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Tabela da Copa do Mundo 2010 – Africa do Sul

domingo, 6 de junho de 2010

Copa do Mundo de 2010

Tabela, Grupos, Jogos , Datas, Horários e Times Classificados

A Copa do Mundo de 2010, sediada pela África do Sul, começa no dia 11 de Junho e termina dia 11 de Julho. Será a primeira Copa a ser realizada no continente africano.

copa mundo 2010 logo

Um total de 32 equipes conseguiram sua classificação após o longo processo de Eliminatórias.

Times classificados – seleções participantes da Copa do Mundo de 2010.

África
África do Sul
Camarões
Nigéria
Argélia
Gana
Costa do Marfim

Ásia
Austrália
Japão
Coréia do Norte
Coréia do Sul

Europa
Dinamarca
Suíça
Eslováquia
Alemanha
Espanha
Inglaterra
Sérvia
Itália
Holanda
Portugal
Grécia
Eslovênia
França
América do Norte, Central e Caribe
Estados Unidos
México
Honduras

América do Sul
Brasil
Chile
Paraguai
Argentina
Uruguai

Oceania
Nova Zelândia

Os grupos são definidos por sorteio.

Grupos da Copa do Mundo de 2010 e a lista completa de jogos com suas datas e horários (de Brasília).

PG: pontos ganhos – JD: jogos disputados – SG: saldo de gols

A Seleção PG JD SG
1 África do Sul 0 0 0
2 México 0 0 0
3 Uruguai 0 0 0
4 França 0 0 0
11/06 – 11:00 – África do Sul x México
11/06 – 15:30 – Uruguai x França
16/06 – 15:30 – África do Sul x Uruguai
17/11 – 15:30 – França x México
22/11 – 11:00 – México x Uruguai
22/11 – 11:00 – França x África do Sul
B Seleção PG JD SG
1 Argentina 0 0 0
2 Nigéria 0 0 0
3 Coréia do Sul 0 0 0
4 Grécia 0 0 0
12/06 – 11:00 – Argentina x Nigéria
12/06 – 08:30 – Coréia do Sul x Grécia
17/06 – 11:00 – Grécia x Nigéria
17/06 – 08:30 – Argentina x Coréia do Sul
22/06 – 15:30 – Nigéria x Coréia do Sul
22/06 – 15:30 – Grécia x Argentina

C Seleção PG JD SG
1 Inglaterra 0 0 0
2 Estados Unidos 0 0 0
3 Argélia 0 0 0
4 Eslovênia 0 0 0
12/06 – 15:30 – Inglaterra x Estados Unidos
13/06 – 08:30 – Argélia x Eslovênia
18/06 – 11:00 – Eslovênia x Estados Unidos
18/06 – 15:30 – Inglaterra x Argélia
23/06 – 11:00 – Eslovênia x Inglaterra
23/06 – 11:00 – Estados Unidos x Argélia
D Seleção PG JD SG
1 Alemanha 0 0 0
2 Austrália 0 0 0
3 Sérvia 0 0 0
4 Gana 0 0 0
13/06 – 15:30 – Alemanha x Austrália
13/06 – 11:00 – Sérvia x Gana
18/06 – 08:30 – Alemanha x Sérvia
19/06 – 11:00 – Gana x Austrália
23/06 – 15:30 – Gana x Alemanha
23/06 – 15:30 – Austrália x Sérvia

E Seleção PG JD SG
1 Holanda 0 0 0
2 Dinamarca 0 0 0
3 Japão 0 0 0
4 Camarões 0 0 0
14/06 – 08:30 – Holanda x Dinamarca
14/06 – 11:00 – Japão x Camarões
19/06 – 08:30 – Holanda x Japão
19/06 – 15:30 – Camarões x Dinamarca
24/06 – 15:30 – Dinamarca x Japão
24/06 – 15:30 – Camarões x Holanda
F Seleção PG JD SG
1 Itália 0 0 0
2 Paraguai 0 0 0
3 Nova Zelândia 0 0 0
4 Eslováquia 0 0 0
14/06 – 15:30 – Itália x Paraguai
15/06 – 08:30 – Nova Zelândia x Eslováquia
20/06 – 08:30 – Eslováquia x Paraguai
20/06 – 11:00 – Itália x Nova Zelândia
24/06 – 11:00 – Eslováquia x Itália
24/06 – 11:00 – Paraguai x Nova Zelândia

