Os fãs de velocidade que esperam ansiosamente pela primeira edição da São Paulo Indy 300, etapa de abertura da temporada 2010 da Fórmula Indy, receberam uma excelente notícia. Os ingressos, que valem para os treinos do dia 13 de março e para a corrida do dia seguinte, começam com o valor de R$ 100. O valor é bem inferior ao praticado no Brasil por outras competições automobilísticas de nível internacional.Isto significa que os estudantes, crianças entre cinco e 12 anos acompanhadas pelos responsáveis, e idosos acima de 65 anos poderão assistir ao show da categoria de monopostos mais rápida do mundo por apenas R$ 50.A arquibancada será descoberta, montada em estrutura tubular, localizada entre a saída da curva 6 e a curva 7, exatamente onde ficará a saída dos boxes.Os demais setores, que também terão meias-entradas, ficam localizados, principalmente, no Sambódromo. Lá será dada a bandeirada verde de início de prova e a bandeirada de chegada, além da realização da cerimônia do pódio com os três primeiros colocados.Os ingressos podem ser adquiridos através do site oficial da São Paulo Indy 300 (www.saopauloindy300.com.br) ou pelo endereço eletrônico da Livepass (www.livepass.com.br) a partir desta segunda-feira, 01 de fevereiro, além do Call Center (11) 4003-1527 (custo de ligação local mais impostos), de segunda-feira à sábado, das 9h às 21h; e da Bilheteria Oficial da prova, localizada no Morumbi Shopping – Estacionamento Piso G1, de segunda-feira à sábado, das 12h às 20h, domingos e feriados das 14h às 20h.A compra pelos sites e pelo call center poderão ser efetuadas com os cartões de crédio VISA, Mastercard e American Express. Na Bilheteria Oficial, além das formas de pagamento já citadas, o torcedor poderá comprar o ingresso usando dinheiro, ou cartão de débito VISA Eletron ou Redeshop/Maestro.A São Paulo Indy 300 terá transmissão ao vivo pelos canais Band e Bandsports, além das rádios Bandeirantes e BandNews FM.Confira os setores no circuito de rua:SETOR 14 BIS – Arquibancada descoberta, em estrutura tubular, localizada na saída da Curva 6, com ampla visibilidade da saída dos Pits. – R$ 100SETOR VITÓRIA – Arquibancada descoberta, em estrutura tubular, localizada na Curva 11. Local de emocionantes duelos por posições. – R$ 250SETOR AZUL – Arquibancada descoberta, em alvenaria, localizada no Sambódromo, com ampla visibilidade da largada, chegada e da entrada das Curva 1. – R$ 250SETOR VERDE – Arquibancada descoberta, em alvenaria, localizada no Sambódromo, com ampla visibilidade da largada e da chegada. – R$ 250SETOR AMARELO – Arquibancada descoberta, em alvenaria, localizada no Sambódromo, com ampla visibilidade da saída da Curva 11. – R$ 250SETOR ROXO – Arquibancada descoberta, em alvenaria, localizada no Sambódromo, com ampla visibilidade da saída da Curva 11. – R$ 250SETOR CINZA – Arquibancada descoberta, em alvenaria, localizada no Sambódromo, com ampla visibilidade da saída da Curva 11. – R$ 250SETOR LARANJA – Arquibancada descoberta, em alvenaria, localizada no Sambódromo, com ampla visibilidade da saída da Curva 11. – R$ 250SETOR VERMELHO – Arquibancada descoberta, em alvenaria, localizada no Sambódromo, com ampla visibilidade da largada e da chegada. – R$ 250SETOR ROSA – Arquibancada descoberta, em alvenaria, localizada no Sambódromo, com ampla visibilidade da largada, chegada e da entrada da Curva 1. – R$ 250SETOR LILÁS – Arquibancada descoberta, em estrutura tubular, localizada no Sambódromo, com ampla visibilidade da largada e chegada. – R$ 300SETOR TIETÊ – Arquibancada descoberta, em estrutura tubular, localizada na reta da Marginal do Tietê, local de maior velocidade dos carros. – R$ 300SETOR BRANCO – Arquibancada descoberta, em alvenaria, localizada no Sambódromo, com ampla visibilidade da largada, chegada, entrada da Curva 1 e em frente ao pódium da vitória. – R$ 400SETOR PRETO – Arquibancada coberta, em estrutura tubular com cadeiras, localizadanas curvas 1 e 2, local de disputas emocionantes, com visão da Curva 3. – R$ 500SETOR ARENA – Arquibancada coberta, em estrutura tubular com cadeiras, localizada nas curvas 1 e 2, local de disputas emocionantes, com visão da Curva 3. – R$ 500EB – www.autoracing.com.br |
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Arquivo de 3 de fevereiro de 2010
São Paulo Indy 300 será a primeira prova do ano
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010Informações sobre o circuito
Os encantadores Mistérios da Lua
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010Extraterrestres em solo lunar?
