Posts com a Tag ‘Brasília’

24 de Janeiro, Dia do Aposentado

sábado, 23 de janeiro de 2010
APOSENTADOS DA VIDA
(Magdalena Léa)

Com a palavra Mira y Lopez: “Um adulto comum, normal, que ganha a vida profissionalmente, vê-se, subitamente, inválido pela sociedade, que o condena, da noite para o dia, à inação, à inatividade e ao tédio, afastando-o do trabalho, para convertê-lo em um parasita dos cofres públicos, da família, ou da economia previdencial ou assistencial.”

E isto é tanto mais triste quando sabemos que, se o trabalho o aposenta, o indivíduo se aposenta da vida. Sente-se esgotado, esvaziado de interesse. É como se, ao despedi-lo, o chefe lhe dissesse: “Pode ir embora, você não serve para mais nada.”

E continua Mira y Lopez: “Curioso e paradoxal, no caso, é que os que assim legislam fazem-no pensando que, com a idade, se dá o desgaste e a deficiência do indivíduo, diminuindo as aptidões necessárias para o rendimento satisfatório do trabalho.

Se isto é assim, perguntamos por que se despede obrigatoriamente o porteiro, o ascensorista, o datilógrafo, o secretário, ou qualquer outro funcionário da empresa, e não se faz o mesmo com o chefe? Por que se supõe que, após os 65 anos, um homem não pode ser professor, mas pode ser Ministro da Educação? Não pode ser chefe de seção, mas pode ser Chefe da Nação?

Se você ocupa um posto medíocre, jubilam-no a uma idade determinada, mas se você é bispo, deputado, banqueiro, homem de negócios, escritor afamado ou qualquer outra pessoa de prestígio, estará a salvo, mesmo que sua mente deixe de ser normal e se torne esclerosada e retrógrada.

É óbvio que nos achamos diante um contra-senso que tem de ser sanado quanto antes, substituindo-se o critério de idade e de posição pelo de capacidade e rendimento.”

Assim falou Mira y Lopez, em seu livro “A Arte de Envelhecer“, em 1961. E, ainda hoje, as leis se baseiam no pressuposto da deficiência de rendimento, no trabalho das pessoas de idade.

Tudo isso é verdade. A lamentável verdade.

Mas você não há de viver se lamentando; é um desgaste inútil de energia. A revolta não resolve. Você pode e deve usar sua energia para conduzir-se na nova situação. E então usufruir a vida até a última gota. Esta vida que lhe foi dada para ser vivida e não sofrida.

O medo da aposentadoria tem íntima ligação com o medo da velhice. Aposentado e velho são tidos como sinônimos. Daí o impacto.

Será bom observar que ao longo da vida se nos apresentam aposentadorias nos vários setores – de família, de trabalho, e sócio-sexual.

Ao chegar à idade madura, o homem está se aposentando da mocidade, e num suspiro sai: “Já não sou mais jovem…” No teatro da vida, já não é mais o “mocinho”, é o pai do “mocinho”.

Aposenta-se como chefe de família, ao deparar-se com os filhos já adultos, que erguem o nariz mais alto que eles. Suspiram. “Já não sou o maior…”

É mais ou menos pelo mesmo tempo que lhe vem a aposentadoria do trabalho e, então, aquele suspiro fundo: “Não sou mais ninguém… não sirvo para mais nada…”

A soma das frustrações leva à depressão e a depressão à impotência sexual, já que ele se sente impotente em tantos setores. E aí, o suspiro quase que é o último: “Já não sou mais homem…”

Quanto à mulher, sofre também suas aposentadorias; da mocidade ao nascer da primeira ruga; de mulher, com a vinda da menopausa; e de mamãe, quando o filhão diz: “tchau, mãe” e ela não é mais necessária; a do trabalho também, agora que tendo se igualado ao homem, ganhou seus direitos e… seus deveres.

Eis o campo aberto para doenças psicossomáticas, que são as respostas do organismo ao stress, fruto das emoções negativas, das frustrações.

