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Dia Nacional do Livro – 29 de outubro

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

O dia 29 de outubro foi escolhido para ser o “Dia Nacional do Livro” por ser a data de aniversário da fundação da Biblioteca Nacional, que nasceu com a transferência da Real Biblioteca portuguesa para o Brasil.

Seu acervo de 60 mil peças, entre livros, manuscritos, mapas, moedas, medalhas, etc., ficava acomodado nas salas do Hospital da Ordem Terceira do Carmo, no Rio de Janeiro.

A biblioteca foi transferida em 29 de outubro de 1810 e essa passou a ser a data oficial de sua fundação.

Períodos Editoriais

    • No Brasil, ocorreram três fases relacionadas à edição de livros. A primeira começa com a chegada de Dom João VI, em 1808, que imediatamente criou a imprensa régia e conseqüentemente também um público leitor: de início, na Corte, e depois nas províncias.

      Um público sedento de obras técnicas (direito, economia, medicina, botânica, filosofia…) e os romances e peças dramáticas, os textos populares etc. As tipografias se multiplicaram por todo o império, espelhando a demanda do mercado. E a partir da metade do século XIX, alguns europeus começaram a se instalar no Brasil e a fundar casas editoras.

      A fase posterior ocorreu com a dificuldade de comunicação entre o Brasil e a Europa, no decorrer da (e também logo após a) Primeira Guerra Mundial. Nesse período, a indústria editorial brasileira se firmou, conseguindo se libertar das amarras do mercado europeu. O escritor de “Sítio do Pica-Pau Amarelo”, Monteiro Lobato, traduz o espírito desse tempo, ao dizer: “um país se faz com homens e livros”.

      Já a terceira fase é quando todo o trabalho do filólogo Antônio Houaiss, a partir da década de 60, serve de ponte entre a editoração amadorística e a editoração profissional das casas editoras. A conseqüência lógica são os cursos de editoração gráfica que começam a surgir, nos anos 70, e permanecem até hoje.

      Dicas para você cuidar de seus livros

      Para quem curte ler, de forma online ou não, e que possui suas obras preferidas (aquelas de que não se desfaz nem morto!) separadas num espaço nobre de sua estante, é bom saber umas dicas de como conservar esses nossos amigos, os livros.

      Evite tirar o livro da estante puxando pela borda superior da lombada. Isto danifica a encadernação. A forma correta de pegar é empurrando os volumes laterais, retirando o exemplar desejado pelo meio da lombada;

      Evite folhear livros com as mãos sujas;

      Evite fumar, beber ou comer nas bibliotecas ou mesmo em casa, enquanto lê uma obra;

      Contato permanente com a luz solar faz mal à saúde do livro;

      Evite largar os livros dentro do carro;

      Evite reproduzir livros frágeis ou muito antigos em copiadoras;

      Evite apoiar os cotovelos sobre eles

      Fonte: http://www.ibge.gov.br

    Dia Nacional da Pessoa Portadora de Deficiência Física

    terça-feira, 28 de setembro de 2010

    11 de Outubro

    Entraves e soluções

    A vida para uma pessoa portadora de deficiência física não é nada fácil. Se para pessoas sem qualquer problema físico, o dia-a-dia já é uma experiência estressante, imagine para quem depende de adaptações ou da ajuda de terceiros para se locomover. São muitos, aliás, os obstáculos enfrentados pelas pessoas portadoras de deficiências – de ordem social, política, econômica e cultural e não só os do cotidiano – distanciando-os bastante de conseguirem chegar ao ideal pretendido pelas Nações Unidas de “Participação Plena e Igualdade”. Isto porque o ponto crucial da questão estaria na relação entre o indivíduo e uma sociedade com padrões definidos, que alimenta a separação, ao tratar de forma inadequada os limites e as diferenças do outro. A anomalia se instala, quando não é dado um mínimo de condição às pessoas portadoras de deficiência de exercer o convívio em comunidade, incluindo aí aspectos fundamentais na vida de qualquer um, como educação, trabalho, habitação, segurança econômica, pessoal etc. Bom ressaltar que as pessoas portadoras de deficiência reivindicam a eliminação dos impedimentos a uma vida normal – o simples ir e vir, por exemplo – da mesma maneira que não esperam nenhum tipo de paternalismo ou piedade. Esta via de conduta, inclusive, seria para eles algo ruim, uma vez que enfatiza o preconceito e estimula a exclusão, ao invés de inseri-los no meio social. Acabam sendo tratados, assim, como um problema e não como cidadãos que possuem seu potencial criativo ou de produção. Dia 11 de outubro, as pessoas portadoras de deficiência física só desejam uma coisa de nós, sociedade: oportunidades e tratamento iguais.


