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Os Haitianos no Acre

sábado, 6 de abril de 2013

Em média chegam 200 haitianos por dia no interior do Acre.
Governo está preocupado com capacidade de assistência aos imigrantes

Nos últimos 15 dias,  1,7 mil haitianos cruzaram as fronteira entre Bolívia e Brasil e estão alojados na cidade de Brasiléia (AC). Em média, chegam 200 haitianos por dia na cidade. Ao todo são 1.550 homens, 150 mulheres e duas crianças que estão hospedados provisoriamente no Clube Social Brasiléia, de acordo com informações são do governo do Acre.

O grande número de imigrações preocupa o governo estadual. Segundo o secretário de Segurança Pública, Ildor Reni Graebner, embora o governo do estado tenha o cuidado de garantir assistência ao povo haitiano, essa capacidade de apoio pode estar próxima do limite. “Brasiléia não está conseguindo comportar tantos imigrantes”, disse.

Apesar da situação, ele garante que os imigrantes são pacíficos e o único problema foram alguns casos de embriaguez. Para evitar o problema, a Polícia Militar passou a fiscalizar os alojamentos à procura de bebidas. “Desde sexta-feira (5) a Polícia Militar começou a fazer visitas aos alojamentos duas vezes por dia para manter a ordem. Felizmente os haitianos são um povo pacífico e não causam muitos problemas”, explica.

A Polícia Federal afirmou que vai reforçar o atendimento para regularizar a documentação a partir de domingo (7) , para que durante a semana sejam atendidos diariamente 100 haitianos. Atualmente, apenas 10 haitianos são atendidos todos os dias.

O governador Tião Viana reforçou a liberação de recursos para compra de mais água mineral, colchões e duas barracas grandes, com capacidade para abrigar até 200 pessoas. Uma comissão de secretários ligados à Segurança Pública, Direitos Humanos e da Assistência Social foram à cidade e entrou em contato com o comando do 4º Batalhão de Infantaria e Selva (4º BIS) em busca de tendas para  minimizar a superlotação  do acampamento.

Brasiléia tem 21.398 habitantes, de acordo com o Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A imigração
O processo de imigração haitiana para o Brasil teve início pouco depois do terremoto, que há três anos matou mais de 250 mil pessoas e deixou 1,5 milhão de desabrigados. Por causa das condições precárias dos acampamentos, uma epidemia de cólera obrigou parte da população a buscar refúgio no Brasil.

fonte: http://www.noticiashoje.com.br/v/2527786/

Itamaraty já recebeu cerca de 500 pedidos de informações sobre brasileiros no Haiti

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Amanda Cieglinski
Repórter da Agência Brasil




Brasília – O Núcleo de Atendimento a Brasileiros no Exterior (NAB) do Itamaraty já recebeu cerca de 500 pedidos de informações sobre pessoas que estão no Haiti. De acordo com o embaixador Oto Agripino Maia, que está coordenando essas ações, a maior dificuldade é conseguir contato telefônico com o país, já que as linhas de comunicação estão danificadas.

“Dentro dos limites das comunicações e das dificuldades de entrar em contato com o Haiti, temos tido um certo êxito em localizar pessoas e tranquilizar famílias. Temos uma lista de cerca de 30 pessoas localizadas, tanto civis quanto militares”, afirmou o embaixador.

Segundo ele, a internet tem sido um importante meio para ajudar nesse trabalho. “Felizmente a internet e o email ainda estão oferecendo um canal de comunicação possível com o Haiti”, disse.

A equipe de atendimento foi reforçada e trabalha em parceria com o Ministério da Defesa no repasse de informações. Os telefones de atendimento do NAB são: (61) 3411-8803, 3411-8805, 3411-8808, 34-118817 e 8197-2284.

Edição: Tereza Barbosa

Fonte: http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2010/01/14/materia.2010-01-14.2728857662/view

Firjan lamenta morte de brasileiros no Haiti e oferece ajuda ao país

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil



Rio de Janeiro – Em nota encaminhada hoje (14) ao Comando do Exército, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) lamenta a morte de militares brasileiros no terremoto de terça-feira (12) em Porto Príncipe, capital do Haiti, e oferece ajuda ao país.

A Firjan expressa na nota especial pesar pela morte no terremoto da médica e sanitarista Zilda Arns, coordenadora internacional da Pastoral da Criança. “Justamente ela, defensora dos mais necessitados”, destaca o texto.

