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Especulação Imobiliária

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Especulação Urbana

Os aspectos das operações especulativas com terras são intrincados. Como ressaltado em inúmeras descrições, em detrimento a inúmeros artifícios dos quais a atividade lança mão para fazer frente aos elevados riscos envolvidos nas previsões de evoluções futuras. Tampouco são os ‘especuladores’ meros especuladores, visto que frequentemente procuram, e conseguem, não apenas ‘prever’ senão também direcionar o ‘futuro’ por intermédio dos mais diversos meios e manipulações, inclusive ilegais e violentos, motivo pelo qual foram sempre alvo de críticas generalizadas, e a atividade como um todo goza de má reputação, e assim, a especulação acaba não apenas acompanhando como também moldando o processo de transformação do espaço.. É isto que permite o surgimento e a permanência da especulação em uma economia não planejada. A questão é que, como resultado da especulação, a transformação de uso pode se dar por largas extensões de solo ao invés de mero alastramento e destruição e reconstrução contínua restrita à vizinhança imediata da fronteira em movimento, tornando possível, assim, a provisão de infraestruturas (vias, esgotos, redes de comunicação etc.), em escala compatível, na zona de especulação. Esta, do ponto de vista do uso do solo, torna-se uma zona de transição. Enquanto que a especulação torna-se parte orgânica do processo de crescimento anárquico.

Como nos Estados Unidos, estamos começando a caminhar numa valorização desmedida, onde cada dia mais distante fica o sonho da casa própria.

O cidadão não tem renda suficiente pra adquirir um imóvel compatível com seus sonho ou necessidade, sendo dirigido a construções de qualidade e tamanhos inferior.

O Plano “Minha Casa, Minha Vida”, foi para água abaixo. O governo está pagando para que os especuladores majorem os valores, não favorecendo o cidadão.

Se não tomarmos atenção em pouco espaço de tempo os Mutuários vão ficar sem capacidade de adquirir ou pagar seus imóveis, conforme ocorreu em 2008 nos Estados Unidos.

Propriedades da Alface Americana

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Alface Americana

A alface é uma folha que tem quantidades razoáveis de vitamina A, Niacina, C e também os minerais Cálcio, Fósforo e Ferro.

A vitamina A é um elemento importante para o bom funcionamento dos órgãos da visão, conserva a saúde da pele e das mucosas; a vitamina Niacina evita problemas de pele, do aparelho digestivo e do sistema nervoso; e a vitamina C dá resistência aos vasos sanguíneos, evita a fragilidade dos ossos e má formação dos dentes, age contra infecções e ajuda a cicatrizar os ferimentos.

O Cálcio e o Fósforo participam da formação dos ossos e dentes, ajudam na coagulação do sangue e na construção muscular, e o Ferro contribui para a formação do sangue.

Entre as muitas propriedades a alface é também considerada como ótimo calmante e remédio contra insônia.

Para compra, deve-se dar preferência às de folhas limpas, de cor brilhante e sem marcas de picadas de insetos; e para conservação, convém retirar as folhas machucadas e murchas e guardá-la na geladeira, embrulhada em saco plástico, onde conserva-se por 5 a 7 dias.

É verdade que a alface tem propriedades que acalmam as crianças?

Sim, segundo pesquisas realizadas pela Universidade de Harvard, dos Estados Unidos. Os especialistas dizem ter encontrado substâncias com efeito calmante nas folhas frescas da alface. Isso significa que aquela tradicional receita das avós para colocar os pequenos na cama cedo parece ter sido comprovada pela ciência. O mesmo estudo também indicou que o preparado de chá com a verdura, ingerido diariamente pela criança, ajuda a controlar a agressividade. Quer a receita? Anote: adicione uma folha grande de alface em um copo (200 ml) de água fervida. Abafe a infusão com um pano de prato por alguns minutos e sirva o chá assim que estiver morno.

Alface: contém grande quantidades de b-caroteno, folato, vitamina C, ferro, cálcio, e potássio, podendo variar as suas quantidades de acordo com a espécie da alface (americana, lisa, de folha solta, romana, de cordeiro). Por possuírem baixo valor calórico e serem ricas em fibras, a alface pode ser adicionada às saladas e na preparação de um prato principal altamente nutritivo. No entanto, cuidado com o consumo exagerado de molhos gordurosos; prefira o limão, vinagre, azeite, ervas, cheiro-verde e o iogurte desnatado para temperar a sua salada. Um outro importante benefício conferido à alface e às verduras de coloração intensa é a presença de bioflavonóides, que junto à vitamina C têm ação anticancerígena.

