Arquivo de maio de 2010

14 de Julho – Aniversário de Campinas – SP

domingo, 30 de maio de 2010

CAMPINAS – SP

” Princesa D’Oeste ”
- Cidade das Andorinhas

Aniversário – 14 de JULHO ( 1774 )

Cidade de Campinas

SOBRE A CIDADE DE CAMPINAS

Área da unidade territorial: 796 km2
Latitude do distrito sede do município: -22,90556°
Longitude do distrito sede do município: -47,06083°
Altitude: 854 m

Prefeito 2009/12: Dr Helio de Oliveira Santos – PDT 12

População de Campinas
(*) Estimativa Populacional
IBGE-2009: 1.064.669 hab.

Fundo de Participação dos Municípios
FPM-2009: R$ 29.190.161,49

Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica
e de Valorização dos Profissionais da Educação
FUNDEB-2009: R$ 115.733.247,51

Estimativa Populacional IBGE-2008: 1.056.644 hab.
Fundo Part. Municípios FPM-2008:R$ 31.656.323,08
Participação FUNDEB-2008: R$ 86.588.282,11

BREVE HISTÓRIA DE CAMPINAS

Descobertas as minas goianas por volta de 1720, bandeirantes paulistas tomaram aquela direção. Ordenou-se então a abertura de um caminho no meio do mato para possibilitar as comunicações de São Paulo com as minas há pouco achadas:  O Caminho de Goiases.

Meio século depois da abertura do caminho, o bairro das Campinas do Mato Grosso de Jundiaí (expressão que designava as matas fechadas) já tinha 300 moradores e 50 casas interligadas por um picadão, mas ainda muito isoladas em tempos chuvosos. O caminho teve posteriormente seu leito aproveitado, no século seguinte, pela ferrovia Mogiana.

O povoamento efetivo começou com a chegada de Francisco Barreto Leme, entre 1739 e 1744 que, juntamente com família e conterrâneos, veio a se instalar em terras adquiridas de uma sesmaria. No mês de maio de 1774, o então governador Morgado Mateus outorgou a Barreto Leme a fundação do núcleo e estipulou algumas medidas urbanísticas básicas para o local.

No dia 14 de julho de 1774, em uma capela de sapê e paus roliços, foi celebrada a primeira missa, por Frei Antônio de Pádua, primeiro vigário da paróquia. Essa ficou sendo a data oficial da fundação da cidade, na época Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso de Jundiaí.

Na segunda metade do século XVIII, ganhava forma também uma outra dinâmica econômica, política e social na região, associada à chegada de fazendeiros procedentes de Itú, Porto Feliz, Taubaté, entre outras. Estes fazendeiros buscavam terras para instalar lavouras de cana e engenhos de açúcar, utilizando-se para tanto de mão de obra escrava. De fato, foi por força e interesse destes fazendeiros, ou ainda, por interesse do Governo da Capitania de São Paulo, que o bairro rural do Mato Grosso se fez transformado em Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso (1774); depois, em Vila de São Carlos (1797), e em Cidade de Campinas (1842); período no qual as plantações de café já suplantavam as lavouras de cana e dominavam a paisagem da região.

Os cafezais, por sua vez, nasceram do interior das fazendas de cana, impulsionando em pouco tempo um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. A partir da economia cafeeira, Campinas passou a concentrar um grande contingente de trabalhadores escravos e livres (de diferentes procedências), empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas. No mesmo período (segunda metade do século XVIII), a cidade começava a experimentar um intenso percurso de “modernização” dos seus meios de transporte, de produção e de vida, permanecendo vivo até hoje na memória da cidade, aspectos diversos destas transformações.

Com a crise da economia cafeeira, a partir da década de 1930, a cidade “agrária” de Campinas assumiu uma fisionomia mais industrial e de serviços. No plano urbanístico, por exemplo, Campinas recebeu do “Plano Prestes Maia” (1938), um amplo conjunto de ações voltado a reordenar suas vocações urbanas, sempre na perspectivas de impulsionar velhos e novos talentos, como o de pólo tecnológico do interior do Estado de São Paulo.