De acordo com a nota, o Fórum Empresarial de Defesa e Segurança da Firjan está à disposição do Exército “para ajudar naquilo que for necessário”.

Edição: Nádia Franco

Fonte: http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2010/01/14/materia.2010-01-14.7199239930/view

Ajuda humanitária acorre de todo o mundo para o Haiti

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Vejam que Reportagem Oportuna.
Muito importante.
Vou divulgar, inclusive o Link de ONG’S para que todos os nossos leitores possam encontrar meios de participar neste momento de muita comoção

Condições no terreno muito desfavoráveis à chegada de assistência internacional.

Governos e agências de assistência humanitária por todo o mundo estão a mobilizar-se prontamente para acorrer a ajudar as vítimas do violento terramoto que ontem varreu a capital haitiana, Port au Prince, que pode ter afectado até uns três milhões de pessoas.

Gus Ruelas/Reuters

Bombeiros de Los Angeles especialistas em acções de resgate prontos a partir para o Haiti

Recursos financeiros e equipas de socorro foram já mobilizados pelos Estados Unidos, França, Reino Unido e Canadá assim como por vários países da América Latina.

Prontamente o Presidente norte-americano, Barack Obama, comprometeu a sua Administração a uma total prontidão “para ajudar as pessoas do Haiti, mobilizando os esforços do Departamento de Estado e do Comando do Sul dos Estados Unidos. A agência estatal USAID está já a enviar para o terreno equipas de resposta a calamidades, compostas por mais de 72 pessoas e seis cães treinados para buscas, e a guarda costeira em Miami anunciou ter barcos e aviões em posições próximas do Haiti de forma a fazer “chegar a ajuda humanitária onde ela for precisa”.

Em Paris, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Bernard Kouchner expressou a “total solidariedade” do Governo francês e deu conta que o centro de crise estava já a trabalhar “para mobilizar e enviar sem demoras ajuda urgente para Port au Prince”. Os executivos do Canadá e Austrália, ambos, revelaram estar em contacto com os seus parceiros de confiança de assistência internacional com presença na região para aferir as necessidades humanitárias.

Do Reino Unido seguirá uma equipa para participar nos esforços de salvamento e recuperação, com o Governo britânico a dar-se “pronto a fornecer toda a ajuda humanitária que seja pedida”.

O mesmo compromisso de “alerta permanente e prontidão para responder aos pedidos de ajuda das autoridades haitiana” foi expresso pela Colômbia e Venezuela – este último país anunciou que enviará “nas próximas horas” uma força de ajuda humanitária de 50 pessoas, acompanhadas de alimentos e equipamento médico. O Panamá direccionará a sua assistência através do gabinete das Nações Unidas de Coordenação das questões Humanitárias e o Peru comprometeu-se com a ajuda para os esforços de socorro dos seus 205 capacetes azuis que se encontram no Haiti

Também o Banco Mundial – cujas instalações no Haiti ficaram destruídas no terramoto – está a planear enviar uma equipa para avaliar os danos e montar um plano de recuperação no país. E o Banco de Desenvolvimento Inter-Americano ofereceu já 200 mil dólares para ajuda de emergência, prioritariamente destinados a alimentos, água potável, medicamentos e abrigos temporários para as vítimas do terramoto.

Equipas de socorro da Cruz Vermelha vão ser enviadas de Genebra para ajudar os hospitais a lidarem com o elevado número de vítimas e o Programa Mundial Alimentar tem dois aviões prontos a descolar com ajuda alimentar de emergência.

Mas todos os Governos, agências e organizações de ajuda humanitária enfrentam neste momento a dificuldade de perceber a escala do desastre, dadas as poucas informações de que se dispõe. Ao que acresce a dificuldade de fazer chegar esta assistência ao território, com o aeroporto fechado e sem garantias que as pistas de Port au Prince ofereçam segurança às aterragens dos voos.

Pode fazer doações através destas instituições:

http://www.mercycorps.org

https://secure.savethechildren.org

https://american.redcross.org

http://www.worldvision.org

http://www.imcworldwide.org

Fonte: http://www.publico.clix.pt/Mundo/ajuda-humanitaria-acorre-de-todo-o-mundo-para-o-haiti_1417595#Comente