Posts com a Tag ‘Estados Unidos’

Internacionalização da Nossa Amazônia

sábado, 22 de maio de 2010

A ONU aprova invasão da Amazônia
Por Jornal do Commércio 20/06/2003 às 00:05

Se os Estados Unidos decidirem um dia invadir a Amazônia terão de imediato um respaldo da ONU, segundo alertou ontem na Câmara Municipal de Manaus o general-de-brigada Thaumaturgo Sotero Vaz.

Gabriel  Andrade
Gabriel Andrade

Se os Estados Unidos da América resolverem invadir e internacionalizar a Amazônia Brasileira, terão respaldo em resoluções da ONU (Organização das Nações Unidas) que admitem pelo menos três justificativas para a tomada da região: o narcotráfico, a destruição da floresta tropical e a proteção das comunidades indígenas. Para o general-de-brigada Thaumaturgo Sotero Vaz, que falou sobre o tema ontem na Câmara Municipal de Manaus, pretextos não faltarão aos norte-americanos, a menos que o governo brasileiro adote providências imediatas para ocupar e desenvolver a região.

Thaumaturgo, ex-comandante do CMA (Comando Militar da Amazônia) e estudioso dos problemas da região, disse que as pressões sobre o governo brasileiro pela internacionalização da Amazônia remontam ao ano de 1918, quando o presidente Epitácio Pessoa foi “peitado” pelo governo dos Estados Unidos para ceder a região.

O general receia que as recentes resoluções da ONU, que admite intervenção nos países envolvidos com terrorismo internacional, narcotráfico, imigração ilegal, destruição das florestas tropicais e ameaça às comunidades indígenas sejam usadas como pretextos para os EUA invadirem a Amazônia. Ele acrescentou que a região está enquadrada em pelo menos três desses itens já aprovados em resoluções na ONU – índios, floresta e narcotráfico.
De acordo com Thaumaturgo, o que antes era apenas uma questão geopolítica passou a ter aspectos econômicos.

Ele citou o caso do estanho e cassiterita de Rondônia e do Amazonas, cujas minas, quando foram ativadas, derrubaram os preços dos minérios no mercado mundial e obrigaram a Austrália, Inglaterra e França a fecharem quarenta minas até nas possessões africanas, porque não podiam concorrer com os minérios da Amazônia.

ERON: “FHC AUTORIZOU A INVASÃO”

A questão da internacionalização da Amazônia foi discutida ontem também na Assembléia Legislativa, onde o deputado Eron Bezerra (PC do B) acusou o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) de ter liberado a metade da região para eventuais invasões. De acordo com o parlamentar comunista, 60 milhões de hectares serão bloqueados e loteados por ONG’s internacionais. “Como não cabe mais a invasão militar pura e simples, como fizeram no Iraque, o esquema agora é o do bloqueio da região”, denunciou o político.

Bezerra lembrou que o Estado do Amazonas possui 1,5 milhão de quilômetros quadrados, o que significa 150 milhões de hectares, dos quais a metade está bloqueada pelas ONG’s internacionais por determinação de Fernando Henrique. O mais grave, citou o parlamentar, é que o Ministério do Meio Ambiente está sendo conivente com a situação. “Isso é lamentável e perigoso”, alertou.

DOMÍNIO SUTIL

Eron disse que nenhuma nação estrangeira tem, nesse momento, como fazer uso da força militar para invadir a Amazônia, porque o Brasil tem forte representação no sistema democrático mundial. Diante disso, a estratégia de dominação seria a sutileza do bloqueio, tomando aos poucos grandes áreas da região. “Há anos venho denunciando esse esquema e agora acredito que seja materializado com o único legado que o ex-presidente FHC deixou para os amazônidas”, protestou o parlamentar.

Eron Bezerra convocou os amazônidas e, principalmente, os amazonenses, a se unirem e lutarem na defesa da região amazônica, para que não seja invadida a partir do Amazonas.

Para ele, é preciso bloquear o Ministério do Meio Ambiente, não permitindo que o governo autorize o loteamento dos 60 milhões de hectares e a entrega da biodiversidade amazônica às potências estrangeiras.

fonte: http://www.midiaindependente.org/pt/red/2003/06/256730.shtml

Dia 1º de Maio, Dia do Trabalho

segunda-feira, 26 de abril de 2010

“A história do Primeiro de Maio mostra, portanto, que se trata de um dia de luto e de luta, mas não só pela redução da jornada de trabalho, mais também pela conquista de todas as outras reivindicações de quem produz a riqueza da sociedade.”   Perseu Abramo

Em 1º de Maio de 1886, na cidade de Chicago, principal centro industrial dos Estados Unidos da época, milhares de trabalhadores saíram às ruas em passeata para protestar contra as condições de trabalho. Eles eram submetidos a uma jornada diária de 13 horas, e reivindicavam a redução para oito, como é atualmente. Naquele dia, o tumulto tomou conta da cidade. Pessoas foram presas, muitas ficaram feridas e algumas chegaram a morrer no conflito com a polícia.

