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Como envelhecer bem

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

- Acorde, e ao sair da cama, não levante rapidamente. Primeiro sente, espreguice, respire e, aí sim, inicie o seu dia. – Se você ainda tem aquele tapete ao lado da sua cama, remova-o pra sempre. Evite uma queda e suas sérias conseqüências.

- Tome o seu desjejum lembrando-se que essa é a refeição mais importante do dia. Frutas e sucos, leite e queijo, café com moderação. Reserve pelo menos 1 litro de água que deverá ser ingerido até o fim da tarde.

- Atualize-se, leia o seu jornal ou ouça as notícias no rádio ou na televisão.

- Esse é o melhor momento do dia para sua atividade física. Vista uma roupa leve, calce o tênis e saia para caminhar. Combine com o seu companheiro (a) ou com um conhecido para fazer essa atividade em conjunto.

- Caminhe com energia, sem exageros. Ao menor sinal de cansaço ou desconforto, pare. Toda atividade física deve ser precedida de uma avaliação médica.

- Faça sua higiene, banho de chuveiro, com água em abundância. Faça uma rigorosa higiene da boca, escove a prótese, use o fio dental. Verifique se o banheiro lhe dá segurança, se o piso não é muito escorregadio, se é necessário instalar algumas barras para você se apoiar quando, por exemplo, for lavar um dos pés.

- Vista-se com esmero e capricho. Cuide de sua imagem.

- Dedique-se aos seus afazeres, planeje sua semana.

- Os que fazem o próprio almoço podem pensar em novas receitas. Tentar algo novo. Use a imaginação. Pessoas que vivem só costumam simplificar suas refeições por falta de estímulo e companhia. Não é raro que idosos alimentem-se mal por esse motivo. Lembre-se: café com leite, pão e manteiga é para ser tomado no desjejum e não devem substituir as outras refeições.

- O almoço deve ser leve, rico em fibras (legumes, frutas e verduras). Dê preferência às carnes magras.

- No intervalo entre o café e o almoço, um rápido lanche com uma fruta, um iogurte ou uma gelatina é recomendável.

- Os que trabalham devem faze-lo com entusiasmo.

- Os que não trabalham devem buscar uma ocupação. Ser produtivo é importante, encurta o dia, dá sentindo a vida. Por menos escolaridade que se tenha, sempre temos algo a ensinar. Seja útil na sua comunidade. Participe de movimentos sociais. Freqüente os grupos de convivência. Seja necessário!

- À tarde programe vistas, telefone para parentes e amigos. Escreva aos que estão longe. Adote um passatempo.

- O jantar deve ser leve e nutritivo.

- A leitura de um bom livro, assistir um bom filme ou seu programa de TV preferido vão estar encerrando o seu dia. Não fique sentado por longos períodos. Levante-se de vem em quando. Quando sentado, descanse as pernas em um banquinho. Se você tiver varizes converse com o seu médico sobre a possibilidade de usar meias apropriadas.

- Não vá para a cama se não estiver com sono. Evite ir deitar muito cedo. As pessoas idosas têm menos necessidade de sono e se forem dormir muito cedo deverão acordar muito cedo também. Instale uma luz de vigília ou coloque o interruptor de modo que você possa acender a luz e ir ao banheiro com segurança. Se você tem dificuldade para dormir, gaste o máximo de energia durante o dia, faça longas caminhadas. Resista em usar os “remédios” para dormir, se ainda assim o problema continuar, marque uma ida ao médico.

Norton Sayeg – 1997

fonte:

http://www.alzheimermed.com.br/m3.asp?cod_pagina=1066

24 de Janeiro, Dia do Aposentado

sábado, 23 de janeiro de 2010
APOSENTADOS DA VIDA
(Magdalena Léa)

Com a palavra Mira y Lopez: “Um adulto comum, normal, que ganha a vida profissionalmente, vê-se, subitamente, inválido pela sociedade, que o condena, da noite para o dia, à inação, à inatividade e ao tédio, afastando-o do trabalho, para convertê-lo em um parasita dos cofres públicos, da família, ou da economia previdencial ou assistencial.”

E isto é tanto mais triste quando sabemos que, se o trabalho o aposenta, o indivíduo se aposenta da vida. Sente-se esgotado, esvaziado de interesse. É como se, ao despedi-lo, o chefe lhe dissesse: “Pode ir embora, você não serve para mais nada.”

E continua Mira y Lopez: “Curioso e paradoxal, no caso, é que os que assim legislam fazem-no pensando que, com a idade, se dá o desgaste e a deficiência do indivíduo, diminuindo as aptidões necessárias para o rendimento satisfatório do trabalho.

Se isto é assim, perguntamos por que se despede obrigatoriamente o porteiro, o ascensorista, o datilógrafo, o secretário, ou qualquer outro funcionário da empresa, e não se faz o mesmo com o chefe? Por que se supõe que, após os 65 anos, um homem não pode ser professor, mas pode ser Ministro da Educação? Não pode ser chefe de seção, mas pode ser Chefe da Nação?

