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História dos Ciganos

quinta-feira, 9 de junho de 2011

HistóriaCultura CiganaRomá

Os Ciganos pertencem a uma raça unida, com costumes e hábitos pouco comuns.

Na Europa apresentam um único idioma, com pequenas variações, devido a assimilação de certos caracteres próprios da região em que vivem.

É um povo peculiar, não somente quanto ao idioma, mas também quanto as características físicas. São na maioria altos, de pele bronzeada, dentes alvos, olhos grandes e negros, cabelos negros e enrolados.

Encontram-se concentrados, em particular na Europa na parte Ocidental da Ásia da África, apesar de estarem espalhados por todo o mundo.

Tendo surgido na Europa, atualmente são mais numerosos na Hungria, Romênia, Turquia, Espanha, Inglaterra, França, Alemanha, Itália e alguns grupos com seus clãs no Brasil.

Por praticarem quiromancia, foram excomungados pelo Papa Martinho V e expulsos da região.

Sua religião é singular, possuem uma crença regional misturada com velhas crendices, comuns a várias regiões da Europa. Povo que pelos seus mistérios, pela beleza de suas roupas e costumes, sempre foi alvo de nossa curiosidade.

As cores para o Povo Cigano têm um significado muito especial e cada uma tem seu valor próprio, primando sempre pelas cores vivas que emanam maior vibração.

Os Ciganos não simpatizam com a cor preta e a usam o mínimo possível, salvo se for de fundo ou que não ocupe lugar de destaque.

As Ciganas mantêm os pés sempre descalços, em contato direto com a terra, para assim se destituírem de qualquer possível energia negativa e absorvem a energia positiva e a bem-aventurança da mãe terra, de quem são filhas.

O Povo Cigano é assim, fascinante. É um povo que não conhece fronteiras e são chamados “ filhos do vento “, são o “ Povo das Estrelas “.

Há milênios eles vem cumprindo sua missão na terra, respeitando e reverenciando a mãe natureza, trocando e passando conhecimento do seu mundo mágico e encantador.

Imaginem no passado a vida dos Ciganos… as estradas precárias por onde transitavam com seus vurdóns, sujeitos as condições climáticas, o comboio enfrentava a tormenta da chuva e do frio, as carroças tombadas pela fúria dos ventos, ou as rodas ficavam atoladas na lama. Durante a calmaria, tudo era festa. O Povo Cigano, ao redor da fogueira cantando e dançando, ao dançar os ciganos expressam sentimentos de alegria, poesia, romantismo e felicidade.

DANÇA CIGANA

Os Ciganos adoram dançar, a dança nasce com eles no momento em que abrem os olhos para enfrentar a vida. Dançam ritmos e sons tradicionais, produzidos pelas guitarras, violinos, violões, acordeões, címbaios, castanholas, pandeiros, palmas das mãos e batidas nos pés, que aprendem desde cedo com parentes e amigos nas festas dos acampamentos. Quando dançam o fazem com a alma, com o coração, a dança é uma alegria contagiante e uma vivacidade única.

Normalmente, procuravam acampar próximo aos rios, de onde podiam colher água potável para cozinhar, beber, tomar banho, lavar as roupas. Levam consigo a linguagem da natureza, a premonição, a mística de suas proximidades com os céus, com a lua, o sol e com a terra. O Povo Cigano por sua própria natureza, é um povo rico, cheio de felicidade e alegria.

São filhos da natureza e a chuva, o rio, o sol, a lua, as matas, o ar e a terra são parte integrante de suas vidas.

A liberdade é um dos tesouros mais significativos desse povo, possuem uma espiritualidade inesgotável aliada ao respeito aos seus costumes.

A devoção à Santa Sara Kali é o aspecto mais importante e Universal da religiosidade cigana. Todo Cigano tem em sua casa uma imagem de Sara Kali, para pedir proteção. A ela oferecem frutas, flores, incensos, velas e fazem muitas orações. Em, Saintes Maries da la Mer no sul da França, a padroeira universal do Povo Cigano é festejada no dia 24 de maio.

fonte: http://www.ciganaluna.com.br

Cristo Redentor – A História – continuação

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Segundo o historiador Milton Teixeira, há controvérsias e essa história é negada por alguns, que dizem que o terceiro colocado do concurso, o arquiteto Morales de Losvis, já apresentava a imagem do Cristo com os braços abertos.

