Arquivo da Categoria ‘Saúde’

TV PET ONLINE – GERIATRIA

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Clique no link abaixo e assista a este enteressante vídeo sobre os cuidados com o seu animalzinho de estimação.

veja o vídeo

Erros Médicos

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Hospitais públicos brasileiros são líderes mundiais de erros médicos

São impressionantes as inúmeras ocorrências de “erros médicos”, no Brasil, isso sem contar aqueles vários casos que os familiares nem denunciam ou venham para mídia.

Isso sem dúvida denuncia o descaso do poder público, dos profissionais que entram por concurso público, estudam desesperadamente para conseguirem um emprego público, com as garantias de não serem demitidos e serem custeados pela arrecadação dos impostos e tributos que compulsoriamente pagamos.

O poder quer de qualquer forma voltar a instituir a CPMF, imposto este criado para a Saúde pública. Quando este Imposto Provisório vigorava, os recursos foram desviados, e os investimentos na saúde continuaram tímidos.

Aqui neste país os impostos de  fato tem que ser como o próprio nome os batiza, “imposto”, de imposição. Caso não fosse obrigatórios a população não pagaria, uma vez que não acredita nos legisladores e políticos e nem vê estes investimentos favorecendo com dignidade e respeito que o cidadão necessita.

As secretarias municipais e estaduais deveriam contar com funcionários públicos de competência e responsabilidade profissional para fiscalizarem, cobrarem e relatar os casos de descasos. Mas estamos pedindo muito, infelizmente estamos querendo algo impossível pelas características e mitos de funcionalismo público.

A cada necessidade de um serviço público de qualquer natureza, deveríamos levar conosco, uma equipe de reportagem televisiva, de forma a termos atendimento digno, caso contrário ficamos reféns da espera, do descaso, da falta de profissionais e mais ainda da falta de vontade em contribuírem para um país melhor e mais justo.

Grandes e renovados Advogados brasileiros, que por competência reconhecida deveriam devolver à população um pouco de seus sucessos, abraçando as causas contra os hospitais municipais e estaduais que fogem das responsabilidades pelo mau atendimento e erros médicos, que tem mutilado e abandonados até a morte os usuários destes estabelecimentos.

Os processos contra o mau funcionamento e descasos devem ser contra a instituição, bem como contra os secretários de saúde e diretamente aos prefeitos e governadores de estado. Quem sabe eles sendo pressionados tomem atitudes compatíveis com as suas funções.

Quando estes funcionários públicos que são inatingíveis e longe do cidadão, tiverem que tirar de suas gordas contas bancárias parte para indenizar as vítimas, provavelmente vão agir com mais empenho e dedicação as responsabilidades que votando transferimos a eles.

Observei em um Posto de Saúde que na parede da Recepção, tem um aviso em letras de caixa alta:

“Desrespeitar e Desacatar  um Funcionário Público é Crime”.

Mas não tem o telefone da Ouvidoria Pública para que possamos reportar os abusos e descasos.

Luiz Oliveira

31/01/2011

Dia do Combate a Violência Contra a Mulher

sexta-feira, 29 de outubro de 2010
25 de Novembro
Dia Internacional de Luta pelo fim da Violência contra a Mulher

Dia 25 de Novembro, o Dia Internacional de Luta contra a Violência sobre a Mulher, instituído, em 1999, pala Organização das Nações Unidas (ONU).

A data foi escolhida para homenagear as irmãs Mirabal (Pátria, Minerva e Maria Teresa), assassinadas pela ditadura de Leônidas Trujillo na República Dominicana.

Em 25 de Novembro de 1991 teve início a Campanha Mundial pelos Direitos Humanos das Mulheres, sob a coordenação do Centro de Liderança Global da Mulher, que propôs 16 Dias de Ativismo contra a Violência sobre as Mulheres.

Os 16 dias começam no 25 de Novembro e encerram-se no dia 10 de Dezembro, aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamado em 1948.

A violência conjugal tem forte impacto sobre a saúde física e mental das mulheres. Os atos ou ameaças de violência, infundem medo e insegurança. As mulheres têm medo por causa do poder dos homens, em particular dos maridos, e este próprio medo serve para justificar o poder.

