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Taxa de juros em alta

domingo, 21 de junho de 2015

Em 2015 o Brasil retorna ao famigerado compulsivo modo anti inflação com a elevação dos juros.

Aumentando a dívida que o governo tem com os seus fornecedores e credores.

Sacrificando a economia já cambaleando.

Sacrifício para o cidadão, para o contribuinte que só tem elevação de juros e impostos.

Esse é o grande motivo de não crescimento do país.

Entra governo, sai governo e a manipulação das taxas de juros é a única receita que os economistas brasileiros conhecem.

O governo gasta mais do que tem. Não tem projeto de enxugar o custo absurdo que norteia qualquer departamento público.

Sabe de uma coisa.

Não dá pra acreditar. Acho que aqui só mesmo uma intervenção.

Lamento dizer isto, mas talvez nem dez gerações conseguirão por este país na mira do rumo certo.

Duas Estagiárias demitidas do Senado

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

A casa tem mais problemas que se possa imaginar!

Duas estagiárias são demitidas depois de publicarem foto de roedor morto na gráfica da Casa e de fazerem comentários sobre Renan Calheiros em rede social na internet
Helena Mader 
O Presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), assumiu o cargo há duas semanas e, desde então, é um dos alvos preferidos dos internautas brasileiros. Nas redes sociais, os insatisfeitos com a eleição do cacique do PMDB divulgam uma petição contra o senador, que, na manhã de ontem, já somava 1,5 milhão de assinaturas. Apesar de não comentar a mobilização popular, a direção do Senado está incomodada com a avalanche de críticas a Renan. Tanto que duas estagiárias da Casa foram demitidas, na semana passada, depois de postarem mensagens com comentários sobre o senador alagoano. As jovens estudantes, uma delas sobrinha do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, receberam a punição depois de publicarem no Facebook que Renan Calheiros seria um “problema” para o Senado. A demissão das estagiárias repercutiu entre funcionários da Casa: servidores que haviam compartilhado críticas, abaixo-assinados ou qualquer outro comentário sobre a eleição do presidente do Senado se apressaram em apagar qualquer vestígio das publicações. 
O episódio que levou à demissão das duas jovens aconteceu no dia 6. As estudantes estagiavam no Serviço de Administração da Secretaria de Recursos Humanos do Senado. Na manhã daquela quarta-feira pré-carnaval, as estagiárias e os colegas foram surpreendidos com a presença de um rato no meio do setor, que fica no prédio da Gráfica do Senado. Uma copeira matou o roedor com a ajuda de um calendário de papelão. O cadáver do bicho ficou por alguns minutos no chão e as duas jovens decidiram fotografá-lo. Uma delas postou a imagem no Facebook com uma legenda que dizia: “E a gente que achou que o único problema aqui fosse o Renan Calheiros”. A colega, que é filha da irmã de Joaquim Barbosa, publicou a foto com comentário semelhante. 
As duas estudantes demitidas estão assustadas com a polêmica e com receio de aparecer. A sobrinha de Barbosa, que estuda direito e era estagiária do Senado havia quase dois anos, não quis comentar a decisão. Ela cancelou sua conta no Facebook logo depois de ser demitida. Mas a colega contou ao Estado de Minas os detalhes do episódio, com a condição de ficar no anonimato. Depois de deixar o Senado naquela manhã, Karen (nome fictício) recebeu um telefonema do chefe, que pedia explicações sobre a foto publicada na rede social. O responsável pelo serviço de administração de RH marcou uma reunião com as duas estagiárias para a manhã seguinte. “Quando a gente chegou, o chefe colocou a foto que havíamos postado na internet sobre a mesa e, em cima, pôs a carta de demissão para assinarmos. Levei um susto, não imaginei que fossem tomar uma medida tão radical. Não fizemos nenhuma associação do senador Renan Calheiros ao rato. Acho que foi um mal-entendido”, comenta Karen. “Vários servidores do Senado compartilharam o abaixo-assinado contra Renan nas redes sociais, eu mesma havia feito isso semanas antes”, acrescenta a estudante de administração. 
Segundo Karen, ela também teve reuniões na Diretoria de Recursos Humanos. “Eles explicaram que a nossa demissão era uma determinação da Diretoria Geral. Alguém imprimiu a foto que postamos na internet e saiu mandando para a chefia. Disseram que o Renan era quem pagava nosso salário e que a gente não podia falar mal dele. Mas eu respondi que quem pagava nosso salário era o povo, e não o senador”, lembra a estagiária demitida. Elas recebiam R$ 820 mensais, além de R$ 130 de ajuda para transporte. Cerca de 2 mil estudantes fazem estágio no Senado. As duas jovens faziam despachos de pedidos de aposentadoria e de solicitações de adicionais de especialização. Karen entrou no Senado em setembro. Já a estudante de direito foi contratada em maio de 2011. Antes de chegar ao setor de Recursos Humanos, ela havia realizado estágio no Arquivo do Senado. 