No ano de 1889, em homenagem à greve geral de Chicago, o Congresso Socialista, em Paris, instituiu a data de 1º de Maio como o Dia Mundial do Trabalho. No Brasil, o reconhecimento só ocorreu em 1925, pelo então presidente Arthur Bernardes, que decretou 1º de Maio como feriado nacional. Comícios, passeatas e manifestações sindicais costumam marcar a passagem da data.

Atual quadro de Medalhas – Jogos de Inverno 2010 – CANADÁ

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Quadro de Medalhas

Ouro Prata Bronze Total
1 Alemanha 7 9 5 21
2 Estados Unidos 7 7 10 24
3 Noruega 6 3 5 14
4 Suíça 5 0 2 7
5 Canadá 4 4 1 9
6 Coreia do Sul 4 4 1 9
7 Áustria 3 3 3 9
8 Suécia 3 2 2 7
9 China 3 1 1 5
10 Holanda 3 1 1 5
11 Rússia 2 3 5 10
12 França 2 2 4 8
13 Eslováquia 1 1 1 3
14 Austrália 1 1 0 2
15 República Tcheca 1 0 2 3
16 Grã-Bretanha 1 0 0 1
17 Polônia 0 3 1 4
18 Letônia 0 2 0 2
19 Itália 0 1 3 4
20 Japão 0 1 2 3
21 Belarus 0 1 1 2
22 Croácia 0 1 1 2
23 Eslovênia 0 1 1 2
24 Cazaquistão 0 1 0 1
25 Estônia 0 1 0 1
26 Finlândia 0 1 0 1

fonte:

http://rederecord.r7.com/vancouver/resultados/quadro-de-medalhas.html

Ajuda humanitária acorre de todo o mundo para o Haiti

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Vejam que Reportagem Oportuna.
Muito importante.
Vou divulgar, inclusive o Link de ONG’S para que todos os nossos leitores possam encontrar meios de participar neste momento de muita comoção

Condições no terreno muito desfavoráveis à chegada de assistência internacional.

Governos e agências de assistência humanitária por todo o mundo estão a mobilizar-se prontamente para acorrer a ajudar as vítimas do violento terramoto que ontem varreu a capital haitiana, Port au Prince, que pode ter afectado até uns três milhões de pessoas.

Gus Ruelas/Reuters

Bombeiros de Los Angeles especialistas em acções de resgate prontos a partir para o Haiti

Recursos financeiros e equipas de socorro foram já mobilizados pelos Estados Unidos, França, Reino Unido e Canadá assim como por vários países da América Latina.

Prontamente o Presidente norte-americano, Barack Obama, comprometeu a sua Administração a uma total prontidão “para ajudar as pessoas do Haiti, mobilizando os esforços do Departamento de Estado e do Comando do Sul dos Estados Unidos. A agência estatal USAID está já a enviar para o terreno equipas de resposta a calamidades, compostas por mais de 72 pessoas e seis cães treinados para buscas, e a guarda costeira em Miami anunciou ter barcos e aviões em posições próximas do Haiti de forma a fazer “chegar a ajuda humanitária onde ela for precisa”.

Em Paris, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Bernard Kouchner expressou a “total solidariedade” do Governo francês e deu conta que o centro de crise estava já a trabalhar “para mobilizar e enviar sem demoras ajuda urgente para Port au Prince”. Os executivos do Canadá e Austrália, ambos, revelaram estar em contacto com os seus parceiros de confiança de assistência internacional com presença na região para aferir as necessidades humanitárias.

Do Reino Unido seguirá uma equipa para participar nos esforços de salvamento e recuperação, com o Governo britânico a dar-se “pronto a fornecer toda a ajuda humanitária que seja pedida”.