Definido o formato, partiu-se para o estudo de uma nova forma para o monumento, erguido acima de um pedestal de oito metros de altura. Estudos revelam que Silva Costa morou na Europa de 1924 a 1927, para participar de todos os detalhes dos estudos até sua concepção. O que o fascinava era que o Cristo, diferente de muitos outros monumentos, ganhava um destaque especial, por se posicionar acima da cidade, num ambiente sem disputa de atenções, sem desarmonia com as construções, justamente por não haver nada que impedisse ou dificultasse sua visualização.

Foi somente em 1924, com a maquete final, que Heitor Costa resolve ir à Europa buscar profissionais para fazer os traços finais externos e conhece Landowsky e Albert Caquot, responsável pelos cálculos estruturais que garantiram a estabilidade do Cristo com seus quase 30 metros de distância entre uma mão a outra “e uma capacidade para suportar até 200 quilômetros de vento” , como complementa Milton Teixeira, vento este que não existe na cidade do Rio de Janeiro.

Para atingir a perfeição da imagem de um Cristo Redentor, foi necessário adotar uma técnica de quadriculação, onde 163 pontos foram demarcados para auxiliar na precisão da obra. Com corpo ereto e braços abertos, iniciou-se a construção de um homem, um Deus, que abençoaria toda a cidade e assim receberia seus visitantes. A face, levemente voltada ara baixo e para a esquerda, também foi estrategicamente planejada para ser avistada da cidade e para dar à estátua a suavidade de quem protege e abençoa. Da mesma forma, a expressão de seu rosto, a túnica e o manto foram elaborados para dar ao Cristo um imponente respeito.

Muitos projetos e estudos foram realizados também para a escolha do material a ser utilizado. No projeto inicial constava a utilização de bronze, porém um episódio ocorrido na Rússia – na época da Revolução Bolchevique, em que o governo soviético mandou fundir todas as estátuas de santos, de construção metálica para reaproveitar o material – fez os idealizadores voltarem atrás. Para a estrutura foi decidido utilizar cimento armado, ao invés de armação metálica, e para o revestimento foi escolhido pedra-sabão, material muito resistente às variações climáticas.

A construção da estátua foi de tamanha ousadia, tanto por sua estatura, como por sua localização. Içar blocos de cimentos, ferros, ferramentas, equipamentos e água a 300 metros de altura, sem falar na locomoção de todo o material até o topo do morro, foi um trabalho de reconhecida dificuldade. As peças foram transportadas nos trens da Estrada de Ferro do Corcovado e montadas no alto do morro. Vale destacar que a estrada de ferro foi aberta graças a uma visita realizada em 1924, por Dom Pedro I, ao Corcovado (nome dado ao morro no século XVII pela semelhança a uma corcunda), que ao se vislumbrar com a vista de lá proporcionada, solicitou que fosse aberto um caminho ao cume, que deu início ao trajeto da estrada de ferro. Porém, somente em 1884 foi que Dom Pedro II concedeu aos engenheiros Francisco Pereira Passos e João Teixeira Soares, a permissão para a construção da estrada, cujo primeiro trecho, Cosme Velho – Paineiras, foi inaugurado em 1884 e o segundo, Paineiras – Corcovado, no ano de 1885, totalizando os 3800 metros de ferrovia.

Outra parte da história contada errada durante muito tempo é que o Cristo tenha sido feito na França e trazido ao Brasil. Segundo Izabel Noronha, o Cristo Redentor foi todo modelado no próprio Corcovado. “A primeira maquete feita em Paris apresente uma túnica rebuscada em torno do corpo e o Heitor não aprovou porque não teria como modelá-la no local”, explica. “Ao chegar na maquete final, esta conhecida, Heitor pede a Landowsky que faça outra maquete, de quatro metros de altura que foi toda recortada em blocos para servir de base para a planta, no tamanho original da estátua, a ser modulada no Rio. As únicas coisas que foram construídas na França foram os moldes da cabeça e das mãos, porém em gesso, em tamanho natural, que foram recortadas, trazidas ao Brasil e aqui reconstruídas em concreto armado”, complementa a cineasta.

