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Taxa de juros em alta

domingo, 21 de junho de 2015

Em 2015 o Brasil retorna ao famigerado compulsivo modo anti inflação com a elevação dos juros.

Aumentando a dívida que o governo tem com os seus fornecedores e credores.

Sacrificando a economia já cambaleando.

Sacrifício para o cidadão, para o contribuinte que só tem elevação de juros e impostos.

Esse é o grande motivo de não crescimento do país.

Entra governo, sai governo e a manipulação das taxas de juros é a única receita que os economistas brasileiros conhecem.

O governo gasta mais do que tem. Não tem projeto de enxugar o custo absurdo que norteia qualquer departamento público.

Sabe de uma coisa.

Não dá pra acreditar. Acho que aqui só mesmo uma intervenção.

Lamento dizer isto, mas talvez nem dez gerações conseguirão por este país na mira do rumo certo.

19 de novembro – Dia da Bandeira do Brasil

quinta-feira, 8 de novembro de 2012
No dia 19 de novembro, através do disposto no decreto lei número 4, comemora-se o Dia da Bandeira do Brasil, homenagem ao simbolo máximo da pátria brasileira. A celebração marca a data em que a bandeira foi instituída, em 1889, ou seja, apenas 4 dias após a Proclamação da República. Desenhada por Décio Vilares e projetada por Raimundo Teixeira Mendes e por Miguel Lemos, a bandeira nacional, tal como a conhecemos atualmente, é uma adaptação da antiga bandeira do império brasileiro.

O escudo imperial português foi substituído pelo círculo azul com estrelas brancas, onde se encontra a divisa positivista “Ordem e Progresso”.  Inicialmente, no centro dessa esfera, estava representado o céu do Rio de Janeiro com a constelação do Cruzeiro do Sul, exatamente como foi vista no dia 15 de novembro de 1889.  Entretanto, em 1992, uma lei modificou as estrelas da bandeira, determinando que todos os estados brasileiros e o Distrito Federal fossem igualmente representados na bandeira nacional.

Além de normas específicas para as dimensões e proporções do desenho da bandeira nacional, há varias outras regras em relação ao símbolo nacional, como por exemplo, a restrição de que ela  fique exposta à noite, a não ser que esteja bem iluminada (ainda que o costume seja hasteá-la de manhã e recolhê-la na parte da tarde), além da obrigatoriedade de hasteá-la em órgãos públicos, escolas, secretarias de governo, repartições públicas, etc) em dias de festa ou de luto nacional, ou diariamente nos edifícios do governo. A bandeira nacionaltambém fica exposta em congressos nacionais, encontros de governo e demais situações em que o Brasil é representado diante de outros países. Além da bandeira nacional do Brasil, existem duas outras bandeiras brasileiras oficiais: a bandeira presidencial e a bandeira vice-presidencial.

Curiosidades sobre a bandeira brasileira:

- Quando várias bandeiras são hasteadas em nosso país, a brasileira deve ser a primeira a chegar no topo do mastro e a última a descer;

- Quando uma bandeira brasileira fica velha, suja ou rasgada, deve ser imediatamente substituída por uma nova. A bandeira velha deve ser recolhida a uma unidade militar, que providenciará a sua queima no dia 19 de novembro;

- As quatro cores da Bandeira Nacional representam simbolicamente as famílias reais de que descende Dom Pedro I, idealizador da bandeira do império. Com o passar do tempo esta informação foi sendo substituída por uma adaptação feita pelo povo brasileiro. Dentro deste contexto, o verde passou a representar as matas, o amarelo as riquezas do Brasil, o azul o seu céu e o branco a paz que deve reinar no Brasil;

- A versão atual da bandeira nacional brasileira com 27 estrelas entrou em vigor em 11 de maio de 1992, com a inclusão de mais quatro estrelas (antes eram 23 estrelas) representando o Amapá, Tocantins, Roraima e Rondônia.

Hino da Bandeira:

O Hino à Bandeira surgiu a partir de um pedido feito por Francisco Pereira Passos, prefeito do Rio de Janeiro na época, ao poeta Olavo Bilac. O pedido era que o poeta compusesse algo que fosse uma homenagem à bandeira nacional . A criação da melodia apropriada ficou a cargo do professor Francisco Braga, da Escola Nacional de Música. O hino foi adotado pela prefeitura do Rio de Janeiro em 1906, passando a ser cantado em todas as escolas da cidade. Com o tempo, a execução do hino foi se estendendo a corporações militares e demais unidades da federação, tornando-se, por fim, o Hino à Bandeira Nacional, ainda que extraoficialmente.

Confira a letra abaixo:

Salve lindo pendão da esperança!
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.

Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.

Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amado,
poderoso e feliz há de ser!

Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
paira sempre, sagrada bandeira
Pavilhão da justiça e do amor!

http://www2.portoalegre.rs.gov.br/pwdtcomemorativas/default.php?reg=19&p_secao=19#

Rio de Janeiro Cultura

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Rio de Janeiro – Cultura

“O Trenzinho do Caipira” – Projeto Villa-Lobos para crianças de todas as idades

22 a 30 de maio de 2010

A Cia. do Abração, de Curitiba, apresenta o espetáculo “O Trenzinho do Caipira – Projeto Villa-Lobos para crianças de todas as idades”, na CAIXA Cultural do Rio de Janeiro nos dias 22, 23, 29 e 30 de maio (sábado e domingo). A montagem nasce do sonho de compartilhar com as crianças a importância e a beleza da música erudita, tendo como referência a obra do maestro e compositor brasileiro.
No roteiro, seis personagens de diferentes regiões do Brasil recebem, simultaneamente, uma misteriosa carta de Villa-Lobos, convidando-os para uma viagem de trem. Por obra do destino – ou da carta que receberam na estação – eles se encontram e constatam que acabam de perder o trem. Este fato provoca uma instabilidade e um questionamento em cada um sobre o sentido de estarem ali. O sentido da viagem, o sentido do trem, o sentido da própria vida. Ao se conhecerem, percebem suas necessidades, os desejos comuns e decidem, então, construir o seu próprio trem. CAIXA Cultural Rio de Janeiro

Rio de Janeiro – Kuarup

Por Assessoria de Imprensa / CAIXA Cultural Rio

Exposição resgata sociedade Xingu

27 de Abril a 6 de Junho – Kuarup – A última Viagem de Orlando Villas Bôas

Boa parte da sabedoria e experiência adquirida pelo sertanista Orlando Villas Bôas será transmitida ao visitante na exposição Kuarup – A Última Viagem de Orlando Villas Bôas, que será inaugurada dia 26 de Abril, na CAIXA Cultural Rio de Janeiro e poderá ser vista até dia 6 de Junho. Depois a mostra segue para Brasília, Belo Horizonte, Curitiba e Salvador. Leia mais: Exposição Rio de Janeiro

Doutores da Alegria

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Palhaços em Rede e o Contexto

da Cultura e Saúde

Quando Doutores da Alegria completou dez anos de existência, em 2001, entendemos que o mundo enviava uma mensagem clara: a questão da alegria na adversidade era algo que precisava ser mais conhecido, estudado, disseminado, questionado, e, principalmente, compartilhado.

Constatamos que a figura do palhaço no hospital era uma atividade espalhada globalmente, resultado da implantação bem sucedida de trabalhos consistentes como The Big Apple Circus Clown Care Unit em Nova Iorque, 1986; Le Rire Medecin na França e Doutores da Alegria no Brasil, ambos em 1991, e Die Clown Doktoren na Alemanha. Hollywood, que trabalha estudando tendências para produzir seus filmes, percebeu a força desse movimento e levou para as telas a história de Patch Adams, médico que usava o humor como tratamento terapêutico de seus pacientes, o que ajudou a difundir ainda mais o conceito da alegria e da atuação do palhaço na área da saúde.

No Brasil, já era possível contar mais de 100 iniciativas de palhaços em hospital – ou casas de apoio, asilos e orfanatos – nos mais variados tipos de organização. Em 1999, o governo federal havia lançado o programa nacional de humanização no atendimento à saúde, hoje conhecido como HUMANIZASUS, e metáforas recorrentes usando a saúde eram pronunciadas por figuras públicas: “A cidade está na U.T.I.”, “Brasil saiu a U.T.I.”, “O mundo está enfermo” e assim por diante.

fototextowellFoi neste cenário que fizemos a escolha de trabalhar para elevar nossa atividade, a besteirologia, à condição de profissão de futuro. Para tanto, começamos a nutrir o conceito dos Doutores da Alegria ser uma organização – escola.

Ao enveredar por esse caminho, os programas semelhantes não poderiam ser olhados como concorrência, mas como colegas construtores de um novo mercado, com os quais poderíamos compartilhar nosso conhecimento e experiência visando a estruturação dos grupos por dois pilares essenciais: ética e qualidade.

Quando começamos a mapear essas iniciativas, promovemos nos Doutores da Alegria de São Paulo, em novembro de 2003, um grande encontro, com mais de 50 representações para saber como poderíamos colaborar com elas. “Queremos aprender mais coisas para fazer no hospital!” foi o denominador comum, então decidimos conhecer de perto alguns desses grupos, promovemos oficinas e, com base nessa experiência, lançamos o Palhaços em Rede em 2007.

A escolha do Doutores da Alegria em promover a rede tem por objetivo potencializar a relação entre os grupos que atuam como palhaços em hospitais, para que cada iniciativa tenha consciência de sua importância local e de sua fundamental contribuição para construir um mercado ético de qualidade, pois nessa linha de atuação, não é possível ser menos do que isso.

No ano passado, uma articulação foi realizada entre os Ministérios da Cultura e da Saúde, que resultou na criação do Programa Cultura e Saúde, que reconhece o papel relevante da Arte e da Cultura na área da Saúde premiando iniciativas relevantes nesse contexto: 41 organizações e ações de todo o Brasil foram, não apenas reconhecidas com o prêmio, mas legitimadas pelo convite à construção de propostas possam tornar-se políticas públicas. Em lugar nenhum do mundo encontramos uma ação deste porte. E isso só acontece por conta dos resultados já gerados.

O Juramento de Hipócrates diz: “Prometo que, ao exercer a ARTE de curar…”

Cabe a nós, agora, construir esse futuro.

Por Wellington Nogueira

Fundador dos Doutores da Alegria

Agosto de 2009

fonte de pesquisa:

http://www.2u-u.com/doutores/index.php?option=com_content&view=article&id=19&Itemid=7