No mesmo percurso, a cidade passou a concentrar uma população mais significativa, constituída de migrantes e imigrantes procedentes das mais diversas regiões do estado, do País e do mundo, e que chegavam à Campinas atraídos pela instalação de um novo parque produtivo (composto de fábricas, agro-indústrias e estabelecimentos diversos). Entre as décadas de 1930 e 1940, portanto, a cidade de Campinas passou a vivenciar um novo momento histórico, marcado pela migração e pela multiplicação de bairros nas proximidades das fábricas, dos estabelecimentos e das grandes rodovias em implantação – Via Anhanguera, (1948), Rodovia Bandeirantes (1979) e Rodovia Santos Dumont, (década de 1980).

Estes novos bairros, implantados originalmente sem infra-estrutura urbana, conquistaram uma melhor condição de urbanização entre as décadas de 1950 a 1990, ao mesmo tempo em que o território da cidade aumentava 15 vezes e sua população, cerca de 5 vezes. De maneira especial, entre as décadas de 1970/1980, os fluxos migratórios levaram a população a praticamente duplicar de tamanho.

Na atualidade, Campinas ocupa uma área de 801 km² e conta com uma população aproximada em 1 milhão de habitantes, distribuída por quatro distritos (Joaquim Egídio, Sousas, Barão Geraldo, e Nova Aparecida) e centenas de bairros. Tal vigor econômico e social, trazido em especial pela ampliação de sua população trabalhadora, tem permitido à Campinas constituir-se como um dos pólos da região metropolitana de São Paulo, formada por 19 cidades e uma população estimada em 2,33 milhões de habitantes (6,31% da população do Estado).

O Aniversário de Campinas é comemorado em 14 de Julho.

Fonte: PM Campinas

fonte: http://www.nossosaopaulo.com.br/Reg_10/Reg10_Campinas.htm

24 de Junho – Aniversário de São João da Boa Vista – SP

domingo, 30 de maio de 2010

SÃO JOÃO DA BOA VISTA – SP

” Cidade dos Crepúsculos Maravilhosos”
Aniversário – 24 de JUNHO ( 1821 )

Cidade de São João da Boa Vista

SOBRE A CIDADE DE SÃO JOÃO DA BOA VISTA

Área da unidade territorial: 516 km2
Latitude do distrito sede do município: -21,96917°
Longitude do distrito sede do município: -46,79806°
Altitude: 767 m

Prefeito 2009/12: Nelson Nicolau – PMDB 15

População de São João da Boa Vista
(*) Estimativa Populacional
IBGE-2009: 83.909 hab.

Fundo de Participação dos Municípios
FPM-2009: R$ 15.929.602,26

Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica
e de Valorização dos Profissionais da Educação
FUNDEB-2009: R$ 9.438.849,46

Estimativa Populacional IBGE-2008: 83.369 hab.
Fundo Part. Municípios FPM-2008:R$ 15.925.579,29
Participação FUNDEB-2008: R$ 6.565.510,78

BREVE HISTÓRIA DE SÃO JOÃO DA BOA VISTA

Cidade dos Crepúsculos Maravilhosos, esta é a bela São João Boa Vista, fundada em 24 de junho de 1821, por Antônio Machado de Oliveira e os cunhados Inácio Cândido e Francisco Cândido, vindos de Itajubá, cidade de Minas Gerais, chegando à região às vésperas do dia em que se comemorava o culto a São João Batista, o que deu origem ao nome da cidade. Contudo, em fato da cidade ter sido iniciada nos terrenos da Fazenda Boa Vista, de propriedade do Padre João Ramalho, recebeu assim o complemento “da Boa Vista.” Antônio Machado, um dos fundadores, doou um terreno para a futura povoação do Local, dando origem à atual São João da Boa Vista.

O principal idealizador do perfil econômico de São João da Boa Vista foi o Cônego João Ramalho, de nacionalidade portuguesa e que chegou ao Brasil no ano de 1800.

Foi o Cônego quem projetou a localidade de São João da Boa Vista, depois de um contato com o lavrador Antônio Machado, que doou o terreno para o nascimento da cidade. O projeto de João Ramalho era irradiar o progresso para toda a região a partir de São João da Boa Vista, explorando atividades agro-pecuárias, industriais e rurais como monjolos, moinhos, engenhos de serra e de cana-de-açúcar.

A partir do início dessas atividades, outras proliferaram, dando origem ao comércio local para a venda dos produtos que eram produzidos nas lavouras. A primeira missa celebrada na cidade foi em 24 de junho de 1824, sendo que, no mesmo ano, houve a realização da primeira eleição para escolha do Administrador da Freguesia, em Assembléia Paroquial, na qual foi escolhido o Padre João José Vieira Ramalho, que morava em Mogi-Mirim.