Segundo Milton Teixeira, em 1925 é realizada a exposição de Art Déco, que prenuncia o modernismo, e a partir daí dá-se a remodelação da aparência do Cristo. “O interessante é que o Cristo é o primeiro monumento Art Déco do mundo, um estilo que preconizava o contraste entre as linhas verticais e horizontais e não há nada mais perfeito do que a estátua do Cristo Redentor.

Dita uma lenda, contada pelo historiador, que uma aluna de Paul Landowsky, chamada Margarida Lopes de Almeida, uma pianista, com longos dedos, tenha sido a inspiradora para o molde das mãos do Cristo. Embora a pianista tenha contado essa história durante toda a sua vida, na hora de morrer, ela negou. E a verdade nunca foi revelada.

Os engenheiros Pedro Vianna da Silva e Heitor Levy foram os encarregados pela construção das partes em concreto, que seriam levadas para montagem no alto do morro. Levy cedeu sua chácara em São Gonçalo (Niterói) para o trabalho. O engenheiro que era judeu, se converteu ao cristianismo logo em seguida. Outra curiosidade, embora não comprovada, é que seu envolvimento com a construção do Cristo foi tão grande, que Levy colocou o nome da família em um vidro e o misturou na massa de concreto, guardando-o na altura do coração da estátua.

Toda a montagem durou cinco anos, sendo finalizada em 1931. Primeiro foram montadas as estruturas de concreto armado, que davam forma à cruz, depois foram aplicadas às partes, constituindo a imagem da estátua. O monumento foi criando forma da cabeça para os pés. Depois de todo revestido de cimento, foi aplicada uma malha metálica coberta por pedra sabão.

Não há registro de quantas pessoas participaram da construção do Cristo, mas sabe-se que não morreu ninguém durante todo o período da obra.

INAUGURAÇÃO

É chegado o dia. Em 12 de outubro de 1931 finalmente é inaugurado o monumento do Cristo Redentor, que anos depois se consagrou como símbolo do turismo brasileiro. O mau tempo não possibilitou a entrada triunfal.

As luzes seriam acionadas em Roma (e não na cidade de Nápoles, como muitos livros informam), na Itália, pelo cientista italiano Guglielmo Marconi, através de sinal elétrico que seria captado por uma estação em Dorchester, na Inglaterra, e retransmitido por uma torre em Jacarepaguá, no Rio. No entanto, o mau tempo impossibilitou o contato e as luzes foram acionadas do local. Um contra-tempo que não apagou o brilho da festa.

Conforme Milton Teixeira, o monumento já estava pronto no ano de 1930, e seria inaugurado pelo presidente católico Washington Luís, também no dia 12 de outubro – data firmada pela igreja desde o início do projeto, por ser o dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. Porém, no dia 3 de outubro ocorreu a Revolução de Getúlio Vargas e o evento foi prorrogado.

A cerimônia de abertura contou com a presença de autoridades como o chefe do Governo Provisório, Getúlio Vargas e com a Bênção do cardeal Dom Sebastião Leme, cujas palavras definiam a importância do monumento para o catolicismo, mais precisamente para a retomada do poder da Igreja no Estado Republicano. No dia 21 de outubro, do mesmo ano, em substituição à Comissão Organizadora do Monumento, foi criada a Arquidiocese do Cristo Redentor, que seria responsável pela administração e conservação do monumento, sendo a mesma extinta no ano de 1960, quando a Mitra Arquiepiscopal do Rio de Janeiro, assume as responsabilidades.

Ainda na década de 1930, dois feitos ocorrem em relação ao monumento. Em 1932, a estátua ganhou uma iluminação definitiva em substituição à instalada na ocasião da inauguração. E, dois anos depois, a Ordem Arquidiocesana do Cristo Redentor recebeu da União, o domínio de 477m² de área situada no alto do Morro do Corcovado.

