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Conheça as maravilhas de Fernando de Noronha -Pernabuco PE

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

FERNANDO DE NORONHA – PERNAMBUCO PE

Aves marinhas escolheram como habitat as águas do arquipélago considerado o mais bonito do Brasil. O arquipélago de Fernando de Noronha, formado por 21 ilhas e ilhotas, ainda é um dos paraísos mais preservados do país, constituindo um parque nacional marinho.

PARQUE NACIONAL DE FERNANDO DE NORONHA

Criação:

Decreto Federal nº. 96.693 de 14 de setembro de 1988

Localização:

Mar Territorial Brasileiro

Coordenadas:

Lat. S 03°45′- 03°56′
Long. W 32°20′ – 32°20′

Temperatura:

Média anual 26°C
Máxima absoluta 32°C
mínima absoluta 28°C

Área:

11.270ha

Perímetro

60km

Clima:

Quente – Tropical

Plusiosivade:

entre 1250 a 1500mm anuais

Solos:

Pedregoso e pouco profundo formados por derrames de lavas basálticas e rochas magmáticas

Relevo:

Suave Ondulado

Vegetação:

Basicamente Arbustiva

Fauna:

Província Zoogeográfica Tropical

HISTÓRIA

No mar, com até 50m de visibilidade, os golfinhos, os peixes e os navios naufragados convidam a um mergulho neste mundo colorido e fascinante. Em terra, na ilha de Fernando de Noronha, dezesseis praias com areia branca e piscinas naturais dividem espaço com cerca de 2.500 habitantes, com a agitada Vila dos Remédios, que concentra todo o movimento turístico, além das interessantes formações rochosas como Dois Irmãos, cartão postal da ilha.
Uma das naus da expedição de Gonçalo Coelho comandada por Américo Vespúcio, ao desgarrar-se da frota, descobriu, em 1503, uma estratégica ilha na costa brasileira. De acordo com o santo do dia, deram-lhe nome de São João Batista. Mais tarde, recebeu o nome de seu primeiro proprietário, o aristocrata lusitano Fernando de Noronha.
Quando da ocorrência das invasões em vários pontos da costa brasileira, Fernando de Noronha caiu nas mãos de holandeses e franceses.
Entre 1629 e 1654, ocorreram duas invasões holandesas e a ilha passou a chamar-se Pavônia. Na segunda invasão, os holandeses se instalaram por mais de vinte anos, até serem expulsos do Recife, quando, então, o arquipélago passou a fazer parte de Pernambuco.
Com a chegada dos franceses, em 1736, a ilha passou a chamar-se Isle Delphine. No registro feito pelo padre francês Claude D´Abeville, consta uma exuberante descrição das belezas naturais das ilhas.
Ao reassumir o controle da ilha, após a expulsão dos franceses, em 1737, os portugueses construíram vários fortes distribuídos ao longo da ilha, destacando-se os fortes dos Remédios, de Santo Antônio e de Conceição. As ruínas dos fortes de Nossa Senhora dos Remédios e São Pedro do Boldró conservam-se ainda, lembrando o maior conjunto defensivo do período colonial.
Alguns canhões, escondidos pela vegetação, remanescem no Forte de Nossa Senhora dos Remédios, transformado em mais uma atração para os turistas.
Os 1.700 habitantes da ilha estão distribuídos entre a Vila de Nossa Senhora dos Remédios e a Vila do Trinta, as testemunhas silenciosas da história conturbada da ilha de Fernando de Noronha.
Como restos de lavas empurradas para cima, o Morro do Pico, com seu farol giratório sempre aceso, parece uma grande sentinela de olhos para o mar.
Em meados do século XVIII, Fernando de Noronha tornou-se propriedade exclusiva do Brasil e, uma vez transformado em Território Federal, foi administrado, até 1988, respectivamente, pelo Ministério da Guerra, pelo Ministério da Aeronáutica e pelo Estado Maior das Forças Armadas.
Foi a Constituição Federal de 1988 que outorgou novamente ao Estado de Pernambuco a administração do arquipélago.
Além da pendenga política amplamente noticiada na época, houve uma campanha contra um projeto de desenvolvimento do arquipélago, com o objetivo de implantar uma enorme infra-estrutura turística, arquitetado pelo Estado Maior da Forças Armadas, responsável pela administração do Território Federal, em conjunto com grandes empreiteiras.
Pressionado, o governo federal se propôs a manter o domínio sobre as ilhas. Para tanto, antes que entrasse em vigor a nova Constituição, foi criado o Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, abrangendo cerca de 112 quilômetros quadrados entre terra e mar. A presença do Ibama na fiscalização do Parque é garantia da preservação da natureza.
No atol, as ruínas de um farol ilustram um passado sinistro, pois a ilha se constituía num verdadeiro inferno para seus habitantes. Camas geladas de pedra eram utilizadas nas solitárias desumanas instaladas nos subterrâneos dos fortes. Além das torturas especiais, havia castigos comuns que eram pagos com chibatadas, um dos maiores divertimentos dos guardas do presídio.
Funcionou como presídio comum até que, a partir de 1930, se transformou em presídio político, onde foram encarcerados principalmente os participantes da intentona comunista de 1935 e opositores do regime militar, imposto ao país, em 1964.
Por uma dessas ironias dos destinos históricos, quando a ilha voltou ao domínio de Pernambuco, em 1988, o governador eleito do Estado era Miguel Arrais, um dos presos políticos encarcerados na ilha, durante o golpe militar de 1964.
Durante a Segunda Guerra, quando submarinos alemães e italianos começaram a torpedear navios nas costas brasileiras, o exército norte-americano transformou a ilha em base para aviões de combate. Fernando de Noronha, então, tornou-se território federal, administrado pelo Ministério da Guerra. Nesse tempo, entre outras tantas instalações concebidas pelos norte-americanos, foi reconstruída a pista de pouso que era mantida pela Air France.
Hoje, o prédio do antigo presídio abriga um centro de convivência e os alojamentos construídos para os soldados norte-americanos transformaram-se no primeiro e único hotel existente.