Fundação: 24 de Junho de 1.821
Emancipação Política: 24 de abril de 1.880
Criação da Comarca: 07 de fevereiro de 1885

O Aniversário de São João da Boa Vista é comemorado na data de 24 de Junho.

Fonte: PM S.J. DA BOA VISTA

fonte:       http://www.nossosaopaulo.com.br/Reg_10/Reg10_SaoJoaoDaBoaVista.htm

18 de Abril – aniversário de Amparo – SP

domingo, 30 de maio de 2010

Parabéns a Cidade de AMPARO – SP

” Cidade das Águas “
Aniversário – 08 de ABRIL ( 1829 )

SOBRE A CIDADE DE AMPARO

Área da unidade territorial: 446 km2
Latitude do distrito sede do município: 22,70111°
Longitude do distrito sede do município: 46,76444°
Altitude: 674 m

Prefeito 2009/12: Paulo Motta – PT 13

População de Amparo
(*) Estimativa Populacional
IBGE-2009: 65.928 hab

Fundo de Participação dos Municípios
FPM-2009: R$ 13.653.944,84

Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica
e de Valorização dos Profissionais da Educação
FUNDEB-2009: R$ 8.712.891,59

Estimativa Populacional IBGE-2008: 65.466 hab
Fundo Part. Municípios FPM-2008:R$ 14.700.534,75
Participação FUNDEB-2008: R$ 6.491.846,94

BREVE HISTÓRIA DE AMPARO

No último quarto do século XVIII, Francisco Paes da Silva, José Manuel Sá, Marta de Miranda Del Rey, Francisco Xavier dos Santos, Antonio da Cunha Lobo, Antonio Vaz, Elesbão Francisco Vaz e João Batista Ferreira tiveram, por concessão Real, com certeza, suas sesmarias em terras próximas ao Camandocaia. Porém, com exceção feita a Antonio da Cunha Lobo, ainda não sabemos se os outros sesmeiros chegaram a cultivar suas terras (…)

(…) Dobraram-se, enfim, as terras do Camandocaia, sob a ação do elemento humano. Engenhos de açúcar para além da serra do Caraguatá, as terras do “Bromado” – os Silveira Franco, os Araújo Cintra. Plantações de feijão e outros gêneros de subsistência nas colinas entre a serra do Tuiuti e o rio Camandocaia – o Bueno da Cunha, o Vaz Pinto, os Passos, os Antunes.

Aqui, no vale do Camandocaia, já não mais eram tempos de sesmarias. Os sítios estavam em moda. Paus de peroba araribás e cabreúvas marcavam suas divisas.

Em 1797 e Bragança, a antiga Jaguary, era desmembrada de Atibaia. As antigas divisas entre Atibaia e Moji, ao que parece nunca questionada, seriam, então, alvo de polêmicas que se estenderiam até as primeiras décadas do século XX. Onde seriam essas divisas? Bragantinos sugeriam o rio Camandocaia, Mogianos afirmavam a serra do Tuiuti.

Nesses tempos de pelejas, carapinas exímeos transformaram, com o machado, toras de peroba em madeiramentos surpreendentes, em batentes, em portas, rótulas e janelas. Anônimos arquitetos do barro orientaram os primeiros Taipas e os acolhedores beirais. Nascia um novo agrupamento urbano: AMPARO. Ali, em 1818, nas margens do Camandocaia, onde hoje está o “Largo da Cadeia Velha”, a praça Jorge Pires de Godoy, por iniciativa da Frei Francisco Filgueira, seria erigida a primeira capela. “Com efeito, era paupérrima a efêmera ermida de N.Sra. do Amparo. Semelhante a muitas outras, albentes e anônimas, que pontilhavam o áspero caminho em demanda a Ouro Fino e Pouso Alegre”(…).

(…) Década de 1870, momento paradigmático – A cidade da taipa e do pau-a-pique dava lugar à cidade de tijolos. Os grandes beirais simples davam lugar aos beirais em cimalha, aos áticos encimados por vasos, pinhas, imagens e compoteiras. Acentuavam-se características que permaneceriam nas fachadas das casas até meados do novo século.

A cidade precisava de “Plano Diretor“. Os Códigos e Postura só eles, não correspondiam às necessidades crescentes. Contratava-se, pois, aquele italiano, Pucci, um pouco astrônomo, um pouco topógrafo, um pouco construtor. Caberia a ele organizar o traçado urbano, prever as futuras tramas. Com o desenho para bairros novos, cemitério novo, local destinado à nova Cadeia, a planta ornamentada com ilustrações dos edifícios de destaque seria entregue, por Pucci, em julho de 1878.