Durante milhares de anos “históricos e pré-históricos” os homens olharam a lua no céu com um misto de espanto supersticioso e deslumbramento. Em 21 de julho de 1969, quando Neil Amstrong deu o histórico passo na superfície do satélite da Terra, parecia que a raça humana tinha conquistado seu primeiro território no espaço cósmico e muitos enigmas seriam desvendados. Entretanto, mais 27 anos depois, anomalias relacionadas à Lua desafiam a ciência; além dos antigos mistérios, outras perguntas vieram à tona.
As rochas lunares, analisadas, revelaram ser bilhões de anos mais antigas que as rochas terrenas. Este único fato constitui, em si mesmo, um desafio à lógica dos cosmologistas contemporâneos que durante décadas defenderam a teoria de que a Lua era um fragmento que se despreendeu da Terra durante o processo de formação do planeta. Disso resulta a questão: se a Lua não é esse fragmento, qual é origem do satélite? Seria um outro objeto celeste capturado pelo campo gravitacional terrestre?
Em Teosofia, ou na ‘Velha Religião”, os segredos da Lua pertencem ao conhecimento profundo da cosmogênese, alcançado por poucos entre os mais elevados Iniciados. Os teósofos afirmam que a Lua precede a Terra; é mais velha. Na hierarquia evolutiva do cosmo, a Lua é mãe da Terra. Os “Deuses Lunares”, os Pitris (entre os indianos), são ancestrais da raça humana: “As mônadas Lunares ou Pitris, que são os antepassados do homem, assumem na realidade a própria personalidade humana.” (BLAVATSKY, 2000 – p 222).
Na cadeia planetária admitida em Teosofia, um globo que morre transfere sua energia para um outro que nasce. Envelhecendo, a Lua tornou-se “virtualmente um planeta morto, no qual a rotação quase cessou, após o nascimento do nosso Globo. A Lua é, sem dúvida, o satélite da Terra; mas isso não invalida a teoria de que ela deu tudo à Terra, exceto o seu cadáver. (…) E antes que esta [a Terra] chegue à sua Sétima Ronda, sua mãe, a Lua, ter-se-á dissolvido no ar sutil… ” (BLAVATSKY, 2000 – p 199-200). Nessa condição de cadáver, o simbolismo da Lua agrega numerosos atributos mórbidos. No final do século XIX, H.P. Blavatsky escreveu em A Doutrina Secreta:
“A Lua é hoje frio resíduo, a sombra arrastada pelo corpo novo para o qual se fez a transfusão de seus poderes e princípios de vida. Está agora condenada a seguir a Terra durante longos evos, atraindo-a e sendo por ela atraída. Incessantemente vampirizada por sua filha, vinga-se impregnando-a com a influência nefasta, invisível e venenosa que emana do lado oculto de sua natureza. Pois é um Corpo morto, e no entanto vive. As partículas de seu cadáver em decomposição estão cheias de vida ativa e destruidora, embora o corpo que elas anteriormente formavam esteja sem alma e sem vida. (…) Como os fantasmas e vampiros, a Lua é amiga dos feiticeiros e inimiga dos imprudentes.” (BLAVATSKY, 2000 – p 200).