Dica

Na hora de comprar, dê preferência às folhas limpas de cor brilhante. Para conservação, convém retirar as folhas machucadas e murchas antes de guardá-la na geladeira, embrulhada em saco plástico.

fonte: http://naturezaviva.net.br

Filhos da Lua

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Vejam esta reportagem esclarecedora da Radioagência NP

Pesquisas realizadas nos Estados Unidos e na Europa apontam que uma em cada 17 mil pessoas nasce com albinismo. O problema se caracteriza por uma falha genética na produção de melanina, que provoca a ausência de pigmentação na pele. Há ainda, o albinismo ocular, que prejudica a visão e deixa os olhos sensíveis à radiação solar.

Devido à falta de proteção natural contra os efeitos do sol, os albinos costumam sair para as ruas no período noturno. Por conta desse hábito, são conhecidos como “Filhos da Lua”. Em entrevista à Radioagência NP, o professor universitário Roberto Biscaro, portador de albinismo, revela como superou o preconceito.

Editor do blog Albino Incoerente, que utiliza as ferramentas da internet para combater o preconceito, o professor fala da ausência de políticas públicas voltadas para o combate ao câncer de pele. Faz ainda relatos da violência na Tanzânia, onde há uma crença de que o consumo da carne de albinos atrai sorte e riqueza.

Radioagência NP: Roberto, você é professor universitário, com doutorado pela Universidade de São Paulo. Como encontrou motivação para estudar?

Roberto Biscaro: Eu teria de sair de qualquer forma. Para comprar pão ou para ir ao supermercado. As pessoas iriam me insultar de qualquer forma. Foi aí que decidi sair para fazer outras coisas. Enfim, eu acredito que um dos fatores dessa superação foi o fato de eu ter me tocado de que não adiantava ficar quietinho aqui em casa chorando.

RNP: É mais difícil enfrentar o preconceito durante a infância?

RB: Eu, particularmente, passei por esse processo. Como a gente não tem pigmentação, recebemos apelidos como “Gasparzinho”, “vovô”. Ouvir isso quando você é criança e adolescente, tem efeitos devastadores. É uma época em que a gente está desenvolvendo a auto-estima e aprendendo a se relacionar com o mundo. É especialmente complicado.

RNP: Fora do Brasil os albinos também são tratados com preconceito ou violência?

RB: Em certas partes da Tanzânia e do Burundi, na África, existe uma superstição. Se as pessoas usarem parte do corpo de albinos para fazer porção mágica, elas terão dinheiro e sucesso. Então, os albinos tem sido sistematicamente mortos. São histórias escabrosas de decepação de partes do corpo e de crianças que são mortas diante da família.

RNP: As organizações de defesa dos direitos humanos já se mobilizaram para tentar conter isso?

RB: A ONU e a Comunidade Europeia já foram alertadas. Já existem ativistas lá para tentar amenizar a situação, mas o problema principal é econômico. Como as pessoas não tem dinheiro e, por outro lado, há quem possui para comprar partes do corpo de albinos por milhares de dólares, acaba criando um comércio.

RNP: Quais os cuidados mais comuns em relação à saúde dos albinos?

RB: A gente precisa usar protetor solar todos os dias, mesmo quando não saímos de casa. É preciso reaplicar a cada três horas. O fator de proteção do filtro solar deve ser de 30 para cima. Imagine o preço que fica isso? Quando a gente consegue encontrar em oferta, varia em torno de R$ 30.

RNP: Como as pessoas de baixa renda fazem para ter acesso a esses produtos?

RB: A resposta é simples. Cruel, mas simples: elas desenvolvem câncer de pele. Isso é um dado alarmante. Acaba saindo bem mais caro para os cofres públicos por uma questão lógica. Se a pessoa não usou protetor solar porque não tem dinheiro para comprar, quando desenvolve o câncer de pele, ela vai procurar atendimento público. Não é apenas a dor e o desconforto do tratamento, mas também o custo que isso representa para os cofres públicos. O ideal seria se estado bancasse a distribuição de protetor solar.

RNP: Existe algum projeto de política pública voltada para os albinos, no sentido da prevenção de câncer de pele?

RB: Em agosto de 2009 entrou em tramitação na Assembleia Legislativa um projeto do deputado Carlos Gianazzi (PSOL), que prevê a distribuição de protetor solar e óculos aos albinos residentes no estado de São Paulo. Rio de Janeiro, Minas Gerais e Mato Grosso também têm projetos semelhantes.

RNP: No Brasil existem movimentos organizados formados por albinos?

RB: Até agora, o único estado do Brasil onde os albinos estão organizados é na Bahia. Isso há uns dez anos. Em virtude dessa organização, já desfrutam de protetor solar gratuito, desde 2006, e outros benefícios.