      Já andou pelas ruas da cidade? Percebeu que algumas calçadas são elevadas e que há pouquíssimas rampas de acesso a lugares mais altos? Que os motoristas no trânsito costumam ser estressados e o pedestre pouco respeitado? Ele, também, impaciente, nervosinho? E que em vias de maior velocidade e poucos sinais, existe uma ou outra passarela para facilitar a travessia? E os banheiros públicos, percebeu o aperto? Tamanho de elevadores – da maioria, pelo menos – tem cabimento?

      Agora, passe isso tudo para uma pessoa portadora de deficiência e multiplique por três. Imaginou? Então. Pois é exatamente isto que você pensou o resultado da soma de obstáculos enfrentados por uma pessoa portadora de deficiência física na rotina do ir e vir. Ou seja, dá para notar que para uma pessoa com limitações físicas, a simples locomoção pelas ruas não é nem um pouco confortável.

      Algumas cidades do país já demonstram sensibilidade nesse sentido, tomando providências para facilitar a vida dessas pessoas, mas são raras. O município de Niterói, no estado do Rio de Janeiro, por exemplo, adotou uma medida louvável. Para cada sinal de trânsito, foram adaptadas rampas nas calçadas, para que pessoas em cadeiras de rodas se locomovam mais livre e independentemente de ajuda.

      É um começo.

      Talvez por isso não seja coincidência que a sede do Comitê Paraolímpico Brasileiro tenha sido instaurada naquela cidade. Um outro começo.

    Preparando a mochila

    sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
    Volta as aulas com a Clarinha - Casinha da Árvore - Apoio Lee Telemensagem

    Volta as aulas com a Clarinha - Casinha da Árvore - Apoio Lee Telemensagem

    Todo ano é assim: as mamães trazem aquelas listonas da escola e falam pra gente que é hora de todo mundo rever os estojos, as caixas de lápis de cor, as mochilas, os cadernos, as réguas e ver o que ainda pode ser usado! A gente gosta de ter coisinhas novas pra começar o ano, mas também sabe muito bem que nem tudo precisa ser trocado!

    Muitos lápis ainda estão novinhos e só precisam ser bem apontados, os estojos pedem uma boa lavada, assim como a mochila, que pode ganhar chaveirinhos diferentes, bottons e no meu caso, lacinhos e florzinhas! Já fica tudo com uma cara nova! E os cadernos? Ah, como sobra folha a cada ano! Tem muita matéria que a gente usa pouquinho, porque fazemos os exercícios na apostila ou no livro e aí, acaba o ano e aquele caderno com a capa amassadinha tem um montão de folhas em branco! A gente deu um jeito nisso por aqui! Vamos montar cadernos novinhos reciclando os velhos mesmo! Já fizeram isso? Podem ficar mais fininhos, mas já servem muito bem para algumas matérias ou para fazer a lição de casa! 

    Mãos à obra! Primeiro, a gente tira o espiral do caderno, aí, separa todas  folhas da capa e contracapa. A mamãe sempre ajuda! Depois, nossa tarefa é bolar uma nova carinha para a capa! Vale colar desenhos, adesivos ou encapar com imagens de revista! A gente cola cada desenho com cola branca cobrindo toda a capa. Vai ver que bacana que fica! Na minha, enchi de fotos de florzinhas e de desenhos que fiz durante as férias! Gostei. 

    Depois disso, a gente separa as folhas que ainda estão sem usar, tá quase pronto. Juntamos essas folhas em branco com a capa e a contracapa que acabamos de recriar, montando o novo caderno! Hora de repassar o espiral por tudo de novo. Prontinho! Cadê o caderno que parecia velhinho no ano passado? Ganhamos um novinho! Se quiser, para o caderno ficar mais grossinho, a gente pode juntar folhas em branco de vários cadernos já usados! 

    A mamãe fala que é bom porque economiza bastante e a gente sabe bem que o planeta abre um sorrisão!

    Até mais! E boa volta às aulas pra todo mundo!