No ano de 1942, uma estrada de cimento foi construída para facilitar o acesso de automóvel ao Morro do Corcovado. Na mesma época foi retirado o mirante Chapéu do Sol, construído nos idos dos anos 1885, quando a estrada de ferro atingiu o topo do morro, de onde os turistas contemplavam o visual da cidade.

No ano de 1973, o conjunto paisagístico do monumento foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan), mas a escultura só conseguiu o feito em março de 2005. O anúncio ocorreu dia 10 de março do mesmo ano, no Paço Imperial, no Rio, quando 17 integrantes do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural aprovaram, por unanimidade, o tombamento do Cristo Redentor.

Em 1980, em virtude da visita do Papa João Paulo II ao Brasil, o monumento recebeu sua primeira reforma, sendo a segunda realizada dez anos depois, mesmo ano em que a estátua foi tombada pelo Município do Rio de Janeiro. Por estar localizada no Parque Nacional da Tijuca, que é uma unidade de conservação, o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), assume a responsabilidade de conservação, limpeza e vigilância da estátua do Cristo Redentor, cujo direito de imagem, no mesmo ano, foi fixado sob a exclusividade da Mitra Arquiepiscopal do Rio de Janeiro.

DE SÍMBOLO RELIGIOSO A SÍMBOLO TURÍSTICO

Numa parceria da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Arquidiocese, Fundação Roberto Marinho, Banco Real ABN AMRO e Ibama, teve-se início, no ano de 2000, o Projeto Cristo Redentor, cujas obras beneficiaram não só a estátua, que teve o manto recuperado, como também o complexo que ganhou nova iluminação e sinalização, devido ao aumento da visitação turística.

Com a nova reforma, finalizada em 2003 – quando completou 72 anos -, tendo também como parceiros o grupo Gerdau e Otis, um conjunto de obras modernizou e beneficiou o acesso dos turistas ao monumento. Antes, para se chegar aos pés da estátua, era necessário subir 220 degraus de escada, existentes até hoje. Porém, novos acessos foram implantados, inclusive para portadores de necessidades especiais. Ao desembarcar do Trem do Corcovado, três elevadores panorâmicos, com capacidade para 14 pessoas cada, conduzem os visitantes a um ponto intermediário, onde estão localizadas quatro escadas rolantes – duas em cada direção. Uma curiosidade é que, para oferecer maior comodidade e possibilitar aos visitantes deslumbrar o visual, as escadas foram postas na mão inglesa. A subida é feita pelo lado esquerdo, proporcionando ao visitante contemplar a paisagem da cidade, antes mesmo de se atingir o topo do mirante. Para descer, as escadas de acesso são as da direita, mais próximas da parede de pedra, o que diminui o desconforto de se descer olhando para baixo.

A preocupação com o meio ambiente e economia de energia foram fatores decisivos para a escolha também dos elevadores, cujos modelos dispensam a casa de máquinas e substituem cabos de aço por cintas que não utilizam lubrificantes.

À véspera de completar 72 anos, na noite do dia 11 de outubro de 2003, os olhos da cidade se voltaram para a imagem situada no topo do morro. Com iluminação em tons de azul, o Cristo Redentor reluzia sobre o Rio de Janeiro. A responsável pelo feito foi a artista plástica francesa, Agnès Winter (na ocasião com 43 anos), que se deslumbrou com a imagem do Cristo, aos dez anos de idade, quando recebeu um cartão-postal do Rio e, desde então, disse que faria algum trabalho na cidade. Agnès, além do projeto de iluminação, trouxe da França uma exposição denominada Cor Quo Vado (coração, onde vou) – Uma Homenagem Européia.