O Aniversário de Amparo é comemorado em 08 de Abril.

fonte: http://www.nossosaopaulo.com.br/Reg_10/Reg10_Amparo.htm

13 de Junho – Aniversário de ADAMANTINA – SP

domingo, 30 de maio de 2010

Parabéns Adamantina!

” Jóia da Alta Paulista “
Aniversário – 13 de JUNHO ( 1949 )

SOBRE A CIDADE DE ADAMANTINA

Área da unidade territorial: 412 Km2
Latitude do distrito sede do município: -21,4107°
Longitude do distrito sede do município: -51,0421°
Altitude: 401 m

Prefeito 2009/12: José Francisco F. Micheloni – DEM 25

População de Adamantina
(*) Estimativa Populacional
IBGE-2009: 34.424 hab.

Fundo de Participação dos Municípios
FPM-2009: R$ 9.102.630,01

Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação
FUNDEB-2009: R$ 5.245.052,59

Estimativa Populacional IBGE-2008: 34.536 hab.
Fundo Part. Municípios FPM-2008:R$ 9.800.356,68
Participação FUNDEB-2008: R$ 4.211.818,51

BREVE HISTÓRIA DE ADAMANTINA

Segundo o critério adotado pela ferrovia, de se reiniciar em Adamantina a nova seqüência alfabética terminada em Zona da Mata (atual Lucélia), foi solicitado pelos dirigentes da empresa colonizadora que o nome da nova cidade começasse com a letra A. O Nome ADA, em homenagem a uma pessoa ligada a um desses dirigentes, teve como conseqüência Adamantina.

1937: Chegada dos primeiros pioneiros à região – funcionários da CAIC (Companhia Agrícola Imigração e Colonização).
1938: Conclusão da abertura do caminho entre Tupã e Adamantina.
1939: Início da venda de terras, em lotes.
1945: Primeira visita da diretoria da CAIC.
1946: Grande produção de café e cereais. Rápido povoamento.
1947: Numerosas edificações e construção de um cinema.
1948: Luta pela conquista do município, coroada em 24 de Dezembro com a sanção da Lei nº 233, que criava o Município de Adamantina.
1949: Primeira eleição municipal, com a efetiva instalação do município em 02 de Abril.
1950: Criação e instalação da paróquia de Santo Antônio; chegada da estradada de ferro; cemitério; matadouro; coletoria estadual; delegacia de polícia; posto de saúde; ampliação da rede elétrica; ginásio e escola normal; posto de puericultura; guias; sarjetas e passeios.

Fonte: PM ADAMANTINA

O Aniversário de Adamantina é comemorado no dia 13 de Junho, dia de Santo Antônio, padroeiro da cidade, cuja igreja é esta torre que aparece em primeiro plano na foto.

Fonte: Silvia Tiezzi – Cidadã Adamantinense

fonte:

http://www.nossosaopaulo.com.br/Reg_01/Reg01_Adamantina.htm

01 e Junho – Dia da Imprensa

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Até o ano de 1999, o dia da imprensa era comemorado era o dia 10 de setembro. Mas você sabe por que a data mudou?

Foi em 10 de setembro de 1808 que circulou pela primeira vez a Gazeta do Rio de Janeiro, um periódico oficial que servia à Corte. Até esse ano, eram proibidas a circulação e a impressão de qualquer tipo de jornal ou livro. Porém, havia um jornal que, antes da criação da Gazeta do Rio de Janeiro, já circulava clandestinamente: era o Correio Braziliense, produzido pelo jornalista gaúcho Hipólito José da Costa Pereira Furtado de Mendonça.

Se na época as publicações brasileiras eram proibidas porque a Corte Portuguesa temia que os brasileiros fossem influenciados pelas idéias de liberdade, igualdade e fraternidade que circulavam pela Europa, o Correio Braziliense tinha que permanecer clandestino porque simpatizava com tais pensamentos.

O Correio Braziliense foi lançado em junho de 1808, ou seja, três meses antes da Gazeta. Somente em 1999 foi reconhecido oficialmente como pioneiro na história da imprensa brasileira e então, foi criada uma lei que determinava a mudança do dia da imprensa para 1o de junho

fonte: http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/datas/index.html