TURISMO
Noronha possui dezesseis belas e diferentes praias, trilhas, fortalezas antigas, vegetação exuberante, morros e excelentes locais para mergulho. A ilha conta com algumas escolas de mergulho que oferecem cursos e batismo.
Cacimba do Padre
Nesta praia está o cartão postal da ilha, a formação rochosa Dois Irmãos. A Cacimba do Padre guarda lendas e histórias interessantes, além de ser uma das prais preferidas de surfistas com ondas de 4 metros de altura.
Baía do Sancho
Esta praia é a última do Mar de Dentro, lado da ilha onde estão doze das dezesseis praias. A caminhada até ela é grande, tanto pelas praias, entre pedras e morros, quanto pelo interior, sendo preciso vencer a falésia que a isola. O esforço é recopensado pela extrema beleza da Baía do Sancho: água verde e transparente sobre a areia grossa e amarela, coqueiros e outras árvores. O mar de águas calmas é um dos melhores lugares para o mergulho livre.
Baía dos Porcos
A beleza aqui é o contraste entre pedras escuras, vestígios da origem vulcânica da ilha, e o mar verde e transparente. Com a maré baixa surgem diversas piscinas naturais ormadas por recifes e povoadas por uma fauna marinha rica e colorida.
Praia do Boldró
O nome diferente veio do Morro do Pico, o qual os soldados americanos instalados em uma base durante a Segunda Guerra Mundial chamavam de Bold Rock. Pedras espalhadas na areia e uma bela vista dos morros Dois Irmãos compõe a paisagem dessa praia bastante procurada pelos surfistas.
Praia do Americano
Os soldados só saiam so Boldró para a Praia do Americano, daí o nome. Pequena e deserta, ela garante bastante privacidade.
Praia da Conceição
Nesta praia, de águas azuis e cristalinas, estão as ruínas do Forte de Conceição.
Praia do Leão
O nome vem do formato de uma pedra semelhante a um leão marinho deitado. É o local de desova das tartarugas marinhas, e por isso as visitas são proibidas.

Ponta das Caracas
Local de extrema beleza, ideal para mergulho durante a maré baixa nas piscinas naturais de pedra.
Baía Sueste
Aqui se localiza o único mangue em ilha oceânica, além das ruínas do Forte de São Joaquim do Sueste.
Enseada da Caieira
Abriga o “Buraco da Raquel”, uma pedra cavada pelo mar. Os banhos de mar são proibidos, pois é um santuário marinho.
Baía dos Golfinhos
Local escolhido pelos golfinhos para descanso, acasalamento e amamentação. É possível observá-los de um mirante, já que o acesso ao local é proibido.
Morro do Pico (322m)
Visto de todos os pontos da ilha, possui degraus encravados na rocha que permitem a subida, oficialmente proibida.
Forte de Nosssa Senhora dos Remédios (1737)
Principal fortaleza da ilha, serviu para recolher prisioneiros e abrigar soldados.
Existem outras importantes construções como a Igreja de Nossa Senhora dos Remédios e o Palácio São Miguel.

fonte

http://www.sitecurupira.com.br/roteiro_eco/roteiro_eco_fernando_noronha.htm

São Sebastião -Padroeiro do Rio de Janeiro

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

SÃO SEBASTIÃO

PADROEIRO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

São Sebastião nasceu em Petrória *, na Itália, de acordo com Santo Ambrósio, por volta do século III. Pertencente a uma família cristã, foi batizado em criança. Mais tarde, tomou a decisão de engajar-se nas fileiras romanas e chegou a ser considerado um dos oficiais prediletos do Imperador Diocleciano.

Contudo, nunca deixou de ser um cristão convicto e ativo. Fazia de tudo para ajudar os irmãos na fé, procurando revelar o Deus verdadeiro aos soldados e aos prisioneiros. Secretamente, Sebastião conseguiu converter muitos pagãos ao cristianismo. Até mesmo o governador de Roma, Cromácio, e seu filho, Tibúrcio, foram convertidos por ele.

Em certa ocasião, Sebastião foi denunciado, pois estava contrariando o seu dever de oficial da lei. Teve, então, que comparecer ante o imperador para dar satisfações sobre o seu procedimento. O imperador se queixou de que tinha confiado nele, esperava dele uma brilhante carreira e ele o havia traído.