Aos 75 anos, o aniversário do monumento foi marcado por grandes eventos, dentro dor quais, uma missa realizada na capela Nossa Senhora de Aparecida, na base da estátua, marcando o início da disponibilização da igreja para realizações de casamento, batizados e ritos católicos, quando a mesma se tornou um santuário da igreja católica.
Para o início de 2008 serão feitas de obras de impermeabilização de proteção interna e externa da estrutura do corpo do Cristo, recolocação de parte do revestimento externo da cabeça e a troca do piso do patamar, sendo este realizado pela primeira vez, em toda a história do monumento.

UMA NOVA MARAVILHA

O dia sete de julho de 2007 já entrou para a história do Cristo Redentor. Numa festa realizada no Estádio da Luz, em Portugal, o monumento foi eleito como uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo, co mais de 100 milhões de votos por meio de Internet e telefone.

O monumento brasileiro foi o terceiro da noite a ser anunciado e competiu com mais 20 finalistas: as ruínas da Acrópole (Grécia); Alhambra (Espanha); Angkor (Camboja); Basílica de Santa Sofia (Turquia); Castelo de Neuschwanstein Füssen (Alemanha); Chichén Itzá (México); Coliseu (Itália); Estátua da Liberdade (EUA); Estátuas da Ilha de Páscoa (Chile); Grande Muralha (China); Kremlin de Moscou (Rússia); Ruínas de Machu Picchu (Peru); Opera House de Sydney (Austrália); Ruínas de Petra (Jordânia); Stonehenge (Reino Unido); Palácio Taj Mahal (Índia); Templo Kiyomizudera (Japão); Timbuktu (Mali); Torre Eiffel (França), e Pirâmides do Gizé (Egito), as únicas maravilhas que sobraram do Mundo Antigo.

A primeira parte da história foi resgatada e pode ser contada em sua versão oficial. Cabe a todos nós, brasileiros, fazer a nossa parte para que tudo isso não fique esquecido. “Cada vez mais percebo que essa pesquisa e o filme foram um resgate muito importante para minha família e para o Brasil. Eu gostaria que essa história não se perdesse de novo. A grande contribuição que vejo do trabalho é que a história já está bem contada, que os veículos já conseguem escrever a história real e, como o legado já existe, é fazer com que as pessoas conheçam a história verdadeira do Cristo Redentor”, almeja Bel Noronha.

AS MEDIDAS DA ESTÁTUA DO CRISTO REDENTOR

Localização – Cume do Morro do Corcovado, 710m acima do nível do mar
Visibilidade – 360°
Altura total do monumento – 38m
Altura da estátua – 30m
Altura do pedestal – 8m
Altura da cabeça – 3,75m
Comprimento da mão – 3,20m
Peso da estátua – 1,145 toneladas
Peso da cabeça – 30 toneladas
Peso de cada mão - 8 toneladas
Peso de cada braço – 57 toneladas
Distância entre os extremos – 30m

CURIOSIDADES

Mesmo com toda a grandiosidade do monumento, não há registros de morte em seu período de construção.

Durante a obra, o acesso à visitação ao Morro do Corcovado, não foi interrompido. A cada dois trens de transporte de passageiros, subia um, especialmente montado para o transporte das partes do Cristo.

Quando o Cristo ainda estava em obra, algumas senhoras subiam à estátua para beijar suas mãos.

O revestimento em pedra sabão foi aplicado pelas senhoras católicas. O revestimento é feito por pedaços em forma de triângulo, coladas em papelão para serem aplicadas à estátua.

O monumento era de cor verde e durante 50 anos, por não haver limpeza, ele assumiu a cor cinza.

Durante a inauguração, o Cardeal Dom Sebastião Leme faz um discurso contra Vargas, o qual não respondeu, fazendo um discurso neutro, sendo muito político.

O brasileiro que ligou a chave para iluminar o Cristo Redentor foi o soldado Gustavo Corsão, que posteriormente se tornou um escritor católico.

A iluminação do Cristo Redentor é mantida até os dias de hoje pela General Eletric (GE), sem custo, por isso ela detém o direito de imagem de uso nas lâmpadas.

A cabeça do Cristo é constituída de 50 pedaços. Em seu interior há 12 pavimentos, sendo no 11º, o coração.