“Indisciplina”
A Secretaria de Comunicação Social do Senado divulgou nota em que classificou a atitude das estagiárias demitidas como um “ato de indisciplina”. “Nesse contexto, a administração tem o dever de agir de acordo com o termo de compromisso assinado pelas estagiárias. Nos termos da lei, o estágio não cria vínculo empregatício e o desligamento não se condiciona à abertura de processo disciplinar”, explicou o Senado. “Além do conteúdo ofensivo da matéria, vale registrar que as estudantes postaram-na durante o horário de expediente, utilizando ferramentas de trabalho”, diz outro trecho da nota oficial. 
A assessoria de imprensa do presidente do Senado, Renan Calheiros, informou que ele não tinha conhecimento das demissões e que o caso só poderia ser tratado na Diretoria Geral. A assessoria do presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, informou que ele não comentaria o episódio, mas confirmou o parentesco com a estagiária demitida. Nos próximos meses, o Supremo deve analisar a denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, contra Renan. O senador é acusado dos crimes de peculato, falsidade ideológica e uso de documentos falsos. Segundo o MPF, Renan apresentou ao Senado notas frias para explicar a origem de recursos usados para custear despesas pessoais. 
(Colaborou Kelly Almeida) 

Senadores Relacionados

  • Renan Calheiros

Órgãos Relacionados

  • Gráfica do Senado Federal
  • Senado Federa

fonte: http://www.senado.gov.br/noticias/opiniaopublica/inc/senamidia/notSenamidia.asp?ud=20130215&datNoticia=20130215&codNoticia=800834&nomeOrgao=&nomeJornal=Estado+de+Minas&codOrgao=1096&tipPagina=1

Renan Calheiros e o Senado

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Denunciado que foi pela Procuradoria Geral da República por três crimes, Renan Calheiros (PMDB-AL) é o novo presidente do Senado.

Não há mesmo como contar com renovação, de sangue novo.

Talvez o novo seja incoveniente.

A Teimosia de Lupi

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Sr. Ministro Lupi.

A sua teimosia quase infantil, prepotente e desmedida.

Sua demissão foi tardia, mas melhor que ser demitido por Dilma.

É lógico que é irrevogável.

V Sa. acha mesmo que o povo o quer de volta?

O País perde muito com sua permanência.

toma tempo no congresso, que já não se aplica muito a suas tarefas de no representar.

Boa sorte!

16 de agosto – Aniversário da Cidade de Teresina – (PI)

domingo, 1 de agosto de 2010

A capital do Piauí nasceu na Barra do Poty. Na sesmaria do bandeirante Domingos Jorge Velho, conhecida por todos nós, como Chapada do Corisco, que se tornou sede da freguesia de Nossa Senhora do Amparo em 1827, e mais tarde, foi
criada a Vila do município do Poty, nas terras desmembradas de Campo Maior, Valença e São Gonçalo do Amarante.
No dia 16 de agosto do ano de 1852, a Nova Vila do Poty com 1.809 Km2 de área, passou a ser a Capital do Piauí com o nome de teresina, em homenagem à Imperatriz Teresa Cristina. Ela está localizada na margem direita do rio Parnaíba naconfluência com o rio poti. Idealizada  pelo governador da Província  José Antônio Saraiva, a nova capital foi a primeira do Brasil a ser planejada, cujo traçado foi feito a partir do cruzeiro ainda hoje existente no adro da Igreja Matriz do Amparo. Além do governador, o vigário potiense Mamede Antonio Lima e o mestre-de-obra João Izidoro França, lideraram a construção da nova cidade que em pouco tempo foi ganhando ares de modernidade, e se tornou moradia de várias categorias profissionais que vinham de outras cidades, para se estabelecer em Teresina.
No governo de João de Oliveira Junqueira, em 1858, foi fundada a Companhia de Navegação do Rio Parnaíba, dando um importante significado econômico para o Estado. Em abril de 1859, o vapor Uruçui de Teresina a Parnaíba rebocava barcas cheias de mercadorias e passageiros. Foi desta forma que o comércio começou a se
desenvolver, à beira do rio Parnaíba, que aliás, era uma área privilegiada.

Teresina é a capital e o município mais populoso do estado brasileiro do Piauí. Localiza-se no Centro-Norte Piauiense a 366 quilômetros do litoral, sendo, por tanto, a única capital da Região Nordeste que não se localiza as margens do Oceano Atlântico.É a 22ª maior cidade do Brasil, com 802.537 habitantes.Está conurbada com o município maranhense de Timon e, juntos, aglomeram cerca de 1 milhão e 40 mil habitantes. A única barreira natural que as separa é o Rio Parnaíba, o maior rio totalmente nordestino.A cidade representa cerca de 25% da população piauiense e cerca 45% de sua economia, sendo sua região metropolitana 60% do PIB do Piauí.