A violência doméstica, nas suas manifestações física, sexual e psicológica, é um problema de saúde pública, relevante pela magnitude do número de vítimas, bem como pela enorme quantidade de recursos despendidos.

As mulheres agredidas tendem a ser menos produtivas. Faltam mais, apresentam dificuldade de concentração e desenvolvem uma baixa auto-estima. Estão também mais propensas à depressão e ao “stress”.

O Banco Mundial estima que, em termos médios, um em cada cinco dias de absentismo do trabalho feminino, decorre da violência.

Em vários países, começaram a ser postas em prática políticas públicas, destinadas a enfrentar este flagelo social.

O combate à violência contra a mulher, exige ações integradas em diversos níveis, áreas e instâncias. Como problema público, exige políticas públicas, decididas e devidamente apoiadas.

A violência contra a mulher é um problema complexo, que não se resolverá de forma simplista. Encontrar soluções, representa um enorme desafio para para todos os segmentos da sociedade.

Tal como o problema do racismo, é um problema de todos e de nenhuma raça em particular, também, o problema da violência contra a mulher, é um problema de todos e não apenas das mulheres.

A violência contra a mulher é, também, um problema de saúde pública. O  reconhecimento deste fato, implica a qualificação e formação dos profissionais de saúde, para enfrentarem este problema.

As mulheres têm de continuar a trabalhar para conquistarem espaços de cidadania, fazendo valer os seus direitos e ter uma maior participação nas políticas públicas.

fonte: http://lproweb.procempa.com.br

Dia Nacional da Pessoa Portadora de Deficiência Física

terça-feira, 28 de setembro de 2010

11 de Outubro

Entraves e soluções

A vida para uma pessoa portadora de deficiência física não é nada fácil. Se para pessoas sem qualquer problema físico, o dia-a-dia já é uma experiência estressante, imagine para quem depende de adaptações ou da ajuda de terceiros para se locomover. São muitos, aliás, os obstáculos enfrentados pelas pessoas portadoras de deficiências – de ordem social, política, econômica e cultural e não só os do cotidiano – distanciando-os bastante de conseguirem chegar ao ideal pretendido pelas Nações Unidas de “Participação Plena e Igualdade”. Isto porque o ponto crucial da questão estaria na relação entre o indivíduo e uma sociedade com padrões definidos, que alimenta a separação, ao tratar de forma inadequada os limites e as diferenças do outro. A anomalia se instala, quando não é dado um mínimo de condição às pessoas portadoras de deficiência de exercer o convívio em comunidade, incluindo aí aspectos fundamentais na vida de qualquer um, como educação, trabalho, habitação, segurança econômica, pessoal etc. Bom ressaltar que as pessoas portadoras de deficiência reivindicam a eliminação dos impedimentos a uma vida normal – o simples ir e vir, por exemplo – da mesma maneira que não esperam nenhum tipo de paternalismo ou piedade. Esta via de conduta, inclusive, seria para eles algo ruim, uma vez que enfatiza o preconceito e estimula a exclusão, ao invés de inseri-los no meio social. Acabam sendo tratados, assim, como um problema e não como cidadãos que possuem seu potencial criativo ou de produção. Dia 11 de outubro, as pessoas portadoras de deficiência física só desejam uma coisa de nós, sociedade: oportunidades e tratamento iguais.


    Já andou pelas ruas da cidade? Percebeu que algumas calçadas são elevadas e que há pouquíssimas rampas de acesso a lugares mais altos? Que os motoristas no trânsito costumam ser estressados e o pedestre pouco respeitado? Ele, também, impaciente, nervosinho? E que em vias de maior velocidade e poucos sinais, existe uma ou outra passarela para facilitar a travessia? E os banheiros públicos, percebeu o aperto? Tamanho de elevadores – da maioria, pelo menos – tem cabimento?

    Agora, passe isso tudo para uma pessoa portadora de deficiência e multiplique por três. Imaginou? Então. Pois é exatamente isto que você pensou o resultado da soma de obstáculos enfrentados por uma pessoa portadora de deficiência física na rotina do ir e vir. Ou seja, dá para notar que para uma pessoa com limitações físicas, a simples locomoção pelas ruas não é nem um pouco confortável.