É certo que o trabalho cria no indivíduo um hábito enraizado, um vício difícil de vencer. Aquela coisa de sair todos os dias, faça chuva, ou faça sol, com frio ou com calor, e enfrentar o trânsito engarrafado na angústia do horário fixo. E no ambiente do trabalho há problemas de relacionamentos com colegas e chefes.

Embora sejam coisas bastante desagradáveis, estão inseridas no ritmo de vida do indivíduo e ele pensa que não pode parar. Pode.

Paradoxalmente, vemos nos jornais que as mulheres pleitearam na Constituinte o direito à aposentadoria, aos vinte e cinco anos de serviço, e que os homens protestaram contra a discriminação injusta para com eles, que têm de cumprir trinta anos.

E então? A aposentadoria é um prêmio ou um castigo?

Aposentando-se mais cedo, haverá mais tempo para realizações. É o tempo integral o merecido prêmio pelos anos de trabalho.

De um ângulo positivo de visão, a compulsória, que tanto amedronta e desgosta, pode ser vista, não como um fim, mas como um novo começo.

E a vida aí está. Se ela mudou, mude você com ela. Ponha a sua energia a serviço de construir uma nova etapa.

Não podemos ficar parados à espera de que algo de bom e de justo aconteça. A espera pode ser longa e nos levar à desesperança.

Lamentar o que está errado no mundo não será a solução. São tantas as coisas que vemos, que precisam de correções urgentes. E que podemos fazer? Nada? Nada, não.

Podemos dizer que, a cada ano, sobe a média de vida e a capacidade para se ser forte de corpo e mente, não se deixando abater.

A Dra. Bernice Sachis, psiquiatra norte-americana, declarou em um Congresso, que mais da metade das pessoas que procuram médicos por causa de problemas físicos têm problemas emocionais, que são, em parte ou totalmente, responsáveis pelos distúrbios.

Magdalena Léa
poetisa e escritora.
Autora do livro
“Quem Tem Medo de Envelhecer?”

Fonte:

http://www.velhosamigos.com.br/DatasEspeciais/diaaposentado1.html

Itamaraty já recebeu cerca de 500 pedidos de informações sobre brasileiros no Haiti

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Amanda Cieglinski
Repórter da Agência Brasil




Brasília – O Núcleo de Atendimento a Brasileiros no Exterior (NAB) do Itamaraty já recebeu cerca de 500 pedidos de informações sobre pessoas que estão no Haiti. De acordo com o embaixador Oto Agripino Maia, que está coordenando essas ações, a maior dificuldade é conseguir contato telefônico com o país, já que as linhas de comunicação estão danificadas.

“Dentro dos limites das comunicações e das dificuldades de entrar em contato com o Haiti, temos tido um certo êxito em localizar pessoas e tranquilizar famílias. Temos uma lista de cerca de 30 pessoas localizadas, tanto civis quanto militares”, afirmou o embaixador.

Segundo ele, a internet tem sido um importante meio para ajudar nesse trabalho. “Felizmente a internet e o email ainda estão oferecendo um canal de comunicação possível com o Haiti”, disse.

A equipe de atendimento foi reforçada e trabalha em parceria com o Ministério da Defesa no repasse de informações. Os telefones de atendimento do NAB são: (61) 3411-8803, 3411-8805, 3411-8808, 34-118817 e 8197-2284.

Edição: Tereza Barbosa

Fonte: http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2010/01/14/materia.2010-01-14.2728857662/view

- E M B R A E R – Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A.

sábado, 19 de dezembro de 2009

A Embraer é hoje a 4ª maior fabricante de aeronaves comerciais do mundo. Com mais de 3.600 aviões produzidos (2006), voando em 58 países e 16.500 funcionários (85% no Brasil) foi também, em 1999 e 2001, a maior exportadora brasileira e de 2002 a 2005 a segunda maior. Fundada em 19 de agosto de 1969 pelo Decreto-Lei 770, como empresa de capital misto, foi privatizada em 1994. A Companhia Bozano Simonsen e os fundos de pensão PREVI e SISTEL detêm hoje 60% de suas ações com direito a voto e são seus principais acionistas.