    Clarinha

    Fonte: http://blogverdedaclarinha.blog.uol.com.br/arch2010-01-24_2010-01-30.html

    Nós da Agência Lee Telemensagem acreditamos que o futuro do nosso planeta está nas mãos das crianças.
    Ensinar sobre sustentabilidade às crianças formará adultos conscientes que cuidarão com carinho e respeito do nosso meio ambiente.

    Como funciona o horário de verão

    domingo, 27 de dezembro de 2009

    por Ana França

    Todo ano, durante a primavera e o verão, os brasileiros das regiões sul, sudeste e centro-oeste precisam adiantar 1 hora os relógios

    É o horário de verão, cujo objetivo principal é promover economia de energia elétrica através do aproveitamento da luz natural dos dias mais longos nesta época do ano.

    A medida é mais eficiente nas regiões distantes da linha do equador, porque nestas regiões os dias se tornam mais longos, e as noites, mais curtas.

    Já nas regiões próximas à linha do equador, os dias e as noites têm duração igual ao longo do ano, e a implantação do horário de verão nesses locais traz muito pouco ou nenhum proveito.

    Dessa maneira, no Brasil, o horário de verão acontece apenas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. No Norte e Nordeste a medida não é aplicada.

    E a programação da TV, como fica?
    Nos estados brasileiros onde não vigora o horário de verão, o único impacto que as pessoas sentem é na programação das emissoras de televisão, que segue o horário oficial do Brasil adotado pelo Distrito Federal.

    Um dos principais resultados esperados é diluir o horário de pico, evitando assim uma sobrecarga do sistema energético. Sem o horário de verão, o consumo maior de energia acontece por volta das 18h, coincidindo também com o consumo do comércio e da indústria. Com o adiantamento em uma hora, não há coinciência da entrada da iluminação, pois em sua grande maioria o comércio e a indústria reduzem o seu consumo a partir das 18h.

    São Pedro, ajude-nos
    O horário de verão 2007/2008 proporcionou uma economia de R$ 10 milhões, apenas um quarto dos R$ 40 milhões alcançados em anos anteriores.

    A causa, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), foi o aumento do uso de termelétricas, devido ao baixo índice pluviométrico do período, que diminuiu o nível dos reservatórios das hidrelétricas, impedindo seu pleno uso.

    Para exemplificar tudo isso, imagine o seguinte. Nas grandes cidades, as pessoas começam a chegar em casa por volta de 18 horas, ou seja, no início da noite. Chegando em casa a pessoa liga a luz elétrica interna. Nessa mesma hora, entra em operação a iluminação pública, placas de luminosos comerciais, etc. Além disso, as indústrias continuam trabalhando.
    Com o horário de verão, as cargas de iluminacão pública e das residências passam a entrar após 19 horas, justamente quando o consumo industrial começa a cair. Com isso há a redução na carga nesse horário.

    Na prática o horário de verão costuma gerar em média uma economia de energia da ordem de 1% e na demanda, no horário de pico, de 3,5 a 5%.

    Apesar de parecer pouco, isso significa uma enorme economia. No horário de verão da temporada 2006/2007, por exemplo, houve uma economia de cerca de R$ 50 milhões de reais, com 4% na demanda de energia nos horários de pico e 0,5% durante todas às 24 horas dos dias.

    Quanta economia!
    A economia gerada pelo horário de verão equivale a 2 mil megawatts, o que equivale a produção de 3 turbinas de Itaipu ou ainda ao consumo de Brasília e Belo Horizonte juntas durante o horário de pico,
    Fonte: www.agenciabrasil.gov.br

    A implantação da medida também proporciona:

    • diminuição dos riscos de restrição de carga no horário de ponta num eventual agravamento das condições dos reservatórios com conseqüente redução nas capacidades efetivas de geração por usinas;

    • preservação do meio ambiente, evitando-se a poluição que seria produzida pela queima de combustível fóssil através da geração de energia elétrica de origem térmica;

    • Melhoria da qualidade de vida da população, propiciada pelo maior aproveitamento da luz solar, obtendo mais tempo para o lazer e maior segurança ao entardecer.

    fonte

    Ana França.  “HowStuffWorks – Como funciona o horário de verão”.  Publicado em 11 de outubro de 2007  (atualizado em 19 de outubro de 2009) http://empresasefinancas.hsw.uol.com.br/horario-de-verao.htm (27 de dezembro de 2009)