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Sebastián Piñera toma posse dia 11 de março, quando assume a presidência do país
O presidente eleito do Chile, Sebastián Piñera voltou a afirmar, neste domingo, que “o Chile deve se unir para estarmos mais preparados para novas catástrofes”, destacou Piñera, garantindo que seu governo fará o que for necessário para priorizar a reconstrução do país.
Em 1960, o Chile foi alvo do terremoto mais forte já registrado no mundo, de 9,5 graus Richter, que deixou 3.000 mortos. O país se encontra no ponto de convergência de duas grandes placas tectônicas.
A maioria das construções da capital não sofreu danos externos, embora muitas tenham sido afetadas no interior, principalmente com vidros quebrados e objetos derrubados.
O Chile está acostumado com os terremotos, e conta com uma legislação rigorosa para a construção de imóveis, que devem ser equipados com dispositivos de segurança para aguentar a força dos tremores., que assume o poder no dia 11 de março, estimou que o terremoto representa um “duro golpe” para a população do país, destacando que esta é a pior catástrofe enfrentada pelos chilenos nos últimos 30 anos.
O presidente americano, Barack Obama, lamentou as “centenas de mortos” no tremor e disse que os Estados Unidos “estão prontos para ajudar” as autoridades chilenas nas operações de socorro e reconstrução. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou sua “profunda preocupação” e se colocou à disposição para oferecer “a assistência que for necessária”.
O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, prestou suas “condolências aos que perderam membros da família e amigos” na tragédia.
O chanceler chileno, Mariano Fernández, pediu aos países que ofereceram ajuda humanitária que não enviem nada até que os serviços de emergência divulguem suas necessidades reais. “Não é preciso que qualquer país envie ajuda antes que se determine as necessidades (…) Uma ajuda que chega sem pedido definido não auxilia muito”, explicou o chanceler, que citou o exemplo do Haiti.
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