Em 1999, a Embraer formalizou uma aliança estratégica com as maiores empresas aeroespaciais européias, que detêm hoje cerca de 20% de seu capital social. São elas: Snecma, EADS, Dassault Aviation e Thales. Isso facilitou a entrada em mercados mais fechados e competitivos. Seus primeiros aviões de sucesso no exterior,  foram o Bandeirante e o Xingú, turbo-hélices, que invadiram o mercado brasileiro e norte-americano em suas categorias e elevaram o nome da empresa como indústria internacional de aviação regional e comercial. Entretanto, como empresa estatal era deficitária, o govêrno federal resolveu leiloar a companhia num dos diversos leilões promovidos pelo BNDES e hoje é um grupo saudável, poderoso e muito lucrativo, num mercado extretamente competitivo.

A Embraer possui toda uma família bem sucedida de aviões comerciais voltada à avião regional, onde o pioneiro foi o Brasília EMB-120. Compõem essa família também, o ERJ-135 (jato para 37 passageiros),  o ERJ-140 (jato para 44 passageiros) e o ERJ-145 para 50 passageiros, além das novas versões maiores: o EMB-170/175, EMB-190/100 e ERJ-190/200, para 70, 98 e 108 passageiros e o EMB-195 para até 118 passageiros. A Embraer detém hoje 45% do mercado mundial de jatos de transporte regional.

A empresa desenvolve também um importante papel estratégico na aviação militar brasileira que possui hoje, entre seus equipamentos, 50% de modelos fabricados pela Embraer. Outras dezenas de forças aéreas mundiais utilizam suas aeronaves militares.

A Embraer entrou definitivamente no mercado mundial corporativo ao efetuar, em Setembro de 2001, a entrega de seu primeiro jato executivo, o Legacy, baseado no ERJ-135. Ele disputa a fatia do mercado de jatos executivos de médio porte e já possui centenas de aeronaves vendidas.

A Embraer formou, em 2003, uma parceria com a empresa alemã Liebherr International e, juntas, compõem agora a Embraer Liebherr Equipamentos do Brasil S.A., empresa que dedicará ao segmento de trens de pouso e componentes hidráulicos. O principal destaque da Embraer em 2006 será a certificação do novíssimo EMB-195, com capacidade para até 118 passageiros e autonomia para pouco menos de 4.000 km. A aeronave será utilizada em rotas comerciais leves regionais e nacionais.  A Sede da Embraer fica no Estado de São Paulo com a indústria localizada em São José dos Campos.

- A nova geração -

O EMBRAER 170 é o primeiro modelo de uma nova família de birreatores de transporte lançada em julho de 1999 para satisfazer as necessidades do mercado de aviação comercial. O vôo inaugural do EMBRAER 170 aconteceu em 19 de fevereiro de 2002. A nova família, que inclui também o EMBRAER 175, EMBRAER 190 e o EMBRAER 195, foi desenvolvida através de um programa multinacional de parcerias de risco. O programa, liderado pela Embraer, investiu acima de 850 milhões de dólares e incluiu parcerias com 16 indústrias aeroespaciais de renome mundial.

O emprego de modernas ferramentas gerenciais e de engenharia permitiu à Embraer desenvolver e entregar o primeiro membro desta família no primeiro trimestre de 2004. Essa nova família de aeronaves vai garantir a continuidade da linha de produtos comerciais da empresa no novo século e fortalecerá a sua participação no mercado de jatos de transporte regional, que atualmente já é de 45% (2006).

A Embraer vendeu em junho/2003 185 aeronaves ERJ170, num valor superior a US$ 3 bilhões, se firmando como uma das maiores empresas exportadoras do Brasil. O ERJ170 tem autonomia para 3.889km, possui 70 assentos, comprimento total de 29,90 metros, envergadura de 26,00m, altura de 9,67m e 3,01m de largura da fuselagem interna.

ABAIXO, VISTA DA CABINA DE COMANDO E DO INTERIOR DO EMB 170

Em 2003, além dos aviões entregues – acima relacionados -, a Embraer forneceu ao governo federal mais 03 (três) aeronaves EMB 145 configuradas e modificadas para atender aos requisitos do Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM).