G Seleção PG JD SG
1 Brasil 0 0 0
2 Coréia do Norte 0 0 0
3 Costa do Marfim 0 0 0
4 Portugal 0 0 0
15/06 – 11:00 – Costa do Marfim x Portugal
15/06 – 15:30 – Brasil x Coréia do Norte
20/06 – 15:30 – Brasil x Costa do Marfim
21/06 – 08:30 – Portugal x Coréia do Norte
25/06 – 11:00 – Portugal x Brasil
25/06 – 11:00 – Coréia do Norte x Costa do Marfim
H Seleção PG JD SG
1 Espanha 0 0 0
2 Suíça 0 0 0
3 Honduras 0 0 0
4 Chile 0 0 0
16/06 – 08:30 – Honduras x Chile
16/06 – 11:00 – Espanha x Suíça
21/06 – 11:00 – Chile x Suíça
21/06 – 15:30 – Espanha x Honduras
25/06 – 15:30 – Chile x Espanha
25/06 – 15:30 – Suíça x Honduras

Fonte:http://jumentosfutebolclube.com

25 de Junho – Dia do Imigrante

sábado, 15 de maio de 2010

Dia 25 de junho é DIA DO IMIGRANTE. Aquela pessoa que vai exercer sua profissão em outro país, onde a mão de obra oferece mais oportunidades. Mas este não o único motivo que leva a saída do país. A busca pelo sucesso, cursos de especialização, qualidade de vida, aproximação dos familiares são alguns dos motivos que levam a troca temporária ou permanente por outros lugares.

O Brasil é um país de imigrantes. Aqui, desde o o final de 1800, chegaram para trabalhar as mais variadas etnias; italianas, alemães, polonesas e oriundos de quase todos os países da Europa e Ásia. Em fins do século XIX, os japoneses começaram a chegar em grandes grupos, sendo apoiados por seu governo, devido a crises de trabalho existente em sua terra.

Todos estes imigrantes, com sua força de trabalho e vontade de vencer, fizeram junto com os brasileiros um Brasil próspero e rico. Esse progresso e crescimento se deve muito a mão de obra africana, que apesar do regime escravagista, deixou sua marca genética.

Há muitos brasileiros que saem em busca de novos rumos  Alguns voltam sem conseguir seus objetivos, mas há os que adotam a nova terra, porque lá alcançaram sua meta e voltam apenas para visitar ou buscar parentes, facilitando uma possível carreira fora daqui.

Devido a falta de empregos nos países preferidos pelos imigrantes, fato este devido ao aumento demográfico, as nações mais procuradas tiveram que adotar medidas antimigratórias, como a Lei Dèbret, aprovada na França em 1997 e a Lei de Responsabiidade pela Imigração em vigor nos EE.UU. no mesmo ano.

O fato é que sempre haverá imigrações, migrações, intercambios culturais, até porque está no íntimo do ser humano, a vontade de conhecer e conviver com novas culturas, aliada a necessidade de sobrevivência através do trabalho e especializações encontradas em outros países mais adiantados.