Para obter mais informações sobre o albinismo, acesse o site www.albinoincoerente.blogspot.com

De São Paulo, da Radioagência NP, Jorge Américo.

18/06/10

http://www.radioagencianp.com.br/8796-filhos-da-lua-fogem-do-sol-e-do-preconceito

Interpol procura Paulo Maluf

terça-feira, 3 de abril de 2012

A justiça americana determinou a prisão do Sr. Paulo Salin Maluf, famoso político brasileiro e paulista, muito criticado por várias ações na justiça por corrupção.

Foi portanto, decretada sua prisão acusado pelos crimes de conspiração, participação em remessa ilegal de dinheiro para Nova York e desvio de verbas públicas em São Paulo, por obras super faturadas em benefício próprio.

Agora, como explicar isso, se o Sr. Paulo Maluf encontra-se livre e ainda divulgando propagandas eleitorais?

Por um pote de manteiga, subtraído em um supermercado, um cidadão de poucas posses é preso e condenado, mas não é procurado pela INTERPOL.


31 de Outubro, DIA DAS BRUXAS

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Halloween ou Dia das Bruxas é uma festa típica da Inglaterra, Estados Unidos e Canadá que acontece tradicionalmente todos os anos, no dia 31 de outubro.

À noite, crianças e adolescentes, vestidos com fantasias de fantasmas, bruxas, múmias, drácula, duendes, gnomos, entre outras criaturas, e carregando abóboras iluminadas com velas, praticam o mesmo ritual: bater de porta em porta, pedindo doces aos moradores.

Aqui, a festa já entrou para o calendário, sendo promovida, principalmente, pelos cursos de língua inglesa.

    O Halloween foi criado pelo povo celta, que viveu nas Ilhas Britânicas cinco séculos antes de Cristo. Eles inventaram a festa para marcar o fim oficial do verão, o início do ano novo, o término da última colheita, a renovação das leis, retorno dos rebanhos e armazenamento das provisões para o inverno.

    A festa tinha vários nomes como Halloween, adaptada de “All Hallows Eve”, que significa véspera do Dia de Todos os Santos, comemorado em 1o de novembro.

    Para o povo druída, Samhain marcava o fim do verão com direito a um festival em sua homenagem, conhecido como Festival Druida de Samhain, comemorado em 31 de outubro.

    Segundo a lenda, as almas dos que morreram ao longo do ano voltavam para tomar os corpos dos vivos no ano que se iniciaria. Um dos rituais mais marcantes da festa eram as fogueiras acesas nas casas durante as comemorações. Os vivos que não queriam ser possuídos apagavam o fogo para que o local parecesse ser frio e indesejado, além de se vestirem com fantasias de criaturas assustadoras e desfilarem na vizinhança para afugentar os espíritos que vagavam.

    Além da bruxas e do gato preto, outro símbolo muito comum nas festas de Halloween é Jack O’Lantern, personagem de origem céltica, representado por uma abóbora com um rosto esculpido e uma vela iluminando seu interior.

    Uma lenda irlandesa diz que num certo dia 31 de outubro, um homem alcóolatra e agressivo chamado Jack bebeu demais e o Diabo descera à Terra para levar sua alma. Jack, então, pede a ele para deixá-lo viver, além de mais um copo. O Diabo cede mas Jack não tem dinheiro para pagar e implora para que ele se transforme em moeda. O Diabo concorda e minutos depois, Jack vê a moeda, guardando-a em sua carteira. Só que o fecho tem o formato de uma cruz, fazendo com que o Diabo suplique para sair. Jack, então, resolve propor um trato: libertar o Diabo e ficar vivo por mais um ano. O Diabo não tem como não aceitar e concede o pedido a Jack, que resolve mudar seus hábitos, passando a ser menos violento com sua família.

    No ano seguinte, exatamente no dia 31 de outubro, o Diabo volta e reclama por sua alma. Jack o convence a pegar uma maçã numa árvore próxima e sem que ele perceba, risca uma cruz no tronco com um canivete. O Diabo foge e promete só retornar dez anos depois. Mas Jack não aceita e diz que só irá libertá-lo se ele nunca mais aparecer. O Diabo concorda mais uma vez.

    Um ano se passa e Jack morre. Ao entrar no céu, é barrado, tendo que se dirigir ao inferno, onde sua entrada não é permitida pelo Diabo. Mesmo assim, ele fica com pena da alma de Jack e lhe oferece um pedaço de carvão que ele usa para iluminar um nabo esculpido em forma de lanterna. Ela vai iluminar os caminhos do espírito de Jack. Daí o nome Jack O’Lantern, uma alma errante vagando pelo mundo dos vivos

    http://www.ibge.gov.br