A Embraer mantém suas atividades de engenharia, desenvolvimento e fabricação no Brasil, com quatro unidades industriais, em São José dos Campos, Eugênio de Melo, Botucatu e Gavião Peixoto – todas no Estado de São Paulo. Possui também um escritório de engenharia em Palm Beach Gardens, Flórida (Estados Unidos) e uma fábrica em Harbin, China, em associação com a AVIC II.

Além disso possui centros de serviço e vendas de peças de reposição no Brasil, Estados Unidos, França, Espanha, Suíça, Austrália, China e Cingapura. Mantém ainda uma joint venture com a Liebherr da Alemanha da qual detém 60% do capital. Existe também a Harbin Embraer Aircraft Industry Company, Ltd., joint venture destinada a montagem final dos aviões da família ERJ 145 para o mercado chinês, criada em 02.12.2002.  O grupo é composto, no total, de 30 empresas operando em todo o mundo, incluindo a controladora.

O EMB-195 É A MAIOR E MAIS MODERNA AERONAVE CONSTRUÍDA NO BRASIL

Os pedidos em carteira totalizavam, em 31 de dezembro de 2005, US$ 10,4 bilhões em ordens firmes (1.334 aeronaves) e mais US$ 13,6 bilhões em opções de compra ainda não confirmadas (545 aeronaves). O ano de 2005 se destacou pela eficácia industrial demonstrada pela Embraer ao atender um ousado plano de certificação e entrega das primeiras aeronaves EMB-175 e EMB-195 e pela decisão estratégica de ampliar investimentos no mercado de aviação executiva com o lançamento dos jatos Phenom 100 e Phenom 300 (o design interior está sendo concebido pela BMW Group DesignworksUSA).

Em 2005 também foi entregue a 900a aeronave EMB-145 e o Legacy, lançado em 2000, teve 60 unidades vendidas para 15 países sendo renomeado para Legacy 600 para ajustar-se a nomenclatura dos jatos executivos da companhia.

Veja a comparação de entregas entre 2004/2005:

2004: 87 EMB-145, 46 EMB-170, 01 ERJ-135, 01 EMB-145 (defesa) e 13 Legacy Executivo, totalizando 148.
2005: 46 EMB-145, 46 EMB-170, 14 EMB-175, 12 EMB-190, 02 ERJ-135, 01 EMB-145 (defesa), 06 Legacy 600 (defesa) e 14 executivos Legacy 600, totalizando 141.

O EMB-195, maior jato da companhia, deverá ser certificado no terceiro trimestre de 2006. Suas especificações máximas (variável de acordo com a versão): 118 lugares, peso máximo de decolagem: 52.290 kg., peso máximo de aterisagem: 45.800 kg., peso máximo de carga: 13.530 kg., capacidade de combustível: 12.872 kg., dimensões da cabine de passageiros (exceto cabine de comando): 28,17m x 2,74m e 3.889 km de autonomia.

A FROTA COMERCIAL DA EMPRESA ==> EMB-195, EMB-190, EMB-175 E EMB-170, EM FORMAÇÃO, PELOS CÉUS DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS (SP)

A Embraer participa atualmente com 45% do mercado mundial de 30 a 60 assentos, 33% no mercado mundial de 31 a 90 assentos e de 23% no mercado mundial de 91 a 120 assentos, levando-se em conta as entregas já efetuadas e os pedidos firmes em carteira.

Fonte http://www.portalbrasil.net/embraer.htm

Doutores da Alegria

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Palhaços em Rede e o Contexto

da Cultura e Saúde

Quando Doutores da Alegria completou dez anos de existência, em 2001, entendemos que o mundo enviava uma mensagem clara: a questão da alegria na adversidade era algo que precisava ser mais conhecido, estudado, disseminado, questionado, e, principalmente, compartilhado.