Fonte: www.riotur.rj.gov.br

Tabela da Copa do Mundo 2010 – Africa do Sul

domingo, 6 de junho de 2010

Copa do Mundo de 2010

Tabela, Grupos, Jogos , Datas, Horários e Times Classificados

A Copa do Mundo de 2010, sediada pela África do Sul, começa no dia 11 de Junho e termina dia 11 de Julho. Será a primeira Copa a ser realizada no continente africano.

copa mundo 2010 logo

Um total de 32 equipes conseguiram sua classificação após o longo processo de Eliminatórias.

Times classificados – seleções participantes da Copa do Mundo de 2010.

África
África do Sul
Camarões
Nigéria
Argélia
Gana
Costa do Marfim

Ásia
Austrália
Japão
Coréia do Norte
Coréia do Sul

Europa
Dinamarca
Suíça
Eslováquia
Alemanha
Espanha
Inglaterra
Sérvia
Itália
Holanda
Portugal
Grécia
Eslovênia
França
América do Norte, Central e Caribe
Estados Unidos
México
Honduras

América do Sul
Brasil
Chile
Paraguai
Argentina
Uruguai

Oceania
Nova Zelândia

Os grupos são definidos por sorteio.

Grupos da Copa do Mundo de 2010 e a lista completa de jogos com suas datas e horários (de Brasília).

PG: pontos ganhos – JD: jogos disputados – SG: saldo de gols

A Seleção PG JD SG
1 África do Sul 0 0 0
2 México 0 0 0
3 Uruguai 0 0 0
4 França 0 0 0
11/06 – 11:00 – África do Sul x México
11/06 – 15:30 – Uruguai x França
16/06 – 15:30 – África do Sul x Uruguai
17/11 – 15:30 – França x México
22/11 – 11:00 – México x Uruguai
22/11 – 11:00 – França x África do Sul
B Seleção PG JD SG
1 Argentina 0 0 0
2 Nigéria 0 0 0
3 Coréia do Sul 0 0 0
4 Grécia 0 0 0
12/06 – 11:00 – Argentina x Nigéria
12/06 – 08:30 – Coréia do Sul x Grécia
17/06 – 11:00 – Grécia x Nigéria
17/06 – 08:30 – Argentina x Coréia do Sul
22/06 – 15:30 – Nigéria x Coréia do Sul
22/06 – 15:30 – Grécia x Argentina

C Seleção PG JD SG
1 Inglaterra 0 0 0
2 Estados Unidos 0 0 0
3 Argélia 0 0 0
4 Eslovênia 0 0 0
12/06 – 15:30 – Inglaterra x Estados Unidos
13/06 – 08:30 – Argélia x Eslovênia
18/06 – 11:00 – Eslovênia x Estados Unidos
18/06 – 15:30 – Inglaterra x Argélia
23/06 – 11:00 – Eslovênia x Inglaterra
23/06 – 11:00 – Estados Unidos x Argélia
D Seleção PG JD SG
1 Alemanha 0 0 0
2 Austrália 0 0 0
3 Sérvia 0 0 0
4 Gana 0 0 0
13/06 – 15:30 – Alemanha x Austrália
13/06 – 11:00 – Sérvia x Gana
18/06 – 08:30 – Alemanha x Sérvia
19/06 – 11:00 – Gana x Austrália
23/06 – 15:30 – Gana x Alemanha
23/06 – 15:30 – Austrália x Sérvia

E Seleção PG JD SG
1 Holanda 0 0 0
2 Dinamarca 0 0 0
3 Japão 0 0 0
4 Camarões 0 0 0
14/06 – 08:30 – Holanda x Dinamarca
14/06 – 11:00 – Japão x Camarões
19/06 – 08:30 – Holanda x Japão
19/06 – 15:30 – Camarões x Dinamarca
24/06 – 15:30 – Dinamarca x Japão
24/06 – 15:30 – Camarões x Holanda
F Seleção PG JD SG
1 Itália 0 0 0
2 Paraguai 0 0 0
3 Nova Zelândia 0 0 0
4 Eslováquia 0 0 0
14/06 – 15:30 – Itália x Paraguai
15/06 – 08:30 – Nova Zelândia x Eslováquia
20/06 – 08:30 – Eslováquia x Paraguai
20/06 – 11:00 – Itália x Nova Zelândia
24/06 – 11:00 – Eslováquia x Itália
24/06 – 11:00 – Paraguai x Nova Zelândia