É na Lua que os teósofos localizam a região de Kama-Loka ou o Mundo Sublunar, para onde migram os mortos e onde permanecem para expurgar, de sua essência espiritual, as impurezas do materialismo, dos erros e crimes terrenos e onde deverão despir-se de seu Kama-rupa, o corpo-alma etérico animal. (CABUS, 2003)
Esoterismo à parte, outra hipótese considera a possibilidade da Lua ser uma base para raças alienígenas. Em quase trinta anos foram enviadas seis missões espaciais à Lua; vinte astronautas estiveram lá. Para um futuro, não muito distante assim, já se comenta que a NASA e a Agência Espacial Russa têm projetos de exploração de minerais no solo lunar. Acredita-se que adiamento dessa proeza deve-se aos altos investimentos que envolvem esse tipo de operação.

David Scott, da missão Apollo XV, na Lua,
sobre a inclinação de Hadley Delta: OVINs no céu lunar.
FONTE DA IMAGEM: www.edicolaweb.net/nonsoloufo/f_uf012s.htm
Porém, há pesquisadores que duvidam da alegação de custo proibitivo para a hesitação das duas potências no que se refere à exploração econômica da Lua. Estão convencidos de que as altas cúpulas russas e norte-americanas temem o perigo de um encontro com extraterrestres possivelmente já estabelecidos na chamada “face oculta” do satélite. Recentemente foi anunciado o plano de uma nova expedição que deverá construir uma base de operações ali porém a maior parte dos trabalhos será feita por robôs. Pelo menos até 2018, os homens não voltarão a pisar em solo lunar.
A idéia de aliens na Lua pode soar como fantasiosa mas é inegável que as missões Apolo serviram para mostar que o conhecimento da ciência “oficial” sobre a Lua está longe de ser completo ou satisfatório. Há significativos fatos que permitem a suposição de que a Lua, em si mesma, não é um corpo celeste natural; pode ser uma “construção” de seres inteligentes, uma gigantesca base de operações criada por extraterrestres.
Informações pouco divulgadas sobre a Missão Apolo XI, liderada por Amstrong, fornecem o suporte de credibilidade para essa espantosa teoria. Diálogos entre o astronauta e o controle da missão na Terra foram, aparentemente censurados para o grande público. Amstrong teria mencionado “luzes estranhas” e acrescentou: “Temos companhia” – neste ponto, oficiais da NASA interromperam a comunicação aberta e transferiram a transmissão para um canal fechado. Agora, parte desse diálogo está sendo divulgado. O astronauta continuou seu relato: “São enormes Sir… Oh, Deus, você não acredita! Eu estou dizendo a você que há outra espaçonave lá, em uma cratera distante. Eles estão na Lua e estão nos observando.” Dez anos depois da primeira missão Apolo XI, o oficial da NASA Christopher Kraft, que foi diretor da Agência em Houston revelou esse diálogo entre Amstrong e a base:
APOLLO XI: Aquelas coisas são gigantes… Não, não é uma ilusão de ótica. Ninguém vai acreditar nisso.
CONTROLE DA MISSÃO (HOUSTON CENTER): O quê? … Que diabo está acontecendo? O que há de errado com você?
APOLLO XI: Eles estão aqui…
CONTROLE DA MISSÃO: O quê está lá? Transmissão interrompida… interferência… Controle chamando Apollo XI.
APOLLO XI: Nós vimos alguns visitantes; eles estiveram observando os instrumentos.
CONTROLE DA MISSÃO: Repita sua última informação.
APOLLO XI: Eu disse que existem outras naves espaciais. Estão alinhados no outro lado da cratera.
CONTROLE DA MISSÃO: Repita, Repita!