A cidade é a terceira onde mais acontecem seqüências de descargas elétricas no mundo.Por esta razão, a região recebe a curiosa denominação de “Chapada do Corisco”. Destaca-se como um pólo de medicina, recebendo pacientes de vários estados do Nordeste,e por ser a primeira capital planejada do Brasil.Segundo o IPEA, é a terceira capital mais segura do Brasil (perdendo apenas para Natal/RN e Palmas/TO).

Seu lema é a frase “Omnia in Charitate”, que significa, em português, “Tudo pela caridade”. A cidade é a terra natal de Torquato Neto, poeta do Tropicalismo, e Carlos Castelo Branco, colunista político do Jornal do Brasil.

A origem de Teresina é ligada diretamente ao Rio Poti. As margens desse rio havia um povoado, que depois seria elevado à condição de Nova Vila (do Poti). Essencialmente formada por pescadores e pequenos comerciantes, era cortada por uma estrada que ligava Oeiras, então capital da Capitania do Piauí, a Parnaíba, um dos mais prósperos centros do estado.

Uma das primeiras construções de Teresina foi a Igreja de Nossa Senhora do Amparo, localizada no Centro da Capital, o que mostra a verdadeira devoção religiosa do povo da antiga vila. A cidade já nasceu, ou seja, foi fundada, em 1822, com o objetivo de tornar-se capital do estado do Piauí, totalmente planejada pelo Conselheiro José Antônio Saraiva, sendo, portanto, oficialmente a primeira capital planejada do Brasil.

Vale ressaltar que a transferência da capital da Província do Piauí de Oeiras para Teresina realizou-se sob vários protestos da comunidade oeirense, que desejava a todo custo, garantir a permanência da capital naquela cidade.

Contudo, apesar da pressão, o Presidente da Província, José Antônio Saraiva, ardoroso defensor das ideias mudancistas, efetiva a transferência da capital. E em 16 de agosto de 1852, dirige circular a todos os Presidentes de Província do Império comunicando o fato, instituindo-a assim, como nova capital do estado.

O nome da cidade remete a imperatriz Teresa Cristina Maria de Bourbon, que teria intermediado com o imperador Dom Pedro II a ideia de mudança da capital, e em sua homenagem deu-se o nome da cidade, que é algo como o diminutivo de Teresa, no idioma italiano. Tornada capital, Teresina passou por um crescimento bastante acentuado, aumentando de 49 para cerca de 8 mil habitantes em duas décadas. Essa foi a primeira cidade do Brasil construída em traçado geométrico. Ela não nasceu de forma espontânea, mas de modo artificial. Saraiva, pessoalmente, tomou as primeiras providências: planejou tudo, com o cuidado de estabelecer logradouros em linhas paralelas, simetricamente dispostas, todas partindo do Rio Parnaíba, rumo ao Rio Poti, principais fontes de água da cidade, até hoje.

No ano de 1860, a nova capital já contava com uma área urbanizada de um quilômetro de extensão na direção norte-sul, com os seguintes confrontos: de um lado o largo do quartel do Batalhão (atual Estádio Lindolfo Monteiro) e do outro o “Barrocão” (atual Avenida José dos Santos e Silva). Na direção leste-oeste o desenvolvimento não ganhou a mesma intensidade. Tomando-se como base o lado do Poti, as ruas findavam a algumas dezenas de metros acima das duas principais praças, a da Constituição, atual Praça Marechal Deodoro da Fonseca (que anteriormente também denominou-se Praça do Palácio e Largo do Amparo), e a do Largo do Saraiva (atualmente Praça Saraiva). Para o lado do Parnaíba, nem todas as ruas chegavam ao rio. A Rua Grande, atual Rua Álvaro Mendes, uma das principais ruas da nova capital teve um papel significante no desenvolvimento da nova cidade.

Teresina é conhecida por Cidade Verde, codinome dado pelo escritor Coelho Neto, em virtude de ter ruas e avenidas entremeadas de árvores. É um Município em fase de crescimento e, atualmente, possui uma área de 1.673 km² e uma população de 800 mil habitantes. É uma das mais prósperas cidades brasileiras, e atualmente destaca-se no setor de eventos, congressos, indústria têxtil e centro médico.

Outros comentam que a criação da capital Teresina teria sido uma medida político-estratégica, sob o fato de que a cidade de Caxias, do estado vizinho do Maranhão, estava ameaçando a hegemonia da região norte do estado do Piauí, tendo então o conselheiro transferido a capital para resolver a questão da centralização no estado.

Teresina foi a primeira capital planejada do Brasil; as outras são Aracaju (1855), Belo Horizonte (1894), Goiânia (1933), Brasília (1960), e Palmas (1989). Todavia, convém ressaltar, que os núcleos fundacionais das cidades de Salvador (1549), São Luís (1612) e Recife (Mauritsstadt – 1637) também foram projetados, embora que os traçados de Salvador e Mauritsstadt tivessem uma malha reticulada flexível.

Fonte: http://www.guiadeteresina.com/ver.asp?id=333