O mesmo compromisso de “alerta permanente e prontidão para responder aos pedidos de ajuda das autoridades haitiana” foi expresso pela Colômbia e Venezuela – este último país anunciou que enviará “nas próximas horas” uma força de ajuda humanitária de 50 pessoas, acompanhadas de alimentos e equipamento médico. O Panamá direccionará a sua assistência através do gabinete das Nações Unidas de Coordenação das questões Humanitárias e o Peru comprometeu-se com a ajuda para os esforços de socorro dos seus 205 capacetes azuis que se encontram no Haiti

Também o Banco Mundial – cujas instalações no Haiti ficaram destruídas no terramoto – está a planear enviar uma equipa para avaliar os danos e montar um plano de recuperação no país. E o Banco de Desenvolvimento Inter-Americano ofereceu já 200 mil dólares para ajuda de emergência, prioritariamente destinados a alimentos, água potável, medicamentos e abrigos temporários para as vítimas do terramoto.

Equipas de socorro da Cruz Vermelha vão ser enviadas de Genebra para ajudar os hospitais a lidarem com o elevado número de vítimas e o Programa Mundial Alimentar tem dois aviões prontos a descolar com ajuda alimentar de emergência.

Mas todos os Governos, agências e organizações de ajuda humanitária enfrentam neste momento a dificuldade de perceber a escala do desastre, dadas as poucas informações de que se dispõe. Ao que acresce a dificuldade de fazer chegar esta assistência ao território, com o aeroporto fechado e sem garantias que as pistas de Port au Prince ofereçam segurança às aterragens dos voos.

Pode fazer doações através destas instituições:

http://www.mercycorps.org

https://secure.savethechildren.org

https://american.redcross.org

http://www.worldvision.org

http://www.imcworldwide.org

Fonte: http://www.publico.clix.pt/Mundo/ajuda-humanitaria-acorre-de-todo-o-mundo-para-o-haiti_1417595#Comente

Como é o Réveillon no mundo e no Brasil

domingo, 27 de dezembro de 2009

Tradições

Embora cada povo aguarde a chegada do ano novo com ritos e superstições próprias, a esperança de que o novo ciclo seja melhor do que aquele que se encerrou é comum a todas as pessoas, que aproveitam este momento para valorizar seu desejo de renovação. À espera de prosperidade, saúde, de um novo amor, entre outros desejos, práticas consagradas são usadas para atrair sorte e ajudar a realizar sonhos.

Se comunidades antigas jogavam fora roupas e objetos visando eliminar o que estava “envelhecido”, ou banhavam-se no rio ou mar para acolher o novo tempo, hoje há rituais como o de subir em cadeiras na Dinamarca, limpar a casa para espantar maus espíritos entre os chineses ou usar rolhas de champanhe com moedas como amuleto na Inglaterra. Na Irlanda costuma-se oferecer um pote de arroz doce aos gnomos, enquanto na Turquia pedras de sal grosso são guardadas em sacos com turquesas para proteger as pessoas.

Entre as tradições mais difundidas, há o costume de soltar fogos de artifício e fazer barulho ou tocar música à meia-noite, sempre visando afugentar o mal. Nos Estados Unidos, o mais famoso Réveillon ocorre em Nova York, na Time Square, onde o povo se encontra para dançar, correr e gritar, enquanto na contagem regressiva, uma grande maçã vai descendo no meio da praça e explode exatamente à meia-noite, jogando balas e bombons para todos. De outro lado, no Brasil, grande parte da tradição consiste em usar branco e jogar flores para Iemanjá, rainha do mar no Candomblé.

Réveillon no Rio
Banco de dados da Riotur
Show de fogos de artifício em Copacabana

E a festa é uma das mais valorizadas em Portugal e Espanha. No primeiro, uma das tradições é sair às janelas de casas batendo panelas para festejar a chegada do ano. Nos dias 25 de dezembro e 1º de janeiro, come-se uma mistura feita com as sobras das ceias, chamada “Roupa Velha”, em que o ingrediente principal é o bacalhau cozido. Mais festeira é a tradição espanhola: são dez dias, entre 28 de dezembro, dia dos Santos Inocentes, até 5 de janeiro, da chegada dos Reis Magos, em que as cidades são tomadas por cavalgadas de reis, além das famílias cozinharem a rosca de reis, uma espécie de bolo doce, com figuras e brinquedos para as crianças.  A passagem do ano em Madrid é também um evento de grandes proporções, em que os cidadãos vão à Puerta Del Sol ouvir as badaladas do relógio e fazer pedidos para o novo ciclo.