    Algumas cidades do país já demonstram sensibilidade nesse sentido, tomando providências para facilitar a vida dessas pessoas, mas são raras. O município de Niterói, no estado do Rio de Janeiro, por exemplo, adotou uma medida louvável. Para cada sinal de trânsito, foram adaptadas rampas nas calçadas, para que pessoas em cadeiras de rodas se locomovam mais livre e independentemente de ajuda.

    É um começo.

    Talvez por isso não seja coincidência que a sede do Comitê Paraolímpico Brasileiro tenha sido instaurada naquela cidade. Um outro começo.

21 de Setembro – Dia do Idoso

domingo, 12 de setembro de 2010

Dia do Idoso

    Refletir sobre o idoso é pensar o preconceito em relação às pessoas da terceira idade. Analisarmos o sentimento que alimentamos pelos mais velhos, de forma determinada e corajosa, sem tapar o sol com a peneira.

    Trata-se de tarefa importante. Existe um adesivo de carro que, quem ainda não viu, deveria ter visto. Ele tem uma frase forte, irônica, e de uma inteligência a toda prova. Diz o seguinte: “Velho é o seu preconceito”. E não é verdade? Existe coisa mais fora de propósito, mais cheirando a mofo do que isso?

    Devíamos, isso sim, tentar pegar dos mais velhos a experiência e sabedoria de vida que anos de luta e observação os ajudaram a ter. Que tal nos deixarmos contagiar por essa bagagem de conhecimento, para virmos a ser, quem sabe, jovens e adultos mais interessantes e respeitáveis? Respeitar e ouvir o idoso é respeitar a nós mesmos.


    • Política do Isoso no Brasil

      Até 2025, o Brasil será o sexto país do mundo com o maior número de pessoas idosas. Pelo menos segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Daí o alerta ao governo brasileiro para a necessidade de se criar, o mais rápido possível, políticas sociais que preparem a sociedade para essa realidade.

      Ainda é grande a desinformação sobre o idoso e sobre as particularidades do envelhecimento em nosso contexto social. O envelhecimento humano, na verdade, quase nunca foi estudado. Poucas escolas no país criaram cursos para auxiliar as pessoas mais velhas. Uma prova disso é que até um tempo atrás, o médico que quisesse se especializar em geriatria precisava estudar na Europa.

      A Constituição de 1988, no entanto, deixou clara a preocupação e atenção que deve ser dispensada ao assunto, quando colocou em seu texto a questão do idoso. Foi o pontapé inicial para a definição da Política Nacional do Idoso, que traçou os direitos desse público e as linhas de ação setorial.

      Depois da criação dessa Política, através da Lei 8.842, em 4 de janeiro de 1994, é que as instituições de ensino superior passaram a se adaptar, a fim de atender a determinação da Lei, que prevê a existência de cursos de Geriatria e Gerontologia Social nas Faculdades de Medicina no Brasil. Nesse âmbito, trabalhando com a terceira idade, existem duas entidades de relevo: a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia e a Associação Nacional de Gerontologia. Bom esclarecermos que a geriatria é uma especialidade da medicina que trata da saúde do idoso, enquanto a gerontologia vem a ser a ciência que estuda o envelhecimento.

      Um destaque no país no auxílio à terceira idade é Brasília. Foi a primeira localidade a criar uma Subsecretaria para Assuntos do Idoso, além de instituir o Estatuto do Idoso, regido por princípios que registram o direito das pessoas mais velhas a uma ocupação e trabalho, como ainda acesso à cultura, à justiça, à saúde e à sexualidade, além, é claro, de poder participar da família e da comunidade.

      Num país como o nosso, que vê sua pirâmide populacional ser modificada pouco a pouco, tomarmos conhecimento de entidades que se dedicam a mudar o perfil do idoso depressivo, abandonado pela família e sem projetos é de extrema importância.

      Veja abaixo, como os idosos estão distribuídos no país.