G Seleção PG JD SG
1 Brasil 0 0 0
2 Coréia do Norte 0 0 0
3 Costa do Marfim 0 0 0
4 Portugal 0 0 0
15/06 – 11:00 – Costa do Marfim x Portugal
15/06 – 15:30 – Brasil x Coréia do Norte
20/06 – 15:30 – Brasil x Costa do Marfim
21/06 – 08:30 – Portugal x Coréia do Norte
25/06 – 11:00 – Portugal x Brasil
25/06 – 11:00 – Coréia do Norte x Costa do Marfim
H Seleção PG JD SG
1 Espanha 0 0 0
2 Suíça 0 0 0
3 Honduras 0 0 0
4 Chile 0 0 0
16/06 – 08:30 – Honduras x Chile
16/06 – 11:00 – Espanha x Suíça
21/06 – 11:00 – Chile x Suíça
21/06 – 15:30 – Espanha x Honduras
25/06 – 15:30 – Chile x Espanha
25/06 – 15:30 – Suíça x Honduras

Fonte:http://jumentosfutebolclube.com

Cuidado ao viajar para outros países

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Existem diversas peculiaridades entre as culturas mundiais.
Informar-se e respeitar os costumes locais do seu destino turístico é a melhor maneira de evitar situações constrangedoras durante a viagem. A seguir, um resumo sobre dicas de comportamento que poderá ajudá-lo:


. Na Arábia Saudita, arrotar após as refeições é um sinal de boa educação e de que você ficou satisfeito.

. Na Itália, palitar os dentes após as refeições significa que gostou da comida.Mas na França e em muitos outros países é um ato de extrema grosseria;


. No Egito, sempre deixe um pouco de comida no prato, mesmo que você esteja com muita fome. Isso simboliza abundância, fartura e elogio ao anfitrião;


· Grande parte dos indianos e marroquinos tem o hábito de comer com as mãos.


. Na Bélgica, come-se com o garfo na mão esquerda, mesmo quem não é canhoto;


· Já em países árabes, a mão esquerda é considerada impura pois é destinada a higiene pessoal, portanto não receba ou ofereça documentos e cartões de visita com esta mão;


· Nos Estados Unidos, no Japão e em vários países da Europa, dar tapinhas nas costas durante um cumprimento é falta de educação. Um aperto de mãos já é suficiente;


· Em algumas tribos do Tibete, mostrar a língua um para outras pessoas, é um ato de cumprimento;


· Na China, atos de assoar nariz na rua ou cuspir são sinais de higiene, significa que está tirando algo sujo de dentro do corpo. E deixar de beber todo o conteúdo do cálice num brinde é sinal de grave ofensa;


· Em muitos países da Ásia e Oriente Médio, ao visitar os templos religiosos, deve-se vestir roupas com mangas e compridas, em alguns tirar os sapatos. Sendo proibido tirar fotos no seu interior e tocar imagens e estátuas;


· Nunca presenteie um japonês com relógios, eles simbolizam a morte. Também nunca coloque um cartão de visitas, que acabou de receber, no bolso ou escreva sobre ele, isso é sinal de grosseria. Portanto ao recebê-lo, segure-o na mão;


· No Oriente Médio, é proibido pelo Corão (livro sagrado), mulheres guiando automóveis. Também nunca mostre a sola dos sapatos ao cruzar as pernas, estará assim, insultando o seu anfitrião pois a sola é a parte mais baixa do corpo, portanto a mais suja. Por lá, é comum encontrar homens andando de mãos dadas como sinal de amizade e respeito entre eles;


· Na Rússia, nunca recuse um cálice de vodka, ou qualquer tipo de bebida.