APOLLO XI: …automatic relay conectado… Minhas mãos estão tremendo. Eu não consigo fazer nada. Filmo isso? Deus! Se essas câmeras malditas registrarem qualquer coisa… E então?
CONTROLE DA MISSÃO: Você conseguiu registrar alguma coisa?
APOLLO XI: Eu não tinha um filme (virgem) na mão… Fiz fotografias dos discos (naves) ou que quer que seja estão no filme.
A Missão Apollo XI não foi a única que reportou fatos espetaculares; se fosse assim, a “visão” de Amstrong poderia ser atribuída a algum efeito psicológico da experiência de estar no espaço ou a um fenômeno lunar deconhecido. Entretanto, muitos outros contatos entre a NASA e UFOs foram registrados, especialmente nos anos de 1990 quando, de acordo com William Kliner, a seguinte conversa aconteceu entre David Walker da missão Endeavour e a base de controle em terra:
WALKER: Deus! O quê é isso? Meu Deus, está vindo direto para nós…
NASA: O que foi?
WALKER: Não há saída! Deus! Volte… Mova-se!
NASA: Endeavour! Endeavour! O quê foi? Explique…
WALKER: O quê.. Onde nós estamos? Onde? Está vindo, está vindo… não… (INTERFERÊNCIA).. UFO, nave espacial, é imenso, inteligente, ali!
NASA: Endeavour, desligue.. Agora!
A gravação termina abruptamente com o que parece ser uma ordem oficial para Walker mudar a freqüência de rádio. Kliner acrescenta que … “a nave espacial era do tamanho de uma pequena cidade. Irradiava uma luz verde enquanto tentava se aproximar. Em dado momento do encontro, o UFO fez uma manobra ousada para evitar uma colisão.”
A Face Oculta da Lua
A Lua é único satélite de planeta do sistema solar que tem uma órbita quase que perfeitamente circular. Ao longo das Eras, a força gravitacional da Terra tem provocado retardamento na rotação lunar (movimento da lua em torno de seu próprio eixo) de modo que o período rotacional lunar emparelha-se, praticamente coincide com o período rotacional terreno. Isso significa que existe um hemisfério da Lua que nunca é visto da Terra; esse hemisfério é a chamada “face oculta” ou “the dark side of the moon” (o lado escuro da Lua).
Em teoria, este hemisfério poderia facilmente abrigar uma base alienígena porque além de não ser visível para os terráqueos ali, os sinais de rádio são bloqueados ou não podem ser rastreados pela tecnologia dos instrumentos captadores utilizados pelos humanos. Por causa dessa órbita, tão peculiar, especula-se que todo o satélite pode ser um engenho artificial instalado por uma raça de extraterrestres que vêm monitorando a vida na Terra desde o surgimento dos primeiros organismos unicelulares.
Outro fato estranho é que a Lua parece ser oca. Como satélite natural da Terra, a Lua sempre foi considerada como uma esfera homogênea que surge nos cosmos em tempo simultâneo ao surgimento da Terra. Entretanto, há vários indícios de que a Lua é mais velha.
As suposições de que o interior da Lua é oco começaram a ser levantadas antes da primeira visita dos astronautas ao satélite. Em 1962, o cientista da NASA dr. Gordon MacDonald, revendo as informações sobre a densidade da Terra e comparando com a densidade da Lua, muito inferior, concluiu que tal diferença somente seria justificada se a Lua fosse oca. A baixa densidade não era compatível com uma esfera homogênea. Idéia semelhante foi denfendida pelo dr. Harold Urey, detentor de um prêmio Nobel; ele sugere que a Lua contém uma cavidade. A mesma opinião foi endossada pelo dr. Sean C. Salomon, do MIT que declarou: “…a Lua pode ser oca.”
Carl Segan, em sua obra Inteligent Life in the Universe escreve: “Um satélite natural não pode ser um objeto oco. Se isso é verdade e a Lua for realmente oca significa que existe alguma coisa muito estranha sobre o nosso satélite”. A experiência das missões espaciais da NASA também sugerem que a Lua é oca.