fonte: http://lproweb.procempa.com.br

Atual quadro de Medalhas – Jogos de Inverno 2010 – CANADÁ

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Quadro de Medalhas

Ouro Prata Bronze Total
1 Alemanha 7 9 5 21
2 Estados Unidos 7 7 10 24
3 Noruega 6 3 5 14
4 Suíça 5 0 2 7
5 Canadá 4 4 1 9
6 Coreia do Sul 4 4 1 9
7 Áustria 3 3 3 9
8 Suécia 3 2 2 7
9 China 3 1 1 5
10 Holanda 3 1 1 5
11 Rússia 2 3 5 10
12 França 2 2 4 8
13 Eslováquia 1 1 1 3
14 Austrália 1 1 0 2
15 República Tcheca 1 0 2 3
16 Grã-Bretanha 1 0 0 1
17 Polônia 0 3 1 4
18 Letônia 0 2 0 2
19 Itália 0 1 3 4
20 Japão 0 1 2 3
21 Belarus 0 1 1 2
22 Croácia 0 1 1 2
23 Eslovênia 0 1 1 2
24 Cazaquistão 0 1 0 1
25 Estônia 0 1 0 1
26 Finlândia 0 1 0 1

fonte:

http://rederecord.r7.com/vancouver/resultados/quadro-de-medalhas.html

Os encantadores Mistérios da Lua

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Extraterrestres em solo lunar?

Durante milhares de anos “históricos e pré-históricos” os homens olharam a lua no céu com um misto de espanto supersticioso e deslumbramento. Em 21 de julho de 1969, quando Neil Amstrong deu o histórico passo na superfície do satélite da Terra, parecia que a raça humana tinha conquistado seu primeiro território no espaço cósmico e muitos enigmas seriam desvendados. Entretanto, mais 27 anos depois, anomalias relacionadas à Lua desafiam a ciência; além dos antigos mistérios, outras perguntas vieram à tona.

As rochas lunares, analisadas, revelaram ser bilhões de anos mais antigas que as rochas terrenas. Este único fato constitui, em si mesmo, um desafio à lógica dos cosmologistas contemporâneos que durante décadas defenderam a teoria de que a Lua era um fragmento que se despreendeu da Terra durante o processo de formação do planeta. Disso resulta a questão: se a Lua não é esse fragmento, qual é origem do satélite? Seria um outro objeto celeste capturado pelo campo gravitacional terrestre?

Em Teosofia, ou na ‘Velha Religião”, os segredos da Lua pertencem ao conhecimento profundo da cosmogênese, alcançado por poucos entre os mais elevados Iniciados. Os teósofos afirmam que a Lua precede a Terra; é mais velha. Na hierarquia evolutiva do cosmo, a Lua é mãe da Terra. Os “Deuses Lunares”, os Pitris (entre os indianos), são ancestrais da raça humana: “As mônadas Lunares ou Pitris, que são os antepassados do homem, assumem na realidade a própria personalidade humana.” (BLAVATSKY, 2000 – p 222).

Na cadeia planetária admitida em Teosofia, um globo que morre transfere sua energia para um outro que nasce. Envelhecendo, a Lua tornou-se “virtualmente um planeta morto, no qual a rotação quase cessou, após o nascimento do nosso Globo. A Lua é, sem dúvida, o satélite da Terra; mas isso não invalida a teoria de que ela deu tudo à Terra, exceto o seu cadáver. (…) E antes que esta [a Terra] chegue à sua Sétima Ronda, sua mãe, a Lua, ter-se-á dissolvido no ar sutil… ” (BLAVATSKY, 2000 – p 199-200). Nessa condição de cadáver, o simbolismo da Lua agrega numerosos atributos mórbidos. No final do século XIX, H.P. Blavatsky escreveu em A Doutrina Secreta:

“A Lua é hoje frio resíduo, a sombra arrastada pelo corpo novo para o qual se fez a transfusão de seus poderes e princípios de vida. Está agora condenada a seguir a Terra durante longos evos, atraindo-a e sendo por ela atraída. Incessantemente vampirizada por sua filha, vinga-se impregnando-a com a influência nefasta, invisível e venenosa que emana do lado oculto de sua natureza. Pois é um Corpo morto, e no entanto vive. As partículas de seu cadáver em decomposição estão cheias de vida ativa e destruidora, embora o corpo que elas anteriormente formavam esteja sem alma e sem vida. (…) Como os fantasmas e vampiros, a Lua é amiga dos feiticeiros e inimiga dos imprudentes.” (BLAVATSKY, 2000 – p 200).

