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O Centenário dos Santos

domingo, 22 de abril de 2012

Fundado em 14 de abril de 1912, o Santos em apenas 100 anos elevou o futebol do status de esporte à condição de arte.

E não podemos esquecer que em 1962, com metade de sua idade atual, já se consagrava campeão mundial.

E excursionava pelas principais cidades do planeta realizando jogos espetaculares.

Sim, foi no Santos que surgiu o Rei Pelé, desnecessário dizer.

Mas é claro que há mais.

Não é à toa que um dos primeiros ídolos e artilheiros do clube tinha o apelido de Feitiço.

São inúmeros os fatos divertidos que cercam a historia do Santos.

Em excursão pela África em meados dos anos 60, um jogo seu interrompeu uma guerra, quando as nações rivais decidiram estabelecer um armistício para verem a exibição.

O cessar-fogo durou apenas o pouco tempo que o time permaneceu na região.

O documentário “Santos 100 Anos de Futebol Arte”, produzido pelo Canal Azul, com roteiro e direção da premiada cineasta Lina Chamie, é o filme oficial das comemorações do centenário do Santos.

Em 12 capítulos, a diretora Lina Chamie narra as principais passagens da história do clube, após uma longa e cuidadosa pesquisa em acervos públicos e particulares no Brasil e no exterior.

“Procurei refletir a dimensão ampla e humana do futebol em nossa cultura”, comenta a diretora, também torcedora fanática do alvinegro da Vila Belmiro.

Como conteúdo extra, o DVD traz ainda entrevistas extensas com Pelé, Carlos Alberto, Serginho Chulapa, Robinho, Neymar e outros, além dos ‘curta-metragens’ “Muro 100 Anos de Futebol Arte” sobre um grupo de artistas plásticos que fizeram um mural em homenagem ao Santos F.C. e “Historia Santista”, totalizando aproximadamente 182 minutos de duração.

E para a alegria do torcedor santista, outros dois filmes do Canal Azul já estão em fase de pré-produção que completarão uma trilogia sobre o Santos Futebol Clube: “Meninos da Vila – A Magia do Santos” dirigido por Kátia Lund e “Santos de Todos os Gols”, previsto para 2014, mais uma vez dirigido por Lina Chamie, mostrando os melhores e principais gols do time da Vila Belmiro.

Duração: Filme: 94 min. / Extras: 88 min. / Total: 182 minutos aproximadamente.

Nas lojas a partir do dia 14 de abril de 2012.

R$ 32,90

Nota do blog: O texto acima, da assessoria de imprensa do lançamento, tenta resumir algo que não se pode resumir: a história do melhor time de futebol de clube em todos os tempos.

Nem o filme, com imagens belíssimas como as que cercaram, por exemplo, a decisão da última Libertadores, no estádio Centenário de Montevidéu e no Pacaembu, pode dar conta disso.

Mas dá bem uma ideia.

E até com passagens inéditas dos anos 30, quando o Santos ganhou seu primeiro título paulista.

Com belos depoimentos de jornalistas santistas como José Roberto Torero e Luiz Zanin, o filme emociona o torcedor do alvinegro praiano e seduz o amante do futebol, seja de que clube for.

Seu pecado está em fazer permanente contraponto com o Corinthians, o que só faz aumentar a importância do rival, além de explorar menos do que deveria as epopeias santistas diante do Boca Juniors, na Bombonera, na decisão da Libertadores de 1963 , além da decisões contra o Benfica e o Milan nos Mundiais de 1962 e 1963.

Mas duvido que alguém veja o filme e não goste (JK).

fonte: http://blogdojuca.uol.com.br/2012/04/o-centenario-do-santos/

Copa 2014

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Não sendo cético, mas realista e comprometido com conduta de preservação da imagem e conceitos, receio que ocorrências de notáveis alertas, vem ocorrendo dia a dia nas regiões metropolitanas das principais capitais do país.

Estamos sendo avisados que não estamos preparados institucionalmente e nem amadurecidos o suficiente para que o Brasil assuma tão enormemente a responsabilidade de protagonizar eventos internacionais como a Copa do Mundo e as Olimpíadas de 2014 e 2016 respectivamente.

As principais cidades onde estes eventos passarão, vem apresentando todos os dias, falhas estruturais sociais, institucionais e até arquitetônica.

Todo sinaliza para um travamento generalizado. Meios de transportes…metrôs, avenidas, rodovias, aeroportos, taxis.

Segurança, greves nas corporações policiais e comprometimento com investimentos sem controle, nos causam a própria insegurança.

Temos mostras diárias de desmoronamentos, crimes, roubos, seqüestros, greves, violência contra mulheres, e tantos outros fatos crescentes e preocupantes em nossa sociedade.

