.

Golpe de calor
A exposição excessiva ao Sol pode provocar uma subida repentina da temperatura corporal, ou golpe de calor, situação por vezes perigosa. Sinais de alarme: pele vermelha, quente e seca, pulso rápido e forte, dor de cabeça, tonturas, náuseas, confusão e perda de consciência.

Esgotamento devido ao calor
A perda excessiva de líquidos e de sais minerais pode levar à desidratação, especialmente grave nos idosos e nos hipertensos. Sinais de alarme: transpiração excessiva, palidez, cãibras, cansaço e fraqueza, dor de cabeça, náuseas e vómitos, pulso rápido, respiração rápida e superficial, desmaio.

Medidas de emergência
Perante os sinais de alarme, e se a situação não for grave, algumas medidas simples são suficientes para o restabelecimento. Procure um local fresco, descanse e tente baixar a temperatura corporal: beba água e aplique panos molhados localmente.

Ligue para o 112, perante situações mais graves ou se a vítima for vulnerável aos efeitos do calor (idosos, crianças pequenas, pessoas acamadas, com insuficiência cardíaca ou respiratória, diabetes, hipertensão ou com outras doenças crónicas). Enquanto espera pela ajuda médica, tente arrefecer o corpo. Se a pessoa tiver cãibras, dê-lhe sumos naturais ou bebidas com minerais (bebidas para desportistas). Caso a vítima tenha contracções corporais involuntárias, não se deve dar líquidos. Coloque algo na boca que a impeça de se morder.

http://www.deco.proteste.pt

Como funciona o horário de verão

domingo, 27 de dezembro de 2009

por Ana França

Todo ano, durante a primavera e o verão, os brasileiros das regiões sul, sudeste e centro-oeste precisam adiantar 1 hora os relógios

É o horário de verão, cujo objetivo principal é promover economia de energia elétrica através do aproveitamento da luz natural dos dias mais longos nesta época do ano.

A medida é mais eficiente nas regiões distantes da linha do equador, porque nestas regiões os dias se tornam mais longos, e as noites, mais curtas.

Já nas regiões próximas à linha do equador, os dias e as noites têm duração igual ao longo do ano, e a implantação do horário de verão nesses locais traz muito pouco ou nenhum proveito.

Dessa maneira, no Brasil, o horário de verão acontece apenas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. No Norte e Nordeste a medida não é aplicada.

E a programação da TV, como fica?
Nos estados brasileiros onde não vigora o horário de verão, o único impacto que as pessoas sentem é na programação das emissoras de televisão, que segue o horário oficial do Brasil adotado pelo Distrito Federal.

Um dos principais resultados esperados é diluir o horário de pico, evitando assim uma sobrecarga do sistema energético. Sem o horário de verão, o consumo maior de energia acontece por volta das 18h, coincidindo também com o consumo do comércio e da indústria. Com o adiantamento em uma hora, não há coinciência da entrada da iluminação, pois em sua grande maioria o comércio e a indústria reduzem o seu consumo a partir das 18h.

São Pedro, ajude-nos
O horário de verão 2007/2008 proporcionou uma economia de R$ 10 milhões, apenas um quarto dos R$ 40 milhões alcançados em anos anteriores.

A causa, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), foi o aumento do uso de termelétricas, devido ao baixo índice pluviométrico do período, que diminuiu o nível dos reservatórios das hidrelétricas, impedindo seu pleno uso.

Para exemplificar tudo isso, imagine o seguinte. Nas grandes cidades, as pessoas começam a chegar em casa por volta de 18 horas, ou seja, no início da noite. Chegando em casa a pessoa liga a luz elétrica interna. Nessa mesma hora, entra em operação a iluminação pública, placas de luminosos comerciais, etc. Além disso, as indústrias continuam trabalhando.
Com o horário de verão, as cargas de iluminacão pública e das residências passam a entrar após 19 horas, justamente quando o consumo industrial começa a cair. Com isso há a redução na carga nesse horário.

Na prática o horário de verão costuma gerar em média uma economia de energia da ordem de 1% e na demanda, no horário de pico, de 3,5 a 5%.

Apesar de parecer pouco, isso significa uma enorme economia. No horário de verão da temporada 2006/2007, por exemplo, houve uma economia de cerca de R$ 50 milhões de reais, com 4% na demanda de energia nos horários de pico e 0,5% durante todas às 24 horas dos dias.

Quanta economia!
A economia gerada pelo horário de verão equivale a 2 mil megawatts, o que equivale a produção de 3 turbinas de Itaipu ou ainda ao consumo de Brasília e Belo Horizonte juntas durante o horário de pico,
Fonte: www.agenciabrasil.gov.br

A implantação da medida também proporciona:

• diminuição dos riscos de restrição de carga no horário de ponta num eventual agravamento das condições dos reservatórios com conseqüente redução nas capacidades efetivas de geração por usinas;

• preservação do meio ambiente, evitando-se a poluição que seria produzida pela queima de combustível fóssil através da geração de energia elétrica de origem térmica;

• Melhoria da qualidade de vida da população, propiciada pelo maior aproveitamento da luz solar, obtendo mais tempo para o lazer e maior segurança ao entardecer.

fonte

Ana França.  “HowStuffWorks – Como funciona o horário de verão”.  Publicado em 11 de outubro de 2007  (atualizado em 19 de outubro de 2009) http://empresasefinancas.hsw.uol.com.br/horario-de-verao.htm (27 de dezembro de 2009)

Fique atento ao início do horário de verão

sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Adiante seu relógio em 1 hora - Equipe Lee Telelemensagem

Adiante seu relógio em 1 hora - Equipe Lee Telelemensagem

Rodoviárias e aeroportos têm esquema especial para passageiros.
Medida é válida no RS, SC, PR, SP, RJ, ES, MG, GO, MT, MS e DF.

O horário de verão este ano  começa à 0h de domingo, 18 de outubro, e vai até a 0h de 21 de fevereiro de 2010. Os relógios terão de ser adiantados em uma hora. A partir deste ano, a medida vigora em uma data fixa, conforme prevê decreto sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 A mudança de horário só vale para os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.

Adotado no Brasil desde o verão de 1932, o horário de verão busca o melhor aproveitamento da luz natural, adiantando-se os relógios em uma hora. A medida reduz o consumo de energia elétrica entre 18h e 20h. A ideia do horário de verão surgiu antes mesmo da luz elétrica.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1315822-5598,00.html