É na Lua que os teósofos localizam a região de Kama-Loka ou o Mundo Sublunar, para onde migram os mortos e onde permanecem para expurgar, de sua essência espiritual, as impurezas do materialismo, dos erros e crimes terrenos e onde deverão despir-se de seu Kama-rupa, o corpo-alma etérico animal. (CABUS, 2003)

Esoterismo à parte, outra hipótese considera a possibilidade da Lua ser uma base para raças alienígenas. Em quase trinta anos foram enviadas seis missões espaciais à Lua; vinte astronautas estiveram lá. Para um futuro, não muito distante assim, já se comenta que a NASA e a Agência Espacial Russa têm projetos de exploração de minerais no solo lunar. Acredita-se que adiamento dessa proeza deve-se aos altos investimentos que envolvem esse tipo de operação.


David Scott, da missão Apollo XV, na Lua,
sobre a inclinação de Hadley Delta: OVINs no céu lunar.
FONTE DA IMAGEM: www.edicolaweb.net/nonsoloufo/f_uf012s.htm

Porém, há pesquisadores que duvidam da alegação de custo proibitivo para a hesitação das duas potências no que se refere à exploração econômica da Lua. Estão convencidos de que as altas cúpulas russas e norte-americanas temem o perigo de um encontro com extraterrestres possivelmente já estabelecidos na chamada “face oculta” do satélite. Recentemente foi anunciado o plano de uma nova expedição que deverá construir uma base de operações ali porém a maior parte dos trabalhos será feita por robôs. Pelo menos até 2018, os homens não voltarão a pisar em solo lunar.

A idéia de aliens na Lua pode soar como fantasiosa mas é inegável que as missões Apolo serviram para mostar que o conhecimento da ciência “oficial” sobre a Lua está longe de ser completo ou satisfatório. Há significativos fatos que permitem a suposição de que a Lua, em si mesma, não é um corpo celeste natural; pode ser uma “construção” de seres inteligentes, uma gigantesca base de operações criada por extraterrestres.

Informações pouco divulgadas sobre a Missão Apolo XI, liderada por Amstrong, fornecem o suporte de credibilidade para essa espantosa teoria. Diálogos entre o astronauta e o controle da missão na Terra foram, aparentemente censurados para o grande público. Amstrong teria mencionado “luzes estranhas” e acrescentou: “Temos companhia” – neste ponto, oficiais da NASA interromperam a comunicação aberta e transferiram a transmissão para um canal fechado. Agora, parte desse diálogo está sendo divulgado. O astronauta continuou seu relato: “São enormes Sir… Oh, Deus, você não acredita! Eu estou dizendo a você que há outra espaçonave lá, em uma cratera distante. Eles estão na Lua e estão nos observando.” Dez anos depois da primeira missão Apolo XI, o oficial da NASA Christopher Kraft, que foi diretor da Agência em Houston revelou esse diálogo entre Amstrong e a base:

APOLLO XI: Aquelas coisas são gigantes… Não, não é uma ilusão de ótica. Ninguém vai acreditar nisso.
CONTROLE DA MISSÃO (HOUSTON CENTER): O quê? … Que diabo está acontecendo? O que há de errado com você?
APOLLO XI: Eles estão aqui…
CONTROLE DA MISSÃO: O quê está lá? Transmissão interrompida… interferência… Controle chamando Apollo XI.
APOLLO XI: Nós vimos alguns visitantes; eles estiveram observando os instrumentos.
CONTROLE DA MISSÃO: Repita sua última informação.
APOLLO XI: Eu disse que existem outras naves espaciais. Estão alinhados no outro lado da cratera.
CONTROLE DA MISSÃO: Repita, Repita!
APOLLO XI: …automatic relay conectado… Minhas mãos estão tremendo. Eu não consigo fazer nada. Filmo isso? Deus! Se essas câmeras malditas registrarem qualquer coisa… E então?
CONTROLE DA MISSÃO: Você conseguiu registrar alguma coisa?
APOLLO XI: Eu não tinha um filme (virgem) na mão… Fiz fotografias dos discos (naves) ou que quer que seja estão no filme.