Quando as equipes da Apollo XII e Apollo XIII lançaram módulos na superfície lunar, descobriram que o impacto havia provocado abalos sísmicos. O pouso da Apollo XII causou uma reverberação semelhante ao barulho de um sino que durou cerca de uma hora. O fenômeno se repetiu com a Apollo XIII, que produziu uma reverberação durante três horas e vinte minutos alcançando uma profundida de 25 milhas. A análise dessas informções leva à conclusão de que a Lua não possui subtância densa em seu interior; se a Lua é realmente artificial, ela deve ter sido “colocada” naquele lugar em algum momento da história da Terra.
A Era Pré-Lunar
Textos antigos, encontrados na Europa e na América do Sul, falam de povos que viveram na Terra em um tempo em a Lua não existia. Na Grécia, esse tempo é denominado “Procelene” ou seja, “Antes da Lua”. Na América do Sul, símbolos descobertos na parede do Pátio de Kalasasaya, próximo à cidade de Tiahuanaco (Bolívia), registram a primeira aparição da Lua há 12 mil anos atrás. O surgimento do “novo” astro teria causado um grande desequilíbrio geológico provocando terremotos, inundações e mudanças climáticas. da legendária Atlântida e os cataclismos teriam causado a destruíção da mítica civilização. A idéia de um mundo sem Lua sobrevive na tradição oral dos nativos de Bogotá e a leste das cordilheiras da Colômbia porém as contradições tornam confusa essa história: em época mais recuada, há 23 mil anos, no Paleolítico, o conhecimento das fases da Lua já existia.

Selenitas: ink wash | de George Méliès – 1932. IN ARTNET
Folclore Ufológico
Sobre a presença de alienígenas naLua os folclore ufológico tem sua própria versão dos fatos: uma raça de reptilianos viajando pelo espaço à bordo de um planetóide chegou nas proximidades da Terra. Esse planetóide foi “plantado” na órbita terrestre há milhares ou talvez milhões de anos atrás. Começou, então, o movimento migratório dos alienígenas que, aos poucos se instalaram completamente Terra. A “nave-planetóide” foi abandonada e hoje é conhecido como Lua!
Estranha Luz
Em matéria recente o periódico russo Pravda fala da possibilidade da Lua ser habitada. No começo do século XV, muitos estudiosos observaram um brilho inexplicável na superfície lunar. É uma luminosidade especialmente notável durante os eclipses. As vezes aparece como raios bem distintos; outras vezes, crateras inteiras parecem estar iluminadas ao longe. Por muito tempo a causa desta anomalia não podia ser explicada porém, nos últimos tempos essa luz pôde ser fotografada. A primeira dessas fotografias foi obtida em 1988. Em 31 de agosto (2006), cientistas americanos tiveram, mais uma vez, a chance de observar o fenômeno e vem ganhando força a hipótese da presença de extraterrestres cujas bases, situadas na face obscura Lua, seriam a fonte da estranha luz que somente pode ser vista durante eclipses.
FONTES:
ANDERSON, IAN. Moon is a strange Thing. IN BEHIVE – UK – acessado em 01/09/2006.
BLAVATSKY, H. P. A Doutina Secreta – vol. I Cosmogênese. [Trad. Raymundo Mendes Sobral]
São Paulo: Pensamento, 2000.
CABUS, Ligia. Lilith: A Lua Negra – acessado em 02/09/2003
PRAVDA ENGLISH. Recent studies show that the Moon could be inhabited – publicado/acessado em 02/09/2006
THOTHWEB. Alien Bases: The Mystery of the Moon – publicado 31/03/2006/acessado em 01/09/2006
http://www.sobrenatural.org/materia/detalhar/4508/os_misterios_da_lua/
pesquisa – tradução & adaptação: Ligia Cabús (Mahajah!ck)