Se você ocupa um posto medíocre, jubilam-no a uma idade determinada, mas se você é bispo, deputado, banqueiro, homem de negócios, escritor afamado ou qualquer outra pessoa de prestígio, estará a salvo, mesmo que sua mente deixe de ser normal e se torne esclerosada e retrógrada.

É óbvio que nos achamos diante um contra-senso que tem de ser sanado quanto antes, substituindo-se o critério de idade e de posição pelo de capacidade e rendimento.”

Assim falou Mira y Lopez, em seu livro “A Arte de Envelhecer“, em 1961. E, ainda hoje, as leis se baseiam no pressuposto da deficiência de rendimento, no trabalho das pessoas de idade.

Tudo isso é verdade. A lamentável verdade.

Mas você não há de viver se lamentando; é um desgaste inútil de energia. A revolta não resolve. Você pode e deve usar sua energia para conduzir-se na nova situação. E então usufruir a vida até a última gota. Esta vida que lhe foi dada para ser vivida e não sofrida.

O medo da aposentadoria tem íntima ligação com o medo da velhice. Aposentado e velho são tidos como sinônimos. Daí o impacto.

Será bom observar que ao longo da vida se nos apresentam aposentadorias nos vários setores – de família, de trabalho, e sócio-sexual.

Ao chegar à idade madura, o homem está se aposentando da mocidade, e num suspiro sai: “Já não sou mais jovem…” No teatro da vida, já não é mais o “mocinho”, é o pai do “mocinho”.

Aposenta-se como chefe de família, ao deparar-se com os filhos já adultos, que erguem o nariz mais alto que eles. Suspiram. “Já não sou o maior…”

É mais ou menos pelo mesmo tempo que lhe vem a aposentadoria do trabalho e, então, aquele suspiro fundo: “Não sou mais ninguém… não sirvo para mais nada…”

A soma das frustrações leva à depressão e a depressão à impotência sexual, já que ele se sente impotente em tantos setores. E aí, o suspiro quase que é o último: “Já não sou mais homem…”

Quanto à mulher, sofre também suas aposentadorias; da mocidade ao nascer da primeira ruga; de mulher, com a vinda da menopausa; e de mamãe, quando o filhão diz: “tchau, mãe” e ela não é mais necessária; a do trabalho também, agora que tendo se igualado ao homem, ganhou seus direitos e… seus deveres.

Eis o campo aberto para doenças psicossomáticas, que são as respostas do organismo ao stress, fruto das emoções negativas, das frustrações.

É certo que o trabalho cria no indivíduo um hábito enraizado, um vício difícil de vencer. Aquela coisa de sair todos os dias, faça chuva, ou faça sol, com frio ou com calor, e enfrentar o trânsito engarrafado na angústia do horário fixo. E no ambiente do trabalho há problemas de relacionamentos com colegas e chefes.

Embora sejam coisas bastante desagradáveis, estão inseridas no ritmo de vida do indivíduo e ele pensa que não pode parar. Pode.

Paradoxalmente, vemos nos jornais que as mulheres pleitearam na Constituinte o direito à aposentadoria, aos vinte e cinco anos de serviço, e que os homens protestaram contra a discriminação injusta para com eles, que têm de cumprir trinta anos.

E então? A aposentadoria é um prêmio ou um castigo?

Aposentando-se mais cedo, haverá mais tempo para realizações. É o tempo integral o merecido prêmio pelos anos de trabalho.

De um ângulo positivo de visão, a compulsória, que tanto amedronta e desgosta, pode ser vista, não como um fim, mas como um novo começo.

E a vida aí está. Se ela mudou, mude você com ela. Ponha a sua energia a serviço de construir uma nova etapa.

Não podemos ficar parados à espera de que algo de bom e de justo aconteça. A espera pode ser longa e nos levar à desesperança.

Lamentar o que está errado no mundo não será a solução. São tantas as coisas que vemos, que precisam de correções urgentes. E que podemos fazer? Nada? Nada, não.

Podemos dizer que, a cada ano, sobe a média de vida e a capacidade para se ser forte de corpo e mente, não se deixando abater.

A Dra. Bernice Sachis, psiquiatra norte-americana, declarou em um Congresso, que mais da metade das pessoas que procuram médicos por causa de problemas físicos têm problemas emocionais, que são, em parte ou totalmente, responsáveis pelos distúrbios.

Magdalena Léa
poetisa e escritora.
Autora do livro
“Quem Tem Medo de Envelhecer?”

Fonte:

http://www.velhosamigos.com.br/DatasEspeciais/diaaposentado1.html

“Por que devemos fracionar a alimentação (comer várias vezes ao dia)? “

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Rosaria Schwark

Comendo pouco e engordando
Quando nos alimentamos poucas vezes ao dia a tendência é consumir uma grande quantidade de comida, pois chegamos aos horários das refeições com muita fome. Este excesso de “energia” ingerida muitas vezes não é “gasta” pelo metabolismo, fazendo com que a mesma seja armazenada em forma de gordura no tecido adiposo, seja ele na região abdominal, rosto, braços, glúteos, etc.