A Missão Apollo XI não foi a única que reportou fatos espetaculares; se fosse assim, a “visão” de Amstrong poderia ser atribuída a algum efeito psicológico da experiência de estar no espaço ou a um fenômeno lunar deconhecido. Entretanto, muitos outros contatos entre a NASA e UFOs foram registrados, especialmente nos anos de 1990 quando, de acordo com William Kliner, a seguinte conversa aconteceu entre David Walker da missão Endeavour e a base de controle em terra:

WALKER: Deus! O quê é isso? Meu Deus, está vindo direto para nós…
NASA: O que foi?
WALKER: Não há saída! Deus! Volte… Mova-se!
NASA: Endeavour! Endeavour! O quê foi? Explique…
WALKER: O quê.. Onde nós estamos? Onde? Está vindo, está vindo… não… (INTERFERÊNCIA).. UFO, nave espacial, é imenso, inteligente, ali!
NASA: Endeavour, desligue.. Agora!

A gravação termina abruptamente com o que parece ser uma ordem oficial para Walker mudar a freqüência de rádio. Kliner acrescenta que … “a nave espacial era do tamanho de uma pequena cidade. Irradiava uma luz verde enquanto tentava se aproximar. Em dado momento do encontro, o UFO fez uma manobra ousada para evitar uma colisão.”

A Face Oculta da Lua

A Lua é único satélite de planeta do sistema solar que tem uma órbita quase que perfeitamente circular. Ao longo das Eras, a força gravitacional da Terra tem provocado retardamento na rotação lunar (movimento da lua em torno de seu próprio eixo) de modo que o período rotacional lunar emparelha-se, praticamente coincide com o período rotacional terreno. Isso significa que existe um hemisfério da Lua que nunca é visto da Terra; esse hemisfério é a chamada “face oculta” ou “the dark side of the moon” (o lado escuro da Lua).

Em teoria, este hemisfério poderia facilmente abrigar uma base alienígena porque além de não ser visível para os terráqueos ali, os sinais de rádio são bloqueados ou não podem ser rastreados pela tecnologia dos instrumentos captadores utilizados pelos humanos. Por causa dessa órbita, tão peculiar, especula-se que todo o satélite pode ser um engenho artificial instalado por uma raça de extraterrestres que vêm monitorando a vida na Terra desde o surgimento dos primeiros organismos unicelulares.

Outro fato estranho é que a Lua parece ser oca. Como satélite natural da Terra, a Lua sempre foi considerada como uma esfera homogênea que surge nos cosmos em tempo simultâneo ao surgimento da Terra. Entretanto, há vários indícios de que a Lua é mais velha.

As suposições de que o interior da Lua é oco começaram a ser levantadas antes da primeira visita dos astronautas ao satélite. Em 1962, o cientista da NASA dr. Gordon MacDonald, revendo as informações sobre a densidade da Terra e comparando com a densidade da Lua, muito inferior, concluiu que tal diferença somente seria justificada se a Lua fosse oca. A baixa densidade não era compatível com uma esfera homogênea. Idéia semelhante foi denfendida pelo dr. Harold Urey, detentor de um prêmio Nobel; ele sugere que a Lua contém uma cavidade. A mesma opinião foi endossada pelo dr. Sean C. Salomon, do MIT que declarou: “…a Lua pode ser oca.”

Carl Segan, em sua obra Inteligent Life in the Universe escreve: “Um satélite natural não pode ser um objeto oco. Se isso é verdade e a Lua for realmente oca significa que existe alguma coisa muito estranha sobre o nosso satélite”. A experiência das missões espaciais da NASA também sugerem que a Lua é oca.