. Na Irlanda, isso é imperdoável e considerado um gesto rude;


· Na Europa, é um hábito comum dividir a mesa com estranhos;


· Na Índia, encarar as pessoas nas ruas, é considerado uma forma de humilhação. Por lá, a vaca é um animal sagrado, o trânsito é sempre desviado caso uma delas resolva deitar-se na rua;


· Na Coréia do Sul, nunca converse com as mãos nos bolsos ou para trás. Isso é considerado um ato grosseiro;


Não se assuste com a culinária exótica:

· Na Mongólia, come-se carne de camelo cozida.


. Na Finlândia, rena ensopada ou frita.

. Na Tailândia, larvas, abelhas e grilos fritos são aperitivos.


. Já em Taiwan e Hong Kong, um dos pratos principais é a cobra frita.


. Na Coréia do Sul um prato de sopa de cachorro é considerado energético;


· No Paquistão, homens e mulheres comem separadamente;


· Na Indonésia, casais não devem se beijar em público.


Para quem quer saber mais, aí estão duas dicas de livros:
- “Guia Empresarial de Viagem” (Suzana Doblinski)
- “Como se Comportar Mundo Afora” (Suzana Doblinski) (TN).

fonte: http://www.aldatur.com.br


13 de Junho dia de Santo Antônio

quinta-feira, 20 de maio de 2010

ANTO NTÔNIO

APRESENTAÇÃO

Santo Antônio é conhecido como Santo de Lisboa (Portugal). Por ter nascido nessa cidade portuguesa, e também como o santo de Pádua, por ter morrido em Pádua (Itália).

Fiel imitador de Cristo, humilde, carismático e taumaturgo, foi um exímio pregador do Evangelho. Amante da pobreza e dos pobres, defendia os deserdados e explorados.

Discípulo de São Francisco, seu pai  espiritual, Antônio também amava a natureza e a solidão. Quando não era ouvido pelas pessoas, dirigia-se às aves e aos peixes.
Passava muitos dias em meditação e oração em lugares afastados, longe do barulho e da agitação das cidades.

Enquanto rezava em um desses eremitérios, recebeu a visita do Menino Jesus. Em razão dessa aparição, Santo Antônio é representado carregando o Menino Jesus nos braços.

O lírio que aparece nos braços ou nos pés, é o símbolo da pureza. A sua mensagem de fé e de amor para com Deus e a sua caridade para com os pobres continuam atuais.

Sal da terra e luz do mundo, Santo Antônio é tão procurado pelas pessoas que se tornou um dos santos mais populares do mundo.

Em sua companhia, procuremos reencontrar o verdadeiro sentido da nossa vida, a fé em Deus, o amor para com os mais pobres e uma esperança inabalável na Divina Providência.

Sejamos gratos a Deus por ter dado um padroeiro tão poderoso, a quem podemos recorrer em nossas necessidades, porque nunca se ouviu dizer que quem recorresse à sua intercessão não fosse atendido.

Um santo popular

Antônio de Pádua, manifestava o papa Leão XIII, é um dos santos que melhor conquistou o coração do povo fiel. É conhecido, invocado e amado no mundo inteiro.

Em sua biografia ocorre uma confluência de lenda, tradição e história difícil de separar. É o santo da lenda e das tradições populares que ressuscita mortos e cura doenças; que tem o dom da onipresença e que alivia os bolsos dos ricos em benefícios dos pobres; que consegue restituir as coisas perdidas e não deixa que se frustrem as esperanças das jovens casadoiras; é o santo invocado antes de se iniciar uma viagem, e que conversa amigavelmente com o Menino Jesus que descansa em seus braços.

Tentar  investigar a veracidade dessas atribuições estaria fora de propósito. Não é nossa intenção menosprezar esse acúmulo de episódios míticos, mas aqui procuremos relatar fatos estritamente históricos que vão enriquecer ainda mais, se isso é possível, a sua figura: grande missionário, popular na Itália e na França; grande conhecedor da Bíblia, o que lhe valeu o título de doutor  evangélico; autor de sermões preservados até os nosso dias; e inspirador do “Pão dos Pobres”, uma das instituições sociais mais eficientes, inclusive na atualidade.