Diferentes datas marcam comemorações no mundo oriental e árabe. O Novo Ano Chinês é comemorado entre 15 de janeiro e fevereiro de acordo com a primeira lua nova depois do início do inverno. Os mulçumanos têm seu próprio calendário que se chama “Hégira”, iniciado no ano 632 d.C. do nosso calendário, e a passagem do ano novo ocorre em 6 de junho, quando o mensageiro Mohammad fez a sua peregrinação de despedida à Meca. Já o ano novo judaico, chamado “Rosh Hashanah”, é uma festa móvel no mês de Setembro, regada a receitas tradicionais como o “Chalah”, uma espécie de pão, e muito peixe, porque este nada sempre para frente.

Ao longo dos anos, algumas superstições também se transformaram em clássicos nos pedidos de Réveillon, como nunca passar o ano novo de bolsos vazios, usar caroços de romã na carteira para ter dinheiro o ano todo, ou comer lentilha para o crescimento pessoal. Tradições assimiladas e recriadas nas festas brasileiras.

Tradições Brasileiras

A passagem de ano no Brasil tem nome francês, comida italiana e festa no melhor estilo brasileiro, com fogos de artifício, confraternização entre os familiares e amigos e oferendas às entidades do candomblé, umbanda e até para os anjos da guarda. Neste caso, os principais ritos ocorrem nas praias em homenagem a Iemanjá – deusa do mar na religião dos orixás, que protege os fiéis com saúde, amor e dinheiro o ano todo.

Ali ocorre a generalizada tradição de pular sete ondas, que provém de costumes africanos, também em respeito à dona das águas, para que os caminhos sejam abertos. No Candomblé, sete é número cabalístico e representa Exu, filho de Iemanjá, inspirando a prática de um pulo e um pedido a cada onda para sorte futura, sem que jamais se dê as costas para o mar após a homenagem. Acender velas na praia ou jogar rosas no mar completam as comemorações mais tradicionais.

Réveillon em Copacabana
Banco de dados da Riotur
Fogos de artifício no Réveillon de Copacabana

É na praia de Copacabana, Rio de Janeiro, que a queima de fogos e os rituais à beira do mar reforçam o cenário do Réveillon mais conhecido do país, atraindo mais de 2 milhões de pessoas para o espetáculo de quase 20 minutos. Balsas na orla soltam dezenas de toneladas de fogos de artifício, com símbolos de prosperidade, amor e paz. O custo, calculado em cerca de R$ 2 milhões, é coberto pela arrecadação extra – pode chegar a R$ 500 milhões, principalmente graças a turistas estrangeiros.

Em casa, multiplicam-se as tradições e simpatias na noite de 31 de dezembro, como a crença de comer porco e não aves, que podem trazer azar pelo fato de ciscarem para trás, induzindo quem comeu a regredir na vida. Para um ano melhor, à meia-noite é comum as pessoas pularem com um pé só (direito), passar a virada com dinheiro no bolso, dar três pulinhos com a taça de champanhe na mão e jogar tudo para trás para eliminar o que passou de ruim ou cumprimentar primeiro alguém do sexo oposto para trazer sorte no amor.

A sorte no amor passa por crenças como a de usar peças íntimas novas na noite da virada e pela simbologia das cores, que além da tradicional cor branca nas roupas representando a paz e a luz, inclui: azul para a calma e tranqüilidade, amarelo para a riqueza, vermelho para a paixão, rosa para o amor, verde para a esperança e auto-afirmação e violeta para o equilíbrio das emoções.

Festa dupla

O Brasil é o único país equatorial (cortado pela linha do Equador) a utilizar o horário de verão, pois nas nações equatoriais e tropicais (situadas entre os Trópicos de Câncer e Capricórnio), a incidência da luz solar é uniforme quase todo o ano e inexistem muitas vantagens na adoção do horário de verão. Adotado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, porém, o hábito de adiantar uma hora do relógio no verão implica em até 5% de redução de energia elétrica no horário de pico. Para as comemorações de ano novo e mesmo de Natal, fica a indefinição da hora correta a festejar a passagem. Quando o brasileiro festeja a virada à meia-noite está, na verdade, adiantando em uma hora o ano novo devido a uma adequação social. A polêmica faz com que grupos mais criativos comemorem duas vezes o começo do ano, brindando à meia-noite e à uma hora da manhã, garantindo de todos os lados a realização de seus pedidos. 

fonte:
Heloisa Ribeiro.  “HowStuffWorks – Como funciona o réveillon”.  Publicado em 19 de dezembro de 2007  (atualizado em 23 de dezembro de 2008) http://pessoas.hsw.uol.com.br/reveillon1.htm  (26 de dezembro de 2009)