Quando as equipes da Apollo XII e Apollo XIII lançaram módulos na superfície lunar, descobriram que o impacto havia provocado abalos sísmicos. O pouso da Apollo XII causou uma reverberação semelhante ao barulho de um sino que durou cerca de uma hora. O fenômeno se repetiu com a Apollo XIII, que produziu uma reverberação durante três horas e vinte minutos alcançando uma profundida de 25 milhas. A análise dessas informções leva à conclusão de que a Lua não possui subtância densa em seu interior; se a Lua é realmente artificial, ela deve ter sido “colocada” naquele lugar em algum momento da história da Terra.

A Era Pré-Lunar

Textos antigos, encontrados na Europa e na América do Sul, falam de povos que viveram na Terra em um tempo em a Lua não existia. Na Grécia, esse tempo é denominado “Procelene” ou seja, “Antes da Lua”. Na América do Sul, símbolos descobertos na parede do Pátio de Kalasasaya, próximo à cidade de Tiahuanaco (Bolívia), registram a primeira aparição da Lua há 12 mil anos atrás. O surgimento do “novo” astro teria causado um grande desequilíbrio geológico provocando terremotos, inundações e mudanças climáticas. da legendária Atlântida e os cataclismos teriam causado a destruíção da mítica civilização. A idéia de um mundo sem Lua sobrevive na tradição oral dos nativos de Bogotá e a leste das cordilheiras da Colômbia porém as contradições tornam confusa essa história: em época mais recuada, há 23 mil anos, no Paleolítico, o conhecimento das fases da Lua já existia.

Selenitas: ink wash | de George Méliès – 1932. IN ARTNET

Folclore Ufológico

Sobre a presença de alienígenas naLua os folclore ufológico tem sua própria versão dos fatos: uma raça de reptilianos viajando pelo espaço à bordo de um planetóide chegou nas proximidades da Terra. Esse planetóide foi “plantado” na órbita terrestre há milhares ou talvez milhões de anos atrás. Começou, então, o movimento migratório dos alienígenas que, aos poucos se instalaram completamente Terra. A “nave-planetóide” foi abandonada e hoje é conhecido como Lua!

Estranha Luz

Em matéria recente o periódico russo Pravda fala da possibilidade da Lua ser habitada. No começo do século XV, muitos estudiosos observaram um brilho inexplicável na superfície lunar. É uma luminosidade especialmente notável durante os eclipses. As vezes aparece como raios bem distintos; outras vezes, crateras inteiras parecem estar iluminadas ao longe. Por muito tempo a causa desta anomalia não podia ser explicada porém, nos últimos tempos essa luz pôde ser fotografada. A primeira dessas fotografias foi obtida em 1988. Em 31 de agosto (2006), cientistas americanos tiveram, mais uma vez, a chance de observar o fenômeno e vem ganhando força a hipótese da presença de extraterrestres cujas bases, situadas na face obscura Lua, seriam a fonte da estranha luz que somente pode ser vista durante eclipses.

FONTES:

ANDERSON, IAN. Moon is a strange Thing. IN BEHIVE – UK – acessado em 01/09/2006.
BLAVATSKY, H. P. A Doutina Secreta – vol. I Cosmogênese. [Trad. Raymundo Mendes Sobral]
São Paulo: Pensamento, 2000.
CABUS, Ligia. Lilith: A Lua Negra – acessado em 02/09/2003
PRAVDA ENGLISH. Recent studies show that the Moon could be inhabited – publicado/acessado em 02/09/2006
THOTHWEB. Alien Bases: The Mystery of the Moon – publicado 31/03/2006/acessado em 01/09/2006

http://www.sobrenatural.org/materia/detalhar/4508/os_misterios_da_lua/

pesquisa – tradução & adaptação: Ligia Cabús (Mahajah!ck)

A vida de Papai Noel em detalhes

domingo, 20 de dezembro de 2009
Muitos países europeus negam a crença norte-americana no Pólo Norte como o lar do São Nicolau.