Constatamos que a figura do palhaço no hospital era uma atividade espalhada globalmente, resultado da implantação bem sucedida de trabalhos consistentes como The Big Apple Circus Clown Care Unit em Nova Iorque, 1986; Le Rire Medecin na França e Doutores da Alegria no Brasil, ambos em 1991, e Die Clown Doktoren na Alemanha. Hollywood, que trabalha estudando tendências para produzir seus filmes, percebeu a força desse movimento e levou para as telas a história de Patch Adams, médico que usava o humor como tratamento terapêutico de seus pacientes, o que ajudou a difundir ainda mais o conceito da alegria e da atuação do palhaço na área da saúde.

No Brasil, já era possível contar mais de 100 iniciativas de palhaços em hospital – ou casas de apoio, asilos e orfanatos – nos mais variados tipos de organização. Em 1999, o governo federal havia lançado o programa nacional de humanização no atendimento à saúde, hoje conhecido como HUMANIZASUS, e metáforas recorrentes usando a saúde eram pronunciadas por figuras públicas: “A cidade está na U.T.I.”, “Brasil saiu a U.T.I.”, “O mundo está enfermo” e assim por diante.

fototextowellFoi neste cenário que fizemos a escolha de trabalhar para elevar nossa atividade, a besteirologia, à condição de profissão de futuro. Para tanto, começamos a nutrir o conceito dos Doutores da Alegria ser uma organização – escola.

Ao enveredar por esse caminho, os programas semelhantes não poderiam ser olhados como concorrência, mas como colegas construtores de um novo mercado, com os quais poderíamos compartilhar nosso conhecimento e experiência visando a estruturação dos grupos por dois pilares essenciais: ética e qualidade.

Quando começamos a mapear essas iniciativas, promovemos nos Doutores da Alegria de São Paulo, em novembro de 2003, um grande encontro, com mais de 50 representações para saber como poderíamos colaborar com elas. “Queremos aprender mais coisas para fazer no hospital!” foi o denominador comum, então decidimos conhecer de perto alguns desses grupos, promovemos oficinas e, com base nessa experiência, lançamos o Palhaços em Rede em 2007.

A escolha do Doutores da Alegria em promover a rede tem por objetivo potencializar a relação entre os grupos que atuam como palhaços em hospitais, para que cada iniciativa tenha consciência de sua importância local e de sua fundamental contribuição para construir um mercado ético de qualidade, pois nessa linha de atuação, não é possível ser menos do que isso.

No ano passado, uma articulação foi realizada entre os Ministérios da Cultura e da Saúde, que resultou na criação do Programa Cultura e Saúde, que reconhece o papel relevante da Arte e da Cultura na área da Saúde premiando iniciativas relevantes nesse contexto: 41 organizações e ações de todo o Brasil foram, não apenas reconhecidas com o prêmio, mas legitimadas pelo convite à construção de propostas possam tornar-se políticas públicas. Em lugar nenhum do mundo encontramos uma ação deste porte. E isso só acontece por conta dos resultados já gerados.

O Juramento de Hipócrates diz: “Prometo que, ao exercer a ARTE de curar…”

Cabe a nós, agora, construir esse futuro.

Por Wellington Nogueira

Fundador dos Doutores da Alegria

Agosto de 2009

fonte de pesquisa:

http://www.2u-u.com/doutores/index.php?option=com_content&view=article&id=19&Itemid=7

Fique atento ao início do horário de verão

sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Adiante seu relógio em 1 hora - Equipe Lee Telelemensagem

Adiante seu relógio em 1 hora - Equipe Lee Telelemensagem

Rodoviárias e aeroportos têm esquema especial para passageiros.
Medida é válida no RS, SC, PR, SP, RJ, ES, MG, GO, MT, MS e DF.

O horário de verão este ano  começa à 0h de domingo, 18 de outubro, e vai até a 0h de 21 de fevereiro de 2010. Os relógios terão de ser adiantados em uma hora. A partir deste ano, a medida vigora em uma data fixa, conforme prevê decreto sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 A mudança de horário só vale para os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.

Adotado no Brasil desde o verão de 1932, o horário de verão busca o melhor aproveitamento da luz natural, adiantando-se os relógios em uma hora. A medida reduz o consumo de energia elétrica entre 18h e 20h. A ideia do horário de verão surgiu antes mesmo da luz elétrica.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1315822-5598,00.html