Diante do Imperador, Sebastião não negou a sua fé e foi condenado à morte, sem direito à apelação. Amarrado a um tronco, foi varado por flechas, na presença da guarda pretoriana. No entanto, uma viúva chamada Irene retirou as flechas do peito de Sebastião e o tratou.

Assim que se recuperou, demonstrando muita coragem, se apresentou novamente diante do Imperador, censurando-o pelas injustiças cometidas contra os cristãos, acusando-o de inimigo do Estado. Perplexo com tamanha ousadia, Diocleciano ordenou que os guardas o açoitassem até a morte. O fato ocorreu no dia 20 de janeiro de 288.

NO BRASIL

São Sebastião é a cidade mais antiga do Litoral Norte. Antes da colonização portuguesa, a região de São Sebastião era ocupada por índios Tupinambás ao norte e Tupiniquins ao sul, sendo a Serra de Boiçucanga – 30 km ao sul de São Sebastião – uma divisa natural das terras das tribos. O município recebeu este nome em homenagem ao santo do dia em que passou, ao largo da Ilha de São Sebastião – hoje Ilhabela -, a expedição de Américo Vespúcio: 20 de janeiro de 1502.

É um santo muito popular e padroeiro do município do Rio de Janeiro, dando seu nome à cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Reza a lenda que, na batalha final que expulsou os franceses que ocupavam o Rio, São Sebastião foi visto de espada na mão entre os portugueses, mamelucos e índios, lutando contra os franceses calvinistas.

Além disso, o dia da batalha coincidiu com o dia do santo, celebrado em 20 de janeiro. São Sebastião é o protetor da Humanidade contra a fome, a peste e a guerra.

Nota da Redação do Site:
*Existem controvérsias sobre o local de nascimento do Santo Padroeiro:

Mártir cristão, nascido segundo alguns em Milão, cidade de sua mãe, e segundo outros em Narbona, terra natal de seu pai, sendo sua festa celebrada a 20 de janeiro. Passou a maio parte de sua vida em Roma, ao tempo do imperador Diocleciano.(fonte-Site: http://pt.wikipedia.org )

www.portovelhonet.com.br/opiniao Mártir cristão, nascido segundo alguns em Milão, cidade de sua mãe e, segundo outros em Narbona, na França, terra natal de seu pai, sendo sua festa
Maria de Lourdes Micaldas

Pesquisa em diversos sites
Webdesigner: Lika Dutra

ORAÇÃO A SÃO SEBASTIÃO PELO RIO DE JANEIRO

São Sebastião, que a vós temos profundo amor e veneração, exaltamos a Deus por ter-Vos levado a tamanho grau de santidade.

Padroeiro dos que sofrem epidemias, pedimo-vos nestes momentos por quais passam o nosso mundo, com promessas de guerras nucleares, vossa intervenção.

São Sebastião, vós que fostes eleito como padroeiro do Rio de janeiro, intercedei junto a Deus pelos seus habitantes para que corrijam os maus costumes, principalmente da moralidade, fazendo-os crescer em virtudes e santidade.

Por Cristo, Nosso Senhor.

Amém.


S Ã O   S E B A S T I Ã O

(Padroeiro da Cidade de Rio de Janeiro)

* 20/01

São Sebastião nasceu na França, província de Narbonne,
Como filho de militar seguiu a carreira no exército romano.
Chegando a Capitão da primeira corte da guarda pretoriana,
Sebastião era elogiado por soldados e o imperador Maximiliano,
Porém, ele servia a dois exércitos: o de Cristo e o de Roma!
Na época, (final do século III) o exército romano era governado no Oriente, por Deocliciano e no Ocidente, por Maximiliano…

Sebastião não ia aos cultos de sacrifícios e idolatrias pagãs,
Pois igualava-se a muitos soldados romanos convertidos a fé cristã,
Sebastião, visitava os cárceres e ajudava os discípulos de Jesus.
Denunciado a Maximiliano, este, logo entrou em ação:
- Excluiu do exército das forças armadas todos soldados cristãos.

Raivoso, Maximiliano mandou trazer Sebastião à sua presença.
Por não renunciar à fé cristã, Sebastião sofreu a dura sentença:
- Ele seria atado num poste, desnudado e flechado por arqueiros!
No estádio do Palatino depois de receber uma chuva de flechas,
Agonizado, Sebastião ficou sangrando até morrer, ali, abandonado.

Os amigos cristãos de Sebastião foram até o local do martírio;
Eles notaram com espanto que o santo ainda estava com vida,
Logo, levado à casa de Irene, recebeu cuidados em suas feridas.
Curado, ao invés de se esconder Sebastião foi até Maximiliano,
Lá, pediu-lhe que não mais perseguissem as pessoas cristãs.
O imperador negou o pedido e mandou açoitá-lo até a morte!
São Sebastião, mártir da fé cristã, não teve a sua morte em vão.

Autor: Manuel de Almeida (Manal)

fonte:

http://www.velhosamigos.com.br/DatasEspeciais/diasaosebastiao1.html