Nem o Papai Noel escapou da fúria biográfica. Sorte nossa que o historiador americano Gerry Bowler, mais do que uma biografia, escreveu uma história completa das representações do Papai Noel na cultura ocidental, revelando aspectos inusitados e pouco conhecidos do curriculum deste imbatível campeão de popularidade. Se a polêmica sobre sua existência virou lugar-comum, pelo menos a história de sua representação coletiva existe, concretamente, nas centenas de estudos e livros consagrados ao surgimento, invenção e reinvenção cultural dessa figura tão conhecida.

Muitas pesquisas recentes procuram demonstrar as fortes relações lendárias de São Nicolau – e por extensão, do Papai Noel – com seus ascendentes pagãos. A associação das festas natalinas às prodigalidades gastronômicas e à entrega de presentes é bem mais antiga que o cristianismo: já eram costumes arraigados e bastante difundidos nas festas pagãs da Saturnália e das Calendas – consagradas ao excesso e à abundância – e depois lentamente transferidos para as festas cristãs do Natal e da Epifania. Mas que coisa mais absurda. As pessoas vêm chegando boquiabertas, esperando receber alguma coisa umas das outras. Os que deram estão abatidos; os que receberam um presente não o conservam consigo, pois passam-no adiante para outros, e aquele que recebeu de um inferior o dá para um superior. Isso não é nada mais que uma nova forma de suborno e servilismo, à qual se liga inevitavelmente o constrangedor elemento da obrigação. Esta advertência ancestral – não destituída de uma certa lucidez – do bispo Astério de Amaséia, a todos os cristãos, é de janeiro do ano 401!

Apesar disso, o surgimento anual de um presenteador mágico, que gostava particularmente das crianças, levou mais de mil anos até tornar-se a mais conhecida e divulgada criação cultural chamada Papai Noel. Embora narrativas desencontradas afirmem que São Nicolau era um bispo da cidade de Mira, na costa da atual Turquia, apenas no século 11 ele se tornou um dos santos mais poderosos da Igreja. E depois que os primeiros colonizadores vikings batizaram uma catedral com o seu nome, o culto se espalhou por toda a Europa, principalmente nos países nórdicos. Bowler detalha também lugares e épocas nas quais surgiram novos hábitos, como o costume medieval das freiras de deixarem presentes às crianças pobres na véspera do Dia de São Nicolau, no começo de dezembro. Analisa ainda como a ascensão do cristianismo fez com que a festa começasse a ser transferida para a véspera do aniversário de nascimento de Jesus; e como a figura de São Nicolau esteve muito distante da figura moderna e benevolente do Papai Noel – sobretudo porque sempre foi representado como um santo severo, rígido e disciplinador, hábil em fustigar incréus e malfeitores com varas e chicotes. No longo período de tempo entre a Reforma no século 16 e a revolução tecnológica no 19, São Nicolau foi associado a uma série de representações lendárias e fantasmagóricas que incluíam, além da óbvia figura barbuda, com um gorro cinzento e rosto sério, uma variedade imensa de espantalhos desgrenhados, feiticeiras, figuras fantasmagóricas, fadas, reis, anjos, duendes e até um espantoso pedaço de tronco que urinava e defecava.