Mas mesmo assim, desejo que em se apontar para outro lado, seja uma oportunidade para tomarmos providências enérgicas, responsáveis e sem a demagogia     política que vem emperrando os processosde evolução da sociedade, culturalmente e de comprometimento com uma evolução positiva.

Boa sorte Brasil.

Aposto tudo em você!

Luiz Oliveira-10/02/2012

Dr. Sócrates

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Sócrates, Magrão, Doutor.

Seu nome: Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira

Você é IMORTAL

Nascido em Belém do Pará em 19 de fevereiro de 1954

04 de dezembro de 2011.

Mergulho em Naufrágios

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Tema:Mergulho
Autor: Chris Bueno
Data: 27/3/2010

EXCLUSIVO
O Brasil possui cerca 8.500 km de costa. E, nessa costa, verdadeiros tesouros perdidos e histórias incríveis, que estão submersos com os destroços de navios naufragados nos últimos 500 anos. Essa história anima a imaginação da população, atiça a curiosidade de mergulhadores e desperta a cobiça de variados caçadores de tesouros, que investem milhões de reais em buscas.

A maior parte dessa história submersa permanece desconhecida até hoje. Existem provavelmente 11 mil naufrágios na costa brasileira, mas apenas pouco mais de 1000 estão registrados nos arquivos da Marinha do Brasil. Levantamentos particulares de pesquisadores documentam mais de 2.500 navios afundados. Assim, a maioria esmagadora dos naufrágios é conhecida apenas por fontes históricas, sendo que apenas 600 foram realmente descobertos e explorados.

As dificuldades para se conhecer melhor os navios afundados na costa brasileira são muitas: a grande extensão do litoral nacional, a escassez de documentação (principalmente de embarcações mais antigas) para se identificar e localizar os acidentes, e o alto investimento necessário para a exploração de naufrágios, que pode chegar a R$ 78 mil por dia.

Todas essas dificuldades e os mistérios que envolvem os naufrágios, além das lendas acerca das embarcações e de seu valor histórico, tornam a exploração de naufrágios altamente atraente para quem tem espírito de aventura. Por isso o mergulho em naufrágios é um esporte de aventura muito praticado em todo o país.

Recife é um dos Estados com maior número de naufrágios conhecidos – por isso é chamada pelos mergulhadores como a “capital dos naufrágios”. A Bahia e o Rio de Janeiro, que já foram capitais brasileiras, também possuem muitos navios afundados que podem ser explorados por mergulhadores. São Paulo – especialmente Ilhabela – e Santa Catarina também possuem muitos naufrágios antigos e interessantes para serem visitados.

Ecologia
Além de serem um verdadeiro tesouro histórico, os naufrágios também são importantíssimos para a preservação da flora e a fauna marinha, servindo de ambiente para que diversas espécies se desenvolvam. Alguns naufrágios são verdadeiros “recifes artificiais”, servindo de moradia e fonte de alimento para diversas espécies. O Pirapama, navio naufragado em 1889 próximo ao Porto de Recife, hoje se encontra a 23 metros de profundidade e é habitado por grandes tartarugas, arraias, moréias e uma imensa variedade de espécies marinhas. O mesmo acontece com o Vapor Bahia, naufragado em 1887 em frente à praia Ponta de Pedra, no Recife, que está a 25 metros de profundidade e abriga uma imensa variedade de espécies marinhas como grandes meros, parus, tartarugas, arraias, anêmonas, entre outros.

Curso
A exploração de naufrágios é altamente atraente para quem tem espírito de aventura. Por isso o mergulho em naufrágios é um esporte de aventura muito praticado em todo o país. No entanto este tipo de mergulho requer cuidados especiais, pois existem muitas dificuldades ao praticá-lo, como a presença de uma “teto” sobre o mergulhador, que impede a subida livre; caminhos labirínticos; e visibilidade baixa, causada por sedimentos e pela pouca luminosidade.

Existem cursos específicos para quem quer explorar as embarcações afundadas, que preparam o mergulhador para executar com sucesso a pesquisa, busca e exploração de um naufrágio. Muitos cursos abordam, além das convencionais aulas de mergulho, aulas sobre pesquisa histórica, métodos de busca, análise de acidentes e até sobre recuperação de artefatos submersos. Vale a pena se informar em seu Estado sobre as escolas de mergulho que oferecem esse tipo de curso. Além de mergulhar com mais segurança, você vai aproveitar muito mais sua exploração.