Acelerando o Metabolismo e o Cérebro

Comer volumes diminuídos com fracionamento aumentado acelera o metabolismo e faz com que não ocorra o exagero nas próximas refeições. Outro motivo é que o nosso cérebro não armazena energia, por isso ele necessita de glicose a cada duas horas e meia a três.

Estresse

O estresse no corpo humano (físico ou emocional) aumenta a estocagem de gordura devido a um mecanismo de defesa que ajuda o homem a “sobreviver” mesmo em condições adversas. Isso leva ao aumento da freqüência cardíaca para preparar os músculos para a “luta” pela sobrevivência, gerando um maior fluxo sanguíneo. Quimicamente, essa fase envolve a produção de vários hormônios, levando a uma reação em cadeia, onde algumas células e hormônios ligados ao cérebro (envolvendo o Hipotálamo, Hipófise e Supra Renal) informam aos receptores das células adiposas a aceitarem maior quantidade de gordura, aumentando o estoque adiposo. Isso ocorre por que em situações de tensão, a glândula supra-renal produz os hormônios adrenalina e cortisol, que preparam o corpo para situações de perigo. Na prática, é como se o corpo pedisse, nesse momento, um alimento calórico como um doce, por exemplo, capaz de dar energia instantânea.

Desequilíbrio Hormonal

O desequilíbrio hormonal desencadeia os “picos” de ansiedade que levam a pessoa a comer mais do que o habitual, principalmente alimentos ricos em gordura e açúcar, sendo especialmente este último muito procurado por estressados. Esse consumo resulta na secreção de endorfinas, substâncias fabricadas pelo próprio cérebro que geram a sensação de bem estar e conforto ao organismo.

Quantidade não indica qualidade!

O fracionamento das refeições deve apresentar um volume diminuído, onde os alimentos consumidos devem possuir características nutricionais essenciais para o funcionamento equilibrado de todo metabolismo e cérebro. Afinal o alimento é o combustível do seu corpo e cérebro, por isso cuide qual combustível você tem oferecido para a sua máquina!

fonte:

http://www.movimentoperfeito.com.br/artigos_det.php?artigo=119

NUMEROLOGIA

domingo, 27 de dezembro de 2009

NUMEROLOGIA

Os números não são apenas números! Cada número carrega um tipo de energia e um tipo de qualidade diferente. Cada letra do alfabeto é ligado com cada número, desde o número 1 até o 9, começando com o número 1 que corresponde a letra A do alfabeto, e novamente começando pelo J que corresponde o número 10 e assim por diante. Adicione todas as letras do seu nome completo reduzindo-o para um único digito, assim você descobrirá informação sobre você! Por exemplo, se o total de números do seu nome for 31, você adiciona 3 + 1 = 4. Consulte a tabela abaixo para ver o que o número 4 fala sobre você.

1 Siginifica liderança e ambição. Também é o número que traz coragem, independência, atividades mentais e físicas, individualidade e realizações. O número 1 é visto como o número para principiantes.

2 Pessoas que tiram esse número provavelmente seguem outras pessoas do que lideram. É o número da sensitividade, grande intuiçãoe trazem equilíbrio em situações. São ótimos parceiros no amor.

3 Na espiritualidade, o número três é visto como o poder da unidade entre a mente, corpo e espírito. O número três é adaptável, alegre, sociável, ótimos comunicadores(as), gostam de manter a harmonia e o equilíbrio em suas vidas.

4 É o número da terra e representa estabilidade e fidelidade. Simboliza as quatro estações do ano, os elementos e as pontas dos compassos. Também são pessoas honestas e capazes.

5 É o número dos sensações e dos sentidos. Representa a liberdade e o espírito de aventura. São animadores de festas, otimistas e adoram viagens.

6 São pessoas intelectuais, imaginativas e sempre estão procurando ser perfeccionistas. São atenciosos com a família, nas relações amorosas e adoram ter responsabilidade.

7 O número sste é visto como um número de grande espiritualidade. Representa os sete dias da semana e as sete cores do arco-íris. São sábios, pensam profundamente nas coisas e se interessam muito por assuntos místicos.

8 É um número prático e pertencem as pessoas sucedidas e organizadoras que se dão bem em negócios. São pessoas que trabalham duro em ambos os aspectos: material e espiritual.

9 São pessoas que se preocupam com outras pessoas e seus direitos. Possuem muitos talentos, fazem de tudo para alcançar seus objetivos, mas nunca tiram vantagem de seu sucesso.

11 É um número espiritual e de intuição. São pessoas que trazem alegria para as pessoas e inspiração. Geralmente são pessoas que tem os pés no chão e algumas vezes podem ser inconvenientes.

fonte:   http://www.mistico.com/p/numerologia.html