Foi na pragmática e utilitária cultura oitocentista norte-americana que toda esta tradição complexa, variada, multiforme e sincrética de representação de Nicolau acabou sendo escoimada, filtrada e desinfetada para inventar – ou reinventar – esta figura gorducha e coberta de peles chamada Papai Noel. As primeiras menções impressas são de 1810: versos anônimos publicados no New York Spectator e um poema do nova-iorquino Clemente Moore, o qual – inspirando-se na figura do condutor holandês que o conduzia, de carruagem, para sua casa – descreve o gorducho personagem à sua família. Mas, quando este último poema é publicado, em 1823, a figura de Noel já foi completamente dessacralizada e secularizada – tanto que ele já se mostrava capaz de descer pelas chaminés tanto dos lares católicos quanto protestantes. Sua vocação disciplinadora também foi mantida e bem temperada com traços do seu caráter mágico – em resumo, surgiu uma figura que dispunha de uma autoridade sedutora e transcendente, à qual se podia apelar tanto quanto a qualquer outra autoridade em casa, na família ou na imaginação nacional. No final do século 19, o Papai Noel era tão popular que os movimentos sociais e políticos começaram a recrutá-lo como porta-voz das mais variadas bandeiras de lutas e reivindicações na arena pública, transformando-o num precoce lobista das mais diversas causas.

O paradigma atual de sua imagem, vestido de vermelho e branco, contudo, só se consolidou nos famosos desenhos realizados pelo ilustrador Haddon Sundblon para a Coca-Cola Company, em 1931. Daí a figura que conhecemos ganhou enorme prestígio e popularidade em canções, filmes, folhinhas, revistas e lojas de departamentos – sem contar que chegou a ser recrutado como uma espécie de propagandista neutro durante a 2.ª Guerra Mundial. Ressaltando-se sua prodigalidade e auto-indulgência, durante todo o século 20, Noel transformou-se num autêntico pau para toda obra, virando propagandista, aliciador mercantil, tema de arte kitsch natalina, e até personagem de sites pornográficos na internet. Fundamentalistas condenaram e proibiram seu culto como mera idolatria. Já intérpretes estruturalistas chegaram a descrevê-lo como profeta-vendedor, cujo papel era induzir astuciosamente as pessoas a comprar e – ao mesmo tempo – disfarçar as origens comerciais desses presentes. Lévi-Strauss definiu-o como o único deus de um grupo etário específico: as crianças, que sempre o homenageavam com cartas e preces. Uma visada pós-moderna chegou mesmo a inverter o mecanismo da crença: nós não estamos mais engendrando a figura de Noel – é ele que está veladamente nos moldando, porque todo ano ele renasce e nos torna participantes de uma aventura de consumo que dura um mês inteiro.

Hoje, é grande até a disputa turística por Papai Noel: muitos países europeus negam a crença norte-americana no Pólo Norte como o lar do famoso velhinho. Suécia, Dinamarca, Noruega e Finlândia divulgam folhetos turísticos indicando cidades onde nasceu e viveu São Nicolau. Recentemente, até a Turquia muçulmana entrou na disputa, reivindicando ser o lar original do primitivo santo. Mas não será uma olhada na enorme bibliografia referente ao bom velhinho que vai decidir a questão. Em síntese, Papai Noel ficou tão trivial que provavelmente ninguém mais se interesse pelas suas origens. Bowler resume grande parte das mais recentes pesquisas, voltadas para entender como se formam e perduram os mecanismos de uma crença cultural tão renitente. E, neste caso, as crenças não se limitam ao Papai Noel. Em muitos países, o menino Jesus ainda é o seu mais poderoso concorrente. Muitas crianças italianas escrevem bilhetes não para Noel, para o Gesù Bambino. Recentemente, saíram duas coletâneas com trechos das melhores cartas e bilhetinhos das crianças, nos quais surgem perguntas muito pertinentes, surpreendentes até para os mais profundos teólogos. Como a de Marcello, um milanês de 9 anos, que, fazendo jus à criatividade implacável desta idade, escreve: Querido Jesus, em vez de você fazer as pessoas morrerem e aí criar novas pessoas, por que você não fica com as que já têm?

Elias Thomé Saliba é historiador, professor da USP e autor, entre outros, de As utopias românticas.

fonte:

http://www.parana-online.com.br/editoria/almanaque/news/275459/?noticia=A+VIDA+DE+PAPAI+NOEL+EM+DETALHES