Naufrágios na costa brasileira contam muitas histórias

Os navios afundados carregam muitas histórias – alguns até lendas – sobre seu destino, seus passageiros, sua carga e seu acidente. Além, é claro, de serem um valioso registro histórico. Entidades como o Icomos (Conselho Internacional de Monumentos e Sítios) e a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) consideram os naufrágios patrimônio histórico da humanidade. As histórias que cercam os naufrágios são diversificadas e vão desde de perseguições a piratas até simples acidentes devido ao mau tempo, passando por colisão com rochas ou outras embarcações, bombardeios e motins.
Uma das histórias mais conhecidas de naufrágio na costa brasileira é do transatlântico Príncipe de Astúrias, considerado o Titanic brasileiro devido ao seu luxo e ao seu trágico acidente. Segundo documentos e relatos, o navio estaria carregado de ouro, além de transportar 447 passageiros e um grande número de refugiados alemães da Primeira Guerra Mundial. O navio atravessava o Atlântico em cerca de 30 dias, partindo de Barcelona e escalando em Cadiz e Las Palmas, na Espanha, além do Rio de Janeiro e Santos no Brasil, e Montevidéu, no Uruguai, antes de atingir Buenos Aires, na Argentina. Na madrugada de uma segunda-feira de carnaval de 1916, após uma forte chuva, a embarcação se chocou contra os rochedos da Ponta da Pirabura, em Ilhabela, abrindo uma enorme fenda no casco. O Principe de Asturias naufragou em menos de cinco minutos. Mais de 450 pessoas faleceram no desastre.

Outra história interessante é do acidente entre as embarcações Pirapama e Vapor Bahia, no Recife. O Vapor Bahia naufragou em 1887, em frente à praia de Ponta de Pedra, depois de colidir com o Pirapama, causando 37 mortes. Por ter causado o acidente e não ter prestado socorro, o Pirapama foi condenado e afundado em 1889, próximo ao Porto de Recife. Em Recife há também a história do São Paulo, galeão de guerra português que teve suas riquezas saqueadas por piratas e afundou a 3 milhas da costa; do Vapor de Baixo, que possuía uma vasta coleção de louças e porcelanas e acredita-se que tenha sido torpedeado; e até de uma Avião B-52 norte-americano, que colidiu com a água após uma decolagem mal-sucedida.

Existem também vários naufrágios de submarinos no litoral brasileiro, a maioria submarinos alemães (os U-boats), e um italiano (Arquimedes). Os U-boats (abreviatura de Unterseeboot – submarino em alemão), percorreram a costa do Brasil durante a Segunda Guerra Mundial, sendo os responsáveis pelo maior número de perdas da marinha mercante nacional. Uma das histórias mais conhecidas é o do U-128, que afundou em maio de 1943 na costa do Estado de Alagoas. O submarino foi atacado por dois aviões do Esquadrão VP-74, que lançaram bombas de profundidade. O U-boat tentou retomar a marcha e mergulhar, mas após uma hora do lançamento da última carga de profundidade, as máquinas do submarino pararam e a tripulação abandonou o barco. Os destroiers norte-americanos Moffett e Jovett atacaram com tiros de canhão o submarino já imóvel, que levantou a proa e afundou rapidamente. Os navios recolheram aproximadamente 50 homens da tripulação do submarino.

fonte: http://360graus.terra.com.br/mergulho/default.asp?did=12269&action=reportagem

Ação Pública sobre a Prefeitura de São Paulo

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Fique de Olho!!!!

Bem, a Prefeitura do Município de São Paulo, adminstrada pelo Sr. Gilberto Kassab, vai conceder mais de 400 milhões de Reais para a construção do Itaquerão, para recepcionar os jogos da copa de 2014. Assim como com juros extremamente baixos o BNDES também vai financiar outros tantos milhões.

Kassab afirma que é uma forma de desenvolver a abandonada Zona Leste, que parece mesmo que não tem representante, principalmente no seu extremo, de fato abandonada e distante da classe política paulista.

As obras vão agradar grande parte da população, entretanto, não acredito que dinheiro público deve ser aplicado em empresas privadas que não tem plano de retorno. A fundo perdido, pois não se trata de obra de benefício popular e sim populista.

A Zona Leste é uma região deficiente em Saúde, Creches, Escolas, Iluminação, Saneamento, Policiamente, Eventos Culturais e tudo mais de básico que a população precisa.

O Município e o BNDES, poderiam sim conceder benefícios para a implantação de empresas e Indústrias, de forma a reduzir as viagens que os moradores se submentem com o transporte público que de tão deficiente e mal adminstrado, insulta a inteligência de qualquer cidadão.

Se os investimentos fossem para desenvolvimento de fato, até seria louvável, pois este é o objetivo dos impostos que pagamos sem o devido retorno público, mas não deveria atender a uma parcela pequena da população tão esquecida e desrespeitada pelo poder público.

Fique de Olho, vamos fiscalizar.

Vamos observar se este dinheiro que o município afirmava que não tinha, não vai nos ser cobrado nas Taxas como IPTU, IPVA, ISS, e outras incontáveis taxas que pagamos sem mesmo sermos usuários desta arrecadação. Sem falar da Inspeção Veicular, ineficiente e que onera o custo do proprietário de Veículos do município de São Paulo.