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Não Vou Pagar o Pato

sábado, 28 de novembro de 2015

Campanha de cidadania, Participem!!!!!!!!!!!!!!!!

28/10/2015

CONTRA CPMF, PATO GIGANTE É INFLADO NA PRAIA DE COPACABANA

O Diário da Manhã fala sobre a campanha “Não Vou Pagar o Pato”, lançada pela FIESP

Na crônica desta terça-feira (27), Salomão Schvartzman fala sobre a campanha “Não Vou Pagar o Pato”, lançada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) em setembro deste ano.

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Depois de realizar manifestações na Avenida Paulista e no Palácio do Planalto, o movimento chegou à Praia de Copacabana neste domingo (25). Assim como nos protestos anteriores, um pato inflável gigante, de 12 metros de altura, foi instalado no local. O ato foi realizado em pareceria com a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (FIRJAN).

A campanha tem como objetivo pressionar o governo e o Congresso contra a aprovação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), além de conscientizar a sociedade sobre os altos impostos já pagos em produtos e serviços e evitar um novo aumento da carga tributária.

Veja mais em: http://www.naovoupagaropato.com.br/deu-na-midia/contra-cpmf-pato-gigante-e-inflado-na-praia-de-copacabana/

Erros Médicos

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Hospitais públicos brasileiros são líderes mundiais de erros médicos

São impressionantes as inúmeras ocorrências de “erros médicos”, no Brasil, isso sem contar aqueles vários casos que os familiares nem denunciam ou venham para mídia.

Isso sem dúvida denuncia o descaso do poder público, dos profissionais que entram por concurso público, estudam desesperadamente para conseguirem um emprego público, com as garantias de não serem demitidos e serem custeados pela arrecadação dos impostos e tributos que compulsoriamente pagamos.

O poder quer de qualquer forma voltar a instituir a CPMF, imposto este criado para a Saúde pública. Quando este Imposto Provisório vigorava, os recursos foram desviados, e os investimentos na saúde continuaram tímidos.

Aqui neste país os impostos de  fato tem que ser como o próprio nome os batiza, “imposto”, de imposição. Caso não fosse obrigatórios a população não pagaria, uma vez que não acredita nos legisladores e políticos e nem vê estes investimentos favorecendo com dignidade e respeito que o cidadão necessita.

As secretarias municipais e estaduais deveriam contar com funcionários públicos de competência e responsabilidade profissional para fiscalizarem, cobrarem e relatar os casos de descasos. Mas estamos pedindo muito, infelizmente estamos querendo algo impossível pelas características e mitos de funcionalismo público.

A cada necessidade de um serviço público de qualquer natureza, deveríamos levar conosco, uma equipe de reportagem televisiva, de forma a termos atendimento digno, caso contrário ficamos reféns da espera, do descaso, da falta de profissionais e mais ainda da falta de vontade em contribuírem para um país melhor e mais justo.

Grandes e renovados Advogados brasileiros, que por competência reconhecida deveriam devolver à população um pouco de seus sucessos, abraçando as causas contra os hospitais municipais e estaduais que fogem das responsabilidades pelo mau atendimento e erros médicos, que tem mutilado e abandonados até a morte os usuários destes estabelecimentos.

Os processos contra o mau funcionamento e descasos devem ser contra a instituição, bem como contra os secretários de saúde e diretamente aos prefeitos e governadores de estado. Quem sabe eles sendo pressionados tomem atitudes compatíveis com as suas funções.

Quando estes funcionários públicos que são inatingíveis e longe do cidadão, tiverem que tirar de suas gordas contas bancárias parte para indenizar as vítimas, provavelmente vão agir com mais empenho e dedicação as responsabilidades que votando transferimos a eles.

Observei em um Posto de Saúde que na parede da Recepção, tem um aviso em letras de caixa alta:

“Desrespeitar e Desacatar  um Funcionário Público é Crime”.

Mas não tem o telefone da Ouvidoria Pública para que possamos reportar os abusos e descasos.

Luiz Oliveira

31/01/2011